Diários de uma vida sem esperança
9 Capitulo 9 Como será a felicidade daqui pra frente?
Notas iniciais
Saio da mesa onde eu estava sentado com Blaine e fiquei com tanta vergonha do que o Sam falou como ele pode fazer isso comigo?E com ele?Tudo por causa de ciúmes?Eu gosto muito dele, mas não posso negar que quando fico perto do Blaine eu sinto uma coisa forte, sento do lado de fora da festa na escada pra ser mais exato e percebo que as pessoas estão me encarando, eu tenho certeza que deve ser por causa da revelação de eu estar namorando o Sam, diz que preconceito dificilmente acontece onde eu moro mais é mentira, pois naquele momento queria ter a habilidade de ler mentes só pra saber o que eles estavam pensando de mim e provavelmente era “Nossa como Sam pode ficar com ele?”, “Logo Sam que vai ficar com essa coisa”, “Não acredito que o Sam é gay”. Eu sei que penso demais, mas pra mim é difícil ser eu muitas pessoas não me entendem e eu ainda está com o Sam prejudica as coisas, vou deixar uma coisa bem claro não pararei de lutar por ele, contra todas essas pessoas preconceituosas.
Enquanto fico na escada sentado sem olhar pra ninguém, com a cabeça entre meus joelhos, fico pensando, mas o estranho não é que eu estava pensando no Sam mais sim no Blaine, a primeira vez que eu o vi tocando no piano a musica da Katy e sorrindo pra mim depois que eu o elogiei, por isso que eu não o queria vê-lo de novo ele mexe comigo e muito e me faz me sentir mais envergonhado do que eu me sinto com o Sam, tenho que tirar esse garoto da minha cabeça, o problema é que cada vez que eu estou perto dele me dá mais vontade de falar que eu gosto dele mais eu estou me precipitando muito, fazer o que? Ele mexe comigo. Eu estou namorando o Sam mais o ciúme dele está me deixando com medo, pois não sei como ele pode reagir se eu conversar com Blaine, eu e ele deveremos ter uma conversa franca sobre esse negócio dele ser muito ciumento.
Depois de um bom tempo do lado de fora na mesma posição sinto alguém me cutucando,não sei quem é, mas eu não saio da minha posição até que me cutuca de novo.
– Nossa quem é?
– Dá pra sair dessa posição quero falar com você. – A pessoa que estava falando comigo devia está bêbada porque eu percebi pela forma que falava comigo, o estranho é que eu não percebi quem estava falando, eu saí daquela posição e olhei quem era que estava falando comigo.
– Blaine?
– Posso me sentar?
– Claro. – Ele senta bem ao meu lado. – Então?
– Então o que? – Nossa não sabia que o Blaine bebia bom saber pra poder conhecer as pessoas melhor.
– O que você está fazendo aqui?
– Não posso ficar perto de você?
– Claro, mas você nunca conversou comigo antes.
– É, mas eu quero falar com você agora, deve ter sido muito degradável você ser revelado daquele jeito.
– É foi difícil mais nada que eu não possa superar.
– Você merece um abraço.
– Oi?Por quê?
– Ah não sei parece que você merece. – Então ele tenta levantar, mas não consegue por causa que estava bêbado. – Desculpa, vou ter de te abraçar sentado. – Eu começo a rir daquela cena porque foi muito engraçado ele tentando se levantar e não conseguir. – Por que você ta rindo, só porque eu não consigo me levantar, não deveria ter tomado tanto coquetel eu acho que tinha álcool neles.
– Você bebeu quantos?
– Uns dois, três ou quatro nem lembro mais agora vou te abraçar. – Ele chega bem perto de mim e sinto aquele bafo de álcool com um cheirinho de cereja provavelmente chupou uma bala, então ele me abraça e de novo sinto aquele arrepio em mim e sinto cheiro do seu perfume que era muito bom.
– Por que a bala?
– Pra isso – Ele sussurra no meu ouvido, e ele para o abraço e fica fixamente olhando pra mim, ele segura meu queixo e me dá um selinho.
– Por que você fez isso? Você não devia ter feito isso comigo eu estou namorando e não é legal brincar com os sentimentos dos outros, nossa por que isso?
– É uma festa ela é feita pra ter beijos e pelo que vi você gostou.
– Me deixa ir embora é melhor. — O pior que eu gostei, mas eu não queria ser beijado pelo Blaine daquele jeito ,bêbado, e provavelmente amanhã ele nem se lembrará porque está muito bêbado e eu sei disso porque meu pai bebe desde os meus 5 anos de idade, ele prometia varias festas de aniversário pra mim até convidada meus amiguinhos e quando chegava no dia da festa não se lembrava e falava que eu estava mentindo. Eu prefiro que Blaine não se lembre de hoje porque eu vou esquecer, será?
– Não, me desculpa. Eu... eu não sei o que fiz me desculpe. – Ele tenta se levantar, mas não consegue.
– Tá, pode ficar aí onde você está mesmo. – Eu saio andando para dentro da festa com a mão na boca, dou uma olhadinha pro Blaine antes de entrar na festa e vejo que ele está com a mão na cabeça como se estivesse feito uma coisa errada.
Eu entro e vejo o Sam dançando vou correndo até ele e dou um abraço muito forte, eu me sinto muito culpado de ter beijado o Blaine mesmo que seja só um selinho, pra mim é traição porque eu gostei e muito.
– Por que isso? – Ele me pergunta surpreso porque ele percebe que eu estou chorando.
– Eu te amo e muito não quero nunca te perder.
– Você nunca me perderá. – Ele olha pra mim enxuga minhas lágrimas e me dá um beijo na frente de todos da festa pra mostrar que eu e ele estamos oficialmente namorando, e isso me faz me sentir mal porque eu gostei mais do selinho do Blaine do que o beijo dele, mas não acontecerá de novo, pois amanhã o Blaine vai acordar e não se lembrará de mais nada.
– Vou me deitar.
– Está bem daqui a pouco eu acabo a festa e vou embora está bem?
– Tá. – Ele me dá um selinho e eu subo pra dormir.
Eu subo e fico no meu quarto pensando naquilo que aconteceu, e fico pensando no Blaine me beijando e coloco a mão nos meus lábios e sinto aquela reação de novo de arrepio, e de um calor por dentro que eu não senti da mesma forma com Sam, com o Blaine foi mais intenso, eu o odeio por amá-lo tanto assim e me odeio mais ainda de gostar mais do Blaine do que do Sam. Não sei, mas aquele garoto mexe comigo, o problema é que todas as vezes que eu olho pra ele eu me lembro da sua festa de aniversário e de ele com aquela menina estranha, nem pra esse beijo ser um pouco antes da festa me evitaria de ter arriscado com o Sam, agora eu também estou o amando, mas é só o Blaine chegar perto de mim que eu mudo meu conceito totalmente.
Depois de um bom tempo que estou lá em cima no meu quarto, claro que eu não consigo dormir pois estava muito barulho por causa da festa, eu acho que eu não queria dormir mais sim pensar porque a situação que eu estava não era um pouco agradável, não acho certo o que eu estou fazendo com o Sam ou pior comigo mesmo, mas eu estou gostando dele e muito, acho que tenho de esquecer o Blaine, sempre falo isso mais nunca consigo.
Quando foi aproximadamente umas 5 horas da manhã a festa já tinha acabado então o Sam sobe lá no meu quarto e me chama pra conversar enquanto vemos o nascer do sol, o sol estava muito lindo nada melhor do que ver aquele sol na presença do Sam com aqueles lindos cabelos loiros e olhos tão apaixonantes direcionados a mim, que fico meio que sem graça com tudo que aconteceu na festa.
– Você conseguiu dormir? – Ele me pergunta olhando diretamente pra mim com com os meus olho inchados, mas era de sono, então provavelmente ele sabe a resposta.
– Não, foi uma má ideia dormir com essa bagunça.
– Claro. – Ele começa a rir – Da próxima vez mando todos ir embora aí você pode dormir melhor.
– Não precisa fazer isso não, mas obrigado pela preocupação.
– De nada amor. – É a primeira vez que o Sam me chama de amor e isso acaba comigo, não por ele ter dito, mas sim de ter dado um beijo no Blaine mesmo que ele estivesse bêbado ele mexeu comigo, e o Sam me chamando de amor agora só me faz me sentir mais culpado, muito mais culpado, por que o Blaine fez isso comigo? Como eu pude fazer isso com o Sam?
– Amor?
– Sim, amor, algum problema?
– Não claro que não é porque você é muito fofo me dizendo isso.
– Eu sou mais fofo fazendo isso... – Ele me dá um beijo e eu recuo, não porque não gostei, mas porque não acho certo de fazer isso com ele ainda estou pensando no Blaine. – Porque isso?
– Por nada, só que eu não escovei os dentes.
– Ah, então como você acha que vai ser o nosso futuro? Todos já sabem sobre nós então não vejo problema de você me dizer o que quer para nosso futuro. – Será que ele está me punindo? Não. Ele não sabe de nada, mas todas essas perguntas acabam comigo.
– Não sei e você?
– Eu nos vejo casados adotando um casal de bebes da Alemanha, e morando em uma mansão e nós trabalhando naquilo que mais gostamos, sendo um dos casais mais perfeitos do mundo.
– Sam, eu tenho de dormir mais tarde vou ter de arrumar tudo aqui sozinho. – Eu falei só pra que ele parece de falar sobre essas coisas, pois tudo aquilo estava me deixando mal.
– Ah, está bem, mais tarde volto aqui pra te ajudar.
– Ok. – Ele me dá um selinho e vai embora.
Entro em casa tomo um bom banho pra ver se eu consigo refrescar a mente, e esquecer tudo que aconteceu na festa e pensar como será daqui pra frente, as únicas coisas que me vem na minha cabeça é eu beijando o Blaine sei que ele veio e me deu só um selinho, mas eu praticamente retribuir mesmo que saí em estado de choque, nunca esperava aquilo, muito menos agora, e estou mais confuso do que nunca por causa desse dia, maldita hora que eu resolvi fazer essa festa. Após o banho troco de roupa e tento dormir um pouco, pra depois eu ir arrumar a bagunça da festa, assumo não consegui dormir nada, pois toda aquela novela passava na minha desde a minha saída de casa até o beijo do Blaine. Eu começo a arrumar as coisa e limpar aquela super bagunça, as coisas lá em casa estava muito bagunçada como era de esperar tinha muita coisa jogada no chão, copos , garrafas, pratos, dentre outras coisas mais, eu esperava que estivesse bagunçado, mas não daquele jeito tinha muita coisa em vários lugares da casa, no banheiro foi o lugar onde eu fiquei praticamente com trauma, havia varias camisinhas usadas de vários tipos, nossa eu tenho de arrumar tudo antes da minha tia chegar porque se ela ver como estava sua casa ela ia ter um surto se eu fosse ela teria, pois a situação que estava a casa era de chocar.
Eu enquanto arrumo a bagunça coloco a musica Defying Gravity, pra mim ouvir, mas eu prefiro deixar ela baixa e começo a cantar não tenho a voz boa mas eu tento.
Something has changed within me (Algo mudou dentro de mim)
Something is not the same ( Algo não é o mesmo)
I'm through with playing by the rules (Estou cansada de jogar pelas regras)
Of someone else's game (Do jogo de outra pessoa)
Too late for second-guessing (Tarde demais para repensa)r
Too late to go back to sleep (Tarde demais para voltar a dormir)
It's time to trust my instincts ( É hora de confiar nos meus instintos)
Close my eyes and leap (Fechar meus olhos e saltar)
It's time to try (É hora de tentar)
Defying gravity (Desafiar a gravidade)
I think I'll try (Acho que vou tentar)
Defying gravity (Desafiar a gravidade)
Kiss me goodbye (Me dê um beijo de adeus)
I'm defying gravity (Estou desafiando a gravidade)
And you won't bring me down! (E você não me deixará pra baixo!)
I'm through accepting limits (Estou cansada de aceitar limites)
'Cuz someone says they're so (Porque alguém diz que eles são assim)
Some things I cannot change (Algumas coisas eu não posso mudar)
But till I try, I'll never know! (Mas até eu tentar, nunca vou saber)
Too long I've been afraid of (Tanto tempo estive com medo de)
Losing love I guess I've lost (Perder o amor que achei que tinha perdido)
Well, if that's love (Bem, se isso é amor)
It comes at much too high a cost! (Ele vem por um preço muito alto!)
I'd sooner buy (Pretendo comprar)
Defying gravity (O desafio à gravidade)
Kiss me goodbye (Me dê um beijo de adeus)
I'm defying gravity (Estou desafiando a gravidade)
I think I'll try (Acho que vou tentar)
Defying gravity (Desafiar a gravidade)
And you won't bring me down (E você não me deixará pra baixo)
I'd sooner buy (Pretendo comprar)
Defying gravity (O desafio à gravidade)
Kiss me goodbye (Me dê um beijo de adeus)
I'm defying gravity (Estou desafiando a gravidade)
I think I'll try (Acho que vou tentar)
Defying gravity (Desafiar a gravidade)
And you won't bring me down (E você não vai me deixar pra baixo)
Bring me down (Deixar pra baixo)
Oooooooooooh (Oooooooooooh!)
(https://www.youtube.com/watch?v=NuiZSgWVlHY)
Quando eu termino a música escuto alguém batendo palmas, e eu olho pra traz é o Sam, provavelmente veio pra me ajudar.
– Bravo, Bravo, você canta muito bem.
– Canto nada eu desafinei umas sete ou oito vezes.
– Só se foi em outra música porque nessa você estava perfeito.
–Ah, obrigado então.
– Se eu fosse você tentaria fazer faculdade de música, pois você canta muito bem.
– Você acha mesmo ou você esta me bajulando?
– Não, você canta bem mesmo você tem uma voz magnífica, agora tenho mais orgulho de ser o seu namorado.
– Ah, obrigado mesmo. – Eu sempre quis ir para uma faculdade de música, mas nunca achei que eu cantava bem, agora que o Sam falou eu parei pra pensar, eu acho que eu canto bem sim.
Eu e o Sam começamos a arrumar lá em casa eu já tinha começado com antes dele chegar, mas com a ajuda dele tudo ficou mais fácil, além do mais ele fazia umas imitações muito engraçadas então eu não aguentava ria enquanto trabalhávamos, foi muito legal passar esse tempo com o Sam me fez perceber que ela é a pessoa certa pra mim ele me ajuda e se preocupa comigo o tempo todo e é muito carinhoso. E agora eu não vou dar mais bola pro Blaine, pois eu quero ficar mais próximo do Sam. Quando terminamos de arrumar a casa já era tarde quase noite e minha tia já iria chegar.
– Você tem de ir minha tia já está vindo. – Digo empurrando o Sam porta a fora.
– Nem um beijo de obrigado?
– Tá bom. – Dou um beijo nele e ele vai embora.
Quando o Sam vai embora não demora muito tempo chega a minha ti a com o seu filho chato Sebastian meu primo mais ele é insuportável por causa que nos odiamos desde pequenos.
– Olá Kurt. – Ele me dá um abraço muito forte, mas super falso porque ele não gosta de mim, provavelmente fez isso por causa da tia.
– Nossa, quanto tempo. – Como se eu me importasse com ele.
– Né sentiu saudades? – Ele perguntou só pra me provocar.
– Claro e você? – Concerteza estava mentindo porque aquele garoto não me desce.
– Não! – Ele sobe as escadas e nem olha mais pra mim, como se eu não estivesse mais lá, agora só me falta eu ter de aguentar o Sebastian todos os dias.
– Ele deve está brincando. – Diz a minha tia tentando resolver.
– Eu sei tia, não liga não. – Minha vontade era de voar no pescoço dele só não fiz isso porque eu respeito a minha tia, mas eu o odeio completamente.
Agora todo o dia que eu for acordar eu vou ver o Sebastian e ter de aturar ele todos os dias, minha tia disse que ele vai ficar lá um bom tempo, mas o maldito não disse quanto isso me deixou com muita raiva, a casa é da minha tia e o Sebastian é seu filho mais ele é o Capeta em pessoa, não gosto nem um pouco dele eu odeio muito,muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, nossa mais um motivo pra eu ficar mais com o Sam e fora de casa, pois não sei o que eu seria capaz de fazer se o eu e o Sebastian ficássemos juntos sozinhos, provavelmente iríamos fazer o que sempre fazíamos quando éramos pequenos iríamos brigar. Acordo cedo no dia seguinte e de costume sempre tomo banho primeiro mais quem está tomando banho no meu lugar? O demônio do Sebastian, era aproximadamente sete horas da manhã e eu teria de sair de casa nove horas pra ir pra escola e fazer a prova de álgebra, eu sempre acordava nesse horário pois eu arrumo a casa da minha tia um pouco, arrumo a minha cama e faço o meu processo de beleza, mais o Sebastian fs eu me atrasar todo pois ele saiu do banheiro era oito e quarenta não dava mais pra mim tomar banho.
– Por que você de morou tanto no banheiro Sebastian?
Ele chegou perto de mim e sussurrou no meu ouvido.
– Pra você não tomar e ir ridículo pra escola como você sempre foi.
– Vou sair daqui antes que meto a minha mão na sua cara. – Eu saio de casa parecendo um zumbi, pois o creme que eu uso pra pele não melhora muito se não tomar um banho antes.
Quando chego na escola todos estão me encarando agora eu não sei se é por causa do meu rosto, que estava em uma situação meu Deus que medo ou da festa sobre eu e o Sam estarmos namorando.
– Oi, amor. – Grita o Sam no meio do corredor.
– Psiuu.
– Você tem vergonha de nós?
– Não, não é isso, é que eu não estou tão acostumado. – Ele segura a minha mão olha no fundo dos meus olhos e diz que me ama. – Eu também te amo. – O pior que a cada vez que eu falo eu não sinto que eu estou sendo sincero com ele.
– Daqui uma semana é seu aniversário.
– Ah, é mesmo são tantas coisas em casa que eu me esqueci do meu aniversário.
– Mas eu não, vou fazer uma festa surpresa pra você. – Eu começo a rir, pois ele acabou de me contar e nem percebeu. – Por que você ta rindo?
– Por que eu te adoro.
– Já eu te amo. – Ele fala com raiva e sai de perto de mim. – Eu tenho aula de matemática, tchau.
– Não precisa, ficar com raiva de mim eu te... – Ele coloca a mão na minha boca evitando que eu fale.
– Só fale quando tiver certeza, tchau. – Ele dá um beijo no meu rosto e sai.
Durante todas as aulas eu fiquei me perguntando se eu o amo mesmo, tudo que aconteceu entre nós sim eu tenho certeza sim que eu o amo, ele provavelmente quer que eu tenha certeza que eu o amo então saio da sala e vejo ele conversando com uns amigos dele, corro gritando o nome dele pelo corredor eu pulo no colo dele e digo:
– Eu te amo e muito, muito e não me abandone por favor. Ele me coloca a cima do colo dele e sorri.
– Jamais te abandonaria eu sempre vou te amar.
Passando um bom tempo, falta um dia pro meu aniversário chega o Sam na porta de casa com um carro muito lindo mesmo e vermelho e não sei a marca eu não sou bom nisso.
– Vim te buscar gato. – Diz ele.
– Oi? Eu?
– Sim, que mais é gato?
– Ah, está bem eu entro. – Eu entro no carro, e não me esquecendo de dizer hoje eu irei conhecer os pais do Sam. – Quem te deu esse carro?
– Meu pai me emprestou nada melhor do que levar o amor da minha vida com estilo pra conhecer os meus pais.
– Ah, obrigado. – Dou o selinho nele e seguimos caminho.
Enquanto estamos indo pra casa do Sam ele começa a falar da sua festa e como ela foi maravilhosa e como ele me amava por ter feito aquilo por ele, mas cada vez que ele falava mais eu me lembrava do Blaine e do discurso que o Sam fez, mas ele ficava falando que tinha orgulho de ter um namorado tão fiel que nada melhor que me mostrar para os pais dele não aguentei tive de falar com ele.
– Não aguento tenho de falar.
– O que amor? O que foi?
– Sabe o dia da sua festa?
– Sim o que tem?
– Aconteceu uma coisa.
– O que? Fala logo Kurt estou ficando nervoso.
– O Blaine me beijou.
– O que foi? – Ele começa acelerar o carro.
– O Blaine me beijou.
– Vou matar ele, eu avisei o que aconteceria se encostasse em você.
– Você não vai encostar em ninguém.
– Por quê?
– Porque eu gostei. – Não sei o que deu em mim, mas eu precisava falar isso com ele porque não queria ficar com essa coisa na minha cabeça.
– Oi? – Ele começa a acelerar mais o carro. – Eu te amei e é assim que você me retribui, eu ia te apresentar aos meus pais, eu te amei , agora não sei mais se eu te amo.
– Não Sam eu te amo você está entendendo tudo errado. – Eu começo a chorar. – Diminui a velocidade Sam você ta sem sinto coloca ele Sam.
– Porque eu devo te ouvir você me apunhalou como nunca esperaria de você, mas deu pra perceber que você é como as outras pessoas. – Ele fica olhando pra mim e chorando de raiva.
– Sam cuidado!
O carro bate em um caminhão e começa a capotar um morro a baixo, os vidros do carro começa a quebrar, o capo começa amassar por causa dele está capotando e eu começo a girar, até o carro parar, quando eu abro os olhos eu estou em estado de choque eu estou vendo sangue por todo lado, eu olho pro lado e vejo que o Sam não está no carro eu tiro o sinto de segurança eu tive sorte do carro não para de cabeça pra baixo. Eu começo a ficar preocupado e grito o Sam pra ver onde ele estava pela estrada a fora, até que eu o avisto não muito longe do carro ele deve ter saído pela janela, pois ele estava sem cinto então ele ficou rodando o carro todo até que ele saiu pela janela, eu olho e vejo a situação que ele estava e fiquei traumatizado com os ossos, provavelmente todos quebrados e ele estava cheio de sangue, carrego ele até a estrada e coloco ele no meu colo até que percebo que ele começou a ficar gelado.
– Não Sam, não Sam, não Sam, não me abandona eu preciso de você. – Eu começo a gritar na estrada. – Alguém me ajuda o meu amor não está me respondendo, SAAAAAAAAM NÃÃÃO.
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