Notas iniciais
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Data de registro: 01de setembro de 2013. Data dos acontecimentos: 02 de fevereiro de 2000.

Nem me lembro mais quanto tempo já estou caminhado em meio a folhas secas.Observo a todo instante o círculo cruel e infinito que herdamos da mãe terra. Vejo desde folhas caindoaté irmãos se matando. Tudo muito cruel para olhos humanos, mas banal para deuses,monstros, divindades angelicais ou demoníacas. Algo até favorável para bestas das trevas que ainda fingemser homens.Poucos compartilham do mesmo pensamento que eu ou, aomenos, tem conhecimentos sobre tais atividades. Aliás, isso seria muito para as mentes minúsculasde homens e mulheres que são manipulados por senhores que, muitas vezes, já nem são mais humanos e sim cópias. Eos pobres camponeses nem tem idéia dessas bestas, ou melhor, dessa praga que anda entre eles.

Mas foi naquele dia. Desde aquele dia... O dia em que encontrei a verdade sobre mim e meus pais que há muito tempo estavam perdidos. Tudoaconteceu em um noite que parecia normal aos meus olhos:eu tinha acabado de chegar na minha casa, acabado de receber a melhor boas-vindas que podia, meus filhos Emily e Mathues e minha mulher, Isabelly, que sempre estava atrás deles só esperando sua vez de ser abraçada e beijada. Uma noite sonhada há muito tempo, desde ingressei na minha definitivamente última missão (pobre inocência) de caçador para o exército americano: foi uma missão fácil; pois, todos os dias, descobrimos os podres dos países do oriente. Mas isso não me fez esquecer por um instante minha família que sempre carreguei em um retrato dentro da caixa de armas.

Anoite toda fora tranquila, as crianças estavam querendo saber como foi a viagem. Eu contei um pouco e, depois de longas brincadeiras, eles começaram a esfregar os olhos e logo disse: “esta na hora de dormi minhas joias”. Eles responderam “ — Sim, papai”. Nada me alegrava mais do que seus sorrisos e olhos brilhantes. Bom havia alguém que me alegravamais, então coloquei os dois para dormir e fui em direção do quarto para enfim sentir o corpo de minha amada mais uma vez.

No momento em que abri a porta já com ânsia de poder derramá-la em meus braços, foi que vi a coisas mais... maisassustadora que os meus olhos poderiam entender. Foi quando o sangue da minha amada escorreuna boca de uma silhueta negra e, nesse momento, um ponto de agulha atravessou meu corpo por diversas vezes. Quase que esse medo me congelou, mas logo depois disto meu sangue, queimou dentro de cada uma dasminhas veias. Foi então que, por instinto de defesa misturado com um sentimento de desespero, eu me joguei para cima do meu adversário. Tentei socá-lo, mas ele foi mais rápido. Então,mais uma vez lancei um ataque e mais uma vezfoi em vão, então lancei mais um e outro,outro e outro até que por um momento minhas mãos conseguiram agarrar suas vestes e logo o joguei para a luz.

Por um instante vi sua face, o sangue da minha mulher estava preso em sua boca, que lançava caninos estranhamente maiores que o normal. Eles eram quase bestiais, os olhos pareciam dois faróisque refletiam a luz prateada da lua e foi nesse momento de observação do meu inimigo, que ele viu a oportunidade de me nocautear.

Quando acordei, descobri o que tinha acontecido com minha família e o que iria acontecer comigo.

Notas finais
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Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.