Olá meu querido caderninho de anotações, tudo bem?

Hoje eu estava ansioso para escrever em você, na semana passada, se me lembro bem, comecei a falar sobre como entrei no mundo do blue book. Ah!! Um pequeno adentro, o hospital me ligou ontem e para minha felicidade minha mãe terá alta na semana que vem, sim estou mega feliz com isso, mas tem um problema, terei que voltar para aquela maldita cidadezinha, aí vocês deve estar se perguntando, mas então porque não trago ela para a cidade grande?

Porque imagine se minha mãe descobrisse tudo, eu simplesmente terminaria de matar a mulher.

Mas não foi para isso que estou aqui hoje, hoje irei contar sobre meu primeiro encontro com Christian, não, não é o Christian Gray ele é das 50 cinzas.

Voltando, era uma agradável noite de desfile, meu colega e eu fomos convocados para desfilarmos a moda primavera e verão, foi um grande sucesso com tudo que havíamos de direito, flashes para todos os lados e convites das maiores e melhores revistas de moda, corpo e esporte.

Quando acabou, fomos nós trocar e voltamos a ser pessoas normais, digo quase normais. Enquanto nós trocávamos meu celular subiu uma mensagem no zap, era meu primeiro cliente, mostrei para ele, que apenas confirmou com a cabeça. Não sabia o que fazer, segundo meu colega bastava simplesmente eu apenas ir e que todo o resto aconteceria naturalmente. Então eu fui, tomei um taxi e pedi para ir para tal endereço, que para minha surpresa dava em um estacionamento de iates de luxo, estava tudo quieto e isso muito me preocupou, mas logo encontrei um homem vestido de mordomo que sabia o meu nome e me encaminhou até onde eu queria, acho que ele sabia até meu signo. Era um iate grande e de extremo luxo, subi e encontrei o chão repleto de pérolas nas quais eu segui e cheguei em um dos quartos, sentado na poltrona estava um homem jovem de no mínimo uns 20 anos tomando um copo de uísque com gelo, ele me ofereceu e recusei na hora, tomando mais um gole ele literalmente mandou um tirar a roupa e rodar para ele, lembro me até hoje de seus olhos de águia sobre o meu corpo procurando alguma coisa. Não achando nada ele colocou o copo sobre uma mesinha e abril o zíper da calça revelando a cueca com um certo volume, sim! Ele queria que eu tirasse a roupa dele, mas antes ele queria que eu colocasse minha boca naquele volume e foi o que eu fiz, podia sentir uma de suas mãos entre o meu cabelo e pressionando para mais perto. Eu o ajudei a tirar a roupa e joguei meu corpo sobre o corpo agora nu dele, fiz tudo que me foi ensinado, beijei o pescoço, o peito e até a boca que, um fio de saliva nos ligou, mesmo nós dois já gozados continuávamos a nos atracar cada vez com mais ardor, a porra agora apenas lambuzava nossos corpos e nos colava um no outro. O dia amanheceu, nós banhamos, recebi o dinheiro que dava para comprar todos os remédios de minha mãe + contas e ainda sobrava e tudo voltou a sua rotina ou apenas quase tudo, agora Christian e eu estávamos ligados por um sentimento que ainda não sei explicar qual.