Diários Do Vampiro - Entardecer
35 Visita Inesperad
Notas iniciais
PVO Autora
Já haviam se passado algumas horas desde que Damon e Bonnie haviam deixado o motel vagabundo, estavam indo agora até Helena, capital de Montana. Mesmo Damon tenteando tranquilizar Bonnie sobre o refugio de Michael ser seguro, a ruiva ainda estava apreensiva sobre o lugar.
– Estamos chegando. – Falou o vampiro enquanto dirigia pela estrada. Damon olhou para sua direita e notou que a pequena Bonnie estava muito calada. – O que aconteceu meu amor?
– Damon, eu não estou certa se é seguro na casa de Michael. – Era evidente a aflição na voz da bruxa.
– Não há motivos para se preocupar. Confia em mim. O Mikaelson e nós estamos lutando contra a mesma coisa. Não há motivos para ele ficar contra a gente. – Damon dizia tranquilamente.
– Eu sei, mas mesmo assim eu tenho medo.
– Ouça Bonnie, eu prometi que eu nunca deixaria ninguém te machucar. Confia em mim, por favor. – Bonnie olhou pra Damon e viu toda sinceridade em seus olhos negros, aqueles olhos que ela tanto amava.
– Eu confio em você. – Damon sorriu.
– Que bom. Por um momento eu achei que você fosse dizer que não confiava. – o moreno falou brincando.
– Damon, você sabe que há muito tempo eu confio. – Bonnie fingiu- se de ofendida.
– Eu sei, e é por isso que eu te amo. – Damon falou convencido.
– Só por isso? – O vampiro adorava quando ela ficava manhosa.
– Não, não é só por isso. – Ele sorriu de lado. – Amo também quando você fica safadinha na hora do sexo.
– Damon! – A ruiva ficou vermelha de vergonha.
– Adoro quando você fica corada. Combina com seus cabelos. – Bonnie deu um tapinha no braço de moreno.
– Não fale mais comigo, estou furiosa com você. – Bonnie adotou uma posição infantil, virou-se para a janela do carro e cruzou os braços.
– Não fica assim gostosa. – Damon adorava irritar sua amada.
– Vai para o inferno.
– Eu já estive lá, e não gostei nem um pouco. Prefiro ficar com uma certa ruivinha enfurecida que eu amo muito. – Nesse momento o vampiro parou o carro no sinal vermelho e aproveitou para fazer carinho na face de Bonnie.
– Você é um idiota. – Ela olhou para ele, mas já estava se rendendo aos encantos de Damon. (n.a: só uma louca não se renderia aos encantos desse vampiro lindooo)
– Um idiota que você ama!
– Infelizmente você esta certo. O vampiro mais idiota que eu já tive oportunidade de conhecer e o único que eu amo. – Ela fitou os olhos negros de Damon, enquanto este lentamente se aproximava dela.
– É bom mesmo eu ser o único. – Sussurrou a centímetros dos lábios de Bonnie. Lentamente ele encostou os lábios nos dela e começaram um beijo apaixonado, intenso e lento, mas foram interrompidos pelas buzinas dos outros carros que estavam atrás do deles. Ambos riram e foram em direção ao refugio de Michael.
Passaram-se mais alguns minutos e Bonnie notou que eles estavam saindo da parte urbanizada da cidade, eles estavam indo para uma floresta. Isso a deixou confusa.
– Para onde estamos indo?
– A casa não fica na cidade, ela é bem escondida na verdade. – Damon parou o carro no inicio da floresta. – Temos que ir a pé a partir daqui.
Ele caminhou até o porta- malas do carro e retirou de lá a mochila de Bonnie. Voltou até ela e a pôs nos ombros como se fosse um saco de batatas.
– O que pensa que está fazendo? – Perguntou ela surpreendida.
– Chegaremos lá mais rápido se eu for à minha velocidade.
Damon correu muito rápido com Bonnie em seus ombros pelos enormes carvalhos até chegar ao centro da floresta, onde avistaram uma cabaninha bem simples toda de madeira, a porta e as janelas eram de cor azul bebê, na varanda havia duas cadeiras de palha com almofadas vermelhas, perto da varanda havia dois vasos com plantas secas. Aos olhos de Bonnie a casa era linda. Simples, mas reconfortante. Totalmente o oposto do que imaginava.
– Nossa, é bem diferente do que imaginei. – Damon falou com desgosto.
– O que você imaginou? – Bonnie perguntou curiosa, mas já sabendo a resposta.
– Não sei se percebeu, mas as casas de campo não são as minha preferidas. Gosto mais de coisas modernas. – Damon falava sem tiram os olhos da casa.
– Então você é um garoto da cidade? – Bonnie perguntava rindo.
– Exato. – Ele respondeu enchendo o peito.
– Certo, moço da cidade, então gostaria de saber o que faz em Fell’s Church, afinal ela não é uma cidade muito grande. – Bonnie perguntava divertida.
– No inicio para atormentar os outros... – Damon a olhava com um sorriso zombeteiro nos lábios. – Pincipalmente Stefan, mas isso ficou chato.
– Poder ter certeza de que você fazia muito isso. Sentia muita pena dele. Ainda sinto até. Só mesmo um louco para te aturar Damon.
– Você me atura. Isso te faz de louca? – Damon deixou a mochila no chão e pôs ambos os braços ao redor da cintura de Bonnie.
–Infelizmente faz. – Bonnie respondeu pondo os braços ao redor do pescoço do vampiro e faz uma careta.
– Louca por mim? – Ele perguntou roçando os lábios nos dela.
– Isso é meio prepotente, Não? – Ela se afastou um pouco sorrindo. A pergunta faz Damon gargalhar jogando a cabeça para trás.
– Estou mentindo?
– Me recuso a responder tal pergunta Damon. – Bonnie tentava se afastar dele, mas ele não deixava. Puxava cada vez mais para perto. – Me solta Damon, não gosto quando você fica prepotente assim. Você merece um castigo. – Ela estava mentindo, Bonnie sabia que ele adorava brincar com a cara dela.
– Sabe por que depois eu continuei na cidade, mesmo depois de importunar Stefan ter ficado chato? – Ele sussurrou no ouvido de Bonnie.
– Imagino que seja para me importunar. – Ela respondeu.
– Isso também. – Damon olhou para o nada como se tivesse pensando. – Mas na verdade foi porque eu conheci uma linda ruiva que cativou o meu coração endurecido. – O vampiro disse a olhando nos olhos. – Que mesmo sendo um demônio, essa linda menina mulher foi a única que conseguiu ver o que havia dentro mim, mesmo sem eu mesmo perceber ela começou a penetrar as paredes do muro de pedra que cercava meu coração. – Ele falava ora olhando os olhos de Bonnie ora olhando a boca da mesma.
– Poxa, ela faz magia não? – Bonnie sorriu em ver o quão importante ela era para ele. Sentindo uma enorme vontade de chorar de emoção ela o abraçou forte.
– Literalmente. – Sussurrou. – E eu a amo muito.
– Eu também te amo. – Bonnie disse encostando os lábios no de Damon.
– E quem disse que eu estava falando de você? – Ele perguntou sem desgrudar os lábios dos de Bonnie.
– Não estava? Pois então deixa eu ir ali, naquela cachoeira que acabei de ver e me afogar. – Disse ela divertida.
– Se você se afogar eu te salvo. Já disse que sou especializado em respiração boca-a-boca?
– E essa sua linda ruiva não vai ficar com ciúmes?
– Ela supera. – Damon mais uma vez encostou os lábios nos de Bonnie, esta abriu a boca fazendo com que suas línguas se encostassem com isso ambos sentiram um forte corrente elétrica passar entre eles.
Será possível que toda vez que ele me beijar vou sentir isso? Tomara que sim.
– Eu achei muito linda. – Ela falou de repente quando Damon a soltou.
– O que?
– A casa. – Bonnie caminhou até a varanda e tocou em uma das plantinhas secas, que magicamente ganhou vida ficando verdes. – Uau.
– O que você fez? – Damon perguntou impressionado. Ele ficava cada vez mais impressionado pela velocidade que os poderes de Bonnie apareciam.
– Eu não sei, eu apenas toquei na plantinha. – Ela caminhou até a outra, que se encontrava tão seca quanto à primeira, e a tocou. Automaticamente ganhou vida assim como a outra.
– São seus poderes Bonnie, eles estão aflorando rapidamente. – Damon foi até Bonnie e a abraçou pelas costas.
– Será? – Ela virou a cabeça e olhou Damon.
– Tenho certeza. – O moreno logo tratou de capturar os lábios de Bonnie com os seus. Bonnie se virou e ficou na frente dele laçando seus braços ao redor do pescoço de Damon enquanto que o vampiro abraçava fortemente a cintura de Bonnie. O beijo era calmo e lento, mas aos poucos foi ganhando velocidade deixando Damon excitado.
– O que acha de conhecermos os quartos? – Ele sussurrou no ouvido da ruiva deixando-a arrepiada.
– Acho uma ótima ideia.
Damon a soltou apenas para sacar as chaves que estavam em seu bolso e abriu a porta. Bonnie achou a casa encantadora por dentro, mas não deu para aprecia-la, pois o vampiro a agarrou pela cintura dando um beijo avassalador.
– Damon. – Bonnie sussurrou igualmente excitada. Damon a puxou mais contra ele fazendo-a perceber o quanto ele a queria.
– Eu preciso ter você Bonnie, agora. – Damon baixou seus beijos para o pescoço dela dando tempo para ela respiras. O coração da ruiva estava cada vez mais acelerado e ela tinha certeza de que Damon estava ouvindo, mas dessa vez ela não ficou nem um pouco constrangida.
– Eu tive uma ideia. – Bonnie falava ofegante.
– Está tendo alguma fantasia? – Ela adorava os sorrisos pervertidos dele.
– Mais ou menos. – Dessa fez ela ficou constrangida, fazendo com que seu rosto ficasse tão vermelho quanto seus cabelos.
– Passarinho, não precisa ficar envergonhada. Saiba que adorarei saber que fantasia é e terei um enorme prazer em transforma-la em realidade. – Damon fazia carinho na face da ruiva.
– Não é bem uma fantasia. É só que, eu gostaria de tomar banho de cachoeira com você.
– Banho de cachoeira? – Ele perguntou desmotivado. O que ele mais queria era se afogar no perfume de Bonnie e na sensação de estar dentro dela. Banho de cachoeira não estava nos planos do moreno, não agora.
Bonnie percebendo a desmotivação dele continuou.
– Você tem razão, banho de cachoeira não será muito bom, não trouxe biquíni. Eu teria que tomar banho sem roupa alguma. – Fingiu desanimo e percebeu a reação de Damon, viu seus olhos brilhando.
– De forma alguma você vai desistir. Eu disse que iria realizar suas fantasias. Não deixe que um pequeno contratempo como a falta de biquíni te desanime. Eu não me importo de tomar banho sem roupa de banho também.
– Se você não se importa...
– Não, não me importo mesmo.
Damon a carregou pela floresta até chegarem na cachoeira que era terrivelmente linda. A água era totalmente translucida, dava para ver os pequenos peixes coloridos que nadavam nela. Atrás da queda d’agua dava para ver uma pequena caverna, a vegetação que cercava o rio era rodeado por flores de varias espécies, nas flores encontravam-se alguns beija-flor. Na opinião de Bonnie, esse lugar era um verdadeiro paraíso, ainda mais quando estava acompanha de um certo vampiro charmoso, um príncipe das trevas.
– Lindo. – Foi a única coisa que ela consegui dizer.
– Dessa vez terei de concordar. As vezes a natureza tem mais a oferecer que a cidade?
– As vezes Damon? – Ela sorriu ainda em seus braços.
– Tudo bem, sempre. Melhorou? – Ele rolou os olhos rindo.
– Melhorou. – Damon a pôs no chão logo em seguida. Por ser uma bruxa e ter uma grande conexão com a natureza, Bonnie sentiu uma onda de Poder se apoderar dela (n.a: sentiram o trocadilho? *;*). Pela primeira vez em muito tempo ela se sentiu realmente viva.
– Nossa! – Ela falou feliz.
– O que foi?
– Eu sinto como se meus poderes estivesse aumentando, consideravelmente. – Ela falava impressionada.
– Talvez esse seja um ótimo lugar para teimarmos os feitiços do grimório de sua avó.
– Talvez. Isso seria muito bom mesmo. – Bonnie sentiu os lábios de Damon em seu pescoço fazendo-a ficar arrepiada.
Bonnie fechou os olhos apenas sentindo a sensação boa que ele a fazia sentir. Aos poucos o vampiro foi subindo a blusa de Bonnie livrando-se daquela e jogando-a de lado. A ruiva se virou e encarou aquele céu negro carregado de estrelas que eram os olhos de Damon.
– É impressionante, cada vez que te olho me apaixono cada vez mais.
– Eu te amo tanto, Damon.
– Não mais que eu.
Dito isso Damon retirou sua blusa preta e ficou apenas de calça. Bonnie não pode desviar o olhar um milímetro sequer do abdome perfeito de Damon.
– Uma vez eu te disse, e agora repito... tudo que você vê, tanto por fora com por dentro... tudo isso é seu e só seu. – Damon falou e se aproximou arrancando um beijo feroz de Bonnie, prensando-a contra uma árvore. Quando percebeu que ela estava ficando sem ar, resolveu descer até o pescoço dela, era sua segunda pare preferia do seu corpo, ficava depois dos lábio. Bonnie conseguia sentir a excitação do vampiro através das calças jeans. Para alivia-lo ela resolveu descer a mão até lá e desabotoa-las. Depois de feito Damon passou suas pernas por elas ficando apenas de boxes pretas e empurrou mais uma vez Bonnie contra a parede e começou a fazer movimentos de vai e vem mesmo parcialmente vestidos.
– Damon. – Bonnie sussurrava.
Damon pôs as mãos nas costas de Bonnie e soltou seu sutiã liberando seus seios rosados. Mal foram libertos e já estava aprisionado pela boca do vampiro. Ela sentiu os dentes pontudos dele roçando seus mamilos fazendo-a ter quase um orgasmo. Enquanto a boca de Damon fazia seu trabalho nos seios da ruiva, as mãos dele descia até o botão da calça de Bonnie desabotoando-a e descendo o zíper, deixando-a apenas de calcinha.
De alguma forma Bonnie conseguiu reverter a situação fazendo Damon ficar encostado na árvore e ela prensando- o nela. Mesmo sendo menor que Stefan, Damon ainda era maior que Bonnie, isso a impossibilitou a beija-lo nos lábios e fazer o que estava morrendo de vontade de fazer: acariciar seu pênis. Então ela achou melhor transferir seus beijos para o mamilo do vampiro. Ela rodilhava com sua língua o lugar e percebeu que o membro de Damon estava quase furando sua boxe de tão excitado. Com isso ela começou a fazer carinho no membro do vampiro por cima da cueca e escutou Damon gemendo de prazer.
– Parece que alguém quer um pouco de atenção. – Ela falou presunçosa e ficou de joelhos na altura da cintura de Damon.
– Não faça isso. – Damon implorou percebendo o que ela ia fazer.
– Mas é claro que vou. – Ela disse baixando sua boxer liberando o membro aprisionado. Ele já estava grosso e cheio de veias. Ele já estava todo pronto para ela.
– Bonnie... se você fizer isso eu... eu não vou conseguir parar e isso vai fazer com que a brincadeira acabe mais cedo. – Ele dizia entrecortado devido a falta de ar.
– Se você estiver perto eu vou saber então eu paro. Prometo. – Damon fechou os olhos rendido. E sentiu a hora que Bonnie pôs seu comprimento na boca. Enquanto a boca da ruiva trabalhava as mãos dela apertavam delicadamente os testículos do vampiro. Ela adorava vê-lo tão perdido assim, ela mais que adorava, ela amava. Quando ela sentiu um pré-gozo sair a ponta do pênis de Damon ela se levantou e o olhou nos olhos.
– Você é boa nisso. – Ele disse com um ar de satisfação.
– Eu ando treinado. – Ela deu uma piscadela. – Vem. – Ela puxou a mão de Damon.
– Para onde? – Ele ainda estava atordoado.
– Realizar minha fantasia. – E eles foram entrando na água que estava na temperatura certa. Assim que entraram Bonnie foi nadando sem rumo o mais depressa que podia. Damon, percebendo que ela queria brincar, saiu nadando atrás dela.
Bonnie foi atrás da cachoeira e entrou na pequena caverna que era cercada de pedrinhas brilhantes coloridas dando um enorme brilho ao lugar. Logo Damon apareceu com uma cara de faminto, mas não de sangue e sim de outra coisa.
– Esta com fome Damon? – Bonnie perguntou preocupada.
– Sim, mas não de sangue.
– E de que? – Perguntou sabendo a resposta.
– Do seu corpo. – Ele avançou nela e a beijou com fúria e paixão. A deitou no chão e foi descendo os beijos até onde ele ansiava. Sua intimidade.
Bonnie se contorceu assim que sentiu a língua de Damon percorrer seu clitóris, ela agarrou os cabelos do moreno e gemeu alto. Assim que Damon sentiu que ela atingiu o orgasmo levantou e a beijou a fazendo sentir o seu próprio gosto salgado.
– Eu não aguento mais esperar Bonnie.
– Nem eu. – Com isso Damon a penetrou duro, ambos gemeram. O vampiro começou a bombear para fora e para dentro dela atingido uma velocidade inumana. Fazendo ambos chegarem ao clímax.
– Desculpe meu amor, na próxima vez eu faço durar mais... eu realmente não podia esperar. – Ele a abraçou a aconchegando em seus braços.
– Tudo bem. Eu também não podia esperar. – Bonnie deu um beijo no pescoço dele. E percebeu que seus olhos estavam mais escuro que antes, se é que era possível. – Vocês esta com fome. – não foi uma pergunta.
– Quando chegarmos no chalé eu tomo algumas bolças de sangue. – Damon respondeu, mas Bonnie sabia que ele estava com fome.
– Nada disso, você vai beber de mim.
– Se eu beber de você eu posso seca-la. Não posso arriscar. – Damon falou decidido
– Seria uma ótima forma de morrer. – Ela disse brincando para amenizar a situação, mas não funcionou.
– não brinca com isso Bonnie, se você morrer, ainda mais por minha culpa, eu serei capaz de me matar.
– Não faça isso, a Terra não poderá ser a mesma sem um Damon Salvatore nela. – Ela brincou. – Damon, eu te amo. Eu sei que você não ira me secar. Eu quero te alimentar. Eu adoro quando você faz isso, é prazeroso para mim tanto quanto pra você. É uma forma de me sentir mais sua. Por favor.
Damon estava tendo uma luta interna. Um lado racional dela dizia que ele poderia mata-la pela fone que estava sentindo, outro lado dizia que ele nunca faria isso, e também adorava o sabor do sangue de sua passarinho, era doce e apimentado na medida certa. O outro lado ganhou a disputa e Bonnie adorou isso.
Aos poucos ele foi se deitando por cima dela e a beijando por onde passava e foi descendo até chegar a parte superior da coxa de Bonnie o que a deixou duvidosa se ele realmente iria beber o seu sangue, ele sempre bebia de seu pescoço como nos filmes.
– Eu nunca disse, mas o sangue daqui é bem mais saboroso. – Ele sorriu perverso.
– E você tem muita experiência não é mesmo? – A pergunta foi presunçosa.
– Com 500 anos de idade eu tinha que saber de algumas coisas. – Ele lambeu sua coxa antes de cravar seus salientes caninos no local. Bonnie se sobressaltou no inicio, mas logo se acalmou sentindo um prazer imenso percorrer seu corpo e se concentrar nas proximidades de onde ele estava. Ela gemia desesperadamente com que a sucção estava fazendo a ela. ao mesmo tempo que ele bebia seu sangue, Damon também mexia nos lábios de sua intimidade com os dedos fazendo chegar em mais um outro clímax, depois lambeu os dois buraquinhos que instantaneamente fechou. Quando isso ocorreu, ele se levantou e a fez sentar. Cortou um pouco seu pulso e a fez bebesse seu sangue para se recuperar logo.
– Seu sangue é gotoso. – Bonnie falou.
– O seu também. Muito, alias. – Ele deu um beijo nela. – Acho melhor voltarmos para o chalé. Você precisa se alimentar. Vou prepara algo pra você comer.
– É? O que?- Ela perguntou contente, pois adorava as comidas que ele preparava.
– Surpresa. – Ele piscou.
– Pois então vamos que estou morrendo de fome. – Damon gargalhou e roubou um beijo dela. Nadaram até a margem e se vestiram. Quando estavam voltando para o chalé Damon ouviu um barulho na floresta e começou a sentir um Poder, não só ele, mas Bonnie também sentiu a onde Poder que estava ao redor.
– Fique aqui e não faça muitos barulhos, eu vou ver quem esta se aproximando. – Ele disse assim que chegaram a casa.
– Tudo bem. – Por mais que Bonnie estivesse morrendo de medo ela tentou demostrar coragem. Damon percebendo seu medo foi até ela e deu um beijo em sua testa.
– Não se preocupe, não vou demorar. Prometo. – Disse e foi na sua velocidade vampiresca.
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POV Elijah
Depois que a Sra. Flowers nos deixou mais a vontade em sua residência Katherine resolveu tomar um banho. Segundo a mesma, ela estava mais fedida que soldado na época da Guerra da Secessão.
–Mulheres! – Revirei os olhos. Até em horas cruciais elas pensam só em estar limpa. Não que eu não aprecie uma mulher com cheiro de lavanda, mas temos coisas mais importantes a resolver que se preocupar com limpeza. Mas se tratando de Katherine se preocupa apenas com ela mesma, o resto que se dane. Bom, se ela pensasse diferente não seria Katherine.
Ouvi um barulho de automóvel se aproximando e fui até a janela ver que adentrava a área do Pensionato. Fiquei aliviado que não precisávamos mais esperar a chegada da caçadora e do humano. Pois haviam acabado de chegar.
Sra. Flowers passou correndo pela sala e abriu a porta para que entrassem.
– Bom dia queridos, fizeram boa viagem?
– Sim Sra. Flowers. – Meredith respondeu sem notar ainda minha presença. – Não sei se Damon contou o que estava ocorrendo.
– Sim contou querida. – Nessa hora o humano passou com as malas dele e a garota eu presumo. – Com você esta querido? –Perguntou a Matt.
– Bem. – Ele olhou a Meredith e acrescentou. – Na medida do possível. – Isso fez com que a caçadora olhasse para baixo, com cara entristecida.
– Por que vocês não tomam um banho e descansam? – A senhora perguntou preocupada.
– Pode ser, a viagem foi cansativa. – A humano respondeu e depois notou minha presença. Isso fez com que parasse de repente na sala.
– Aconteceu algo Matt? – Meredith perguntou.
– Acho que quem pode responder é a Sra. Flowers. – Ele respondeu. Logo a morena percebeu que eu estava na sala.
– O que ele esta fazendo aqui? Ele compeliu a senhora? – O desespero de Meredith era evidente.
– Não caçadora, eu não compeli ninguém.
– Então o que faz aqui?
– Minha nossa! Que algazarra é essa aqui? Não se pode nem tirar um cochilo aqui. – Katherine reclamou descendo as escadas.
– Mas essa agora. O que essa cachorra está fazendo aqui? Por acaso aqui vai acontecer a reunião dos antagonistas? – Meredith estava realmente irritada.
– Olha como fala comigo. – Katherine rebateu.
– Querem parar com isso. – Não aguentei essa discussão idiota. – Meredith, não estamos aqui para prejudicar ninguém...
– Esta certo. – Ele me cortou revirando os olhos. É, ela não acreditou.
– É verdade. Queremos ajuda-los contra Klaus. Descobri tardiamente que os motivos dele são puramente egoístas e egocêntricas. Por isso quero que ele pague por todas as coisas que ele já fez. – Tentei explicar.
– E por que a cadela esta aqui? – Ela perguntou se referindo a Katherine.
– Olha, eu já disse, olha como fala comigo. Ou não respondo pelos meus atos. Você pode acabar perdendo a cabeça, literalmente.
– Você não vai tirar a cabeça de ninguém Prince. – A repreendi deixando-a irritada. Katherine foi se sentar bufando. – Katherine esta aqui para se vingar de meu irmão. Como você sabe ele não vai muito com a cara dela.
–Percebi. Mas não o repreendo por isso, já que quase todos não vão com a cara dela.
– Olha aqui sua... – Katherine começou, mas a repreendi de novo.
– Já chega Katherine. Ou você se senta agora, ou... Olha só não me faça me arrepender ter salvado sua vida. – Tentei relaxar, discutir não iria levar ninguém a nada (n.a: sábio Elijah).
– Eu só não vim aqui para ser ofendida. Para isso eu não preciso da ajuda de vocês. – Ela se levantou e subiu as escadas. Eu realmente nunca havia a visto assim.
– Uau, ela ficou realmente ofendida. – Falou Matt.
– Ela não se ofende, ela revida. – Meredith respondeu.
– Bom, o caso é que queremos ajudar. – Tentei voltar ao assunto.
– Ok, Elijah, mas não posso sair daqui. Tenho que esperar por seu irmão aqui.
– E o que a faz pensar que ele virá pra cá? – Perguntei curioso.
– Não sei. Mas algo me diz que será um dos lugares por onde passará.
– Ok. Preciso achar meu pai.
– Achei que ele nunca fosse achado. – Matt falou.
– Tenho uma vaga ideia de onde ele possa estar. Michael tem uma pequena residência em Montana. Talvez esteja por lá.
Depois de tudo esclarecido resolvi ir até Katherine ver se estava pronta para nossa partida, assim que cheguei em seu quarto não a encontrei, mas sabia que ela estava por lá, podia sentir seu cheiro inconfundível de mar com um toque de rosa, podia sentir também seu Poder. Fui até a varanda e a encontrei sentada no chão encolhida com uma manta. Ela parecia bem vulnerável.
– Katherine?
– Vai embora. – Ela respondeu sem olhar para mim.
– Você está bem?
– Desde quando isso importa? – Respondeu-me com outra pergunta.
– Desde que precisamos de sua ajuda. – Respondi com calma.
– Você não se importa. Eu só sou um blefe a ser usado. – Suspirei e me sentei ao seu lado.
– O que você tem Katherine? – Tentei mais uma vez.
– Eu já disse pra se mandar daqui. – Ela gritou.
– Eu não vou embora. Não ate que me diga o motivo.
– Ótimo, então fica ai. – Ela se levantou e foi em direção a porta, mas eu fui mais rápido e fiquei no seu caminho. – Quer sair da minha frente.
– Sabe o que eu acho?
– Não.
– Que você não é tão durona quanto quer aparentar. Você é vulnerável Katherine. Você se importa com a opinião dos outros, mesmo demostrado o contrario. Mas quero que saiba, que isso não te faz fraca.
– Eu não me importo com que você pensa.
– Importa sim. Você ficou assim depois que Meredith disse aquelas coisas. Isso mostra que você se importa. – Me aproximei mais dela.
– Eu só não quero mais ser odiada pelos outros. Eu já tenho bastante inimigos ao meu redor. – Ela se desabou em lagrimas e eu a abracei.
– O importante é que queira mudar. – Falei. – Eu mudei, você também pode. Agora enxugue essas lagrimas e vamos a Montana é uma viagem longa.
– Se alguém ficar sabendo disse, que eu chorei, eu te mato Elijah, entendeu?. – Ela falou com raiva me fazendo gargalhar alto.
– Alto e claro Prince. Agora se apresse. O tempo é crucial.
Alguns minutos depois Katherine desceu as escadas e fomos, ela e eu, para a estrada com o carro emprestado do humano, passamos exatamente 2 dias dirigindo até chegar a entrada da floresta onde meu pai tinha uma residência.
– Seu pai mora aqui? Na floresta? – Katherine franziu a testa.
– É mais um refugio.
– Humm. – Ela murmurou.
– Agora vamos a pé a partir daqui. Não há estrada por lá. – Saímos do carro e fomos andando. Chegando mais ao centro da floresta ouvi folhas se chacoalhando denunciando a aproximação de alguém, pelo Poder só podia ser um vampiro. De repente algo me agarrou e me prensou na parede. Era Damon, o Salvatore mais velho.
– O que faz aqui? – Ele rosnou.
– Larga ele Damon. – Katherine interveio.
– Vou repetir e quero resposta, o que fazem aqui? – Ele me apertou mais. Vi suas presas, mas isso não me assustou.
– Vim ajudar vocês. – Ele me olhou incrédulo e me soltou.
– Não sabiam que eu estava aqui. Com me encontraram?
– Na verdade foi coincidência, estamos procurando pelo pai dele. – Katherine respondeu.
– Ele não está aqui. Ele cedeu a casa para mim e para Bonnie ficarmos até ou outros voltarem da Dimensão das Trevas. – Damon respondeu.
– Droga, temos que ir a outro lugar procura-lo. Mas antes eu preciso comer. Damon, diz que você tem algum sangue com você além daquela ruiva sem graça. – Katherine disse.
– Katherine. – A repreendi. Damon a olhou com desprezo.
– Por favor. – Pedi, tentando amenizar o que a Prince disse.
– Tudo bem, ele suspirou e seguimos em direção ao chalé.
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POV Autora.
Bonnie não aguentou mais esperar por Damon, ela estava começando a temer pela vida dele e começou a procura-lo pela floresta. Ele ouviu folhas farfalharem e pensou que fosse o vampiro e ficou aliviada, mas não era ele, e para surpresa era Eric.
– Bonnie? – Ele perguntou assustado.
– Eric? – Ela também se assustou. – O que faz aqui? – Quis saber.
– Eu estava fazendo uma trilha e acabei me perdendo, eu não sou muito bom nisso. – Ele riu sem graça.
– Você não acha aqui muito longe de casa para fazer uma trilha? – Ele perguntou.
– Meu pai mora em Helena, não é longe daqui, e como é feriado resolvi visita-lo. E você, o que faz aqui? – Ele sorriu.
– Eu... Eu vim passar o feriado acampando. – Bonnie rezou para que estivesse se saído convincente, já que era péssima mentindo.
– Com seu namorado? – Perguntou cabisbaixo.
– Sim, com Damon.
– Onde ele está? – Eric olhou para os lados tentando enxergar pode Damon estaria.
– Foi na cidade... Resolver umas coisas. – Ela sorriu.
– Ok. Nossa que sede. – Ele falou para ele mesmo. – Eu sou tão ruim em fazer trilha, que eu esqueci até de encher meu cantil de água. – Eles gargalharam. Ele mostrou o cantil seco.
– Você pode vir comigo a casa onde estou e pode encher seu cantil. – Bonnie ofereceu.
– Valeu Bonnie, você é de mais. – E foram para o chalé.
Quando chegaram Bonnie pediu o cantil de Eric para encher enquanto ele ficou na sala apreciando o lugar. Quando Bonnie chegou, entregou o cantil agora cheio de água a ele e um copo de água para matar sua sede.
– Sabe o que seria bom? Um copo de chá bem gelado. – Eric falou
– Desculpe, não temos chá aqui. – Bonnie corou.
– Não se preocupe, tem um pacotinho de ervas silvestres para fazer chá. Vem da plantação do meu pai. – Ele sorriu e retirou da bolsa um pacotinho transparente de ervas. Bonnie sentiu o cheiro e achou gostoso, embora nunca tenha sentido algo tão bom quanto isso.
– Se você esperar, posso preparar logo. – Ela falou
– Espero sim. – Eric sorriu.
Bonnie foi logo à cozinha preparar o chá, depois de feito ela pôs em compôs com gelo e trouxe a Eric outro copo.
– A sua saúde Bonnie. – Eric ergueu o copo brindando.
– A nossa saúde. – Concertou Bonnie.
– Sim, a nossa saúde. – E ambos beberam.
Pouco tempo depois Bonnie começou a sentir que algo estava acontecendo. Ela começou a se sentir tonta e enjoada. Isso não era normal. Ele pode ver Eric preocupado perguntando se ela estava bem.
– Bonnie. Bonnie? Você esta bem? – Ela viu seu desespero.
– Não. – Foi a ultima coisa que ela viu antes de ver tudo preto.
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Algum tempo depois Damon, Elijah e Katherine chegaram ao chalé.
– Bonnie? – Damon a chamou, mas ele não sentia mis o pequeno Poder de Bonnie. – Onde você está? – Ele começou a se preocupar, pois não a achava na casa.
– Esperam aqui. – Elijah falou. – Vou procura nas proximidades.
Passou-se um tempo e Elijah voltou sem boas noticias.
– Eu não a achei. Sinto muito.
– Meu Deus. Eu disse para ela ficar aqui. Vou procura-la.
–Damon, eu acho que ela não esta por aqui. – Elijah falou.
– Como não?
Elijah mostrou as xicaras de chá que Bonnie e Eric estavam tomando e disse.
– Se ela tomou esse chá, significa que a acharam. – Ele falou.
– Quem? – Damon estava aflito.
– Essa erva só quem cultiva ela é Klaus. Isso quer dizer que ele a achou.
– Impossível, ele não sabe onde estamos.
– Não foi Klaus que esteve aqui. – Elijah falou – Foi Cristian, meu sobrinho.
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