Diabolik Lovers - União de Sangue
45 Capítulo 42: Sinos e quarto aos pedaços
Notas iniciais
O arco no altar era repleto de flores cor de rosa. Reiji usava um terno completamente preto, assim como sua camisa, porém sua gravata vinho se destacava. Ao vê-la caminhar em sua direção, pela primeira vez esboçou surpresa. o vestido de noiva de Mana possuía um corpete com brilhos e um decote suave, parando logo abaixo da cintura. As mangas eram de renda e seus ombros ficavam expostos. A saia era longa e grande com o tecido liso e desenhos costurados na barra. Seu cabelo estava preso em um coque arranjado, a tiara em sua cabeça era acompanhada pelo longo véu e seu buquê era de rosas amarelas. Mais uma vez seu pai levou uma filha até o alto, entregando-a ao seu futuro marido.
Reiji o agradeceu, pondo educadamente a mão sobre o peito e segurando a mão de Mana após oferecê-la. O tio distante das Takahashi mais uma vez fez a cerimônia e ambos recitaram os votos, dizendo um ao outro que seriam fiéis ao cônjuge, o tratariam com respeito e cumpririam com os deveres sagrados do matrimônio. Reiji e Mana olhavam um nos olhos do outro enquanto falavam. Ela esboçou um sorriso feliz e emocionado enquanto o olhava. Quem entregara as alianças dessa vez fora Ayato, dando-as à Reiji. Ele a colocou no anelar esquerdo de Mana, que fez o mesmo com o anel lhe dado.
A faca foi dada à ele para que fizesse um corte em sua mão e despejasse seu sangue na taça de ouro sobre a mesa a frente deles. Ele o fez, enchendo a taça pela metade e deu a faca à Mana, que cortou a palma e fez o mesmo. Ambos pegaram a taça um do outro e beberam o sangue. Enquanto bebia o sangue de Reiji, Mana enrubescia. Seu sangue era atraente tanto quanto ele e lhe fazia faltar palavras para descrever como lhe enfeitiçava. Ao terminarem, puseram as taças no lugar e olharam-se. Ele então tocou seu rosto, segurando sua mão e a beijou. Mana enrubesceu levemente, enfim estavam casados.
Reiji e Mana tiveram sua primeira dança enquanto os outros os assistiam. Ao terminarem, os convidados se levantaram e puseram-se a dançar também ao som dos violinos e outros instrumentos. Masami levantara com a ajuda de Shuu, que lhe ofereceu a mão. Ela logo completaria quatro meses de gravidez e sua barriga agora era visível em vista ao vestido que usava, porém principalmente por ela ser vampira. A duração da gestação de uma vampira era de apenas sete meses. Logo, sua barriga era um pouco maior do que a barriga de uma humana grávida com as mesmas semanas.
Os pais de Masami e Mana deram os parabéns os parabéns aos casados. Eles seguravam os filhos no colo e sua mãe tornara-se um pouco mais emocional, deixando escapar uma lágrima ou duas ao ver as filhas. Uma à espera de um filho e a outra se casando. Elas achavam um pouco peculiar, porém estavam felizes. Sempre desejaram ver sua mãe dessa forma.
Enquanto Shuu e Masami dançavam, ela notou o rei pelo canto do olho, distante de todos mais uma vez. Ele estava um pouco afastado de todos, porém observando tudo e todos com uma taça de vinho na mão. Ao percebê-la olhá-lo, ele elevou a taça em sua direção, sorrindo. Ela desviou o olhar, ignorando-o. Provavelmente ele a cumprimentara por estar esperando seu neto. Ele realmente conseguiu o que desejava.
Próximo ao final da festa, os convidados pouco a pouco se direcionavam para a saída. Três dos Mukami dançavam com suas parceiras. Kou em especial, tacava a mesa de comida com Mei, que apenas o olhava e pedia para ele pegar um prato para si. Mana e Masami estavam agora sentadas em uma das mesas, conversando. Mana havia tirado seu véu, usando apenas a tiara. As outras noivas logo se juntaram à elas, animadas por mais um casamento.
— Né. – Rin cantarolou – Enfim nossa Mana vai saber o que é a noite de núpcias.
— Pare, Rin. – ela desviou o olhar – Estou ficando nervosa.
— Relaxe, se ele fizer direito você nem vai sentir dor.
— Você é bem experiente, né. – disse Sora, sorrindo.
— E você vai ser a próxima. – Rin sorriu maliciosamente.
Sora desviou o olhar, sorrindo. Rin mal sabia que Ayato e ela já haviam se entregado um ao outro. Pelo visto Rin estava perdendo sua habilidade em descobrir as coisas.
— Você está tão bonita, Mana. – disse Yuka – Reiji não pára de olhar para você.
Ela sorriu, surpresa e o procurou. Reiji estava próximo à mesa do bolo, que já havia sido cortado, e a observava enquanto segurava uma taça. Ao vê-la olhando-o, ele desviou o olhar e bebeu de sua taça.
— Pelo visto nosso Reiji está pensando em coisas. – disse Rin maldosamente.
— Não fale assim, ele não é como Laito. – disse Mana.
— Até hoje à noite. – ela sorriu – Você vai ver. Quando entrarem no quarto, com certeza ele vai te mostrar o outro lado.
Mana ruborizou.
— Você continua terrível. – disse Masami.
— E você fez várias vezes. – Rin riu – Por isso que está grávida.
Masami desviou o olhar.
— Ora, estamos casados.
Rin achou graça.
— Masami estava tão nervosa no casamento dela que não falava com ninguém. A gente mal a viu sair com Shuu. – riu.
— Isso é verdade. – disse Reiko, lembrando-se – Ela estava nervosa.
— Eh... – Masami a olhou – Deu pra notar?
— Sim.
— Muito! – Rin exclamou – Não antes, mas quando chegou a tal hora... – sorriu.
Masami lhe lançou um olhar, fazendo-a gargalhar. Mesmo Rin sendo Rin, as meninas acharam graça. Pouco a pouco estavam se casando e descobrindo os outros lados de seus parceiros. Mesmo faltando apenas Reiko e Yuka para verem esses tais lados.
Após a festa, Reiji levou Mana para o quarto. Seu quarto passou por uma reforma, assim como o de Shuu, para que Mana pudesse acomodar-se. Ao entrar, ela viu que não estava tão diferente. A cor das paredes havia sido retocada, o armário embutido aumentara de tamanho e havia uma cômoda a mais, além da grande cama que agora residia no quarto ao contrário da antiga cama de solteiro de Reiji.
Mana olhava o cômodo com sua tiara e véu na mão, tentando respirar. Em poucos minutos Reiji se deitaria com ela, que lembrou-se por um segundo da história do diário.
— Mana.
— Eh? – olhou-o, despertando.
— Deve ser um pouco constrangedor, então... Deseja se trocar no banheiro?
— Ahm, tudo bem. – sorriu – Mas você já me viu com roupas de baixo.
Ele desviou o olhar, lembrando-se do dia em que fez o curativo no ombro de Mana quando as noivas foram atacadas pelos homens de Richter. Fora um momento intenso e sedutor.
— Correto.
— Mas vou me trocar! – ela exclamou, adentrando o banheiro e fechando a porta.
Reiji fitou a porta de forma surpresa, notando como ela estava nervosa e sorrindo suavemente. Mana punha suas costas contra a porta, respirando fundo. Perguntava-se o que deveria fazer e o que ele faria com ela, além do óbvio. Ao se acalmar o pouco que conseguiu, trocou o vestido de noiva por sua camisola e pensou se estaria bonita para ele. Sua camisola era branca e possuía renda em algumas partes, porém não era tão longa quanto desejava agora. Respirou fundo mesmo assim e abriu lentamente a porta, voltando para o quarto.
Reiji se despia, estando ainda com a camisa desabotoada. Mana o olhou, apreensiva e sentou-se na cama, cobrindo-se e abaixando o olhar. Reiji sorriu de forma suave, dizendo:
— Foi uma bela festa.
— F-Foi sim. – ela prontamente o olhou, gaguejando – Estava tudo tão bonito.
— O bolo estava ótimo.
— Reiko quem fez. – achou graça – Ela quer fazer os bolos de todos os casamentos.
— Mas e o dela?
— Perguntamos e ela disse que vai fazer no mesmo jeito.
— Peculiar.
— Hum.
Mana o olhava, vendo-o tirar a camisa. Olhou de forma extasiada para seu torso, nunca havia o visto sem camisa. Porém ao vê-lo tirar o cinto e abrir botão da calça, desviou o olhar de forma envergonhada. Ao terminar, ele sentou-se ao seu lado, pondo os óculos sobre o criado-mudo. Ao voltar-se para ela, vendo-a tímida, tocou uma mecha de seu cabelo e inclinou-se, cheirando-a. Mana semicerrou os olhos, ruborizando. Ele se aproximou mais e a beijou, pondo a mão em seu ombro e abaixando a alça de sua camisola. Passou a beijar seu pescoço, chupando-o e tocando seu seio, apertando-o levemente. Mana arquejou, estática.
Reiji a olhou, segurando seu queixo e olhando sua expressão com os olhos semicerrados. Suas bochechas estavam rosadas e ela o olhava de forma extasiada. Ele fez com que Mana se sentasse entre suas pernas e tocou seus seios com as mãos, acariciando-os e vendo-a ofegar com o toque. Logo sentiu seus mamilos endurecerem e ela encolher-se. Abaixou sua outra alça e tocou seus seios nus, fechando os olhos. Reiji a sentia respirar de forma ofegante. Correu sua mão pela barriga de Mana, descendo até que adentrasse sua calcinha e lhe tocasse a intimidade. Ela exclamou, gemendo e tampando a boca com vergonha. Reiji abriu os olhos, dizendo:
— É quente...
Mana fechou os olhos, envergonhada. Ele tirou sua mão da frente da boca, beijando-a e olhando-a ao cessar.
— Quero ouvi-la. – pediu.
Adentrou ainda mais a mão em sua calcinha, fazendo-a arquejar alto e contrair as pernas, fechando-as com sua mão ainda ali. Mana por um momento lembrou-se de Rin e do que ela havia dito. Esse era um lado de Reiji ao qual nunca vira antes. Ele movimentava o dedo lentamente dentro de si, fazendo-a gemer e contrair cada vez mais as pernas. Ao vê-la encostar as costas em seu peito, ele retirou a mão de dentro de sua calcinha e tirou sua camisola por sua cabeça, deitando-a e pôs-se a frente dela, tirando sua calcinha. Beijou-a, correndo o beijo para seu pescoço e em seguida seu seio, chupando-o enquanto apertava suavemente seu mamilo entre os dedos. Mana contorcia-se, o que o excitava mais. Ele a olhou, vendo mais uma vez aquela expressão e beijando seu abdômen, descendo por sua barriga e abrindo suas pernas.
— Reiji... Aí não... – disse ela, pondo as mãos sobre a boca.
Ele apenas a olhou, tracejando um sorriso malicioso e aproximando os lábios de seu âmago, acariciando-o com a língua. Mana exclamou, contorcendo-se e apertando os lençóis. Reiji tocou sua coxa, apertando-a e franzindo levemente a testa enquanto o fazia, olhando-a ao terminar. Mana estava extremamente ofegante e com seus olhos fechados. Ele semicerrou os olhos, pondo-se sobre ela e apoiando os braços no colchão. Mana abriu os olhos, ruborizando ao vê-lo próximo. Reiji observava sua expressão enquanto a adentrava, beijando seu pescoço e olhando-a novamente ao passo que começou a movimentar-se. Mana o sentiu adentrá-la, assim como um pouco de dor. Porém quando ele começou a se mover, ela passou a sentir prazer.
Mana gemia, sentindo-o dentro de si e envolveu seu pescoço com os braços, sentindo aquele prazer imenso. Reiji fechou os olhos, franzindo as sobrancelhas enquanto a possuía. Deixou escapar um arquejo e a pegou no colo, segurando-a pelas coxas e apoiando-a na cabeceira, continuando. Ela gemia de forma ofegante, sendo suavemente imprensada por seu corpo. Ela apertava suas costas, arranhando-as enquanto ele movimentava-se sem parar. Reiji tornou-se ainda mais ofegante, sentindo o ápice chegando e rangendo os dentes ao ouvir Mana gemer alto com sua chegada. Ele manteve-se parado, tentando acalmar a respiração enquanto ela respirava de forma ofegante, ainda sentindo prazer.
Após Reiji colocá-la na cama, pôs uma mecha atrás de sua orelha, vendo-a olhá-lo de forma extasiada e cobrindo-a.
— Vou tomar um banho.
— Hum. – ela assentiu, encolhendo-se debaixo das cobertas.
Reiji tomou banho e ao sair, viu-a adormecida. Ele deitou-se ao seu lado, sorrindo levemente enquanto a olhava. No meio da noite, Mana acordou e o viu dormindo ao seu lado. Ele estava deitado para o outro lado e ela pôde ver os arranhões em suas costas. Arregalou os olhos, mesmo sabendo que de manhã já não estariam mais ali. Aproximou-se dele, aconchegando-se ao seu lado e abraçando-o por trás. Reiji moveu-se, surpreendendo-a e virando-se, pondo os braços ao redor de Mana, que sorriu e fechou os olhos.
Duas semanas depois, os Sakamaki foram mais uma vez convidados para a mansão Mukami. Yuma e Saki se casaram naquele dia e, como demonstração de que aceitou realmente suas desculpas, Yuma também convidou Reiji.
Yuma usava um terno preto, que geralmente não gostava, porém decidiu escolhê-lo no intuito de deixar o dia ainda mais especial para Saki. E quando chegou a hora, ele enfim descobriu como fora ter Saki caminhando em sua direção. Ele a olhou de forma surpresa, arregalando levemente os olhos ao vê-la caminhar no tapete vermelho, acompanhada por Ruki. O vestido de Saki não possuía mangas e seu decote tinha uma leve curva nos seios. Atrás do corpete havia um laço, ela usava luvas curtas e a saia era longa, possuindo babados. Seu cabelo estava preso em um coque trançado e sua franja penteada para o lado, usando uma tiara com véu. Ela sorria em sua direção e ele fizera o mesmo ao ver sua barriga, que estava visível mesmo com o vestido.
Após a cerimônia, houve a festa e desta vez não ocorreu nenhuma confusão. Fora tudo agradável e todos pareciam felizes. Yuka reparou em todos, vendo como estavam alegres e tentando imaginar como seria seu casamento com Subaru. Ela queria que chegasse logo o dia, porém bem sabia que seria a última. No dia seguinte, Yuma e Saki viajaram para a praia para sua lua de mel.
Na semana seguinte depois do casamento, Yuka notava como Mana e Masami estavam felizes. Masami já esperava um filho de Shuu e Mana acabara de se unir à Reiji. Além de Saki, que esperava um filho de Yuma. Era impossível descrever o sorriso de felicidade delas. Yuka também desejava essa sensação, porém ainda demoraria. Estava curiosa e ansiosa sobre essa nova vida que as três recém-casadas levavam. Ela sentia-se alegre por elas, mas queria saber também se Subaru estava tão ansiosa quanto ela. Ele quase não a beijava e ela sabia que era para ele não passar dos limites, porém Yuka não sabia se se importava com isso. Ela o amava e era isso que importava.
Os dois estavam em seu quarto naquela noite, sentados em sua cama e Subaru a envolvia nos braços com as costas escoradas na cabeceira enquanto conversavam.
— Né, Subaru-kun.
— Hum.
— Mana e Masami parecem bem felizes.
— Não reparei. – disse ele.
— Repare, elas parecem sim. – sorriu.
Yuka acariciava a mão de Subaru, que segurava sua mão.
— Como será a nossa vez? – pensou.
— O casamento?
— Sim. – ela sorriu, imaginando – Quero ficar bonita, escolher um vestido bonito que faça você me olhar como eles as olharam.
Subaru semicerrou os olhos em sua direção.
— Como as olharam?
— Hum, como...
Ela sentou-se de frente para ele, pensando numa forma melhor de se explicar enquanto ele continuava com as costas recostadas na cabeceira.
— Não tem quando elas entraram e todos as olharam caminhar até o altar?
— Hum.
— Eu olhei para eles, os noivos.
— Por quê? – Subaru estranhou.
— Porque... – sorriu – É lindo como eles as olham. Como se a felicidade estivesse caminhando na sua direção.
Subaru a olhava de forma surpresa, vendo como Yuka possuía uma parte romântica dentro de si.
— Você vai estar bonita. – disse ele, desviando o olhar.
Ela sorriu, contente.
— Masami já vai fazer quatro meses, daqui a pouco o bebê vai nascer. Será que é uma menina? Ou um menino?
— Essas são as únicas opções.
— Verdade. – ela achou graça – E você?
Ele atentou-se.
— O que eu?
Yuka desviou o olhar por um momento e enrubescendo.
— Eu estava pensando nisso desde que Masami descobriu que estava grávida. – disse ela – Quantos filhos você quer ter, Subaru-kun?
Ele desviou o olhar, corando levemente e franzindo as sobrancelhas.
— Nenhum.
— Eh?
Ela não compreendeu, pensou que ele estava brincando.
— Mas... Por quê?
Subaru hesitou, não queria falar, porém viu o olhar de Yuka.
— Pare de me olhar assim.
Ela abaixou o olhar, entristecida.
— Não quer ter filhos comigo?
— Eh...! – ele exclamou, nervoso e sentou-se – Não é por sua causa!
— Então por quê? – olhou-o.
Ele suspirou de forma incômoda ao pôr a mão em sua nuca.
— Não quero passar meu sangue sujo para eles. – confessou.
Yuka surpreendeu-se, franzindo a testa.
— Você não é sujo, eu já disse isso. – ela franziu as sobrancelhas – Se você é sujo... Então eu também sou! – lançou.
— Você não é suja.
— Sou sim. – insistiu – Você me deu seu sangue quando me ajudou naquela vez e tenho parte da sua força, então eu sou suja se você é sujo.
Subaru franziu a testa, surpreso. Yuka ajoelhou-se na cama, segurando-o pelos ombros e dizendo:
— Eu quero ter filhos com você, Subaru-kun. Isso me faria muito feliz! Ter uma família com você. – corou, olhando-o.
Ele acalmou o olhar, ruborizando suavemente. A fez sentar-se entre suas pernas e a beijou gentilmente. Yuka cada vez mais o fazia ficar surpreso por desejar tanto uma vida com ele. Ela era diferente, um pouco irritante e desajeitada, mas o amava. E isso era algo novo para ele.
Subaru tocou seus braços, correndo as mãos até seus ombros. Por um momento sentiu uma das alças do vestido de Yuka cair enquanto se beijavam. Ele franziu as sobrancelhas, envergonhado, pondo a mão em sua cintura e correndo-a para cima, hesitando, porém tocando seu seio por cima da roupa. Sentiu-o em sua mão e o apertou levemente.
— Ahm...! – Yuka arquejou.
— O que foi? – ele arregalou os olhos, afastando sua mão – Machuquei você?
Yuka abriu os olhos e corou em sua direção de forma extasiada, foi a primeira vez que ele a tocava dessa forma. Ela negou com a cabeça, segurando sua mão e pondo-a sobre seu seio mais uma vez, olhando-o enquanto o fazia apertar a mão e sentir seu seio. Subaru ruborizou, desviando o olhar por um momento ao sentir seu mamilo endurecido.
Yuka inclinou-se sobre ele e deitou sobre seu corpo, beijando-o e ainda segurando sua mão sobre seu seio, fazendo-o inclinar-se para trás, encostando as costas na madeira da cabeceira. Subaru fechou os olhos, sentindo a excitação que crescia a cada momento. Yuka contraiu as pernas sobre ele, sentindo-o através da calça e beijando-o mais intensamente. Ele a segurou pelos ombros, afastando-a de si.
— Pare com isso. – disse ele, ofegante.
— Por quê?
Subaru a olhava, vendo aquela expressão e semicerrando os olhos. Precisava se controlar, porém não conseguia. Ele estava excitado e não conseguiu se conter. Aproximou-se de repente e rasgou ao meio a parte da frente do vestido de Yuka. Ao perceber o que fez, Subaru arregalou os olhos, envergonhado.
— Desculpa...
Yuka olhou para si, porém não se importou. Ele a desejava. Ela inclinou-se e o beijou suavemente, fazendo-o gaguejar ao tentar dizer algo e corar de forma envergonhada. Subaru fechou os olhos, desistindo e sucumbindo. Segurou em seus braços, correndo as mãos e rasgando o resto do vestido dela, jogando-o longe. Yuka enrubesceu, cobrindo os seios com os braços enquanto ele a observava apenas de calcinha.
Subaru a beijou, abraçando-a e deitando-a na cama. Ela estava encolhida, envergonhada por seus seios estarem nus, porém ele a beijou mais uma vez e tirou seus braços da frente. Ao olhá-los, viu que não eram grandes, porém eram redondos e os mamilos estavam endurecidos.
— N-Não são tão grandes, mas... – ela gaguejou.
Subaru não se importava com isso, tocou-os e pôs sua boca em um deles, chupando-o e fazendo Yuka arquejar. Cessou por um momento, tirando a camisa preta e arrancando suas botas, jogando tudo para o outro lado do quarto. Yuka viu seu peitoral, engolindo em seco e apertando os olhos ao fechá-los quando ele voltou a chupar seu seio. Ele o fez por minutos, fazendo-a gemer intensamente enquanto também apertava levemente seu mamilo com os dedos. Yuka contraiu as pernas, pensava que iria explodir com o prazer.
Ele cessou, tirando sua calcinha e ela encolheu-se, fechando as pernas, envergonhada. Subaru acariciou seu corpo, beijando-o e correndo as mãos por ele, relaxando-a. Aproximou sua mão do âmago de Yuka, tocando-o e fazendo-a fechar as pernas de repente ao arquejar. Ninguém nunca havia lhe tocado ali. Ele franziu a testa, ofegando enquanto a observava de forma ainda mais excitada. Tirou sua calça, pondo-se a sua frente e abrindo calmamente suas pernas, inclinando-se sobre ela.
— Você quer mesmo? – perguntou, nervoso.
Ela o olhou, ruborizada e assentiu. Subaru engoliu em seco, sentindo-a ao adentrá-la calmamente. Yuka encolheu-se, sentindo-o de forma dolorida. Subaru recuou, percebendo sua expressão. Não queria machucá-la, mas estava fazendo-o. Ela reparou que ele parecia querer parar e puxou-o para si, envolvendo seu pescoço com os braços. Ele enrubesceu, olhando seus olhos verdes de perto. Ela respirava de forma ofegante, dizendo:
— Isso é normal... Não vai me machucar.
Ele engoliu em seco.
— Não quero machucar você.
— Não vai. – beijou-o de repente.
Subaru sentiu seus lábios mais uma vez e franziu as sobrancelhas ao sentir a excitação voltar. Pôs a língua dentro de sua boca, fazendo-a corar e adentrou-a com ainda mais cautela. Ao senti-lo por completo, Yuka arquejou. Subaru ofegou, sentindo-a e não conseguindo mais se conter.
Ele movimentava-se e a ouvia gemer, desejando mais. Passou a mover-se com força para ouvi-la gemer mais e segurou com uma das mãos a madeira da cabeceira. Ele olhava Yuka com as bochechas rosadas, tendo seu corpo balançado para frente e para trás por causa dele. Apertou a cabeceira com força ao se sentir mais excitado e a quebrou de repente, parando ao notar e engolindo em seco, envergonhado. Yuka inclinou a cabeça para trás, vendo-a com uma parte quebrada e o beijou sem se importar. Agarrou Subaru e o girou na cama, ficando sobre ele. Subaru se surpreendeu, olhando-a movimentar o quadril em cima dele.
Ele a olhava de forma hipnotizada, vendo-a inclinar um pouco sua cabeça para trás enquanto o sentia. Ela achava que agora explodiria, o sentia completamente. Subaru segurou sua cintura, ainda mais excitado e tocou um de seus seios. Yuka pegou sua outra mão e a pôs sobre seu seio, apertando-as para que ele os apertasse. Ela o beijou, apoiando as mãos na cabeceira para movimentar-se mais rapidamente e a arranhou com força, arrancando grandes lascas da madeira. Yuka arregalou os olhos, vendo o que fizera. Subaru inclinou a cabeça para trás, vendo a cabeceira e a segurou, girando-a e ficando sobre ela, porém fazendo com que os dois caíssem no chão ao chegarem à beira da cama. Subaru tentou se segurar, porém apenas puxou a colcha junto.
Continuaram no chão, querendo um ficar por cima do outro para dar e sentir prazer. Subaru a segurou no chão, rasgando o carpete ao movimentar-se para frente. Yuka o virou, porém ele a segurou e levantou, pondo-a sobre a cama. Ela segurou na coluna de madeira, quebrando-a ao fazê-lo. Ambos assustavam-se, vendo o que faziam com o quarto. Yuka o empurrou, beijando-o e o pôs contra a parede. Subaru a girou, beijando-a e pondo-a contra a parede, fazendo dois buracos no concreto ao apoiar os punhos com força. Olhou o que fez e Yuka o beijou, fazendo com que ignorasse. Subaru derrubou as coisas que estavam sobre a penteadeira dela e deitou-a em cima, apertando suas coxas enquanto continuava. As pernas da penteadeira se quebraram e eles quase caíram no chão.
Subaru segurou suas coxas, pegando-a no colo ainda a beijando e a levou de volta para a cama. Deitou-a no colchão, continuando em pé e vendo-a apertar os lençóis. Ele a olhava de forma ofegante, sentindo aos poucos o ápice chegar, porém desejando que não chegasse. Queria sentir e ver Yuka daquele jeito por horas. Ao chegar, apertou os olhos ao fechá-los e sentiu Yuka cruzar as pernas em volta de seu quadril, apertando-o contra si. Ele franziu a testa, gemendo e abriu os olhos, vendo-a gemer alto e inclinar a cabeça para trás.
Subaru a observava, Yuka respirava de forma ofegante, ainda sentindo-o dentro de si. Ele deitou ao seu lado, fechando os olhos e tentando recuperar o fôlego. Virou o rosto para olhá-la e viu-a no mesmo estado. Semicerrou os olhos, gostava de vê-la dessa maneira.
Meia hora depois que terminarem, Subaru estava sentado com as costas apoiadas na cabeceira, próximo de onde a quebrou. Yuka estava deitada sobre ele com a cabeça em seu peito, dormindo. Ele olhava o quarto, vendo-o revirado. Franziu a testa, não imaginava que seria assim e tentava se lembrar da rota que fizeram para tudo estar rasgado, quebrado ou rachado. Subaru suspirou, Reiji iria com certeza matá-lo quando soubesse. Porém ao abaixar o olhar e ver Yuka dormindo em seu peito, afagou sua cabeça e sorriu suavemente, vendo-a respirar profundamente.
No dia seguinte, Subaru e Yuka estavam sentados no sofá da sala. Todos os residentes estavam presentes, cada um sentado ao lado de seu par. Exceto Mana, que sentava numa poltrona. Rin continha a risada, encaixando o rosto no pescoço de Laito, que sorria e abaixava a cabeça, fazendo com que o chapéu tampasse seus olhos. Todos na verdade pareciam conter o sorriso.
Reiji adentrou a sala naquele momento, caminhando calmamente e pondo-se a frente de todos, olhando especificamente para Subaru e Yuka, que encolheu as pernas para cima do sofá, abraçando uma almofada e tampando metade do rosto.
— Bem... – ele ajeitou os óculos – Tudo já está consertado. Agora, por favor, não quebrem o quarto de novo.
— Precisava reunir todo mundo, Reiji? – disse Subaru, aborrecido.
— Mas é claro. – falou severamente – É um castigo para os dois. Como conseguiram quebrar a cama, rasgar o carpete, fazer buracos na parede e destruir uma penteadeira?
Rin gargalhou, inclinando-se para trás e deitando no sofá. Os outros não conseguiram conter as risadas. Ayato riu e contagiou Sora, que tampou a boca com a mão. Ela ficou surpresa por Yuka ter se entregado à Subaru antes do casamento, porém as consequências foram engraçadas. Mana ria da expressão severa de Reiji. Masami abaixou o olhar, tentando manter a compostura, porém Shuu ria baixo ao seu lado. Reiko virou o rosto e sorriu ao achar graça, fazendo com que Kanato sorrisse com sua expressão. Laito achava graça de Rin, que gargalhava alto, deitada no sofá. Ela sentou-se de repente, exclamando:
— E a escrivaninha? E a escrivaninha? Se salvou? – gargalhou.
Yuka encolheu-se mais, afundando o rosto na almofada. Subaru encarou Rin, franzindo as sobrancelhas.
— Diga como fizeram! Podemos destruir um quarto também! – disse ela – Né, Laito? O seu quarto ou o meu?
— O seu, claro.
Ela riu, agarrando seu braço.
— Chega, os dois. – disse Reiji, olhando em seguira para Subaru e Yuka – Por favor, tentem não destruir mais nada. E quando me refiro à tentar, digo “não o façam”!
Subaru desviou o olhar, aborrecido e envergonhado enquanto Yuka estava encolhida ao seu lado, corada. Realmente essa será uma data memorável. O dia em que Yuka perdera a virgindade será o dia em que ela e Subaru destruíram o quarto.
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