Diários Do Vampiro - Entardecer
18 O Desconhecido
Notas iniciais
eu ainda estou na casa de minha tia.
bom, mas o que interessa realmnte é a historia, bom o cap esta pequeno mas espero do fundo do meu coraçao que estaje do agrado de vocês.
nessa cap havera um pouco de misterios...
bom eu sei que querem qque Dmon e Bonnie se acertem logo, mas sinto dizer que nao vai ser nesse capitulo que isso ira acontecer, mas nao se preocupem, logo eles estarao juntos de novo, nao vai demorar. assim eu espero.
havera um personagem novo no capitulo.
espero que gostem
amo vocês flores
beijinhos
PDV Bonnie
Assim que sai do pensionato peguei o carro de meu pai que eu havia deixado na entrada da pensão e sai dirigindo sem rumo. Não queria ir pra casa porque sabia que meus pais iriam me encher de perguntas sobre o que estava acontecendo e eu não estava nem um pouco a fim de responder a seus interrogatórios. Poderia ir pra casa e ignora-los completamente e ir direto para meu quarto, desabar em minha cama e começar a chorar, isso era exatamente o que eu queria fazer. Mas eles iriam acabar se preocupando comigo e ficariam aflitos por não saberem como me ajudar, de novo. E eu sabia que eles não mereciam isso. Então preferi sair sem rumo até a gasolina do carro acabar. O que não iria demorar, visto que o ponteirinho que marcava a gasolina dizia que ela estava abaixo da reserva.
Vinte minutos depois de minha partida do pensionato a gasolina, como já era de se esperar, acabou. O lugar onde o carro havia parado estava completamente deserto. Olhei para o céu e vi que estava escurecendo e que estava nublado. Um frio subiu em minha espinha quando eu havia reconhecido o lugar. O antigo cemitério.
– Eu realmente tenho uma atração por este lugar, só pode. – Falei pra mim lembrando em tudo que eu havia passado aqui. Lembrei-me de todos os momentos ruins que passei. E tudo isso começou desde o momento em que vampiros apareceram na cidade (isso mesmo, estou falando de Stefan e Damon). Talvez se eles nunca tivessem aparecido essas coisas jamais haveriam acontecido ou talvez sim. Vai saber!
Desci do carro e fui para o portão da entrada do cemitério. Meu coração estava muito acelerado, minhas pernas tremiam mais que uma gelatina. O medo começava a aparecer. Meus olhos vacilaram entre o carro e o portão.
Eu realmente tinha muito azar. O carro tinha morrido justamente em frente ao cemitério. E logo comigo, a garota mais medrosa da cidade? Eu realmente não podia acreditar.
– Calma Bonnie, isso foi só uma coincidência. – Tentei relaxar. Mas em Fell’s Church não há espaço pra coincidências, tudo tem um proposito e também não há espaço para o medo.
Parei no portão e percebi que não estava trancado como de costume e logo abri. Não pude deixar de perceber que havia se formado uma vasta camada de névoa ao meu redor.
– Quem tinha mania de fazer isso era Damon. –Pensei tristemente. Meus olhos se encheram de lagrimas lembrando-me do que havia visto horas atrás.
– Droga Bonnie, pare com isso. Chega de se martirizar por causa dele. Você tem coisas mais importantes aqui. Eu acho. – Tentei dar um UP no meu estimulo. Mas eu tinha razão, eu tinha que esquece-lo e me focar no que o destino quer que eu encontre.
De repente o ar começou a ficar denso e frio. Com isso eu vi um vulto em cima do tumulo de Honoria Fell (uma das fundadoras da cidade).
Parei de andar de imediato, atingida pelo medo.
– Bonnie. – Uma voz feminina me chamava. – Venha minha querida. – O vulto subiu e depois deu um mergulho na cova.
Aproximei-mesorrateiramente de onde o vulto havia estado. Olhei para os lados tentando enxergar alguma coisa pela nevoa, mas não vi nada.
– Porcaria de névoa! – Reclamei para o vento.
Olhei para o tumulo e, para minha surpresa, encontrei uma espécie de um livro antigo com uma capa de couro. Peguei-o de onde estava e percebi, mas percebi que estava trancado. Havia um pequeno cadeado cravado na capa. Voltei os olhos pro tumulo procurando alguma coisa que se parecesse com uma chave, mas nada.
Seja o que for que esteja aqui é bem secreto. – Pensei.
– Agora, como eu vou voltar pra casa?
Voltei para o carro segurando o antigo livro e constatei que ele ainda estava sem gasolina. Eu tinha esperança de que por magica ele voltasse a funcionar.
– Pena que as bruxas da vida real não conseguem fazer um carro funcionar com magia como nos filmes. – Humor negro. – O jeito que tem é ir a pé. – Disse tristemente andando pela estrada.
Parei de andar quando ouvi um barulho de um motor se aproximando, logo me animei. Não sabia o que fazer. Bom, eu podia gritar feito uma louca pra para, mas corria o risco da pessoa não me escutar. Podia ir pro meio da estrada e força-lo a parar, mas o risco ia ser maior, eu podia ser atropelada já que já era noite e estava muito escuro. A adrenalina me atingiu e eu tive uma ideia. Corri para o carro e entrei, com uma mão comecei a buzinar e com a outra fiz os faróis do carro piscarem.
Vi que o que fiz tinha dado certo. Uma moto parou na frente do carro. Fiquei apreensiva, não gostava muito de motoqueiros, nos filmes eles eram maus, eu tinha uma péssima mania de acreditar em filmes.
A pessoa estava trajada tipicamente como um motoqueiro. Jaqueta de couro preta, calça jeans preta, botas de couro da mesma cor e usava um reluzente capacete, que por sinal era preto também. O cara retirou o capacete e mostrou um sorriso com dentes incrivelmente brancos. Ele não parecia mau, mas também não parecia confiável. Ele tinha cabelos pretos com leves ondulações, olhos de um verde profundo e sua pele era da cor de oliva. E por sinal muito, muito lindo. Fiquei completamente sem palavras.
– Algum problema? – Ele perguntou percebendo que eu não conseguia falar nada. Fiquei hipnotizada ao ouvir sua voz.
–Oh... Eu... É... – Voltei a realidade com um pequeno probleminha, comecei a gaguejar. Isso aumentou ainda mais o sorriso dele. – Estou com problema de gasolina. – Disse timidamente.
– Suba. Te deixarei em casa. – Ele me entregou um capacete reserva.
– O que? – De jeito nenhum iria subir em cima de uma moto, ainda mais com um desconhecido.
– Suba, te deixo em sua casa. Amanha você volta e pega seu carro. – Ele repetiu como se estivesse falando com se eu estivesse com dificuldades de entender.
– Desculpe, mas eu não vou subir na sua moto. Ate porque você é um completo desconhecido. – Parecia até insolência minha para com ele, visto que eu tinha pedido ajuda e ele gentilmente veio à meu auxilio, mas na verdade eu estava com medo. Medo da moto e medo dele. Ele não parecia muito confiável.
–Sou Eric. – Sorriu. – E você... – Ele parou para que eu continuasse.
– Bonnie. – Ai como eu era uma retardada. Eu disse meu nome para um completo estranho. Tudo bem que ele disse o dele também, mas que garantia eu tenho que ele estava falando o nome verdadeiro? Nenhuma.
– Viu Bonnie, não sou mais estranho pra você. – Disse brincando. – Vai subir ou prefere ficar esperando outra pessoa passar? Sabe que pode não ter a mesma sorte. – Ele tinha razão. Sabe-se lá quando alguém iria passar por ali de novo. E já estava ficando muito tarde.
Depois que ele disse isso me estendeu o capacete. Peguei e subi na moto podo o livro entre eu e ele. Ele sorriu satisfeito e pôs seu capacete.
– Segure-se. – A moto saiu ganhando velocidade. Eu o apertei com toda minha força pra não cair.
Ele andava como uma velocidade que dava muito medo. Nem Damon dirigia tão veloz assim, pelo menos não que eu tenha visto.
Mas que porcaria, Olha ele aparecendo de novo em meus pensamentos. Eric perguntou-me onde eu morava e respondi.
A viajem pra casa foi incrivelmente rápida. Desci da moto e o agradeci.
– Muito obrigada Eric. Se não fosse você sabe Deus quando voltaria pra casa. – Sorri. E lhe entreguei o capacete.
– Eu que agradeço Bonnie. – Disse misteriosamente.
– Agradece? – Perguntei confusa.
– Sim. Por tê-la deixado te conhecer. – Corei com essa.
– Bom, eu já vou indo. Tchau.
– Tchau Bonnie. Até mais. – Depois se foi com a mesma velocidade com que me deixou.
PDV Damon
Eu andava de um lado para o outro com um copo de Whisky na mão desesperado por Bonnie ter visto o que viu. E sabe o que o pior de tudo? É que eu não podia ir até ela e me explicar devidamente. Por que se eu for lá, Katherine iria desconfiar e não se importaria mais em ajudar.
– Mas que porcaria, eu nunca deveria ter aceitado fazer isso. Olha só no que deu. – Reclamei pra Sra. Flowers aproveitando de que vampira vadia não estava no pensionato.
– Calma Damon. Não culpe seu irmão e nem a você mesmo. Você precisava fazer isso pro bem de Bonnie e Elena.
– Mas olha no que deu. Agora Bonnie não vai querer nem pintado de ouro. – Eu estava com muita raiva. – E com uma boa razão. – sussurrei. A velha pôs uma mão em meu ombro tentando me consolar.
– Tenho certeza que Stefan e Meredith vão fazer alguma coisa pra ajudarem. – Ri com ironia.
– Eles deveriam ter feito isso há mais tempo e não agora. Já é tarde de mais. Quando meu “irmãozinho”, chegar vou ter uma “conversinha” com ele.
– Se acalma, pra tudo existe uma solução. Mama disse que a pequena Bonnie não vai ficar assim por muito tempo, ela te ama.
– Sinto dizer, mas parece que sua querida Mama não esta enxergando a realidade da situação. — Eu estava tão enfurecido que quase gritei com a velha. Eu queria realmente acreditar no que ela acabou de dizer. Queria acreditar que Bonnie entenderia e que ela ainda me amaria, mas eu tinha certeza absoluta que depois do que viu o seu amor se volatilizaria como um vidro de álcool aberto.
– Mama nunca erra Damon. – Percebi um lampejo de raiva vindo de seus olhos quando me referia a sua Mama. Ela se virou e saiu, deixando-me sozinho na cozinha envolvido nos meus pensamentos.
Minutos depois que a Sra. Flowers me deixou ouvi a porta da entrada ser aberta. Stefan havia acabado de entrar juntamente com a caçadora que dá medo. Meredith.
Corri com minha velocidade vampiresca e voei no pescoço de Stefan o imprensando na parede. Meredith começou a gritar e bater nas minhas costas para que eu o soltasse, mas eu não a estava escutando e mesmo que estivesse não o soltaria.
– Solta ele Damon. – Ela gritava.
– Me solta. – Ele repetiu o que ela havia dito. – Você não sabe o que aconteceu. – ele tentava recuperar o ar, eu ainda estava o enforcando com meu braço.
– É claro que sei. Sei exatamente o que aconteceu. Vocês não conseguiram segurar Bonnie. – Veias começaram a aparecer ao redor dos meus olhos e minhas presas estavam a mostra.
– Você acha que fizemos de propósito? – A caçadora gritava. – Acha que não tivemos um motivo para não chegarmos a tempo na casa dela e a impedir de vir aqui?
– Que motivo seria esse? – Olhei pra ela.
– Solta ele e te explicaremos tudinho. – Fiz exatamente o que o que ela pediu. Soltei Stefan, ajeitei minha blusa, que havia ficado fora do lugar já que meu irmão estava me segurando também, e fui encher meu copo com mais Whisky.
– Pronto, podem começar. – sentei-me no sofá.
– Assim que terminamos de falar com você fomos logo a casa dela sabendo que isso poderia acontecer. Pegamos meu Porch e fomos, mas no meio da estrada senti a presença de um Poder acompanhado de uma aura bem escura. Parei o carro e fui ver o que era enquanto Meredith ficou me esperando. Achei que não era nada, pois não havia encontrado nada, mas quando voltei ao local onde havíamos parado vi que o carro havia sido violado. Todas as portas escancaradas, tudo revirado. E Meredith não estava lá, me assustei e fui procurá-la. Depois de um tempo a encontrei atrás de umas árvores na floresta. – Disse meu irmão.
– Assim que Stefan saiu, não demorou muito e senti um calafrio percorrendo minha espinha, bom eu não sou muito de confiar apenas em calafrios, isso é coisa de Bonnie, mas ao mesmo tempo minha intuição dizia que o carro não era o lugar mais seguro para se ficar. Então sai de lá correndo e me embrenhei no meio da floresta e me escondi entre as árvores.
– Damon, eu não sei o que era o que violou meu carro, mas não era humano e tenho certeza de que era muito perigoso. – Stefan concluiu.
– Acha que é Klaus procurando Katherine? – Perguntei.
– Acho que não. O que senti era muito poderoso, mas não tanto. – Stefan disse pensativamente.
– E o que poderia ser?
– Não fazemos a menor idéia. – Meredith respondeu.
PDV Bonnie
Olhei ora casa depois que Eric foi embora. As luzes estavam todas acesas, isso queria dizer que eu teria de enfrentar os interrogatórios de meus pais.
Suspirei pesadamente e apertei o livro em meus braços tentando tirar alguma segurança dali. E abri a porta.
Todos estavam na sala com aparência de cansados e parecia preocupados. E adivinhem quem era o objeto da preocupação. Acertou quem pensou em mim, pois é. Meu pai andava de um lado para o outro fumando um cigarro (meu pai só fumava quando estava com problemas ou preocupado com alguma coisa), minha mãe ao telefone aflita e Mary no celular sentada no sofá juntamente com seu novo namorado, o psicanalista Ralph. Eu sabia que esses dois ainda iam dar em alguma coisa. Assim que entrei todos pararam o que estavam fazendo e me olharam.
– Bonnie, meu Deus, onde esteve? – Meu pai largou o cigarro e começou a gritar comigo.
– Meu amor, estávamos tão preocupados. – Minha mãe me abraçou.
– Bonnie, sua idiota, não deveria ter saído sem dizer pra onde iria. Ficamos preocupados. Achávamos que você poderia cometer alguma loucura. Papai chamou até a polícia. – Arregalei meus olhos quando ela disse isso.
– Não sei por que se preocuparam tanto, eu disse que iria resolver um probleminha.
– Eu sei, mas você saiu tão aflita e apressada. Preocupei-me. Te amamos tanto filha – mamãe deu de ombros e me abraçou mais ainda.
– Eu também amo vocês.
– Não parece. Deveria ter ao menos um pingo de consideração ter nos ligado pra dar alguma noticia. – Mary disse friamente.
– Ora, não faz tanto tempo assim. – Revirei os olhos.
– Bonnie, você sai daqui quatro horas da tarde e sabe que horas são? – Meu pai cuspia fogo. Balancei a cabeça negativamente. – onze horas da noite.
Onze horas? Não era possível! Eu fiquei pouquíssimo tempo no cemitério e quando sai de La com Eric era quase sete horas. Estava na cara que o relógio deles estava bem adiantado.
– Ora parem de me tratar como uma criança, porque eu não sou mai uma. — eu estava enfurecida.
– Ouça... – Meu pai disse apontando o dedo para mim. – Enquanto você estiver sob meu teto terá que obedecer a ordens, minha querida. – Enchi meus olhos de lagrimas. Notei que quando meu pai percebeu, logo pareceu se arrepender, mas não deu o braço a torcer.
Subi correndo até meu quarto, fechei a porta, ascendi a luz, joguei o livro que achei em minha cama, encostei-me a minha porta e deslizei até o chão. Comecei a chorar desesperadamente com as mãos no rosto.
– Minha vida é uma droga. – disse entre soluços.
Realmente essa semana foi uma droga. Só nesses três dias que estive em Fell’s Church descobri que minha memória havia sido apagada, fui seqüestrada, despertei a vadia de Katherine, descobri que Damon só queria me usar e que a Sra. Flowers sabia e agora meus pais me julgam. Será que faltava mais alguma coisa acontecer?
Assim que parei de pensar as luzes do meu quarto começaram a piscar freneticamente.
– Ótimo, só falta agora dar um curto circuito. – Disse ironicamente.
No mesmo momento que as luzes piscavam senti que o ar havia ficado mais pesado, comecei a sentir frio. Isso só poderia significar uma coisinha. Algum fantasma esta tentando se comunicar comigo.
Um espectro se formou em cima da minha cama, ou melhor, em cima do livro que estava sobre minha cama. O espectro formou uma figura feminina que estava flutuando. Olhei assustada. Era o mesmo espetro que havia aparecido pra mim no cemitério.
– Olá de novo Bonnie. – Ela tinha uma doce voz.
– Q... Quem é você? – Mesmo ela tendo uma voz doce o medo não passava.
– Sou Honoria Fell. Ou melhor, o fantasma de Honoria Fell. – Ela riu.
– Honoria Fell? Uma dos fundadores?
– Sim.
– E o que quer de mim? – Eu não movi um músculo se quer de onde eu estava antes. O medo não passava.
– Eu vim ajudar.
Notas finais
que livro é esse que Bonnie encontrou?
como ela vai abri-lo?
onde esta sua chave?
quem é Eric?
DE quem pertence o Poder que Stefan sentiu? sera que é Eric ou nao?
por que violaram o carro de Stefan?
como Honiria pretende ajudar Bonnie?
e por que ela precisaria de ajuda?
como sabem que o universo é infinito?
por que dizem que Deus é homem?
sera que ha vida em outros planetas?
nossa, agora eu viajei total... rsrsrsrs
bom flores, eu espro que tenham gostado
e nao esqueçam de deixarem comentarios.
p.s: eu ja disse e vou repetir, leitores fantasmas, apareçam. essa coisa de fantasma so da certo em Fell's Church ou em Mistic Fall's, nao aqui...rsrrs, entao eu vou esperar pacientemente que apareçam.
beijinhos e até o proximo capitulo.
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