Diários Do Vampiro - Entardecer
5 Traidor.
Notas iniciais
bom mas nesse capitulo aparece personagens meus também como Bruc, Gregory e Gioconda.
P.S: A parte do telefone, acho que não esta muito boa, não sou muito boa em escrever diálogos de telefone.
PDV Bonnie
- Mãeeee... A carta chegou! – Meu Deus não estava acreditando no que meus olhos viam. Uma carta endereçada a mim da Universidade de Virginia.
- O que diz? – Minha mãe perguntou tão eufórica quanto eu.
- Não sei, não abri.
- o que você esta esperando criatura?
- A coragem chegar.
Com as mãos tremulas abri o envelope. Li-o em ciência, completamente atônita. A principio não consegui ler. Meus olhos ficaram varrendo aquela pagina. Depois tudo clareou.
- Então, menina, diz.
- Mãe, você está olhando para a mais nova universitária da cidade.
- Ahhh, não acredito. – Ela me deu um abraço bem apertado e vários beijos. – Minha Bonnie, uma universitária. Querido, Bonnie foi aceita.
- Aff mãe, até parece que eu não tinha competência. – Falei fazendo biquinho.
Sai correndo direto para o telefone.
- Aonde você vai?
- Ligar para Elena e Meredith para falar a novidade.
Peguei o telefone e disquei o numero de Elena. Tu... (primeiro toque) Tu... (segundo toque). Aff será que ela não atende? Estava tão ansiosa pra contar a novidade.
“Alô”?
- Elena, você não vai acreditar. Eu... eu ... me esforcei tanto e puf, aconteceu...
“De que você esta falando”? – Ela disse confusa.
- Eu passei. Vamos estudar na mesma Universidade.
“Ahhh... Bonnie, não acredito. Stefan, você não vai acreditar. Acorda dorminhoco.” Ai – Ouvi Stefan dizer ao fundo.
“Acordaaaa... Bonnie vai estudar aquiiii”
“Meus parabéns Bonnie, sabia que conseguiria”. – Stefan havia roubado o telefone das mãos de Elena.
- Obrigada gente.
“E quando você vem se matricular”? – Ao que parece Elena conseguiu o telefone de novo
- Semana que vem. Agora vou ligar para Margareth.
“Pois até semana que vem”
- Até semana que vem.
Desliguei e fui logo discando o numero de Margareth.
“Bonnie”?
- Você não vai acreditar... Passei para Belas Ates na Virginia Tech.
“Ahhh”... Vamos estudar juntaaaassss. Quer dizer, não tão juntas, visto que eu estudo direito.
- Isso não importa, o importante é que não vamos estar tão longe.
“Verdade”.
- Agora tenho que desligar, vou comemorar com meus pais, já que minhas Best Friends não estão comigo.
“Até. Beijos”.
- Beijos.
PDV Damon
Depois de vários dias de viagem em cima de um thurg avistei um enorme castelo rodeado por vastas paredes de concreto. “muros bem fortes esses”. Pensei.
O castelo era uma graça. Todo branco, com azulejos de madrepérolas. O portão enorme de grades igualmente branco.
- Quem vem lá? – Perguntou um dos guardas que vigiavam o castelo.
- Damon Salvatore.
- O que procura? – Gritou o mesmo.
- Uma audiência com a princesa Andrômeda.
- Em que consiste a audiência?
- Infelizmente não posso revelar o motivo. – Que cara petulante.
- Vou perguntar se a princesa pode vê-lo. Peço para que aguarde onde esta.
- Ela consentiu a audiência. – Disse depois de um bom tempo e abriu os portões.
Assim que passei dos portões vi que no que o castelo era gracioso ele escondia perigos... logo que se entra deparei com um riacho ao redor do castelo com peixes carnívoros, parecia piranhas.
A princesa me aguardava no salão do trono como me dissera outro guarda. Fui levado até lá.
Andrômeda e Jessalyn eram mulheres igualmente lindas. Com longos cabelos ruivos, com o rosto de uma criança, o que fez me lembrar de minha passarinha ruivinha. Essa comparação com Bonnie acabou dando-me mais vontade de ir em frente com o plano mesmo sabendo o quão perigoso era. Não sei o motivo de isso acontecer só por causa da semelhança com Bonnie.
A princesa me olhou dos pés a cabeça. E disse?
- Já ouvi falar de você Sr. Salvatore. E muito bem por sinal.
PDV Autora
Damon olhou com malicia para Princesa dando-lhe um sorriso bastante sedutor.
- Deve ter ouvido sim. Servi a sua irmã.
- Não me fale daquela bastarda. A odeio desde que nasceu. Matou minha mãe no parto. Foi a ultima a nascer.
- Sei muito bem do que esta falando, meu irmão mais novo também matou minha mãe. O odeio mais que tudo em minha vida. – Bom isso não era de toda verdade, aprendi a conviver com ele. Pensou.
Andrômeda olhou pra ele com mais intensidade e mais ambição, pois agora sabia que ele compartilhava o mesmo sentimento que ela. Ódio.
- E o que fez a ele? – Perguntou curiosa;
- O matei quando tinha 10 anos e ele 6 anos. – Falou secamente.
- Uau. – Ela disse em um suspiro. – E o que o traz aqui?
- vim pedir um cargo a vossa Alteza. Estou cansado te servir sua irmã. Muito boazinha.
- Típico de Jessalyn. – falou revirando os olhos. Incrível como se parecia com Bonnie quando fez isso. – Que cargo você tinha lá?
- Chefe da guarda.
- Uau, cargo de confiança. Infelizmente não posso te dar esse cargo por que como já havia dito é de muita confiança e eu pouco te conheço. – Pensou um pouco e disse. — Façamos um seguinte, passe alguns dias comigo e veremos qual cargo te dou.
- Como à senhora desejar. – Falou maliciosamente.
PDV Bonnie.
Uau. Parece que foi ontem que estava falando pra Elena e Meredith que eu ia para Virginia Tech. E agora estou indo fazer minha matricula junto com meu pai. Tudo bem parece uma coisa humilhante ir com o pai fazer a matricula em uma universidade, mas como já devem saber, sou muito tímida.
Depois de afazer minha tão sonhada matrícula, fui visitar Elena e Stefan enquanto meu pai foi telefonar para minha mãe. Que por sinal me receberam de braços aberto.
- Bonnie, nem acredito que você esta aqui. Finalmente resolveu fazer faculdade. – Falou no meio de um enorme abraço.
- Pois é, na verdade não sei nem o porquê de não ter feito antes. Deveria ter feito junto com vocês.
Notei que Elena e Stefan trocaram olhares, como se soubesse de algo que eu não sabia e isso me tirava realmente fora do sério.
- Isso não importa, o que importa realmente é que você veio. Pode ter certeza de uma coisa, aquele ditado se encaixa perfeitamente bem, “antes tarde do que nunca”. – Falou tendo um ataque de risos.
Eu não iria deixar aquela troca de olhares entre meus amigos assim tão barato, quando tivesse oportunidade eu iria sondar Elena para saber o que foi aquilo. Mas enquanto isso me pus a rir com sua risada. Era muito contagiante.
PDV Damon
Já haviam se passado vários dias desde minha chegada ao castelo de Andrômeda e nada de achar essa maldita adaga.
- Senhor Salvatore. – Olhei rapidamente para o mordomo Gregory. – Vossa Alteza vos chama aos aposentos reais.
Subi as escadas lentamente, não estava nem um pouco com vontade de encontra-la. Toda vez que a via me lembrava de Fell’s Church, principalmente de minha Ruivinha. Não entendia essa súbita sensação de saudade, acho que isso deve ao fato de termos passado por varias coisas juntos e a ideia tê-la desprotegida em um lugar onde acontece várias coisas acontecem, mesmo com a morte daqueles demônios isso não quer dizer que aquela cidade esta imune a outros ataques.
Encontrei a princesa me esperando em sua enorme cama com lençóis de ceda vermelho vinho. Ela estava usando uma camisola longa com uma enorme abertura nas pernas, era toda de seda com detalhes em renda preta. Não vou mentir, ela estava muito atraente. Seus cabelos estavam soltos em uma longa cascata de fogo. Ela olhava pra mim de uma forma sensual. Então tive uma ideia. Sei que estava tentando me seduzir, mas eu iria usar isso contra ela. Sou muito bom nisso.
- Achei que não viesse mais meu querido. – Ela falou de joelhos em cima da cama. – Achei que vampiros fossem incrivelmente rápidos.
- Desculpe a demora My Lady. Gregory demorou a dar o recado. – Disse jogando meu sorriso mais sedutor. Parece que funcionou visto que deu uma mordidinha no lado esquerdo dos lábios esbanjando desejo.
- Mas em que posso ajudar? – Continuei.
- Venha aqui. – Ela indicou para eu sentar ao seu lado da cama. – Você me acha bonita?
- A mais bela de todas as mulheres em todos os séculos que já vivi.
- Sabe que não acredito, não sabe? Sussurrou em meu ouvido.
- Pois deveria, porque é a mais pura verdade. Sussurrei de volta.
- Prove para mim.
Não iria me doer em nada fazer o que ela queria, afinal era só sexo. Quantas vezes eu já havia feito isso só por diversão? Perdi até a conta. Mas acontece que dessa vez foi diferente. Quando olhei pra ela pude ver claramente que a mulher que estava comigo não era mais ela e sim uma ruiva com pele clara e com o rosto em forma de coração. Bonnie. Foi esse o nome que veio em minha cabeça.
Balancei a cabeça para ver se aquele rosto não sai de minha mente, mas nada aconteceu. Continuei vendo aquela pequena. Meu coração acelerou, minhas mãos começaram a suar, minha boca ficou seca. Não sei porque a imagem da ruivinha teve tanto poder sobre mim. E não estava a fim de pensar agora.
- Damon... – Ela sussurrou em meu ouvido
Olhei no fundo dos olhos dela e a dei um beijo desesperador, precisava sentir o gosto da boca de minha ruivinha. Então ela agarrou-se em meu pescoço me fazendo cair na cama. Olhou-me maliciosamente e me puxou mais e mais fazendo com que meu corpo se encaixasse no dela. Pus a mão direita em sua coxa e a esquerda puxava seu pescoço para mais perto de minha boca. Já estava sentindo meu órgão ficar ereto quando cometi um erro.
- Bonnie... – Gemi o seu nome ardendo de desejo quando de repente ela parou e me olhou indignada. Agora vi que não era mais quem eu pensava e sim uma mulher que não era a que eu queria com uma cara que dizia que não estava para amigos.
- Do que você me chamou? – Ela se levantou e ficou perto da janela.
- Não chamei de nada, quilo foi apenas um gemido. – Falei despreocupadamente.
- Você gemeu o nome de Bonnie. – Ela estava gritando. – Eu sei que ela é assim com também sei quem é Elena e Meredith. Sei que estiveram na Dimensão das Trevas... – Parou abruptamente e puxou uma cordinha que estava escondida nas cortinas da janela onde estava. Logo depois apareceu dois guardas enormes.
- Posso não ser uma vampira como minha irmã ou você, mas meus guardas são. Você não vai conseguir lutar contra eles, afinal, você viu, são muitos. – Ela olhou para os guardas e disse. – Levem-no daqui.
Mas antes que eles me levassem eu disse.
- Isso não vai ficar assim, você pagara com a morte. – Diante dessa ameaça ela começou a gargalhar.
[...]
Chegando à masmorra, os guardas me prenderam meus braços em correntes que estavam penduradas no teto. Logo depois Andrômeda, que por sinal não havia chegado só e sim acompanhada de um homem mais velho, mas muito parecido com ela. Andrômeda chegou coberta por um robe da cor da noite.
- Achou que eu iria cair no seu joguinho, meu querido Damon?
Não respondi apenas a olhei com o olhar do predador que eu era.
- Sei muito bem que você usou minha irmã para se tornar um vampiro e depois a abandonou. Não sei o que você esta procurando, mas irei descobrir e quando descobri você morrerá.
Olhei pra ela e pude ver que dentro do robe havia um cito afivelado à sua cintura e vi também aqui aquilo que estava amarrado no cinto era o objeto que eu procurava. A Adaga de Clarenphelten.
PDV Autora
Bonnie passou no apartamento de Elena bem cedo acompanhada por Meredith. Agora que são vizinhas Bonnie que passar o maior tempo possível com as amigas já que suas aulas vão começar dentro de dois dias.
- Bom dia! – Disse Meredith e Bonnie em perfeita sincronia, ambas com sorriso estampado nos rostos.
- Bom dia! Mas vocês vieram tão cedo. – Elena ainda estava com roupas de dormir e com os cabelos loiros desgrenhados. – Não tínhamos combinado oito horas? – Disse bocejando.
- E você pensa que são que horas flor? – Disse Meredith pondo as mãos na cintura.
- Sei lá. Cedo. – Agora Elena estava coçando os olhos, meio que atordoada.
- Se você diz que dez horas são cedo... E olha que chegamos bem atrasadas por culpa da Bonnie que não se decidia que roupa usar.
- Eleninha, não temos culpa se Stefan não deixou você dormir. – Bonnie falou ingenuamente, com risinhos maliciosos.
- Ah, deixem de serem maliciosas as duas. Mês esperem aqui na sala, por favor, Stefan não esta vestido adequadamente. – Saiu e logo apareceu se esquecendo de comentar algo. – Ele não me deixou dormir à noite. – falou com olhar malicioso.
[...]
Elas estavam andando pelas ruas de Virginia alegremente, quando de repente Bonnie parou fitando uma loja. Não era exatamente uma loja e sim um salão de beleza. Meredith e Elena foram até amiga ver o que tinha feito ela parar dessa forma.
- Gente, o que vocês acham do visu de vocês? – A ruivinha disse séria sem tirar os olhos da vitrine.
- O que quer dizer como isso? – Elena e Meredith a olhavam com medo.
- Vocês não tem vontade de mudar? – Ninguém respondeu Meredith e Elena apenas trocaram olhares.
- Quer dizer, Elena sempre com a mesma cor de cabelo, o mesmo corte. Meredith não é diferente. Eu tenho vontade de mudar... A cor, quero dizer. Estou cansada de ser ruiva.
-Mas Bonnie, você adora seu cabelo. – Principalmente depois de Damon começou a chamar de ruivinha, o apelido carinhoso que ele deu a ela. – Pensou Elena.
Bonnie ignorou o comentário da amiga e adentrou no salão.
PDV Bonnie
Entrei no salão ignorando os comentários de Elena e Meredith. Não conseguia mais ficar desse jeito. A fisionomia do meu rosto e principalmente de meus cabelos me davam nostalgia a muito tempo e só agora tive coragem de mudar.
- Bom dia. – Falei para uma mulher que estava na recepção do salão.
- Bom dia. Tem hora marcada? – A mulher falou sem olhar pra mim, estava mais interessada na revista em suas mãos.
- Não, não tenho, mas você não poderia fazer com que eu seja atendida? – Perguntei timidamente.
-Não, não posso. Estamos lotados.
Olhei de um lado para o outro e não vi ninguém.
- Estão lotados? Com quem, fantasmas? – A mulher nem me deu ouvidos.
- Por Deus Gioconda. Isso são modos de tratar uma cliente. – Falou um homem com jeito feminino. – Desculpe querida, Gioconda é meio rude, mas não morde. Em que posso ajudar? – O homem que era loiro artificial me perguntou com um vasto sorriso.
- Queria dar uma repaginada no cabelo.
- Que coisa boa. Mas você pode dar-me uma licencinha só enquanto falo com Gioconda?
- Claro. – Não pude ouvir o que falavam, mas dava pra ver que estavam discutindo. O loiro sacudia os braços freneticamente, mas ao que parece ele não tinha moral algum por que ela apenas olhou pra ele e pra mim e deu de ombros.
Voltando ele disse:
- Tem alguma coisa em mente lindinha?
- Não, só quero deixar de ser ruiva e cortar um pouco as pontinhas. – passei uma das mãos no meu cabelo e analisei as pontinhas.
- Mas seu cabelo é tão lindo vermelho. – Ele disse com pena.
- Eu não disse Bonnie, até o cabeleireiro acha o mesmo que a gente. – Nem tinha notado que Meredith e Elena tinham entrado no salão.
- Não interessa. Quero mudar. Cidade nova. Vida nova. Cabelos novos. – Falei determinada.
- E que cor você quer pintar? – O loiro perguntou.
- Ah, não sei. Alguma coisa perto do castanho.
- Então mão a obra.
PVD Damon
Depois que Andrômeda e seus guardas saíram tentei quebrar as correntes, mas notei que estavam cheias de verbena.
- Droga. Como vou sair daqui?
Ouvi a porta se abrindo e logo em seguida apareceu o homem que estava com a maldita princesa.
- Quem é você e o que quer? – Perguntei impaciente e com muita raiva.
- Sou Bruc, irmão de Andrômeda e vim te ajudar. – respondeu abrindo as correntes.
- E por que acha que devo acreditar em você Bruc? – Estava desconfiado, afinal por que diabos o irmão da princesa iria me ajudar?
- Deve esta se perguntando por que estou te ajudando. – Ele falou parecendo que estava lendo meus pensamentos. Apenas balancei a cabeça confirmando.
— Essa Andrômeda que você viu não é a verdadeira. Minha irmã é uma bruxa, como pode perceber. Vou tentar ser bem rápido, ela não pode nem sonhar que estou te ajudando.
“Minhas irmãs e eu vivíamos em um povoado aqui perto, um vampiro apareceu e transformou Jessalyn em uma vampira, seu nome era Sage, e a levou para um acastelo onde ela pode governar. Com isso Andrômeda ficou com ciúmes, não entendia o porquê Sage havia escolhido Jessalyn para ser sua princesa e não ela, ela estava apaixonada por Sage. Um tempo depois apareceu uma senhora dizendo que poderia ajudar Andrômeda a conquista o vampiro e virar sua princesa. Mas para isso teria que aprimorar seus poderes. Isso foi um choque pra minha família, saber que minha irmã era uma bruxa. Essa velha ajudou a aprimorar seus poderes e a coitadinha de minha irmã estava muito feliz com isso acontecendo. O que não sabíamos era que a velha estava fazendo isso não para ajudá-la e sim para possui-la tornando-se a bruxa mais poderosa dessa dimensão por que juntou seus poderes e o de minha irmã. A bruxa velha aprisionou a alma de minha irmã em uma flor e a pôs em algum lugar desse reino. Eu me uni a ela, não por que quero ver a desgraça de Andrômeda, mas sim por que esperava uma oportunidade para liberta-la e a oportunidade chegou com você”.
- Mas o que tem a ver libertar a alma de Andrômeda com minha liberdade? – Eu quis saber.
- Imagino que queira abrir o portal. Para abrir o portal precisa da adaga e eu a tenho. – Ele me mostrou em sua mão. – Libertando minha irmã abrirá o portal.
- Tudo bem, faço tudo para sair daqui.
— Mas não é tão fácil. – Será possível que nada que se refira essa mulher é fácil? Revirei os olhos. – Há uma lenda que diz que para abrir o portal precisa decifrar o enigma.
- Por acaso não seria O Enigma de Andrômeda, seria? – Disse com um pouco de humor negro.
- O que? – Ele estava confuso.
- Nada. Diz o enigma.
-“ Sobre as flores o mar se abre
Com uma punhalada o mau se desfaz
Mas na alma errada será irremediado”.
Notas finais
e Bonnie, ficara legal com seu novo visual?
será que Bonnie vai descobrir o que os olhares de Stefan e Elena querem dizer??
isso e outras perguntas serão respondidos nos próximos capítulos.
bjs.
estão gostando? Espero que sim.
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