Notas iniciais
oi flores do meu jardim,
eu sei, eu sei, quem é vivo sempre aparece... desculpem por ter demorado tanto. mas sabe como é, eu estava com muita falta de criatividade, nao sei se esse cap ta bom, mas foi o que deu. eu pensei em deixa-lo maior, e com bem mais emoçoes, mas preferi deixar p o proximo... nao queria priva-las de um novo capitulo.
bom, mas dixa de lenga lenga.... eis o capitulo
kisses

PVO Autora

Damon estava andando pelas ruas da silenciosa Blacksburg pensando no quão insano estavam sendo seu irmão, Elena e Alaric. Eles não estavam pensando direito, se eles forem a Dimensão das Trevas poderiam nunca mais voltar. Tudo bem que eles não queriam que Damon fosse por medo de perdê-lo, mas o moreno era o único que sabia como andar por lá, afinal ele a conhecia como a palma de sua mão, pois ficou preso lá por anos (lembre-se que anos na Dimensão das Trevas são apenas alguns dias no mundo real), foram os anos mais difíceis de sua imortalidade, pois estava longe de todos aqueles que ele se importava. Damon nunca admitiria isso em publico, que se importava com alguém além dele mesmo, mas todos sabiam que, por mais indiferente que ele tentasse demostrar, ele se importa com todos, ainda mais com sua passarinho.

Damon parou de caminhar e suspirou com aspecto derrotado. Não havia mais nada que ele pudesse fazer, já estava tudo decidido, Stefan, Elena e Alaric iriam mesmo ao tal lugar pegar a arma para derrotarem Klaus. Damon se sentia realmente em uma sinuca por não poder fazer nada em relação aos três e por não poder abandonar Bonnie e a deixar desprotegida, afinal ele havia prometido a ela que não a deixaria sem sua proteção. Resolveu então voltar pra casa de Bonnie e ver como as coisas estavam por lá, provavelmente os três já haviam ido em bora.

Damon sentiu seu Blackbarry tocar e viu que era Stefan na tela.

- Fala “maninho”. – Damon suspirou.

- Precisamos saber onde você deixou a Adaga. – Damon ouvia um barulho forte de vento, provavelmente estava em alta estrada. O vampiro franziu o cenho.

- Stefan... Tem certeza de que querem voltar lá? – Ele ainda tinha esperança de que ele desistisse.

- Damon, não vamos discutir isso novamente. Já está decidido. Estamos indo agora mesmo a Fell’s Church pegar as esferas estrelares. – Damon acenou a cabeça positivamente, mas lembrou que o irmão não poderia ver, já que estavam falando ao telefone.

- Certo Stefan, mas acho melhor levarem as esferas também, nunca se sabe quando elas vão ser uteis.

- Eu sei que está preocupado com nossa segurança, mas eu posso cuidar deles, não se preocupe. – Damon não duvidava de que o irmão era mesmo capaz de proteger os humanos, mas ele não se sentia bem deixando ele em perigo. Bufou.

- E quem disse que estou preocupado? Eu só queria ir por que eu faria as coisas bem mais rápidas, já que eu sei onde está. – Damon disse indiferente.

- Certo Damon, eu acredito em você. – É claro que Stefan não acreditou em uma só palavra que o irmão havia dito, não era realmente por esse motivo, ele sabia que Damon estava muito preocupado com eles, por mais que não demonstrasse. – Então, onde fica a Adaga?

- Acho melhor você ligar quando chegar ao pensionato.

– Ok. Vou desligar agora. Tchau Damon. – O moreno não respondeu, apenas desligou o Blackbarry. Respirou fundo e correu para o apartamento de Bonnie.

[...]

Foi estranha a visita de Elijah na casa de Bonnie, ela nunca havia pensado que um dia ele seria irmão de Klaus, nunca havia passado por sua cabeça que ele trabalhava pra ele, mas graças a Deus ele, agora, estava contra o hibrido. Menos um vampiro pra se preocupar.

Bonnie resolveu ir a seu quarto, onde Meredith ainda estava deitada chorando descontroladamente com um Matt preocupado sentado a seu lado tentando arrancar alguma explicação da garota por essa atitude, mas ele já desconfiava o motivo. A bruxinha pôs uma das mãos no ombro do loiro e pediu com os olhos que para que deixasse ela e Meredith a sós por um momento. O loiro entendeu o recado e confirmou com a cabeça as deixando a sós.

Bonnie pegou uma escova de cabelos que estava em seu criado mudo e começou a escovar os cabelos da amiga, sabia que isso acalmava as pessoas, até mesmo sua amiga durona. Ela passava lentamente a escova pelos cachos da amiga tentando conforta-la e esperando para que ela dissesse alguma coisa. Bonnie sabia que Meredith não diria nada sob pressão e ficar interrogando-a não ajudaria em nada.

Meredith se sentou na cama com as pernas cursadas como índio de frente pra amiga e ficou encarando os próprios pés.

- Bonnie, por que ele fez isso? – Ela sussurrou. Bonnie sabia que ela estava se referindo a Alaric.

- Eu sei como se sente Marry. – Fazia tempo que ela não a chamava pelo apelido. Não sabia o que dizer pra amiga, afinal ela também já havia enfrentado por isso, mas ao contrario dela, Bonnie se jogou no portal junto a Damon. A ruiva apenas a abraçou forte sendo logo retribuída.

- Eu tenho medo de perdê-lo. E se ele morrer lá? Eu não sei o que faria. – Os olhos de Bonnie começaram a ficar marejados, era tão raro ver a amiga chorando. – Eu já perdi minha avó, meu avô está perto de ir também, meu irmão e agora Alaric. Eu não sei se posso suportar se alguma coisa acontecer a ele. – Bonnie continuou abraçando a amiga. – Eu sou tão egoísta.

- Não diga isso.

- Digo sim, por que é a verdade. Sou egoísta por esta assim na frente de Matt. Ele não merece isso, ele é um cara tão bom, meigo, amoroso. Mas eu não posso negar que eu nunca deixei de amar Alaric. Matt merece alguém de verdade, que o ame como eu nunca vou poder ama-lo.

- Então amiga, só há uma coisa que você pode fazer. – Será que nossas vidas não podem ser mais simples? Por que tem que ser tão complicadas? (pensou Bonnie)

- Eu sei disso, e farei. – Meredith secou as lágrimas e sorriu fracamente para a amiga, mas logo ficou séria. – Eu só fico com medo das coisas mudarem entre a gente. Eu gosto de tê-lo como amigo, mas sei que depois de terminar com ele, nada vai ser como antes.

- Dê tempo a ele. Logo as coisas vão se ajeitar.

- Obrigada Bonnie, por me ajudar. – Ela abraçou a bruxa.

- Mas eu não fiz nada.

- Fez sim, você me ouviu e não me criticou. – Meredith abraçou a ruiva já decidida em terminar com Matt que estava esperando ansiosamente na sala de Bonnie já tendo uma pequena ideia do motivo da namorada estar chorando daquele jeito. Ele sempre soube que a morena sempre amou Alaric e ainda guardava esse sentimento nela.

- Matt, precisamos conversar. – Meredith anunciou aparecendo na sala ao lado da pequena bruxa.

- Eu sei. – Ele respondeu num sussurro tristemente. Bonnie ficou com pena dos dois amigos, de Matt porque sabia que ele gostava realmente da amiga e de Meredith por saber o quão difícil vai ser pra ela terminar com ele.

- Podemos ir pra casa? – Meredith perguntou timidamente. Ele apenas acenou positivamente e ambos se retirarão do apartamento, ambos se despedindo de Bonnie.

- Por que complicamos tanto nossa vida? – Bonnie sussurrou pra ela mesma assim que s amigos passaram pela porta da sala. Suspirou e foi tomara um banho quente para tentar relaxar.

[...]

Em Chicago

- Mas que porcaria, o maldito do meu irmão não atende a porra do celular. – Niklaus estava bastante irritado devido a inadimplência de informações de Elijah.

- Calma querido, não deve ter acontecido nenhuma novidade pra ela te ligar. – Ângela se aproximou de Klaus depositando um beijo no queixo do Hibrido, que por sua vez a afastou e a olhou com desprezo.

- Você é mesmo uma idiota. Não ouviu o que eu acabei de falar? Ele é que não atende o celular. – Klaus berrou jogando o celular contra a parede que se espatifou todo.

Em outras épocas Ângela se assustaria com a agressividade do Hibrido, mas esse comportamento era constante, com isso ela acabou se acostumando com suas atitudes. A bruxa pegou o copo de vodca que estava na mão de Klaus e deu um grande gole. Ele a fitou incrédulo pela audácia da mesma, mas ele tinha de admitir, ele adorava essas atitudes dela. Ângela era um pouco parecida com ele, temperamento forte, audaciosa, linda e poderosa.

- Querido, você acha que Elijah desconfia de seus planos? – Perguntou sentando no luxuoso sofá vermelho.

- Não. É claro que não. – Afirmou convicto, mas ele não podia abandonar essa hipótese. Seu irmão não é burro.

- Posso oferecer ajuda? – Perguntou sedutoramente. Klaus estreitou os olhos.

- E como poderia ajudar?

- Bom, eu sou uma bruxa, conheço feitiços. Posso muito bem encontra-la. – Disse despreocupadamente.

- E posso saber por que diabos não falou antes? Poderia ter me poupado tempo. – o Hibrido alterou a voz irritado.

- Eu tentei amor, mas você não deixou. Dizia para eu não me meter. – Ela apenas deu de ombros. Klaus suspirou tentando ter paciência.

- Ok. Faça o feitiço. – Disse derrotado. A bruxa deu um sorriso vitorioso.

- Agora veja e aprenda meu querido. – Ela foi para seu quarto e voltou com uma bacia de barro, alguns potes, algumas velas negras e um enorme livro, mas ele sabia que era um grimório. Niklaus gargalhou ao ver Ângela com os objetos. – Está rindo de que? – Ela perguntou com um sorriso no rosto.

- Vai dizer que ai tem asa de morcego, pernas de aranha e essas coisas que bruxas de desenho animado têm.

- Olha Klaus eu não vou te responder nada por que sei que isso é fruto de seu estresse.

Ângela pegou um giz e desenhou uma estrela de seis pontas no chão, em cada ponta da estrela depositou uma vela acesa e pôs a bacia no seu centro. Abriu os potes e despejou alguns diferentes tipos de pós de várias cores na mesma. Ajoelhou-se no chão e abriu o grimório.

- Agora não faça nenhum barulho. – Ela disse ao hibrido. Fechou os olhos se concentrando e começou a pronunciar as palavras que havia no grimório. Essas palavras eram todas desconexas, mas a medida que era faladas as chamas das velas eram aumentadas. Assim que Ângela terminou de pronunciar a ultima frase um vendaval passou pelo local de onde estavam e todas as velas se apagaram e logo em seguida apareceu fogo na bacia, apagando-se logo depois e as velas voltaram a acender. Ângela se aproximou da bacia e chamou Klaus com o dedo.

- Veja. – Ela sussurrou. Klaus se aproximou e nele havia um nome escrito com os pós que a bruxa havia despejado. Não era bem um nome, e sim um endereço. Ele olhou para ela sem entender.

- O que é isso?

- Eis onde sua bruxa está. – Ela sorriu de orelha a orelha.

[...]

Bonnie estava terminando de tomar seu banho quando ouviu um barulho na sala. Ela achou estranho, afinal ela estava sozinha em casa. Elena, Stefan e Ric haviam viajado, Meredith e Matt tinham ido embora e Damon não estava em casa, mas poderia ter voltado. Ela desligou o chuveiro, enrolou a toalha no corpo e caminhou até a sala.

- Damon? – Ela sussurrou. Bonnie estava com muito medo. E se fosse um ladrão? Pior, e se fosse Klaus? Então ela resolveu ir caminhando bem de leve como se estivesse pisando em ovos. – Damon, é você? – Perguntou de novo no sussurro. Se fosse ele ouviria, mas não obteve resposta.

Então Bonnie resolveu correr silenciosamente para seu quarto e se escondeu no guarda roupa, seu coração estava muito acelerado, a adrenalina subiu completamente pelo seu sangue, ela estava com tanto medo que ficou com vontade de vomitar. Foi quando ouviu passos se aproximando e entrando pelo seu quarto. Nessa hora ela prendeu a respiração. Abriu um pouquinho a porta do guarda roupa apenas para poder observar quem entrara nele e viu uma silhueta delgada vasculhando as gavetas de seu criado mudo. A silhueta ganhou forma quando se levantou e Bonnie percebeu que era uma mulher que se aproximava do local onde estava escondida.

- Bonnie? – Ambas ouviram a voz de Damon na sala. A mulher deixou a atenção do guarda roupa e saiu do quarto indo direto a sala.

- Meu Deus, quem é aquela mulher? – Bonnie soltou a respiração assustada.

- Você deve ser Damon Salvatore. – Bonnie ouviu a voz a mulher. – Olha, disseram que você era sexy, mas pelo visto se enganaram, você é muito mais que sexy.

Bonnie saiu de seu esconderijo e caminhou silenciosamente pra sala e permaneceu escondida. Ela pode ver que Damon estava paralisado, não conseguia se mexer por mais que tentasse. Então ela percebeu que se tratava de uma bruxa.

- Quem é você e o que faz aqui? – Damon cuspiu as palavras de sua boca.

- “quem é você”, “o que faz aqui”, “o que você quer”? Por que sempre fazem as mesmas perguntas? – Ela perguntou com desdém sentando-se de frente ao vampiro.

- Talvez por que não seja normal um estranho entrar na casa dos outros sem ser convidado. – A Bruxa gargalhou com a ironia do Salvatore.

- Querido, deixa eu responder. Meu nome é Ângela Kraft, sou descendente da linhagem celta, ou seja, bruxa.

- Klaus te mandou aqui? – Os pelos de Bonnie se eriçaram ao ouvir o nome do Hibrido.

- Sim. – Ela se aproximou dele ficando centímetros de distancia. Damon sentia o hálito da bruxa de tão perto que estavam

- Trabalha pra ela?

- Não. Na verdade somos...

- Amantes? – Damon a interrompeu.

- Digamos que sim. Mas agora vamos aos negócios. Você me diz onde então o grimório da McCullough, o diário de Honoria Fell e a localização da bruxinha e eu te deixo vivo.

- E se eu não disser? – Damon a desafiou.

- Acho que já sabemos que acontecerá.

- Acho que neste caso fico com a segunda opção. – Disse serio. Nunca que ele entregaria sua ruivinha. A bruxa suspirou tristemente e deu de ombros.

- É uma pena. Tinha planos agradáveis para nós dois, querido. Dói-me o coração ter que matar um homem tão lindo como você. – Ela se aproximou mais ainda de Damon e o beijou com luxuria e desejo, mas Damon não correspondeu. – Mas você fez sua escolha. Fazer o que? Mas antes vamos brincar um pouquinho.

Ela se afastou do vampiro, que ainda estava imóvel, e começou a proferia frases estranhas e Damon se contorceu de dor gritando alto. Damon não era de gritar por qualquer dor, mas a que estava sentindo era muito forte, era como se estivesse rasgando o musculo de seu coração. Bonnie não iria aguentar isso por muito tempo. Ela estava desesperada, não sabia o que fazer, não conhecia muitos feitiços.

- Meu Deus vovó, eu preciso da senhora. – Bonnie chorava enquanto ouvia os gritos involuntários de Damon.

- Bonnie querida salve Damon. – Ela ouviu a voz de sua avó, mas não a via.

- Vovó? – Ela perguntou sussurrando.

- Não perca tempo, salve-o logo antes que ele morra.

- Mas eu não sei como. – a ruivinha não sabia o que fazer.

- Apenas diga o que eu disser.

- Agora o gran finale. – Ângela quebrou a mesa de madeira que ficava no centro da sala de Bonnie e pegou uma perna bem pontuda e aproximou-a do vampiro. – É realmente uma pena. – quando ela ia enfia-la no coração do Salvatore ela foi arremessada para o outro canto da sala caindo sobre a mesinha de vidro.

- Procurando por mim? – Bonnie apareceu e a bruxa se levantou com um sorriso irônico estampado na cara.

- Ora, ora, ora se não é a bruxa que esta dando trabalho a Klaus. Pensei que fosse mais poderosa.

- Solte-o, seu assunto é comigo. – Bonnie disse seria, embora com muito medo, tinha que parecer forte. Ângela olhou de Bonnie pra Damon e sacou que havia algo entre eles.

- Essa coragem toda é por causa do Salvatore?

- Solte-o. – Bonnie apenas repetiu.

- E por que faria isso?

- Não vou falar de novo.

- Olha o que faço com ele. – Ângela falou mais algumas palavras e Damon urrou de dor, dessa vez a dor foi na cabeça. Bonnie se enfureceu e sua avó começou a dizer palavras desconexas e Bonnie as repetia, de repente Ângela começou a pegar fogo.

- O que é isso? – Ela gritava, mas Bonnie não se desconcentrava e continuou falando. A bruxa começou a gritar de dor, não conseguia apagar as chamas. – Para com isso.

- Bonnie o que é isso? – Damon estava impressionado, horrorizado e admirado, tudo misturado.

E os gritos cessaram, o que antes era uma pessoa, agora havia apenas cinzas no local. Bonnie se virou pra Damon e tirou o feitiço que Ângela havia posto nele. De repente a realidade voltou a ruiva e ela começou a chorar. Nunca em sua vida havia assassinado alguém. Mas aquilo não poderia ser considerado um assassinado, não é? Isso era em defesa própria, não era?

Damon correu e abraçou Bonnie que chorava como uma criança. Ela retribuiu o abraço.

- Ela... ela veio a mando de Klaus. – Bonnie chorava muito.

- Shii... Não se preocupe. Ele não vem mais aqui. Não deixarei nada acontecer a você. Se bem que foi você que me salvou. – Ele achou graça, mas parou quando viu que Bonnie não ria com ele. – Ouça Bonnie, precisamos sair daqui.

- O que? – Bonnie não estava entendendo.

- Temos que nos proteger de Klaus.

- Esta dizendo que vamos fugir? – Ela se afastou e o olhou nos olhos. Era impressionante como ele se sentia reconfortada pelo seu olhar. Era como olhar o céu à noite.

- Não. Eu nunca fujo, só iremos nos esconder por um momento. Só enquanto Stefan, Elena e Alaric não voltam com a Adaga. – Bonnie concordou com a cabeça e fungou.

- Tudo bem. – Só agora Damon percebeu a forma como sua pequena estava trajada. Apenas de toalha. Logo ele se lembrou da cessação de tê-la inteiramente sua. Seu pequeno corpo grudado ao seu, o sabor de seu beijo o calor de sua pele. Se ele tivesse um coração vivo estaria batendo a mil por hora. Mas Damon não foi o único que se deu conta da vestimenta da ruiva, a própria Bonnie se lembrou se afastando e correndo pra seu quarto para trocar de roupa. Alguns minutos depois Damon bateu na porta do quarto.

- Então, pronta pra ir?

Notas finais
e então gente, como ficou o capitulo?
espero que tenha agradado
beijinhos e até o proximo