Diários Do Vampiro - Entardecer
23 A Invasão
Notas iniciais
nao gostei muto desse cap, mas espero que ao contrario de mim, apreciem.
eu estava totalmente sem criatividade.
PVO Bonnie
Chegando ao apartamento, percebi que havia algo de errado. Como se uma aura bem escura estivesse passado por aqui. Segurei a maçaneta da porta para abri-la e de repente entrei em transe, tudo ficou escuro, vi vultos negros passando pelo corredor do apartamento, mas no momento seguinte minha mente foi transportada pra uma casa, onde os mesmos vultos estavam conversando.
- Conseguiu encontra-la? – Perguntou o vulto com uma voz bem grossa.
- Não só a encontrei, como também encontrei a outra. – Respondeu o outro vulto.
- Mas que maravilha. Matamos dois coelhos em só cajadada. – O dono da voz grossa falou em um estado de êxtase.
De repente sai de onde estava e voltei para o corredor do prédio.
- O que houve Bonnie? – Meredith perguntou preocupada.
- Entrou em transe? – Elena quis saber ansiosa.
- Acho que sim. – Respondi.
- O que você viu? – Elena perguntou.
- Não sei bem, vi dois vultos conversando. Um dizia ao outro que conseguiu encontrar alguma coisa.
- Que coisa? – agora foi a vez de Meredith em perguntar.
- Eu não sei. Ele apenas disse “consegui encontra-la”, mas na verdade ele conseguiu encontrar duas coisas ou duas pessoas. – Cocei a cabeça tentando entender o que eu havia visto.
- Estranho. – Disse Meredith. E todas concordamos.
Para afirmar minha suposição de que algo bem estranho estava acontecendo percebi que aporta estava aberta. Mas eu tinha certeza de que eu havia fechado antes de sair com Elena.
- Você deixou a porta aberta? – Elena perguntou.
- Não. – Foi a única coisa que respondi.
Entramos em meus aposentos e vi que tudo estava revirado. Papeis espelhados pela sala, sofá desarrumado, estantes abertas, prateleiras violadas.
- Alguém entrou aqui. – Sussurrei.
- Parece que estavam procurando algo. – Meredith falou passando por mim e adentrando na cozinha. Nesse momento lembrei-me do diário que Honoria. Seja o que for que esteve aqui, estava procurando o Diário.
Corri até meu quarto e constatei que ele não estava muito diferente da sala. Tudo estava fora do lugar. Cama revirada, estantes desfeitas. Nada estava mais em seus lugares. Fui até o meu banheiro e abri um pequeno cofre que havia dentro dos armários da pia e percebi que o diário ainda estava lá. Graças a Deus. Se havia uma coisa da qual eu exigia em uma habitação era a presença de um cofre, não importava onde, mas que tivesse, para que eu guardasse minhas coisas de magia. E ao que parece, esse cofre salvou o dia. A pessoa que entrou aqui não conseguiu encontrar o diário. O que me deixou um pouco aliviada, mas a tensão ainda continuava ali, pois agora sabia que não era mais segredo pra ninguém que eu havia encontrado o diário de Honoria Fell.
- Minha nossa! – Elena entrou no quarto.
- O que aconteceu aqui? – Meredith estava tão horrorizada quanto Elena.
- Alguém estava procurando pelo diário. – Respondei mostrando o objeto a elas.
- Ainda bem que não conseguiram. – Elena disse.
- Deve haver coisas bastante importantes nele para chegar ao ponto de invadir a casa de alguém. – Meredith disse.
- Pode ter certeza de que você esta certa. Há coisas bem importantes escrita nele, coisas que tenho certeza de que matariam por ele. – Falei me levantando e indo ao encontro delas.
PVO Autora.
Em Seattle, estado de Washington, Christian andava de um lado para o outro de sua mansão. O telefonema de sua amada o havia deixado preocupado. Ela nunca ligava, a não ser quando estava em perigo ou quando queria algo dele. Ela não disse o que queria, apenas disse para ele ter cuidado.
Mas cuidado com o que? – Pensou o único habitante da enorme mansão.
Assim que acabou de pensar um estrondo atravessou sua casa, uma rajada de vento invadiu seu espaço. Christian virou-se para a porta de entrada e viu o Original caçador bem no meio dela que ainda estava aberta. Apesar de Christian ser bem forte e musculoso, nenhuma força se comparava com a do Original. Isso lhe deu medo, pela primeira vez em sua vida ele sentiu medo de alguma coisa. Agora ele sabia do que Katherine estava falando ao telefone. Cuidado com Michael.
- Ora, ora, ora. O que os bons ventos me trazem. – Christian tentou demostrar despreocupação.
- Christian meu amigo, vim lhe visitar – Michael respondeu adentrando a mansão e fechando as portas. O vampiro russo arqueou a sobrancelha não acreditando no Original.
- O que deseja? – Falou secamente.
- você sabe o motivo pelo qual vim. – Michael foi até ao bar de Christian e encheu pela metade um copo com conhaque.
- Eu realmente não sei. – Na verdade ele já desconfiava do motivo.
- Pois me deixe refrescar sua memoria. – Ele deu um gole em sua bebida, deixou o copo na bancada e se dirigiu ao russo seriamente. – Há muito tempo você e sua amante roubaram uma coisa que me pertence. A coisa é bem simples. Diga-me onde está e deixo-lhe viver. – Disse o que parecia obvio.
- Não sei do que está falando Michael. – Nesse momento Michael empurrou Christian e o imprensou na parede com toda força que tinha, deixando o russo quase impossibilitado de respirar. Michael com certeza era muito forte.
- Katherine e você roubaram os caixões de Klaus. Eu quero saber onde os escondeu. – Michael gritou já perdendo a paciência.
- Eu... Eu não... – Michael percebeu que ele não conseguia falar por falta de ar. Então o liberou abruptamente. Christian caiu no chão buscando um pouco de ar.
- Então, estou esperando. – Michael se sentou em uma poltrona, cruzou as pernas e esperou.
- Eu não tenho e nunca tive nada com Katherine. Você deveria fazer essa pergunta a David. Ele sim era parceiro dela. – Ele falou passando a mão na garganta, lugar onde Michael havia o machucado.
- Você não acha que eu já fiz isso idiota? – O Original falou calmamente. – Ele me disse que você estava com Katherine e que foi você quem escondeu os caixões no lugar que ela mandou.
- Ele esta mentindo. – O russo estava com medo de Michael, ele sabia que o Original o mataria mais cedo ou mais tarde e ele não estava com vontade de morrer agora.
- Um de vocês está mentindo e quando eu descobrir, não vou querer esta na pele de quem mentiu. Ouça o que eu digo Van Rus, o vampiro que estiver mentido vai sentir inveja dos mortos. Adeus meu “amigo” – Michael cuspiu as palavras e saiu deixando Christian pensativo.
- Mas por que diabo David mentiu dizendo que fui eu quem escondeu os caixões? É Claro, para limpar a barra dele. – Falou pra ele mesmo assim que se viu sozinho. – Aquele desgraçado me paga.
PVO Bonnie
- Acho melhor chamarmos Stefan e Damon para saber o que foi que esteve aqui. – Elena disse.
- Eu também acho. Eles podem sentir cheiros, talvez eles saibam o quem invadiu seu apartamento Bonnie.
- Tudo bem. Podem ligar. – Minha nossa, quando eu começava a achar que as coisas estavam melhorando, elas só tendiam a piorar. Agora além de lidar com o fato de que alguém invadiu minha casa eu ainda tinha que aturar a presença de Damon aqui. Tudo bem a presença dele não era tão insuportável, mas mesmo assim não gostava de ficar perto dele, ele ainda mexia comigo e eu tinha muito medo de ceder a ele. Isso ia acontecendo no restaurante, mas graças a Deus fui mais forte que o incrível desejo que estava subindo em mim de beija-lo.
- Eles estão vindo. – Elena disse desligando o celular. – Ficaram bastante preocupados quando disse que alguém veio aqui a procura do diário.
- Imagino que sim. Afinal ele é a única resposta para nossos problemas. – Respondi.
- Mas eu acho que Damon ficou mais preocupado com a segurança de Bonnie que a importância do diário. – Elena falou do nada. A olhei incrédula.
- É claro que não Elena. Ele sabe o quanto o Diário é importante pra nossos planos. Não tem nada a ver comigo.
Pulei ao ouvir a campainha tocando. Corri para abri-la e deparai-me com Stefan e Damon. Quando o vi meu coração acelerou vergonhosamente me deixando encabulada, pois sabia que além de Damon, Stefan também estava escutando.
- Podem entrar. – Falei ao perceber que eles não estavam conseguindo entrar.
- Nossa esta precisando fazer um faxina, ruivinha. – Damon disse ironicamente. Revirei os olhos.
— É serio Damon. – Falei.
- Eu sei, desculpe. É um habito que tenho. – Nossa! Damon envergonhado? Isso era novidade pra mim.
-Então, explique direito o que houve. – Ele pediu.
- Quando eu, Elena e Meredith chegamos encontramos a porta aberta. Eu tenho certeza de que a deixei fechada. E quando entramos tudo estava assim. – Mostrei a sala, que continuava desarrumada a eles.
- Não se esqueça de dizer o que viu quando entrou em transe Bonnie. – Elena apareceu.
- Entrou em transe? – Stefan perguntou e eu confirmei com a cabeça.
- Quando entrei em transe me vi em uma casa e nela haviam dois vultos conversando sobre ter encontrado alguma coisa ou alguém.
- Viu os rostos? – Damon perguntou vasculhando todas as extremidades da casa.
- Não, apenas borrões. Tem alguma ideia do que pode ser? – Perguntei.
- Não, seja o que for soube esconder seu Poder muito bem. – Meu vampiro respondeu. Meu? Espera ai, ele não era mais meu.
- Isso me lembra de quando violaram meu carro na floresta de Fell’s Church. – Stefan disse pensativo. – O que acham que estavam procurando?
- O diário de Honoria Fell, tenho certeza. – Meredith respondeu.
- E conseguiram? – Stefan perguntou. Damon já não estava mais na sala, imagino que se encontrava agora em meu quarto procurando alguma pista.
- Felizmente não. Bonnie o havia escondido muito bem. – A morena respondeu.
- Também não encontrei nenhum resquício de Poder no quarto de Bonnie. – Damon voltou pra sala.
- Acha que foi alguém a mando de Klaus? – Perguntei.
- Provavelmente. – Damon passou o dedo indicador pensativo. – Não esta segura aqui Bonnie.
- Eu sei, e o que pretende que eu faça? – Eu estava com medo, sabia que não estava segura, já que eu possuía o objeto que todos estavam cobiçando e enquanto eu o tivesse minha segurança estava comprometida.
- Há duas opções. Ou se muda pra minha casa, que não fica muito longe daqui, só enquanto não acharmos uma forma de acabar com Klaus, ou eu venho ficar aqui com você. – O moreno falava tranquilamente.
Eu não podia aceitar essas opções. Todas elas envolviam Damon, é claro que eu queria ficar com ele, afinal eu ainda o amava, mas se eu aceitasse, as chances de eu sucumbir a ele seriam maiores, eu não queria arriscar.
-Há uma terceira opção. Eu posso ficar no meu apartamento sem você e Stefan me protege, já que somos vizinhos. – Falei.
- Ele ficará saturado. Não seja teimosa. – Damon estava perdendo a paciência. Ninguém dava uma palavra, só ouviam nossa discussão. Era como se só houvesse eu e Damon no âmbito.
- Quer dizer, que agora eu saturo as pessoas? – Pus as mãos no quadril. Atitude infantil a minha, eu sei, mas eu já estava ficando irritada.
- Não foi o que eu quis dizer. – Ele franziu o cenho e passou as mãos nos cabelos. – Apenas disse que ele ficara sobrecarregado, já tendo que proteger Elena e Meredith.
- Ele tem razão Bonnie. Eu preciso de ajuda.
- Tudo bem. – Me dei por vencida. – Pode ficar. Já que não dá para eu levar minhas coisas de magia pra sua casa. – na verdade todas as minhas coisas de magia se resumia apensas no grimório de vovó e o diário de Honoria. Mas eu preferia ficar em casa porque me sentia mais segura em relação a Damon. Se eu fosse pra sua casa eu ficaria muito vulnerável a ele.
- Ótimo. – Ele respondeu sério. Tudo bem, não foi essa reação que eu esperava.
- E o diário, já que estamos quase todos aqui não é melhor lermos? – Stefan não conseguiu esconder sua curiosidade.
- Acho melhor fazermos isso amanha querido. Acho que Bonnie precisa descansar um pouco, o dia dela foi um pouco agitado não acha? – ela lhe lançou um olhar de cumplicidade. Não entendi o que ela quis dizer a ele, eu já havia enfrentado momentos piores que esse.
- Tem razão. Podemos esperar por mais uma noite. – Stefan passou o braço pela cintura da amada e a conduziu até a porta. – Até mais Bonnie, Damon e Meredith.
- Até. – Respondi desconfiada.
- Boa noite Bonnie, Meredith. Damon se comporte. — Damon bufou em resposta.
Assim que os pombinhos saíram Meredith também disse que já ia, alegando que Matt havia telefonado pra ela. Minutos depois estávamos apenas eu e Damon no apartamento.
- Então, não vai buscar suas coisas? – Resolvi quebrar o silencio.
- Não. Tenho tudo que preciso aqui. – Ele me lançou um olhar bem sugestivo. Corei. Fui até a cozinha para sair de perto dele. Estava começando a sentir a onda, já bem conhecida, de eletricidade. Já estava vendo que essa sua estadia ia ser bem longa.
- Quer tomar alguma coisa? – Perguntei preparando um chá pra mim.
- Tem O positivo em sua geladeira? – Ele disse brincando, eu acho.
- É claro que não Damon. – Respondi fingindo horror, entrando na brincadeira.
- Whisky?
- Também não.
- Então por que me pergunta se quero algo se não tem nada? – Ele entrou na cozinha ficando pertinho de mim.
- Vou ser mais especifica. – Virei e deparei-me com seu peito pertinho de mim. – Vai querer algo pra beber como água, suco, refrigerante, café ou chá?
- Chá, por favor. – Sussurrou. Virei-me imediatamente para o fogão.
- Se preferir pode me esperar na sala, não demoro.
- Prefiro esperar aqui. – Ele saiu de perto de mim e foi se sentar à bancada que ficava na minha frente.
Preparei o chá e pus em duas canecas. Entreguei uma a Damon e fiquei com outra.
- Não sabia que era tão esquentadinha Bonnie. – Falou e deu um gole despreocupadamente em sua bebida.
- De que esta falando? – O encarei desentendida.
- Hoje no restaurante. Não sabia que teria coragem de entrar em uma briga com uma vampira que é bem mais forte que eu ou Stefan.
- Ela estava me dando nos nervos. – Beberiquei meu chá.
-Estava com ciúmes? – Perguntou sedutoramente pondo o copo na bancada e se aproximando de mim de novo.
- O que? – Quase engasguei. – É claro que não.
Ele levantou a sobrancelha não acreditando em minha resposta.
-Eu não estava com ciúmes Damon. Assim como sei que você não tem de mim.
- E quem disse que não tenho? – Ele pegou meu rosto com sua mão direita acariciando-o. Tive uma súbita vontade de deixar minha cabeça cair em sua mão para apreciar seu toque.
- Você tem? – Minha pergunta saiu num sussurro.
- Eu não sei. Mas não gostaria que você desse uma oportunidade para que eu descubra.
Ele levou seu polegar até meu lábio inferior. Meu coração acelerou, os batimentos ficaram parecidos com a bateria de escola de samba. Comecei a ofegar. Automaticamente separei meus lábios um dos outro. Creio que Damon entendeu isso como um convite, pois aproximou-se ainda mais de mim. Com a mão esquerda segurou meu pescoço impedindo uma possível fuga. Lentamente aproximou seu rosto do meu. Fechei meus olhos esperando seu beijo, mas para minha frustração ele não deu. Abri meus olhos e o vi, perdi-me completamente em seu olhar, o olhar mais negro e bonito que eu já havia visto. Sua boca esboçou seu sorriso mais lindo e beijou-me, me surpreendendo.
O beijo era ardente e bem ansioso, como se sua vida dependesse dele. Mais rápido do que eu esperava eu cedi a seu beijo dando passagem para que sua língua invadisse minha boca. Rapidamente eu agarrei seu pescoço correspondendo o beijo. Eu o queria mais que tudo em minha vida. Logo me lembrei da nossa primeira noite (ou melhor, dia, visto que o ato aconteceu durante o dia) e um calafrio bom percorreu minha espinha, borboletas começaram a voar em meu ventre, isso tudo efeito da lembrança daquele dia misturado com a sensação dos seus lábios nos meus. Mas infelizmente, junto com essa linda lembrança veio também a recordação da traição dele. Fazendo com que caísse na realidade como se eu estivesse em queda livre sem paraquedas indo direto ao chão.
O empurrei com toda minha força e dei um tapa em seu rosto. Ele me olhou perplexo não entendendo minha reação.
- Nunca mais faça isso Damon. – Falei muito irritada. Irritada com ele por te feito isso e mais ainda comigo por ter correspondido seu delicioso beijo.
- o que aconteceu? Estávamos tão bem. – Ele realmente estava confuso.
- Nunca mais me beije. Eu não te perdoei pelo que fez seu cretino.
De repente ele ficou todo rígido, percebi a fúria subindo nos seus olhos negros. Achei que era impossível, mas seus olhos ficaram ainda mais escuros.
- Você tem razão Bonnie. Eu não mereço seu perdão. Pode ter certeza eu nunca mais vou te beijar. Não, eu NUNCA mais vou encostar um só dedo em você. Nem que me implore por isso. – Ele se virou e foi se deitar no meu sofá.
Fiquei plantada na cozinha absorvendo o que ele havia acabado de falar. Nunca mais encostaria em mim? Um buraco se abriu dentro do meu peito com aqueles dizeres. Por que eu estava assim? Você consegui Bonnie, ele nunca mais vai te incomodar. Não era isso que queria? Não, não era.
Ai meu Deus, que idiotice eu tinha acabado de fazer. O homem (vampiro) mais lindo do mundo, o ser que eu mais amava havia acabado de me beijar e eu simplesmente respondi com um tapa na sua cara. Eu realmente tinha problemas. E agora? Ele disse que não me tocaria nem que eu implorasse por isso. Eu tinha que mudar essa situação logo.
- Quando terminar de ficar plantada ai na cozinha, não se esqueça de apagar a luz, por favor. Mesmo com anel, vampiros ainda se incomodam com a luz. – Ele estava com o braço em cima dos olhos.
Sai da cozinha e apaguei a luz. Fui para meu quarto pensar em uma maneira de reverter o que acabou de ocorrer.
Notas finais
beijinhso flores e té o proximo cap. :)
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