Diários De Annabeth
11 Capítulo 11
Notas iniciais
– Mais notícias ruins? – perguntei a Frank.
– Mais ou menos – ele disse – Marte, quer dizer Ares, quer dizer, af! Você entendeu né?- Assenti – Ele esteve no Acampamento Júpiter. Disse algo sobre o coração ser a Grécia.
Na mesma hora me lembrei da frase da profecia “Até o coração da civilização”.
– Deuses, Frank!- disse animada- Como vocês souberam que tinham que nos avisar sobre isso?
– Fácil. Grécia? Isso é coisa de vocês. Mas tem mais uma coisa... – disse ele com um pouco de dúvida, se contava ou não.
– O quê? – perguntei- Você não consegue me esconder nada, mocinho.
Ele deu um sorriso.
– Ok. Um grupo de mortais enxergou nossas espadas e adagas. A névoa está enfraquecendo. E mais! Três homens afirmaram ter visto um cavalo alado. Isso é perigoso, Annie.
– Como vocês ficaram sabendo disso?
– Simples. Os vários noticiários de Bevely Hills estão entrevistando essas pessoas.
– Deuses! Isso é muito preocupante.
– O que é muito preocupante? – perguntou Larry que vinha ao nosso encontro – E aí, Frank? O que está fazendo aqui?
– Estava explicando a Annie, a situação da névoa. Está tudo por um tris...
E ele contou toda a história.
Bom, pensei, uma coisa já tenho. Onde tenho que ir é a Grécia. Uma coisa a menos. Agora falta saber que objeto eu preciso. O que será?
– Meninos – falei – contem essa história para Quíron, e avise-o que aonde iremos é a Grécia. Se precisarem de mim, estarei no chalé de Zeus.
– Ok. O que você vai fazer? – perguntou Frank
– Nada de mais. Garanto. – deu um beijo na bochecha de cada um.
Sai correndo. Antes do chalé de Zeus, passei na biblioteca dos filhos de Atena, peguei um livro sobre história antiga e quando cheguei, mandei uma mensagem de Íris:
– Thalia Grace, onde quer que ela esteja.
A imagem apareceu. O que via não era Thalia. Era, uma paisagem verde, com o céu bem azul, onde esquilos e animais de pequeno porte pulavam em volta de uma confusão de raízes. Repousando, abaixo delas, estava minha irmã, dormindo. Seu arco e sua aljava estavam ao seu lado. Ela não parecia feliz. O que será que ela fazia ali? Foi quando uma voz retumbou : Menina... Estou a sua espera...
Estremeci. “ Estou a sua espera”.
Confusa, desfiz a parede de água.
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