Notas iniciais
oi meus amores....
me desculpe, me desculpem, me desculpem por ter demotado tanto postar essa capitulo, eu sei, nao tem perdao... isso foi inadiplencia minha, perdao
na verdade eu estava meio que sem inspiração, por isso a demora.
esse capitulo esta meio chatinho, mas mesmo chatinho espero que gostem
beijinhos amores

PDV Autora


Katherine estava sentada despreocupadamente na cama de Damon lendo um livro qualquer, quando sentiu um Poder no quarto.

Ela sorriu, pois sabia exatamente de quem era aquele Poder. Sem desgrudar os olhos do livro ela disse:

- Boa tarde meu amor.

Damon que estava em forma de corvo na janela de seu quarto se transformou no vampiro.

- o que quer aqui Katherine? – Disse se aproximando da vampira.

- Vim matar a saudade. – Ela jogou o livro na cama e se aproximou de Damon de forma sedutora.

Calma Damon, terá que aguenta-la por alguns dias, mas será por um bom motivo. – Pensou Damon.

- Matar a saudade? Conta outra. – Disse de forma ríspida e se virou para não encara-la. Ele sentia se a olhasse por muito tempo poderia mata-la ali mesmo.

- Por que não acredita em mim querido? – Ela se aproximou e abraçou suas costas.

- Saudades de Stefan, tal vez, mas de mim, eu sei que não. – Fingiu tristeza.

- Meu amor, isso não é verdade. Sabe que eu te amo tanto o quanto amo Stefan.

- Tanto faz. – Ele deu de ombros. – Mas você não me respondeu o que realmente quer aqui.

- Não acredita em mim?

Ele bufou

- Sabe que eu tenho fortes motivos para não acreditar.

- Stefan não te falou o motivo? Estou impressionada. – Fingiu incredibilidade.

- Então é verdade? Você realmente veio aqui para pedir proteção?

- Isso mesmo.

- E o que ganharemos com isso? – Disse sarcástico.

- Informações. Não é o suficiente? – Ele a olhou de canto de olho.

- Só isso? Não tem mais nada pra mim? – Disse sedutoramente. Katherine sorriu com a pergunta de seu Salvatore. Aproximou-se mais ainda dele e passou sua mão no abdômen definido de Damon.

- Posso te dar vários bônus de gratificação. – Ela deu um beijo no queixo do vampiro. – O que acha? – Damon a abraçou com força e a olhou nos olhos.

- Acho que estamos entrando em um acordo. – Ele a beijou brutalmente e ela correspondeu seu beijo.

Damon rasgou as roupas de Katherine de forma rude e a jogou em sua cama, o que deixou Katherine mais que excitada. Ela o puxou para outro beijo avassalador. O vampiro desceu os beijos até o pescoço dela e deu uma mordida, nessa hora Katherine se estremeceu de prazer. Ela rasgou as roupas de seu vampiro e tomou o controle da situação.

- Que saudade eu tinha da sua falta de controle. – Katherine sussurrou no ouvido de Damon (que por sinal estava por baixo da vampira).

- Cala a boca e me beija. – Ele a puxou mais uma vez para um beijo. Só Deus sabia o quanto Damon estava se amaldiçoando por ter aceitado a proposta de Stefan e Meredith. Ele nunca havia sentido tanto nojo de alguém antes, mas Katherine não era alguém e sim uma vampira vadia.

- Uau. – Ela conseguiu se soltar do beijo de Damon. – Que fome meu amor. Pensei que me odiasse.

- E te odeio. – Isso não era mentira. – Mas ao mesmo tempo em que te odeio eu também te amo, sabe disso. – Agora sim, isso era mentira.

- E a bruxa? Quando o vi a salvando, pude ver que sentia algo por ela. – Katherine parecia enciumada.

- Pelo jeito esqueceu quem eu sou. – Ele a virou na cama e se posicionou em cima dela. – Sou Damon Salvatore, eu nunca me apaixono por nenhuma humana. Eles só servem de Buffet.

- É por isso que eu te amo. Tão parecido comigo. – Ela deu um sorriso e param de falar continuando o que estavam fazendo.

Com certeza Stefan e Meredith iriam pagar caro por isso. – Pensou o vampiro.

[...]

- Estou preocupada, será que Damon vai se controlar e fazer o que combinamos? – Meredith não parava de andar de um lado para o outro na floresta.

- Se conheço meu irmão, eu acho que sim, afinal é pra salvar Elena e Bonnie.

- Meu Deus, ainda tem Bonnie! – Ela parou de anda e olhou Stefan. – Temos que falar com ela.

- Verdade. – Ele também ficou preocupado. Se por acaso ela descobrisse dessa maneira, com certeza não ouviria as explicações de ninguém e nunca mais daria uma chance a seu irmão. E era tão raro ver Damon realmente feliz e agora que ele estava assim Stefan não queria que ele voltasse a ser como antes. Um vampiro inescrupuloso, perverso e assassino. – Temos que contar a ela. Você acha que ela aceitaria isso numa boa?

- Não.

- E como vamos fazer isso? – Pela primeira vez ele não sabia o que fazer.

- Não faço a menor ideia.

PDV Bonnie

Depois de tentar me desvencilhar das perguntas de minha irmã fui para meu quarto me lembrar do que aconteceu ali algumas horas atrás. Foram as horas mais felizes de minha vida, na verdade acho que não. Tenho certeza que a hora mais feliz de minha vida foi quando Damon disse que me amava assim que me deixou em casa.

Olhei minha cama e ao me lembrar do que aconteceu ali um frio na espinha fez com que eu me arrepiasse. Um sorriso brotou em meus lábios.

Uma vez me disseram que a primeira vez de uma garota a gente nunca esquece, agora sei que isso é verdade. Tenho certeza de quando eu estiver bem mais velha vou continuar me lembrando daquele momento.

Assim que pensei nisso uma tristeza tomou conta de meu peito. Eu ficarei velha e Damon um eterno jovem de vinte e poucos anos. Será que ele continuaria comigo quando eu estivesse com meus oitenta anos? Eu pareceria sua avó. Meu Deus! Era como ele estivesse namorando sua avó. Eu sei que só haveria uma forma de continuarmos juntos eternamente, claro se assim ele quisesse, me transformando em um ser da noite. Um vampiro, no meu caso, uma vampira. Mas será que eu o amo tanto ao ponto de deixar de ser uma bruxa e me transformar em uma vampira? Sim eu o amava a esse ponto.

Eu sei que uma bruxa jamais poderia se transformar em um ser da noite, se por acaso isso acontecesse ela deixaria de ser um ser da natureza e viraria das trevas. Não podemos ser as duas coisas, infelizmente. Mas eu abriria mão de ser o que eu sempre fui e sempre gostei, embora eu ainda estivesse aprendendo a ser uma bruxa, para virar uma coisa que meu clã sempre condenou. Um vampiro.

- Bonnie, Elena quer te ver querida. – Minha mãe apareceu no meu quarto.

- Ela esta ai?

- Sim, posso manda-la entrar?

- Claro. – Sorri. Esse seria uma ótima oportunidade para conter-lhe o que aconteceu.

- Oi Bonnie! – Elena entrou no quarto.

- Oi Elena. – Corri e dei um abraço bem apertado em minha amiga. Ela retribuiu o abraço, mas notei que ela estava diferente, apreensiva e nervosa. – Esta tudo bem Elena?

- Na verdade mais ou menos. – Ela se afastou de meu abraço, foi até minha janela e ficou olhando a rua. Tinha alguma coisa errada com ela.

- Qual o problema Elena? – Eu estava ficando preocupada.

- O que está rolando entre você e Damon? – Ela continuava fitando a rua. Será que ela estava com ciúmes? Mas ela tinha direito de sentir ciúmes?

- Acho que estamos namorando. – Disse medindo cada palavra, eu sabia que qualquer palavra mal dita ou mal expressada ela poderia se irritar. – Por quê?

- Como assim “acho que estamos namorando”? – Ela olhou pra mim transbordando raiva dos olhos – Essas coisas não se acham, ou a pessoa esta namorando ou não está.

- Calma Elena. O que esta acontecendo com você? – Eu não estava entendendo a reação da minha amiga. Ciúmes de mim e de Damon?

- Vocês não podem estar namorando. – Ela estava meio agressiva, na verdade parecia até outra pessoa. Eu já estava ficando cheia desse ataque de ciúmes dela. Ela não tinha o direito disso, poxa ela já tinha Stefan e ela sabia que eu sentia por Damon antes mesmo de eu saber e nunca se opôs contra meus sentimentos.

- Qual o problema Elena? Não posso namora-lo não? – Cruzei os braços e perguntei ríspida.

- É claro que não. Você sabe o que eu sinto por ele. – Estava descontrolada.

- sei sim. Você sempre o desprezou. Sempre deixou claro que seu amor pertencia a Stefan e não a ele. Ou isso era apenas um joguinho?

- Eu realmente amo Stefan, mas também amo o Damon.

- Cala a boca Elena, você não sabe o quanto egoísta isso soa. Esta parecendo até Katherine. – Gritei.

- Não estou nem ai pra quem estou parecendo eu só sei que você não terá Damon, ele é meu. – Eu realmente não estava acreditando no que eu estava ouvindo.

- Não, ele não é seu. Ele não pertence a ninguém e além do mais ele me ama.

- Ele te disse isso?

- Sim

- Pois saiba que ele já disse isso pra mim varia vezes.

- Sei e também sei que ele cansou de ficar implorando por seu amor. Mas isso eu agradeço por que assim ele descobriu outro. Descobriu que poderia encontra um amor verdadeiro.

- Você vai se arrepender de rouba-lo de mim Bonnie.

- Isso é uma ameaça?

- isso é um aviso.

- Eu realmente não estou acreditando, você veio a minha casa me ameaçar?

- Eu já disse que isso não é uma ameaça e sim um aviso.

- Você esta doente. – Eu e Elena começamos a chorar. Eu não estava acreditando que minha amiga estava brigando comigo por causa de homens.

- Você escolhe minha amizade ou continua sendo namorada da Damon?

- Não acredito que esta mandando fazer uma escolha dessas. – Ela não respondeu nada, ficou apenas aguardando minha resposta.

- Sabe que mesmo que eu escolhesse sua amizade nunca mais continuaremos sendo as mesmas, não é? – Ela deu de ombros. – Neste caso escolho Damon.

- Isso não vai ficar assim Bonnie, pode ter certeza disso. – Ela saiu batendo com força a porta de meu quarto.

Eu não estava acreditando no que acabou de acontecer. Elena e eu sempre fomos amigas desde criancinhas e nossa amizade iria acabar assim, por um simples capricho da mesma? Senti um nó em minha garganta se formando e meus olhos se enchendo de lágrimas. Desabei em minha cama e me pus a chorar.

Eu precisava desabafar com alguém e não havia ninguém melhor que Damon. Fui ao banheiro lavar meu rosto, desci as escadas e vi meus pais na sala. Minha mãe olhou pra mim tendo uma noção do que aconteceu no meu quarto e me puxou para um canto da casa onde poderíamos ter um pouco de privacidade para conversarmos.

- Aconteceu alguma coisa querida? – Ela estava preocupada.

- Não mãe, não aconteceu nada. – Menti e ela percebeu.

- É claro que aconteceu. Elena saiu chorando com cara de raiva e você esta com olhos inchados. O que aconteceu? Sabe que pode confiar em mim. – Ela insistiu.

- Nós brigamos. – Disse com a cabeça baixa.

- Brigaram, mas por quê? Vocês nunca brigam. São amigas desde crianças e nunca brigaram.

- Pois é. Sempre há uma primeira vez.

- E qual foi o motivo dessa desavença?

- Ah mãe depois eu digo, estou com pressa. Tenho que fazer uma coisa. – Ouvi os protestos de minha mãe, mas não estava a fim de escutar. Eu precisava urgentemente falar com Damon.

Já era noite quando peguei emprestado o carro de meu pai e fui para o pensionato de Sra. Flowers. Bati na porta e a simpática senhora a abriu.

- Boa noite querida. – Era incrível como o sorriso dessa mulher calmava a gente.

- Boa noite Sra. Flowers. Damon esta ai? – Eu não entendi o motivo dela me olhar de forma assustada.

- Esta sim querida, mas...

Eu não a deixei terminar, entrei na casa e subi as escadas. Escutei algumas coisas vindas em de dentro do quarto dele. Abri a porta bem devagar e vi uma cena que me deixou paralisada na porta. Não tive reação alguma. Era como se o ar tivesse parado de existir me fazendo asficciar. Nunca pensei que veria uma coisa dessas. Damon na cama com alguém, alguém que parecia Elena. Bom, eu sabia que não era Elena porque pelo que vi, ela não estava equilibrada a ponto de fazer isso, mas se não era Elena só poderia ser uma pessoa, pessoa não, uma maldita vampira chamada Katherine.

Fechei a porta com o mesmo cuidado que abri para não perceberem minha presença, mas parece que estavam tão concentrados no que faziam que tenho certeza que o mundo poderia desabar e nada os tirariam dali.

- Como eu sou idiota. – Eu estava com raiva de mim mesma por ter acreditado nas ladainhas de Damon.

Cheguei na sala do pensionato e vi a Sra. Flowers apreensiva. Estava na cara que ela sabia, por isso ela havia me olhado daquela forma. Mas por que ela não me disse nada? Certo, eu não havia deixado. Mas uma pergunta não sai de minha cabeça, por que ela permitiu que aquela vampira entrasse no pensionato? A não ser que..., não. Eu me recuso a pensa nisso. Eles sempre souberam que Damon não era apaixonado por mim? Mas por que deixaram que ele me iludisse? Será que isso era algum plano cruel que me usariam pra alguma coisa?

- Bonnie querida... – Sra. Flowers veio até a mim se aproximando devagar. Mas eu a interrompi.

- A senhora sabia que eles estariam... – Eu não consegui continuar.

- Eu sinto muito. – Ela disse tristemente.

- A senhora sabia? – Eu estava horrorizada. Senti as lágrimas escorrerem por meu rosto.

- Era preciso. – Bufei.

- Era preciso? Quer dizer que era preciso ele me usar? – Chorei mais ainda.

- Ele não te usou querida. – Ela se aproximou de mim, mas eu não deixei, fui pra trás.

- Usou sim. Quer saber, adeus Sra. Flowers. – Sai correndo do pensionato.

- Bonnie... – Ele gritou atrás de mim, mas eu queria ouvir. Dirigi-me ao carro e fui pra casa.

Eu realmente era uma idiota, mas a verdade era que eu não era a culpada. A culpa disso tudo é daquele vampiro maldito que um dia cometi o erro absurdo de ama-lo.

- Droga Bonnie, e você ainda pensou em desistir de ser bruxa por ele. Que idiota.

Notas finais
gente, nao fiquem com raiva do Damon, vcs nao sabem o quanto foi sacrificoso ele fazer isso com Katherine... e Bonnie, coitadinha, pensou qque iria conversar comm Damon, mas acabou foi se deparando com uma cena horrivel..
bem e o que acharam?
comentem
beijinhos até o proximo.