Notas iniciais
Obrigada a todos que comentaram pelo voto de confiança. Obrigada especial a Melzita que recomendou a fic, além de ser minha leitora ela também tem uma história bem legal, acompanhem aí:http://fanfiction.nyah.com.br/historia/106022/Eileen_a_outra_Potter Ree..., pra vc, como prometi. Sejam todos bem vindos...

Pvd Gina

_ Mmmmãããeee......

Eu ainda estava meio dormindo, quando o grito de Lilian me fez abrir os olhos exasperada. Com o maior cuidado do mundo me desvencilhei dos braços de Harry, pus um roupão, e fui acudir o que quer que fosse que estivesse acontecendo lá na sala.

Assim que eles me viram a confusão começou, um falava de um lado, o outro gritava do outro, Lilian soluçava chorosa de outro, se eu não colocasse ordem neles, eu acho que enlouqueceria.

_ Será que dá pra vocês falarem um cada vez, e bem baixinho, pois seu pai ainda está dormindo...

Bastou eu fechar a boca, pra Tiago disparar escada acima..

_ Êpa, êpa,... Aonde você pensa que vai rapazinho?

Peguei-o pela gola da camiseta, antes que ele desse mais um passo.

_ Aonde mãe? Acordar meu pai ora! Faz três dias que eu não o vejo, e ele prometeu jogar quadribol com a gente sábado. E hoje é sábado, mãe.

Contemplei mais uma vez minha obra de arte, Tiago era esperto demais para uma criança de quatro anos, às vezes acho que estamos obrigando-o a crescer depressa por causa dos pequenos.

_ Eu sei que dia é hoje Tiago, e me lembro perfeitamente da promessa do seu pai, mas eu sei também filho, que ele chegou às quatro da manhã, isso significa que ele precisa descansar, e significa também que vocês três vão tomar café e depois vão brincar lá no quintal, sem fazer muito escarcéu, pro papai não acordar. Estamos combinados?

Conheço meus filhos como ninguém, então só eu sabia, como era difícil pra ele prometerem uma coisa dessas.

_ Mas mãezinha, ele vai dormir até que horas? Eu quero ver o meu pai...

_Alvo, vamos fazer um acordo tá, eu prometo pra vocês que se ele não acordar até meio dia vocês podem fazê-lo, tá bom assim?

Eles ainda acharam tarde, mas depois de explicar mais umas duas vezes, que o pai trabalhara muito esses dias, eles se obrigaram a concordar.

Peguei Lilian no colo e levei-os até a cozinha.

_ Bom dia Monstro?

_ Bom dia minha senhora, eu fiz tortinhas de frutas pro café.

Essa parte eu tinha que discordar de Hermione, Monstro era de uma utilidade incontestável, aqui em casa, sem ele eu não sei o que seria de mim.

_ Obrigada Monstro.

_Ah Monstro! Harry chegou bem tarde e está dormido agora, então, por favor, tente não fazer muito barulho tá.

_ Monstro promete fazer silêncio...

Ele saiu resmungando enquanto Tiago cutucava uma de suas orelhas e ele ria.

_ E então, alguém pode me explicar o que era aquela confusão hoje cedo.

Alvo choramingou e mostrou o braço.

_ Lilian me mordeu...

_ Filha! Eu já te expliquei que isso não se faz.

Ela me olhou, e eu quase chorei ao ver seus olhinhos marejados.

_ Eu quero o papai...

E começou a chorar.

Era sempre assim quando Harry estava em casa, Lilian se derretia por qualquer coisa e corria para os braços do pai, que a mimava mais ainda.

_ Pare de chorar Lilian, eu não estou brigando, só estou te explicando, que não se deve morder as pessoas...

_ É se deve morder só nos elfos, não é mãe?

_ Tiago!

Ele abriu o sorrisinho sarcástico para mim. Ele era meu filho mesmo? Às vezes eu achava que era de Jorge ou Fred, mas aí eu me lembrava, ele era neto de um dos Marotos... Deve ser daí esse senso de humor.

_ Não filha, não se deve morder em ninguém.

Passei um olhar mortal, para minhas crias.

_ O que você fez com ela Alvo, para que ela te mordesse?

_ Ele puxou meu cabelo.

Ela começou a chorar de novo...\\t\\t\\t\\t\\t\\t\\t\\t\\t\\t\\t\\t\\t

_ Lilian... Já chega, eu já entendi seu recado, e não adianta fazer manha, seu pai está dormindo.

Ela continuou soluçando baixinho, deu uma vontade de pô-la no colo, e afagar aqueles cabelinhos ruivos.

_ Alvo, eu também já conversei com você sobre puxões de cabelo, não foi? Peça desculpas agora e você também mocinha.

_ Desculpa Lili...

_ Desculpa Al...

Terminei de dar café pra eles e despachei-os para o jardim, lá pelo menos eles estariam longe das janelas da frente, onde poderiam trazer o barulho para dentro de casa.

Harry chegou de madrugada, ele, papai e Ronny, estavam a três dias em uma viagem de fiscalização a umas residências denunciadas, no sul da Irlanda, eles disseram que papai queria deixar pra viajar no outro dia cedo, mas ele e Ronny não quiseram, e meu pai foi obrigado a ceder, pois como disse Harry quanto mais cedo chegassem, mais tempo ficariam.

Dei uma espiadela pela janela e me cerifiquei que meus “anjinhos” estavam bem, subi as escadas e entrei silenciosamente em meu quarto, Harry dormia do mesmo jeito que o deixei mais cedo, de bruços, sem camiseta e só com o short do pijama.

Era a tentação em pessoa, eu ansiava por ele, a saudade que meu corpo sentia do dele era gritante. Não lutando mais contra a minha vontade, me aproximei da nossa cama, sentei ao seu lado, e instintivamente toquei suas costas desnudas com a minha mão, não um toque, foi um simples roçar de dedos, eu sei que ele adora essas carícias, quanto estamos no banho ele se delicia quando o toco desse jeito no pescoço, e nos ombros.

Era fascinante ver como meu marido reagia a mim, ele instintivamente, virou para o outro lado e tateou o meu lugar na nossa cama, como não me achou, se aconchegou em meu travesseiro, o abraçando e cheirando logo em seguida.

Foi um gesto simples, mas me ascendeu ainda mais.

Tirei os sapatos, e calmamente subi na cama, ficando ao seu lado, e fazendo as mesmas carícias, só que agora eu usava a boca, dando-lhe pequenos beijos.

Ele gemeu.

_ Huummm! Se for um sonho, por favor, não me faça acordar agora.

Continuei com os beijos, fazendo o caminho de sua coluna.

_ E se eu disser, que se você cooperar só um pouquinho, esse sonho pode ficar ainda melhor.

Parei de beijá-lo eu queria ouvir a sua resposta.

_ Faço o que quiser, contanto que não tire essa sua boca linda daí...

Dei um risinho baixo, a ultima coisa que eu precisava agora era que meus filhos descobrissem que o pai está acordado.

_ Isso pode melhorar, amor, é só você pedir.

Safado! Ele continuava de olhos fechados, mas o risinho sarcástico não deixava aquele rosto lindo, amassado pelo sono.

_ E o que eu poderia fazer para isso ficar melhor? Ohh senhora bruxa poderosa, capaz de invadir os sonhos de um auror do ministério casado com uma mulher muito ciumenta, que vai me esfolar, quando souber desses meus sonhos pervos.

Harry era demais.

_ Eu te aconselharia a se virar... E além do mais, se eu fosse você manteria esse nosso sonho em segredo.

Ele nem esperou eu terminar de falar, se virou, deixando- me arfante, com a visão de um corpo descoberto, liso, perfeito. A conseqüência de meus carinhos já era evidente em seu corpo, e eu amava isso.

Meu marido já estava mais que pronto para mim.

Mais uma vez desci minha boca a seu corpo e comecei a lhe beijar, primeiro a barriga, o tórax, o peito, o pescoço, e cheguei ao rosto, nessa hora eu já estava sentada em sua barriga, com uma perna em cada lado de seu corpo. Ele não se conteve e com as mãos em minhas pernas, me chegou para trás, fazendo com que eu pudesse sentir ainda mais como ele, estava pronto.

Sem querer esperar mais ataquei sua boca.

Merlin! Como eu senti falta desse homem, três dias sem ele parecera uma eternidade, essas viagens me tiravam do sério. Eu ficava vulnerável demais sem ele, e quando ele voltava eu me via, como uma sedenta por meu marido.

Ele aprofundou o beijo, era quase que um sacrilégio ser beijada assim, eu me sentia cada vez mais quente. Harry apertava minha nuca, e sua mão esquerda me acariciava as costas me causando um frisson indescritível.

E quando eu achei que as coisas não podiam esquentar mais...

Ele quebrou o beijo, e me encarou com aqueles olhos hipnotizantes, se um dia eu conhecesse meus sogros, eu juro que perguntaria a eles, qual foi à posição que usaram para faz aquele ser perfeito, com uns olhos daqueles...

_ Bom dia, meu amor...

Eu me derretia quando ele falava assim.

_ Bom dia.

Ele pegou a borda da minha camisola e como eu sabia o que viria fechei os olhos.

Harry sabia que eu adorava isso. Era praticamente um ritual só nosso, ele acariciava cada parte do meu corpo com o tecido fino e macio do cetim.

Era excitante.

Eu não precisava estar de olhos abertos, para descrever cada olhar que ele me dava.

Era muito bom! Eu gemia a cada deslizar do tecido, era a tortura mais gostosa do mundo, tinha momento em que ele chegava a ponto de quase tirá-la e simplesmente não o fazia, deixava-a cair de volta a seu lugar de origem.

Em dias como esse em que eu estava louca de saudade de seus toques era surreal as sensações, eu me sentia como a própria deusa da beleza, sendo ovacionada por seu mais fiel súdito.

Finalmente ele levantou meus braços e passou-a por meu pescoço, não sem antes me acariciar com aquelas mãos poderosas. Harry era um “à toa”, ele sabia que meu pescoço era um dos meus pontos fracos, em perdia totalmente o rumo, quando era tocada ali.

_ Você me deixa louco me acordando desse jeito, senhora Potter...

_ Então me enlouqueça com você, amor.

Ele rapidamente me virou na cama, se posicionando sobre mim...

_ Eu vou te amar muito agora, senhora dos meus sonhos.

Eu tinha a leve impressão, que ele tinha me dito alguma coisa, mas meus sentidos de mulher carente estavam todos atentos aquela boca gostosa, que estava me levando à loucura em meu pescoço.

_ Harry!!!

Gemi seu nome, quando ele tirou minha lingerie... Nessa ora eu já me contorcia toda tentando um contato maior entre nós dois.

Ele levantou um pouco, só para poder tirar o short.

Meu marido era perfeito...

_ Que saudades de você Gi...

Chamei-o com as mãos.

_ Vem amor, aplaque esse sentimento de falta que eu sinto, quando não tenho você por perto.

Ele me beijou, e se posicionou.

_ Nada, nunca vai me afastar de você Harry...

Como eu estava enganada...

_ Mãããeee!!!

Harry suspirou e afundou seu rosto em meu pescoço, sua frustração era palpável.

_ A não ser é claro, seus filhos impacientes, por um pai ausente há três dias.

Ele gargalhou... E se virou saindo de cima de mim.

_ Desça e segure as ferinhas por mais 20 minutos. Eu preciso de um banho.

Levantei da cama, coloquei uma roupa qualquer e prendi o cabelo em um rabo de cavalo.

_ Mmmãããeee!!!!

_ Acho que Lílian será locutora quando crescer, nunca vi uma garganta dessas.

Ele riu de novo.

_ Não demore Harry, ela sabe que você está em casa, e como pode imaginar o luxo já chegou e parou, na sua caçula.

_ Já estou descendo, só um banho Gina.

Frustrada, mas feliz, fui ao encontro dos meus pequenos travessos.

A cena que encontrei era no mínimo interessante. Tiago estava com o corpo protegendo a irmã, e com uma vassoura acima da cabeça, como que ameaçando alguém. Alvo estava de frente pra ele, com outra vassoura como arma.

Era só o que me faltava, brigas.

_ Se um de vocês atacarem o outro, eu prometo que os três vão ficar de castigo até completar dezoito anos.

Eles baixaram as vassouras, mas continuavam se encarando.

_ Eu disse, silêncio e paz, para seu pai poder dormir, e olha o que eu recebo. Lilian me conte o que está acontecendo aqui.

Os olhinhos de medo dela em direção a Alvo me assustaram, se tem uma coisa que eu não quero ver nos olhos dos meus filhos, é o medo, ainda mais em si tratando de uns com os outros, eu quero que eles aprendam a se respeitar.

_ Eu pisei no pé do Alvo sem querer, ele não quis me desculpar e saiu correndo atrás de mim, com a vassoura.

Ela já chorava de novo.

_ E como você se envolveu nessa história Tiago?

Ele me olhou, sua expressão era chocada.

_ Oras mãe... Eu não ia o deixar bater na minha irmãzinha, meu pai falou que eu sou o homem da casa quando ele não está.

Eu e Harry temos que conversar a respeito disso, Tiago está assumindo responsabilidades demais para sua idade.

_ Mas isso não te dá o direito de bater em ninguém filho. Você já me viu fazer isso?

Contemplei minha vida, descendo as escadas.Ele estudou cada filho, e abriu os braços para Lilian.

Pronto! Abriram as comportas das cataratas... Lilian chorava de soluçar, enquanto o pai lhe acariciava os cabelos.

_ Eu não quero saber de vocês brigando, eu já disse isso, e não quero repetir.

Os meninos baixaram o rosto, Harry podia ser o pai mais maleável do mundo, mas quando sua voz soava rude, ninguém ousava a se pronunciar.

_ Alvo?

_ Sim pai?

_ Peça desculpas para seus irmãos, agora.

Ver as lágrimas escorrendo pelo rostinho de meu filho era dilacerante.

_ Desculpa Tiago, desculpa Lilian?

_ Tudo bem, desculpado.

Tiago respondeu prontamente.

_ Lilian, não ouvi você desculpando seu irmão.

Lilian era muito parecida comigo, turrona e teimosa, mas diante da voz firme do pai ela respondeu ainda soluçando.

_ Desculpado.

_ Muito bem. Agora suba pro seu quarto, e não saia de lá, até que eu vá falar com você Alvo.

Castigar um de meus filhos, não era a coisa mais fácil a se fazer, tanto para mim quanto para Harry, eu relutava muito até chegar a esse ponto, mas às vezes era inevitável, e essa era uma situação dessas. Alvo era o mais tranqüilo dos três, e isso às vezes me assustava, pois esse tipo de pessoa perde totalmente o controle, quando se deixa abater.

_ Sim senhor.

Meu coração doeu, as lágrimas escorriam pela face magoada de meu pequeno. Ele foi para o quarto caladinho, chorando silenciosamente, era sempre assim, nenhum deles desobedecia, quando o pai falava sério.

_ Agora vamos tomar café.

Harry foi para a cozinha, com Lilian no colo, e Tiago em seu encalço.

Como se não tivessem feito a pouco, eles lancharam de novo, enquanto meus filhos deixavam o pai a par de tudo que aprontaram em sua ausência.

Ele escutava tudo atentamente, não queria perder nada da vida dos filhos.

Quando terminou de comer, se levantou e pôs Lilian no chão, e então se aproximou de mim.

_ Vou falar com Alvo e depois vou com eles buscar o Ted. Por que não aproveita que vai estar sozinha e dorme mais um pouquinho, eu te acordei quando cheguei de madrugada e também levantou cedo, tenho certeza que você deve estar cansada.

Era difícil raciocinar quando ele fazia isso, seu rosto estava a centímetros do meu, e sua mão fazia um carinho delicioso em meu cabelo

_ Você promete que não vai demorar?

Pela minha visão periférica notei Lilian fechar os olhos e Tiago tapar a boca com a mão reprimindo uma risada,

Harry se aproximou e me beijou de leve.

_Prometo.

Ele se virou para nossos filhos.

_ Então,... Vão para o carro enquanto o papai busca o Alvo.

Eles nem esperaram o pai repetir, saíram porta a fora correndo como dois foguetinhos.

Fui para meu quarto, deixando meu marido na porta do quarto de Alvo, essa era a hora em que ele dava uma de suas lições...

_ Te vejo daqui a pouco.

Pdv Harry

Entrei no quarto de Alvo e encontrei-o de bruços, abraçado ao travesseiro, que nessa hora já estava encharcado de lágrimas.

Sentei-me ao seu lado e toquei com os dedos o seu cabelo.

_ Você sabe por que foi castigado, não sabe filho?

_ Sei pai.

Ele ainda não me olhava, e a voz embargada pelo choro, era nítida.

_ Então me diz, o que você fez pra estar aqui Alvo.

_ Eu quis bater na chata da Lilian.

_ Alvo!!

Eu o repreendi, se tem uma coisa que eu nunca aceitaria, era troca de insultos entre meus filhos.

Ele suspirou e me encarou.

_ Desculpa pai, mas a Lilian só chora, e todo mundo defende ela, até o Tiago...

Eu quis sorrir, meu filho estava sofrendo de ciúmes acumulado.

_ Filho, ela pequena ainda...

_ Ah pai! Todo mundo diz isso, o Hugo também é pequeno, e ele não é tão chorão feito a minha irmã.

Nisso ele tinha razão, mas eu não o deixaria saber disso.

_ Filho, além de ela ser pequena, ela ainda tem o desconto de ser uma garota, mulheres choram por qualquer coisa filho...

Por Merlin. Que Gina nunca me escute falando isso, se não o sofá seria minha morada eterna.

_ Tudo bem pai, eu vou tentar, ter mais paciência com ela, assim como o senhor tem com a mamãe, afinal eu nunca vi mamãe chorar, e ela é mulher né...

Se tem uma coisa que eu tinha certeza, era de que, meus filhos nunca deixariam nada passar.

_ Mas esse não é o único motivo de você estar aqui Alvo, pelo que eu fiquei sabendo, a relia de vocês começou, por que você não quis desculpar a sua irmã. E você sabe o que eu acho sobre isso, não sabe?

Ele baixou os olhos e fez que sim com a cabeça.

_ Que não importa o motivo, nós sempre perdoamos os outros...

Toquei seu queixo com a mão, fazendo-o me olhar.

_ Isso filho, se nós somos capazes de perdoar nossos inimigos, então imagina o que não faríamos por nossos amigos, nesse caso ainda mais, por nossos irmãos. Eu não quero ver isso de novo Alvo, não é essa a educação que eu tento passar pra vocês todos os dias.

_ Eu sei pai, eu prometo que não vou mais brigar nem com Lilian, nem com Tiago.

Procurei algum vestígio de mentira na face de meu pequeno, mas não encontrei, Alvo era transparente demais.

_ Agora vamos. Seus irmãos já estão esperando no carro, e Ted já deve estar ansioso nos esperando.

Ele sorriu, o peguei no colo, e caminhei com ele para a nossa visita a meu afilhado, eu não iria me demorar, só buscaria Ted e voltaria para casa, eu queria curtir meu final de semana com minha família, eu realmente não perderia um minuto sequer dessa parte da vida deles.

Notas finais
Comentem....

Minha amiga Isa, me falou que estou me especializando em escrever pós, então ela quer que eu escreva um "Pós Amanhecer", me dêem a opinião de vcs sobre isso... Obrigada as 16 indicações da minha primeira fic, em especial a Jooy, que idicou duas vezes....