Diário de uma garota quase perfeita. - O Retorno.

14 Só há uma fina linha entre ódio e amizade. - Vinte quatro de março.


Notas iniciais
''É verdade, nós somos um pouco insanos Mas está tudo tão claro, agora que eu estou desacorrentada Medo está apenas em nossas mentes tomando lugar o tempo todo Medo está apenas em nossas mentes Mas está tomando lugar o tempo todo Pobre coisinha doce e inocente Seque seus olhos e testemunhe Você sabe que vive para me corromper Não negue, doce sacrifício Um dia eu esquecerei o seu nome E um doce dia, você estará afogado na minha dor perdida Medo está apenas em nossas mentes tomando lugar o tempo todo Medo está apenas em nossas mentes Mas está tomando lugar o tempo todo Pobre coisinha doce e inocente Seque seus olhos e testemunhe E Oh, você ama me odiar Não é, querida? '' CHEGUEEEEEEEEEEEEI, CEDO! ESPERO QUE GOSTEM

Anteriormente em Diário de uma garota quase perfeita....

Agarrei seu braço delicadamente impedindo-a de se afastar.

– Querida , eu preciso de você, sei que sempre será verdadeiro. Quero você aqui ao meu lado. Oh, caminhe comigo, quero que o meu coração parar de chorar.

– Não! — Carina exclama. – Droga Anna! O quê você quer de mim realmente? Já entendi que é um jogo. Mas caso não se lembre, fizemos uma promessa que você está quebrando — Gritou.

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– Não sou de quebrar promessas atoa, você sabe. É por uma boa causa. Tudo será esclarecido hoje a noite. — Disse Anna, em seguida adentrando a mansão, olhando por cima dos seus ombros.

Tudo o quê eu queria naquele momento era ficar sozinha para preparar minha festa de aniversário da forma que eu bem desejava, mas Anna parecia não querer colaborar para que isso acontecesse. A hora que a vi chegando no jardim, senti uma leve vontade de chorar de raiva, misturada a ódio repentino. De fato, ela esta disposta a me surpreender hoje.

Algo em Anna está diferente, seus olhos não estão com os mesmos traços de orgulho de quando nós ainda mantínhamos uma rivalidade, o quê vejo neles agora, não passa de um sentimento reprimido, como se a matasse por dentro me fazer ficar com ódio. Porém ela é esperta o suficiente para não deixar transparecer tal sentimento por muito tempo, logo aquele brilhante olhar maldoso retorna.

Isso me deixa com grandes dúvidas se irá acontecer algo bom ou ruim. Quanto mais as horas passam, mais temo a noite que chega devagar e singela, assim como o sol da manhã. Os empregados terminaram os últimos detalhes da decoração e da pista de dança, pouco antes das 5h45min.

Depois da minha discussão com Anna, um pouco mais cedo, a mesma não deu as caras até o momento em que a manicure e a cabelereira chegaram. Entrei na cozinha da mansão, onde as cozinheiras enfeitavam o meu bolo de aniversário, Anna estava lá dando palpites sobre o sabor da cobertura, apenas ignorei-a e subi para o meu quarto, onde meu vestido se encontrava muito bem passado em cima da cama, meus saltos vermelhos davam grande contraste e combinavam com a roupa escolhida. Tomei um banho, fiz as unhas e o cabelo e me propus a aguardar.

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Eu olhava ansiosamente para o relógio em minha cabeceira, comecei a caminha compulsivamente para todos os cantos do quarto. Quando o ponteiro pequeno estava no 6 e o maior no dez, indicando que já eram 6h50min, abri a janela, avistando de lá varios convidados, parentes de New York, amigos, colegas de longa data entre tantos outros pelos quais eu não vejo a bastante tempo, eles estavam no jardim sentados em suas devidas mesas com taças de champanhe em mãos. Aguardavam o horário de ver a aniversariante, no caso, o meu ser.

– Pelo visto, meu amor está muito animada para sua grande noite. — A voz masculina de Pedro, atinge meus aparelhos auditivos, ele estava parado no batente da porta me observando com um sorriso lindo.

Fui até o seu encontro e dei-lhe um beijo delicado e rápido, para é claro, não borrar o meu batom.

– Algum sinal de Ágata, Renny ou Anna? — Questionei.

Pedro adotou uma expressão preocupada, colocou a mão em seus bolsos e se afastou, pousou seu olhar direto para a janela, onde a cada minuto que se passava, mais pessoas chegavam, tornando o burburinho no jardim maior. Entorno de 70 pessoas foram convidadas.

– Ágata não vem, Renny está lá em baixo com Anna e...

Não o deixei completar, abri a porta com força, tomando o rumo das escadas. Não agüento mais as provocações de Anna, estou chegando em meu limite, se ela não parar, não sei o que sou capaz de fazer. Com esse pensamento, virei uma estátua no meio da escada, deixando minha coragem voar do meu corpo e se espalhar no ambiente. Anna não irá estragar minha noite. Ninguém irá estragar. Hoje é o meu aniversário, o melhor de todos os tempos.

Pedro correu em minha direção, me abraçando por trás. A caixa de som do jardim se encheu com a voz do meu pai, avisando que todos os convidados deveriam se reunir no salão principal, para a aniversariante poder abrir os presentes desejados e é claro, para haver uma apresentação digna. Não preciso nem pontoar, que no mesmo segundo, o salão lotou.

Papai e mamãe vieram me abraçar, desejando o meu mais que merecido feliz aniversário. Sem nos darmos conta, a multidão começou a gritar meu nome por iniciativa de Anna e Renny. Meu namorado fez questão de descer primeiro que eu, pois papai disse que ele deveria tomar minha mão na frente de todos ali presentes. E assim foi feito. Respirei fundo e soltei um belo riso, desci cada degrau lentamente. Meu coração palpitava. Pedro já estava ajoelhado aos pés da escada, me esperando. Renny e Anna estavam ao seu lado, os dois perto o suficiente para me deixar desconfortável, notei que seus braços estavam entrelaçados e Anna susurrava algo no ouvido de Renny.

Dei por encerrado o caminho das escadas, chegando no último degrau, onde Pedro me puxou para si, tocando seus lábios no meu com ousadia. Naquele instante, uma salma de palmas ecoou meio a assobios e gritos. Uma fila se formou atrás da mesa de presentes onde mamãe estava cumprimentando conhecidos. Anna olhava cada detalhe, desde as rendas até meu salto alto. Renny e Pedro comunicaram-me que iriam ajudar minha mãe a receber os convidados, deixando apenas nós duas ali. Ela passou a fitar o chão, suas bochechas se encontravam claramente avermelhadas de vergonha, mas mesmo assim Anna não deixou de estar irônicamente feliz.

– Este é meu, para você. Espero que entenda o significado dele. É a primeira parte da minha surpresa.– Disse, estendando sua mão esquerda, onde nele estava o pacote.

A curiosidade tomou conta de mim. Rasguei as pressas o embrulho fofo de urso, revelando ali, um diário com o escrito ‘’ Livro dos sonhos e dos desejos’’. Meu rosto se iluminou ao ver que os sete cadiados estavam abertos. Ah! Eu procurava aquele livro a muito, mais muito tempo....

Abri a primeira página, cuja era a única que não estava em branco. Reconheceria a letra ali, até de olhos fechados. Redonda, cheia de curvas e pingos.

Querida Carina,

Gosto de lhe colocar em situações difíceis, não para ver você sofrer, mas sim, para ver você reagir. Gostaria de lhe colocar no meu lugar... não para lhe comparar, mas sim, para lhe ajudar. Gostaria que não fosse tarde... não para dizer TE AMO, mas sim para expressar-te o meu amor; Gostaria de lhe pedir... Não para lembrar-me, mas sim, para não esquecer-me. Gostaria de lhe dizer... não o que é errado. Mas sim, ensinar-lhe o que é certo; resumindo....gostaria que você não me visse como uma amiga, mas sim como uma irmã, gostaria que entendesse que só tenho a desejar-te sorte e enfim dar-te o meu amor ...Tão grande embora tão insignificante.

– Anna King’s

24 de março de 2014.

Fiquei simplesmente sem palavras, uma vontade enorme de abraça-lá tomou conta de mim, mas quando fui fazer tal ato, Anna simplesmente recoou, dando um passo para trás.

– Ainda não! — Exclamou. – Ainda não mereço. — Conclui, dando de costas e indo ao encontro de Renny e Pedro.

Anna me rejeitou? Espere... como ela ousa? Como ela pode? Olhei em volta e para a minha sorte ninguém presenciou a cena anterior, alias grande parte dos convidados já se encontrava lá fora. O afeto de poucos segundos atrás se transformou novamente em ódio.

Ame, sem medo em seu coração, sinta, sinta como se você ainda tivesse uma escolha, se todos nós acendermos a podemos afastar a escuridão, Devemos olhar para as estrelas, e não apenas a (estas) telas. Você deve ouvir o que estou dizendo e saber o que significa cantar, cante no topo da sua voz. Desejo que não fossemos perdedores e mentirosos desistentes. Quero algo mais, que não seja apenas desagradável e amargo, quero algo real.

A torre que eu fui, o tijolo que eu sou. A estatua é tão grande, eu sinto seu sol. Mas, eu nunca pensei, que eu seria queimado como este. Escute minha prece agora. Ensine-me sobre vitória, ou eu partirei, brilhando por falsa inocência. Roube minhas asas e eu morro lentamente. Sorriso rachado, olhos ilusórios, eu estou queimado pelo vento. Esses dias eu sou sujo, chega de chuva, porque eu sou o deserto. Eu alimentei seu dom....

Fiz questão de me retirar dali, sem mais estomago para tudo. Fui para o jardim, sentando-me ao redor da mesa central, onde já estavam vóvó Tereza, vôvô António, tia rose e tio Luigi. Todos fizeram as honras de abraçar-me, não faltou aquelas frases clássicas, como '' Meu deus, você já é uma mulher ’’.

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Entre conversas, risadas, consegui ficar um pouco mais calma até a hora em que Pedro apareceu dizendo que iríamos cortar o bolo. Meu pai e minha mãe já estavam posicionados, dirigi-me a entrada do jardim no começo do tapete ali colocado. Renny e Anna estavam sentados na mesa da frente. Meu melhor amigo homem gritou um ''Agora’’ fazendo sinais com as mãos. O violino soltou um acorde e o piano acompanhou.

‘’Dezessete anos, dezessete anos
Dezessete anos, dezessete anos
Ele estava trabalhando na loja de discos
Eu o beijava no estacionamento
Com gosto de cigarros e refrigerantes
Dezessete anos
Ele me dizia que eu era linda
Se infiltrava na piscina dos vizinhos
Sim, ele me ensinou a quebrar as regras
Mas ei, isso não faz muito tempo
E quando eu ouço a nossa canção
Ela me leva de volta
Estávamos no topo do mundo
Quando eu era sua namorada
Vivíamos de uma forma tão extravagante e livre
Agindo como estúpidos para nos divertirmos
Tudo o que nós precisávamos era amor.''

Desfilei no carpete, estralando os dedos ao ritmo da música da cantora Avril Lavigne, uma luz forte surgiu em cima de mim. Fazendo a multidão começar a cantarolar a melodia, batendo palmas conforme o ritmo. Foi a coisa mais linda que eu já presenciei e vivi.

Ao chegar na mesa, notei que minha mãe estava emocionada, a abracei fortemente, assim, ficando de frente para o bolo.

– Parabéns pra você... Nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida! — Todas as 70 pessoas, sem nem uma exessão gritavam e cantavam com agito e felicidade. – É pique, é pique! É pique, é pique, é pique, é pique! É hora, é hora! É hora, é hora, é hora! Ra-ti-bum Carina, Carina! Vivaaaaaaaa!

As velas estavam acessas e formavam o número dezessete. Fechei os olhos e fiz um pedido. ‘’Eu quero voltar a praia de Malibu, onde eu e Anna tiramos aquela foto, só que desta vez com Renny, Ágata e Pedro. ‘’

Mentalizadas tais palavras, assoprei as velinhas, a platéia estava em silêncio absoluto. Peguei a faca e com a ajuda de Pedro, cortei as 3 camadas de glacê de chocolate, retirando os três primeiros pedaços. Entreguei um a Anna sem dizer nem uma palavra, outro a Renny , e o último nas mãos do meu amado.

Mais assobios, só que desta vez mais fortes do que nunca, duraram no mínimo dois minutos.

– Boa noite a todos. — Sem percebermos, Vôvô Antonio já estava em cima do palco montado, com o microfone em mãos. – Agora, chegou a hora que todos sempre esperam nos aniversários, as homenagens. Bem, por onde este velho avô pode começar? — Alguns gargalharam com o tom de voz do vôvô, eu fui uma delas. – Minha neta, já lhe disse o quanto você é maravilhosa? Quando você era uma criança, os filhos dos vizinhos já sentiam inveja de você, por ser sempre muito objetiva com tudo o quê fala, parecia ter nascido para liderar. Neste aniversário, agora, com você completando 17 anos, desejo-lhe paz para continuar a ser a líder que desde pequena era, que você alcance seus sonhos e maiores desejos, se tem alguém que merece aqui, esse alguém é você Carina! — Vôvô concluiu, já com lágrimas nos olhos, eu por minha vez já as sentia chegando.

Levantei e mandei um beijo no ar para vôvô, as mesas soltaram um ‘’ Wont’’ conjunto e então, ele agradeceu, dando espaço para dois seres subirem no palco.

– Agora, eu dou a palavra a Anna King’s e Renny Clark. Melhores amigos de minha neta. — Fala vovô, dando o microfone nas mãos de Renny.

Senti um aperto no peito, ao ver os dois ali em cima, prestes a dizerem o quê pensam sobre mim. Anna me olhava profundamente, como se quizesse tocar meu coração com a palma de suas mãos. Renny enfiou as mãos no bolso, também me fitando.

– Primeiramente, Olá a todos. Estamos todos aqui reunidos para celebrar o aniversário de uma pessoa, que durante os últimos quatro anos se tornou a melhor amiga que eu já pude ter em toda a minha vida. Sabe? Volto no tempo agora e minha mente é invadida pelas lembranças do dia em que nos conhecemos, me pergunto o por quê você se interessou em nutrir uma amizade com um cara como eu. Não tinha nada a lhe oferecer, além do meu carinho e companherismo. Foram muitas discussões, as vezes por assuntos bobos o suficiente. Nunca fomos fáceis, você, sempre buscando mais de si mesma, sempre tantando ser uma garota quase perfeita, e aparêntemente conseguiu. Eu, um rapaz que sempre quis ser diferente dos demais, afinal, meus pais me ensinaram que não preciso ligar para a opinião do próximo. Carina, você me ensinou muita coisa, e acredite, seu lugar está reservado em meu coração até a minha morte. Quero que bote uma coisa em sua cabeça, você é perfeita para mim do jeito que é e não precisa se esforçar para isso. — Anna assentia com a cabeça durante cada frase. – Obrigado por você existir! — Concluiu, em seguida correndo em minha direção para me abraçar.

Um abraço caloroso e maravilhoso, fez meus olhos instantaniamente se fecharem assim que nos juntamos. Anna continuava no palco e via tudo aquilo. Ao nos separarmos, Renny entrelaçou nossas mãos e eu deitei minha cabeça em seu ombro, ele por sua vez, susurrou em meu ouvido:

– Se prepare para chorar, ela ficou a festa inteira ensaiando suas palavras.

Encarei-o incrédula. Por quê ela fizera isso, se ficou o dia inteiro me tirando do sério? Voltei minha atenção a Anna, que tirou o microfone do gancho e começou a andar pelo palco.

– Boa noite senhores, senhoras, amigos da minha melhor amiga e familiares. É meio evidente que as palavras que eu devo dizer, devem vir de dentro do meu coração, por esse motivo, decidi deixar os ensaios para a peça de teatro para depois. Não sei como dizer, e nem se devo dizer. Serei sincera, passei o dia todo, fazendo Carina se irritar comigo. — Os convidaram riram, Renny, Pedro e Anna também pareciam saber sobre o assunto, apenas eu continuei séria. Anna prosseguiu. – Muitos de vocês aqui já me conhecem, e sabem que sou complicada além do limite. Faço as pessoas, e principalmente a nossa aniversariante ficarem doidas de ódio com minhas atitudes. Isso ocorre desde sempre na minha relação com Carina. Todos os alunos do colégio Couci Gold presentes, devem estar se perguntando por quê retornei a Londres depois do escândalo em 2010. Sei que não devo tocar no assunto, mas ele envolve aquele ser que está ali. — Ela fala apontando para mim, tentei adivinhar suas próximas palavras. – Eu só voltei, por quê queria fugir, de algo impossível de se esquecer, as lembranças, as brigas, e todas as outras coisas que minha amizade com Carina acarretou. No final de 2013, tomei a decisão de que precisava me afastar, que precisava ir embora, pois nós nunca daríamos certo. Deixei em New York grande parte de mim e uma delas era Carina. Essa parte só foi preenchida novamente, quando ela veio atrás de mim, por conta de eventos recentes e minhas recaídas com álcool. Meu dilema sempre foi beber para esquecer. — Anna secou uma lágrima que deixou cair. – Ela foi capaz de despertar o meu melhor lado, a parte que estava escondida no meu interior. Bem, você só precisa da luz quando está escurecendo, só sente falta do sol quando começa a nevar.... só percebe que estava bem quando se sente mal, simplesmente odeia a estrada quando sente saudade de casa..... só sabe que a ama quando a deixa ir. Espero que um dia eu consiga fazer um sonho durar, porque sonhos chegam devagar e se vão muito rápido. Você a vê quando fecha seus olhos, talvez um dia você entenda o porquê de tudo o que você toca seguramente, morre. Olho para o teto no escuro, sinto o mesmo velho sentimento de vazio em meu coração. Porque o amor vem devagar e se vai muito rápido...

Sem evitar, as lágrimas percorrem toda a minha face descontroladamente, o mesmo acontece com Anna e alguns daqueles presentes ali, como vóvó Tereza, Tia Rose e Marrie.

Ela desceu do palco e se atirou nos meus braços, me abraçando fortemente, eu não queria solta-lá por nada naquele mundo, ambas encharcamos o vestido uma da outra de água. Todos batiam palmas, Anna sem desfazer o abraço ergueu a cabeça e me olhou, com aquele mesmo brilho de admiração, enxuguei suas lágrimas e sorri. A platéia de convidados aplaudiu de pé a cena.

– Me desculpe por tudo e por toda a raiva que te fiz passar no dia do seu próprio aniversário. Eu só queria provar que você é incapaz de sentir ódio por muito tempo de mim, por isso entreguei o presente e recuei ao seu abraço. Você não sabe o quanto isso me doeu Carina... você não sabe.... – Falou

Então perdoe-me enquanto eu explodo em chamas. Eu já tive o suficiente do mundo e desses jogos irracionais das pessoas.

– Por favor não chore por mim, eu já perdoei você após você ter desligado o telefone na minha cara, me fez sentir-me rejeitada mais de uma vez no mesmo dia, pois é como você disse. Não consigo sentir ódio por muito tempo das pessoas, especialmente de você Mrs. King's...

No final ela estava certa desta vez. Ho-a!

Continua...

Notas finais
UAL! SE TIVER ERRO ARRUMO AMANHA