Notas iniciais
Então guys este capítulo esta bem curtinho, mas tenho uma coisa mais importante para pedir. Quero falar com VOCÊ. VOCÊ MESMO que está lendo isso. Gosto de conhecer meus leitores, seus nomes de onde são seus hobbys. Podem me responder por comentário, quero criar uma fic que envolva faculdade e tals. E estou precisando de inspirações para personagens. Enfim não leva mais que cinco minutos e não seja timido. É isso beijos.

O resto do dia seguiu sem que tenhamos feito nada produtivo. Era uma pessoa falando mais alto que a outra, as crianças gritando e rindo enquanto brincavam de pata-cega dentro de casa, meu tio Henzo, minha mãe e minha avó fofocando sobre como o pessoal daquela cidade vivia. Vôvô sentado na sua poltrona e o tio Hugo jogado no sofá (sério, ele se levantou umas três vezes só ao longo do dia). Ahhh e Nate de vez enquanto trocava umas caricias comigo publicamente, mesmo por um abraço eu me sentia estranha fazendo isso em frente à família até porque eles ficavam “aiiii olha que bonitinhos” “eles estão tão apaixonados” “vocês lembram da minha época assim” “beija, beija, beija”

Minha família é um tanto quanto estranha. EU SEI DISSO. Depois da janta fui direto para o quarto, estava irritada com aquele barulhão visto que sou acostumada a “viver” sozinha, ou com a Mari — que nem faz tanto barulho.

Subi para meu quarto e enquanto enchia a banheira eu fiquei mexendo no meu celular. Vendo o facebook, twitter e o Snapchat. Eu tinha tirado umas fotos com o Nate e ele colocou na my store, bati print e fiquei observando outras que ele capturou sem eu percebesse. Ri de uma em que a Valéria e a Valentina estavam brincando de massagista com o meu pezinho. (não sou exploradora de crianças apenas gostei de participar da brincadeira, apesar de depois sair escorregando no piso de tanto creme que passaram ) a sensação era tão gostosa que na foto sai com um meio sozinho e com os olhos fechados.

Coloquei sais de banho e criou espuma na banheira, coloquei os fones de ouvido e entrei deixando apenas minha cabeça fora d’água e o corpo coberto por espuma.

“Pega a metralhadora” “tra tra tra tra tra” “as que comandam vão no tra tra ...”

Com o shampoo como microfone eu cantava no meu show imaginário, fazendo caretas como se tivesse arrasando. De repente abri os olhos e vi o Nate na minha frente rindo MUITOOO e me filmando. Na hora me veio na cabeça que eu tinha deixado a porta meio aberta, mas não estava com vergonha dele até porque não dava de ver nada além da minha cabeça. Mas na hora que ouvi eu cantando e percebi que aquilo remetia a cada dez segundo. Parti para a ação antes que ele publicasse no snap.

Sai da banheira num pulo, que acredito que muita água saiu também. Fez até uma ondinha. Fui na direção dele já ameaçando. E quando achei que ele fosse correr ou levantar o celular sei lá. Ele ficou com a boca aberta me observando. Os olhos me secavam e na sua boca lentamente formava um sorriso malicioso.

Então a ladina aqui percebeu o que fez. Fiquei vermelha que nem um pimentão e segurei meus seios procurando a toalha com a outra mão.

—SAI DAQUI! – gritei muito brava apontando para fora do banheiro.

Nate foi sem dizer nada, mas estava espantado. Antes de ele atravessar a porta eu ordenei que deixasse o seu iphone comigo. E CLARO ele me obedeceu, entregando na boa. Me sentei em cima do vaso e comecei a mexer no seu celular. Tipo assim em TUDO. Até nas mensagens. Claro que exclui meu vídeo antes.

Nate não parava de falar –sozinho- do outro lado da porta.

“Amor” “Amor desculpa” “Eu não vi nada”

Eu ri quando ele disse isso. Ele ouviu minha gargalhada e confessou.

“Mentira, eu vi tudo.” “Eu prefiro os rosadinhos mesmo.”

Eu entendi que ele se referiu aos meus seios.

“Agora to de pau duro”

“Nataniel” –gritei repreendendo.

E ele voltou a pedir desculpas com o lado mais querido que eu conhecia dele, trocando totalmente do garoto pervertido para o garoto meigo.

Coloquei meu pijama, esvaziei a banheira e sai dali. Me sentei no sofazinho que tinha no quarto e liguei a tv. Nate só me olhava, depois se sentou do meu lado e começou a chegar mais perto.

Tentou me abraçar, me deu beijos no braço, colocou a mão em cima da minha e eu nada retribui. Na verdade, mal o olhei nos olhos.

—Estou bem brava! – afirmei olhando para a tv. Apesar de não ser mais tão verdade era legal vê-lo todo preocupado querendo minha atenção.

—Eu sei, eu sei. Desculpa, não vou mais fazer isso. – falou com sua cabeça muito próxima da minha. Seus olhos na mesma altura que os meus.

—Você invadiu minha privacidade!

—Para com isso, para. – implorou fazendo beicinho e puxou minhas pernas pro seu colo, já que agora estava sentado ao meu lado.

—Nunca mais me filma. Ta bom? – falei e dei um selinho bem rápido.

—Prometo. – respondeu.

—Imagina se vaza. Uma foto do meu corpo nu e tals. Bem falava que vou ficar no colégio né. – Ironizei o “bem”.

—Então você só estava brava pelo vídeo e não por eu ver você pelada? – ele perguntou levantando as sobrancelhas.

Enquanto nós conversávamos do nada apareceu minha mãe enfiando a cabeça na porta.

—MÃE, bata antes de entrar por favor!! – descontei um pouco minha raiva nela.

—Desculpa. –ela falou e colocou as duas mãos para cima em sinal de rendição. – Só queria saber se ta tudo bem aqui. As paredes de madeira são bem finas sabias?

Notas finais
Não revisei o texto, então perdoem meus erros. Beijos.