Diários Do Vampiro - Entardecer
16 Revelações
Notas iniciais
mil desculpas pela demora, mas é que eu estava sem espiração... nesse capítulo vocês vao entender um pouco o motivo de Klaus querer Katherine viva... espero que gostem
p.s: Ângela é criaçao minha.
beijinhos
PDV Autora
Elijah se perguntava por onde aquela vampira se escondia. Uma coisa ele tinha que admitir, quando se tratava de se esconder Katherine era excelente.
Katherine não sabia mais por onde se esconder. Ela havia passado séculos e séculos se escondendo de Klaus, ele conhecia todos os lugares possíveis que ela poderia estar e com certeza ele havia informado a seu irmão desses possíveis locais. Mas logo a vampira se lembrou de um lugar que Klaus jamais iria desconfiaria. Na verdade nem a própria Katherine se lembrou. Esse seria o ultimo esconderijo que poderia imaginar. Mas é como dizem, situações de desespero pedem medias desesperadas.
- Mas é claro, o pensionato. – Ela sorriu com a revelação de seus pensamentos. – Seria bom ficar mais uma vez com os meus Salvatores. – Embora soubesse que eles a queriam morta, mas ela sabia que eles a ajudaria, afinal tinha certeza de que gostariam de saber o que Elijah queria com ela e com a bruxinha.
Em Chicago
- Então, Katherine esta de volta? – Klaus perguntou ao telefone.
“Sim, mas ela fugiu”. – Elijah respondeu.
- É claro que sim. Ela não seria Katherine se não fugisse. E a bruxa?
“ Depois que que ressuscitou Katherine o Salvatore mais velho a resgatou”. – Ele não iria dizer que os deixou escapar por admiração aos sentimentos deles. Se Klaus soubesse iria acabar com ele, porque apesar de ser um Original, sabia que suas forças não se comparavam com a do irmão, que por sinal era um hibrido.
- Como você os deixou escapar? Você é bem mais forte que eles. – O hibrido estava muito irritado.
“O que queria que eu fizesse ir atrás da bruxa ou de Katherine”?
- E por sinal, deixou ambas escaparem. – Klaus rangia os dentes de tão furioso. Como ele pode ser tão imprestável? Não conseguia nem segurar uma bruxa indefesa e uma vampira que acabou de voltar dos mortos. – Pensou.
“Eu não entendo o porquê quer tanto a bruxa, você já conseguiu o que queria. Katherine esta viva. Não é isso que importa”?
- Tenho outros planos para a pequena Bonnie. – Disse sombriamente. Elijah não estava gostando disso. – Ouça, vá atrás de Katherine e não me decepcione. Eu vou atrás da bruxa. – Disse e desligou o telefone.
- Quando eu vou aprender que quando quero um trabalho bem feito terei que fazer eu mesmo? – Disse pensativo.
- Por que quer tanto a druida? – Ângela perguntou se aproximando de Klaus e depositando um beijo no pescoço dele.
-Ora meu amor, você já sabe. Preciso dela para quebrar o feitiço de ligação que tenho com meus “irmãozinhos”.
- Pretende se livrar deles?
- Até parece que não me conhece. – Disse revirando os olhos. – Mas é claro que sim. É preciso. Eles sabem como me matar. Preciso me livrar de todos aqueles que sabem. – Disse isso mais para si que para Ângela.
- Mas estão praticamente mortos, a não ser que alguém retire a adaga de carvalho brando de seus corações e, particularmente, duvido que alguém vá fazer isso. Nem mesmo você sabe o paradeiro dos caixões deles.
- Mas tem alguém que sabe além de Katherine. – Sussurrou.
- Fala de Michael? – Ela sentou-se no sofá.
- Exato. Meu “querido pai”. E se ele despertar meus irmãos vão querer acabar comigo. Estou em desvantagem em relação a Michael.
- Certo, e por que uma druida? Se quer uma bruxa eu posso ajudar. Sou uma bruxa, sabe disso. – Disse decepcionada.
- Preciso dela porque foi uma druida quem fez o feitiço e terá que ser uma druida que terá que desfaze-lo. E como ela é a ultima descendente...
- E a cópia?
- Preciso do sangue dela.
- É por isso que quer ajuda-la com o Salvatore?
- Olha, você é muito inteligente. – Klaus falou ironicamente. – Preciso ganhar a confiança dela para ter o que quero.
- E depois apunhala-la pelas costas. – Ângela afirmou.
- Exatamente.
- Nossa como você é mau. – Disse de forma sedutora.
- Obrigado, e você nem pense em me trair, pois sabe qual será seu fim.
- Nunca o trairia meu amor. – Ela o beijou abruptamente.
PDV Stefan
Estava no meu quarto pensando em Elena. Ultimamente ela estava muito estranha. Eu sabia dos sentimentos dela em relação a Damon, embora ela negasse. Estava escrito em sua cara. Meus pensamentos foram interrompidos quando alguém bateu em minha porta. Era a Sra. Flowers.
- Stefan querido, tem visita pra você lá em baixo.
- Visita? – Mas quem poderia ser?
- Sim, uma jovem muito parecida com a jovem Elena. – Ela me deu um olhar presunçoso.
- Katherine? – Fiquei surpreso. Mas ao mesmo tempo surgiu uma raiva crescente dentro de mim. – O que ela quer?
- Não sei querido, mas ela disse que tem um assunto muito importante para tratar com você.
- Obrigado, eu já descerei.
Pus uma camisa vermelho vinho e fui ao encontro da vampira que me esperava na varanda do pensionato.
Muito esperto Sra. Flowers. – Pensei. É claro que ela sabia o que Katherine era e é por isso que não a convidou para entrar.
- o que quer aqui? – Perguntei assim que passei pela porta.
- Ora meu querido Stefan, onde estão seus modos? – Ela se fingiu de ofendida pondo a mão no “coração”, é claro que coração ela não tinha.
Bufei.
- Não vamos fingir que nos amamos e me responda o que quer aqui. – Disse rudemente.
- Mas eu nunca fingi que te amava. O que eu sentia era e é verdade ainda. – Ela se aproximou de mim e pôs a mão em meu rosto e a retirei bruscamente de cima de mim.
- Uau, esta aprendendo esses modos com Damon? Sinto dizer, mas não combina nem um pouco com você. – Ela disse balançando a cabeça.
- Estou perdendo a paciência.
- Preciso da ajuda de vocês. – Nunca conheci uma vampira mais insolente que Katherine, como ela tinha coragem de dizer isso? Levantei a sobrancelha, não consegui acreditar no que ouvi.
- E por que acha que iremos ajudar? – Cruzei os braços.
- Imagino que queira saber a razão pelo Elijah querer a bruxinha Bonnie e a mim.
- E imagino que em troca da informação vai querer proteção.
- Exato. – Respondeu alegremente. Não acredito no que eu vou fazer. Suspirei.
- Sra. Flowers, pode convidar Katherine a entrar?
- Tem certeza disso querido? – Ela apareceu na porta.
- Não, não tenho, mas é preciso.
Vi Katherine dar um sorriso de vitória. Sinto que vou me arrepender disso.
PDV Bonnie
Acordei com o brilho do sol em meu rosto. Que droga, acho que me esqueci de fechar as cortinas.
Abri os olhos tentando me situar onde eu estava. Em casa. Era estranho, mas por algum motivo eu me sentia muito cansada. Espreguicei-me sentando em minha cama, foi quando percebi que estava sem roupa alguma. Cobri-me imediatamente. Olhei para o chão e vi minhas roupas todas espalhadas. Voltei meu olhar para uma poltrona que ficava próxima a minha janela e o vi vestido com apenas sua calça preta e sem blusa, mostrando seu abdômen definido. O vampiro mais lindo e sexy que já vira em minha vida. Logo me lembrei do que ocorreu ontem. O dia mais feliz de minha vida.
- Bom dia. – Sorri pra ele.
- Boa tarde Bela Adormecida – Ele me corrigiu sorrindo. (Ai Meu Deus, que sorriso...) – Que bom que acordou. – Ele se aproximou de mim.
- Boa tarde? Mais ainda é cedo. – Eu acho. Ele levantou a sobrancelha e riu.
- Se você acha que duas horas da tarde é cedo. – Ele se sentou pertinho de mim e depositou um selinho em meus lábios.
Ai como era bom sentir seus lábios nos meu. Ainda bem que eu estava sentada, porque então eu iria cair, visto que já sentia minhas pernas bambas. Foi que me lembrei de que meu hálito não é um dos melhores quando acordo. Levantei-me bruscamente.
- O que foi? – Perguntou confuso.
- Preciso ir ao banheiro.
- Tudo bem, vou descer e fazer seu almoço.
- Mas Damon, e meus pais? Eles vão te ver. – Parei na porta do banheiro.
- Eles já saíram faz um bom tempo e só voltam pela noite.
- Como sabe?
- Eu ouvi. – É claro que sim.
- Mas e Mary? Ela desconfia de nós. E se te ver vai zoar comigo mais ainda. – Se ela fazia isso comigo só desconfiando, imagina quando tiver certeza.
Ele se aproximou de mim e beijou meu pescoço. Nessa hora senti uma corrente elétrica percorrendo por toda minha coluna vertebral.
- Ela também não esta aqui. Esta no hospital.
- Ela não esta? – Borboletas agitavam meu ventre imaginando a casa toda pra mim e Damon.
- Não. Temos a casa toda pra nós. – Disse maliciosamente.
- Quer tomar banho comigo? – De onde saiu essa coragem?
- Eu adoraria, mas você precisa comer e se eu for tomar banho com você, você faria tudo, menos comer. – Era verdade.
- Mas eu não estou com fome. – protestei. Mas nessa hora minha barriga me traiu roncando. Ele riu e me deu outro selinho demorado.
- Não é o que sua barriga diz.
- E qual o prato do dia?
- Especialidade Italiana. Espero que goste.
-Tudo que você faz eu gosto.
- É bom mesmo bruxinha. – E desceu.
Meu Deus, isso só pode ser um sonho. Tomara que eu nunca acorde. Olhei para o quarto e vi todo bagunçado. Vi uma mancha de sangue na colcha da cama, é claro que isso já era esperado, terei que lavar antes de alguém chegar e perguntar o que foi isso.
Adentrei no banheiro e fiz minha higiene bucal e depois fui tomar banho. Como era bom sentir a água descendo por meu corpo, era tão relaxante. Depois do banho pus um vestidinho de florezinhas que ia até os joelhos. E fui arrumar o quarto.
Com o quarto arrumado desci as escadas e fui em direção à lavanderia por os lençóis pra lavar na maquina. Vi meu vampiro na cozinha preparando a “especialidade italiana” dele.
- E como anda o almoço? – Perguntei dando-lhe um abraço pelas costas. Ele estava realmente lindo com uma toalha de pratos sobre um dos ombros e tão concentrado na preparação do prato.
- Dessa forma ele vai andar direto para o lixo. Se continuar me provocando assim ele vai queimar. – Virou-se me agarrando pela cintura e com seu lindo sorriso.
- Então é melhor se concentrar na comida de novo. – Disse pondo a mão no seu peito e me impulsionando para me afastar dele. Mas ele não deixou. Deu-me um beijo na boca urgentemente. – Damon, assim vai queimar. – Consegui, com, muita relutância, me afastar de seus lábios, mas não me desgrudei dele.
- Ué, mas você não estava preocupada com isso, já que estava me provocando, ainda mais com esse vestido sexy. – Olhou-me maliciosamente. Corei.
- Gostou? – Disse maliciosa. Nossa, a convivência com ele esta me fazendo ficar igual a ele.
- Gostei, mas prefiro você sem roupa alguma. – Vi um brilho no seu olhar. Corei mais ainda. Acho que me enganei, eu nunca conseguiria ficar igual a ele em termos de provocações.
- E o que esta preparando. – Tentei mudar de assunto.
- Espaguete à Carbonara. – Disse orgulhoso.
- Hunn. O cheiro está divino. – Aproximei-me da panela.
- Não é novidade querida, tudo que eu faço é divino.
- Espero que o gosto da sua comida não seja igual à sua modéstia.
- Você não devia ter dito isso bruxinha. – Disse sussurrando no meu ouvido. Me arrepiei todinha.
-É, e o que vai fazer? – Tentei provoca-lo.
- Castiga-la.
Ele beijou-me de forma avassaladora. Sua língua pedindo passagem por minha boca e eu, é claro, consenti. Abri minha boca como eu nunca tinha aberto antes deixando com que me invadisse. Ele me apertou com mais força, (pude jurar que ele iria me quebrar) passei as mãos por seus cabelos sedosos e puxei sua cabeça pra mais perto de mim. Senti-o vibrar com isso. Damon me empurrou até a bancada da cozinha e me pôs em cima dela. Eu já podia sentir que ele estava tão excitado quanto eu, eu sentia sua dureza entre minhas pernas.
- Não devia ter brincado com fogo passarinha. – Pude sentir seu desejo
- Adoro me queimar. – E o puxei para outro beijo. Ele saiu de minha boca indo direto para meu pescoço, sua mão direita acariciando minha coxa esquerda. Eu estava sentindo minha intimidade pulsar pedindo por ele.
- Damon... – Gemi. Senti seu riso entre os beijos que estava dando em meu colo.
- Mas que diabos está fazendo? – Olhei atordoada. Mary estava me olhando na entrada da cozinha. Meu amado Deus, porque ela não me dá uma trégua e para e me interromper nos meus momentos mais quentes?
Como já era de se esperar Damon já tinha sumido. Mas é claro, eu tinha quase certeza de que ele sabia que ela estava vindo e me deixou de proposito aqui para me livrar dessa sozinha. Imagino que esse era meu castigo por tê-lo provocado.
Eu estava em uma posição um pouco comprometedora. Estava sentada no balcão de pernas abertas, com o cabelo todo bagunçado e com falta de ar.
- Nada. – Não conseguia pensar em nada. Aquele vampiro não aprende mesmo, mas ele vai me pagar.
- Por que está sentada ai? – apontou pro balcão com a cabeça.
- Estava cansada. – Foi a primeira coisa que surgiu em minha cabeça.
- E resolveu sentar-se ai?
- Exatamente.
- Você esta muito estranha, Bonnie. – Ela percebeu o cheiro que vinha da panela que estava no fogão. – Esta cozinhando? –Disse impressionada.
- Sim
- E desde quando sabe cozinhar?
- Desde ontem. Elena me ensinou.
- Ela ensinou comida italiana?
- Sim.
- Me responde outra coisa, qual o motivo do carro do Damon ainda estar estacionado na porta de casa? O papai e a mamãe perguntaram e eu tive que mentir.
Mas que droga, eu tinha me esquecido completamente do carro dele.
- Ele preferiu ir a pé. – Meu Deus, por que o senhor não me deu o dom de mentir? É claro que ela não iria acreditar nisso.
- Tendo uma Ferrari dessa, ele preferiu ir a pé? Acha que eu acredito nisso?
- Tanto faz, eu vou dar uma voltinha. – Sai o mais rápido possível de casa.
Assim que fui pra fora vi um corvo nego em cima de uma árvore.
- Você é muito covarde, sabia? – Ele desceu da árvore e se transformou em um lindo vampiro.
- Você preferia que ela nos pegasse juntos em um momento não muito legal? – Disse de forma safada.
- Eu preferiria que tivesse me avisado que ela estava chegando. Eu sofri lá dentro para tentar me explicar. – Eu estava irritada.
- E pelo jeito não deu certo. Eu tenho certeza absoluta deque ela não acreditou em nenhuma palavra sua. Pra falar a verdade, nem eu acreditaria.
- Eu te odeio.
- Eu te amo. Sabe que você fica linda irritada? – Ele acariciou meu rosto, nesse momento eu me esqueci completamente o motivo de eu ter ficado irritada com ele. – Eu tenho que ir.
- Mas já? – Falei decepcionada.
- Infelizmente. Stefan me ligou dizendo que precisava falar comigo.
- Quer que eu vá com você?
- Não deve ser importante. Eu prometo que volto depois.
- Vou acreditar em você. Não me decepcione.
- Nunca. – Ele me deu um selinho, entrou no carro e se foi.
- Vamos lá. Tenho que enfrentar a chuva de perguntas de Mary sozinha... De novo.
PDV Damon
Assim que deixei a casa de minha passarinha fui ver meu irmão. Ele havia dito que queria falar uma coisa séria comigo.
Cheguei ao lugar marcado e o encontrei junto com Meredith, o que me deixou bem preocupado. Ele havia dito para não dizer nada a Bonnie, mas sua amiga estava presente na “reuniãozinha”. Estranho.
- Que bom que chegou Damon. – Stefan disse assim que sai do carro.
- Qual o problema? – Stefan e Meredith se olharam.
- Temos uma visitinha no pensionato. – Stefan respondeu.
- Que seria?
- Katherine. – Meredith disse sem rodeios.
- O que? Mas como você deixou? Ela tem que esta morta.
- Eu sei, mas ela é nossa única resposta para nossos problemas. – Stefan disse.
- Ela é o nosso problema.
- Ela sabe o motivo de Klaus querer Bonnie e por que dele querer Katherine viva. – Meredith disse.
- Mas pra falar ela quer proteção contra Klaus. – Completou Stefan.
- Sabe a pior parte? – Meredith disse pensativa. – É que eu tenho certeza de que ela não vai falar assim tão fácil.
- Como não. Ela quer proteção, é a única coisa que ela pede.
- Até parece que não a conhece. – Dessa vez foi Stefan que disse. – Ela sempre faz os joguinhos dela, mas não podemos deixar. Temos que fazer nosso joguinho primeiro.
- Damon, o motivo para não queremos Bonnie nessa conversa é por que precisamos de você para fazer esse “joguinho”.
- Que seria?
- Seduzir Katherine. – Meredith disse sem rodeios.
- Só podem estar de brincadeira. Por que não faz isso Stefan. Ele ama você e não a mim. Ela já deixou isso bem claro.
- Se eu for ela vai desconfiar afinal ela sabe que eu nunca a amei.
- E se você for, ela não vai desconfiar, pois você sempre a amou. – Meredith completou a fala de Stefan. Estava na cara que eles já tinham planejado isso e me chamaram só para dar a noticia.
- Mas eu não a amo mais.
- Mas ela não sabe. – Meredith concluiu.
- Tudo bem, mas não respondo por mim se ela me irritar.
Notas finais
mereço Reviews? eu tb espero que sim
até o proximo capítulo.
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