Notas iniciais
Minhas queridas leitoras, 1000 desculpas por te-las deixado sem a continuação da historia, mas é porque eu fui literalmente sequestrada por minha família para passar a metade da semana em um lugar onde nao existe tecnologia... Arg.. Pra mim era no meio do mato, sem internet, televisão e para ter uma ideia nem sinal do celular tinha... totalmente incomunicável..
bom, mas voltando ao que interessa

PDV Autora

Damon não sabia o que significava aquelas palavras, mas de uma coisa ele sabia, não iria descansar até descobrir e enfim sair de lá.

- Como foi que você conseguiu a adaga? – Damon perguntou correndo, já estava fora da masmorra com seu novo aliado.

- Foi fácil. Andrômeda passa o dia todo com isso, mas ela tira quando vai dormir, pondo em um cofre. Tive apenas que prestar atenção nela enquanto digitava a combinação do cofre.

- E por que você não fez isso a mais tempo e libertou sua irmã, afinal já sabia como conseguir a adaga e sabia o enigma. – Damon não intendia isso.

- Porque o portal só pode ser aberto por um vampiro, demônio ou bruxo. Humanos não podem, isso foi uma forma de evitar fugas de escravos. – Agora eles já estavam quase saindo do castelo. – Só tenho medo de quando ela descobrir que te ajudei a fugir e que a roubei.

- Não se preocupe, estarei preparado quando isso acontecer e pronto para mata-la. – Damon estava realmente decidido no que fazer com aquela vaca. Seu olhar de matador dizia tudo.

De repente Bruc segurou seu braço de forma ameaçadora e começou a xinga-lo.

- Que diabos pensa que está fazendo? – Perguntou um Damon confuso com aquela reação.

Bruc apenas fez um gesto para ele se calar e apontou para um dos pontos de vigia do castelo.

- Para onde esta levando o prisioneiro? – Perguntou um guarda que ficava nos portões do castelo.

- Estou levando-o para a prisão de segurança máxima do reino. Ordens da Princesa.

- Nunca ouvi falar dessa prisão. – O guarda falou coçando a cabeça confuso.

- E quem disse que você, um simples soldadinho vigia, tem que saber de todas as coisas que tem no palácio? – Bruc falos menosprezando o soldado em tom superior. – Deixe-me passar agora ou arcará com as consequências.

-Me perdoe senhor, só estava fazendo meu trabalho. – E os deu passagem.

- Se você tivesse me dito antes eu apenas o influenciaria, seria mais fácil.

- Pelo visto não conhece minha irmã. Ela os obriga a tomar chá de verbena justamente para isso não acontecer. Segundo ela, aqui tem muitos vampiros.

Seguiram direto para uma carruagem que os esperavam nos portões do castelo.

PDV Autora.

Agora que conseguiu ficar sozinha com Elena poderia abordar a amiga sobre os olhares sugestivos que fez para Stefan e Meredith.

- Elena, — Bonnie começou a conversa timidamente, segurando uma mexa do seu novo cabelo. – você, Stefan e Meredith estão sabendo de algo que eu não sei?

- De que está falando Bonnie? – Elena falou abocanhando um hambúrguer.

- Eu percebi que ontem, quando eu vim aqui dizer que fiz a matricula, você e Stefan se olharam quando eu disse que não sabia do motivo de não ter feito faculdade antes. – Bonnie falava mexendo no canudinho do refrigerante.

- Nosso olhar não significou nada.

- Ora Elena, a quem você pensa que está enganando? Eu te conheço melhor que ninguém, ou melhor, conhecia. — Que ela estava achando, que eu sou boba? – Pensou ex- ruiva pensou.

- O que é isso Bonnie? Você esta diferente, esta agressiva.

- Eu não estou diferente e nem agressiva. Estou assim por que eu tenho certeza que estão escondendo alguma coisa de mim. – Bonnie já estava ficando vermelha de raiva.

“AiMeuDeus, o que eu faço? Mande uma ajuda pra mim”. Pensou Elena. Assim que terminou de pensar apareceu Matt. “Deus seja Louvado”. Pensou aliviada.

- Olá garotas. – Matt falou por sobre os ombros de Bonnie.

- Oi Matt. – Elena falou toda animada.

- Oi Matt. – Disse Bonnie secamente olhando serio para Elena. Como quem dizia “salva pelo gongo”.

- Posso sentar com vocês? Meredith esta comprando umas coisinhas, mas já está vindo.

- Claro que pode. – Elena não deixava de sorrir.

- Não pense que se safou dessa. – Bonnie cochichou pra Elena.

Um tempo depois surgiu Meredith. Cheia de sacolas de lojas nas mãos.

- Boa noite garotas. Oi meu amor. – Deu um selinho em Matt.

- Quantas compras, em! – Disse Elena.

- Pois é. Tenho que me prepara, afinal daqui a um mês será o dia dos Fundadores em Fell’s Church. Tenho que me prepara logo. Vocês também têm. Já compraram roupas?

- Ainda não. Ainda esta muito cedo. – Bonnie respondeu.

Matt olhou a amiga e disse:

- Bonnie, você ficou linda com esse novo cabelo.

- Não disse. Tem gente que gostou. – Bonnie disse para as amigas .

- Mas eu preferia o vermelho em seus cabelos.

- Há Há Há há . Não dissemos Bonnie. As pessoas a preferem como antes.

- Engraçadinhas. – Bonnie estava ficando com raiva porque as amigas estavam se intrometendo muito em sua vida.

[...]

Bonnie não estava conseguindo dormir. Virava-se de um lado para o outro em sua cama. Resolveu então perturbar uma de suas vizinhas. Meredith.

Saiu assim mesmo, de camisola, pôs apenas um robe sobre a mesma. Precisava urgentemente falar com alguém.

Bateu na porta e depois de alguns minutos Meredith, com muito sono, a abriu.

- Bonnie, o que faz aqui há esta hora? – Não diferente de Bonnie, Meredith também usava uma camisola.

- Ah Meredith, desculpe a invasão há essa hora, mas eu precisava falar urgentemente com alguém. – A ex- ruiva falava apressadamente.

- E resolveu que esse alguém seria eu. – Isso não foi uma pergunta.

- Nossa Meredith, desculpe, é que eu estou desesperada. Não sabia que iria te incomodar tanto. – Bonnie disse sem jeito e com vergonha.

- Tudo bem amiga, desculpe. É que quando acordo fico chata assim mesmo. Mas entre. – Meredith abriu a porta para amiga que foi logo se sentando no sofá. – O que esta te preocupando?

- Eu não sei nem por onde começar. – Bonnie falava olhando para os lados. – Ah Meredith, você já teve aquela impressão de que alguma coisa esta errada?

- Não entendo.

- Como se estivesse faltando alguma coisa sem saber o que. Eu sinto como se houvesse um buraco em meu peito. Não sei o que é isso.

Meu Deus será que ela esta se lembrando de algo? – Pensou Meredith. – Será que Stefan estava fraco quando fez Bonnie se esquecer?

- E toda vez que que eu tento me lembrar do que esta faltando eu não consigo. Como se tivesse um buraco negro em minha cabeça. Isso é tão angustiante. E um dia eu estava falando com Elena e ela me olhou como se estivesse escondendo alguma coisa. Eu sinto uma saudade louca e não consigo entender.

- Isso deve ser saudade de sua família.

- Não, não é. Eu sei quando estou com saudade da minha família. E não é isso.

- E o que é?

-Esse é o problema, eu não sei. Esperava que você me ajudasse. Eu só tenho medo de uma coisa.

- De que?

- De isso ser uma premonição de que algo ruim irá acontecer.

Algo ruim ira acontecer mesmo se ela descobrir. Coitada, ficará tão confusa. – A amiga pensou.

- Ai como é um alivio contar a alguém. Mesmo que se resolva nada. Bem, boa noite. E desculpa por te incomodar. – E foi embora.

PVD Stefan

Estava dormindo quando escutei a campainha. Não quis abrir a porta, mas também não queria acordar minha doce Elena. Então me vesti para abrir a porta, vesti o pijama e pus meu robe. Fui ver quem era na porta, pela hora vi que deve ser importante, pois eram 3 horas da manha.

- Meredith? – Falei confuso.

- Stefan, ainda bem que é você. Preciso falar-lhe urgentemente. – Ela nem esperou para que eu a convidasse para entrar foi logo a invadindo.

- Qual o problema.

- Um chamado Bonnie.

- Aconteceu algo com ela? – Falei me preocupando.

- Eu acho que ela esta se lembrando das coisas.

- Que tipo de coisas? – Quando acabo de acordar fico meio confuso, então não estava entendendo sobre o que estava falando.

- Coisas chamadas Damon.

- O que? Como você sabe que ela esta se lembrando? – Falei em um susto.

Mais como ela poderia esta se lembrando? Ela não podia até outro vampiro mandar. – Pensei.

Nessa hora ouvi Elena atrás de mim.

- Meredith, o que faz aqui?

- Ela acha que Bonnie esta se lembrando de Damon.

- Como assim? Achei que ela não pudesse se lembrar. – Elena disse.

- E não pode até outro vampiro mandar. – Disse.

- Vocês acham que há algum vampiro aqui e mandou Bonnie se lembrar? – Quis saber Elena.

- Não senti outro vampiro na cidade.

- Também acho que não. Ela não falou que estava se lembrando, apenas disse que estava sentido falta de algo que não sabia o que era. Estou com medo da reação dela quando descobrir que essas coisas existem e Damon e você, Stefan, é um dessas coisas. A coitadinha vai ficar arrasada.

- Meu amor, você acha que esta estava fraco no dia em que hipnotizou Bonnie e por isso ela esta se lembrando desse sentimento?

- Não. Tenho certeza disso, estava bem alimentado.

- Eu só sei que há algo de errado. Por que será que ela esta se lembrando? – Quis saber Meredith.

- Não sei, mas vamos descobrir. – Respondi.

PVD Damon

Não sabia para onde estávamos indo e isso me deixava louco de raiva. Não gostava de ficar por fora das coisas. Perguntei.

- Pra onde esta me levando?

- Pra minha antiga casa. A casa que eram de meus pais.

- Sobre as flores o mar se abre

Com uma punhalada o mau se desfaz

Mas na alma errada será irremediado. – Falava apenas pra mim relembrando a charada que Bruc havia dito.

- O que acha que aquela charada quer dizer? – Perguntei.

- Não faço a menor ideia.

Então me lembrei de algo.

- Uma vez uma amiga minha disse que a Princesa Jessalyn tinha um campo de flores, sabe dizer se Andrômeda tem também?

- Não tenho certeza, mas se tiver está bem escondido.

- Por que você acha que um simples campo de flores tem que ser tão escondido? – Acho que estava começando clarear as ideias.

- Acho que esconde algo... – Parou de falar e continuou. – Acha que minha irmã esta aprisionada lá?

- Só tenho um jeito de saber. – Falei com um sorriso estampado em meu rosto. – Vamos procurar primeiro perto da antiga casa de vocês.

PDV Autora

Bem longe dali, precisamente na cidade de Chicago, um homem entrava em um prédio. Esse homem era loiro e bonito. Entrou silenciosamente no apartamento, não precisou ser convidado, afinal nenhum humano morava lá. Mas o apartamento não estava abandonado, tinha uma presença nele, seu irmão vivia nesse lugar.

- O que quer aqui? – Perguntou o irmão de cabelos pretos. Ele não havia visto seu irmão, não precisou ver para saber que estava lá, sentia sua presença.

-Preciso de sua ajuda. – Disse o loiro finalmente aparecendo.

-Nunca precisou de mim, por que isso agora? – Quis saber o moreno.

-Aonde vou existem vampiros e bruxas, preciso da maior ajuda possível.

-E qual o plano? – Perguntou serio.

-Preciso voltar em Fell’s Church e acordar Katherine.

- Mas ela está morta Klaus. – Eleja olhou para o irmão como se Klaus fosse louco.

- Sei que esta. Por isso preciso de sua ajuda. Você vai capturar a bruxa.

-E por que acha que eu faria isso?

-Por que preciso dela para achar o resto da nossa família. – Klaus disse pensativo. – E você não quer nossa família de volta irmão?

- É claro que sim. Pode contar comigo. – Klaus sorriu com a resposta de Eleja.

PDV Damon.

É claro que a bruxa guardava algo nesse campo de flores e se tivesse algo eu iria descobrir.

Chegamos à casa abandonada de Bruc. E realmente era bem abandonada, só restavam escombros. Bruc olhou pensativo e disse.

- Aquela maldita bruxa destruiu tudo. Não restou nada. – Ele olhava pensativo.

- Onde acha que haveria um campo de flores? – perguntei, não estava a fim de escutar ladainhas de alguém que perdeu sua casa, já bastava minha quase tristeza, ter que escuta a de outra pessoa já era de mais.

- Acho que sei. – Falou animado deixando-me animado também.

Então ele me levou para uma densa floresta (nem sabia que ali existiam florestas). O caminho era muito íngreme. Caminhamos até uma caverna.

- Acho que esse campo deve esta depois dessa caverna. – disse já dentro dela.

- Por que acha isso? – Aqui não era um lugar para se cultivar flores.

- Quando éramos crianças vínhamos muito aqui. A caverna dá em um planalto enorme... Andrômeda sempre gostou de lá. Acho que seria um lugar perfeito para isso e creio que mesmo a bruxa a possuindo não tirou esse gosto de Andrômeda. Siga-me.

Não me restava escolha a não ser o seguir. Andamos até o outro lado da caverna e como ele disse havia um imenso planalto. E como o mesmo desconfiava, um enorme campo de flores estava esperando por nós. Era tao grande que parecia um oceano. Então um vento soprou e o que era oceano pareceu um mar com ondas de flores que o vento formava.

— “Sobre as flores o mar se abre”. É isso! É um campo que parece como o mar.

- Agora falta o resto da charada. – Falou Bruc pensativo. – A lenda diz que a bruxa aprisionou duas almas em flores idênticas. Uma delas de minha irmã e outra o mais terrível dos demônios. Então suponho que a alma certa deve ser a de minha irmã.

- Mas qual flor. Afinal são tantas e de vários tipos.

- A mais bonita.

Começamos a procurar de uma por uma as flores. – Isso vai ser demorado. – Pensei.

- Eu posso sentir um cheiro diferente. – Disse sentindo algo diferente no ar. – Parece enxofre. – fiz uma careta com o fedor.

- Vamos atrás, deve ser a flor do demônio. Achando a do demônio podemos ter uma ideia do que procurar.

Segui meu faro e vi uma linda orquídea negra... Realmente era linda, a mais linda das flores que já vi. E bem ao lado da orquídea havia outra exatamente igual.

- Uma dessas é a flor certa. O que acontece se apunhalarmos a errada? — Eu quis saber.

- A besta será libertada e destruirá o meu mundo, o mundo celeste e o céu mundo.

- Há dois cheiros aqui. Enxofre e sangue. Dê-me a adaga.

- Você já sabe qual é?

- Tenho certeza que é a de enxofre.

- O que? É claro que é a de sangue. Enxofre lembra demônio e sangue gente viva. Quer nos matar? – Ele falou indignado.

- Ouça a bruxa é esperta, com certeza ela fez isso para despertarmos a alma errada. E você disse que sua irmã esta morta, dente morta não tem cheiro de sangue. – Falei no que pra mim era o óbvio. – Mas ao que parece para ela não era tão obvia assim.

- Você tem certeza disso?

- Não tenho certeza de nada, mas toda bruxa é esperta.

Então ele me deu a adaga e fiz. Apunhalei a orquídea negra com cheiro de enxofre. Um clarão iluminou-se para cima até onde os olhos alcançam. Algo saiu de dentro da flor, um espirito eu acho. A alma de Andrômeda apareceu.

- Obrigada. – Disse sorrindo.

- Andrômeda! – Disse Bruc chorando.

- Vocês me libertaram o que desejam? – Ela viu que não sabíamos do que falava. – Vocês têm direito a um desejo. Apenas um.

- Eu queria um portal que me leve a superfície. Em Fell’s Church. Espera. E a bruxa?

- Vocês a mataram quando me libertaram.

De repente ela sumiu e em seu lugar apareceu um portal. E entrei.

- Adeus e obrigado. – Isso não era de mim. Agradecer. Acho que minha humanidade estava voltando.

- Eu que agradeço. – Disse Bruc.

PVD Elena

- Anda Stefan, vamos nos atrasar. Temos que chegar a Fell’s Church logo. Tia Jenna vai ficar preocupada.

- Calma amor. Estou pegando as malas.

- É mesmo Elena se acalma. Fell’s Church não vai sair do lugar. – Meredith disse para me acalmar.

- Cadê Bonnie? – Eu estava falando alto de mais. Nervosa. Não queria chegar atrasada.

- Ela disse que já estava vindo. Há, olha ela ai. – Meredith falou olhando atrás de mim.

- Bonnie, você se atrasou. – Disse brigando com minha amiga.

- Gente desculpa, mas eu não vou poder ir, não hoje.

- por quê? – Perguntei.

- Seu Gordan me mandou fazer um trabalho para entregar amanhã valendo ponto já que eu não iria fazer a prova dele. – Bonnie olhou tristemente pra nós.

- Estou pronto. – Stefan apareceu ao meu lado.

- Bonnie não vai Stef. – Eu disse.

- É, eu escutei. É uma pena.

- Mas amanhã, assim que ele me liberar pego o primeiro ônibus para ir. Prometo.

- Tudo bem. Até amanhã, então. – Abracei-a.

- Até. – respondeu.

- Até amanhã, bruxinha. – disse Meredith.

- Até.

- Ate amanhã e venha logo. – Disse Stefan.

- Farei o possível.

[...]

Quando chegamos a Fell’s Church fomos direto deixar Meredith em sua casa. Matt já havia vindo antes. Stefan foi me deixar em casa. Fui avisar a tia Jenna que tinha chegado, depois fomos para pensão da Sra. Flowres.

Quando chegamos Sra. Flowers abriu a porta e disse:

- Meus queridos, que bom que chegaram. – Ela disse nos beijando no rosto. – Fizeram uma boa viajem?

- Sim. Como é bom ver a senhora. – Realmente era muito bom vê-la. Dei dois beijinhos, um de cada lado.

- Tem visita pra vocês.

- Visitas? – Perguntou Stefan.

- Uma visita surpresa.

Entramos na pensão e a nossa espera, sentado no sofá tranquilamente estava ele. O moreno de olhos negros.

- Olá queridinhos! – Falou com seu jeito sarcástico de sempre. Eu estava tão feliz que nem liguei para isso.

- Damon?! – Falamos Stefan e eu juntos.

- Em carne e osso. – Ele falou de braços aberto. E não fiz outra coisa se não abraça-lo bem forte.

Notas finais
Eba, f
finalmente Damon voltou pra casa.
e Klaus, em? por que será que ele quer sua familia de volta?
adoro o Klaus da serie, então esse é o mesmo da serie junto com sua familia.
mais uma vez gente, me desculpe pela demora.
bjs!