Notas iniciais
Olá galera sei que estou a muito tempo sem postar e confesso que estou bem desanimada de continuar a história. Pensei em parar, mas acho meio que sacanagem com os leitores, então resolvi escrever mais alguns capítulos para finalizar. Espero que me perdoem!!! Escrevi com carinho... Continuação do capitulo 45

Dias atuais

— Elena!!— Damon chamava a menina pelo escuro das jaulas onde eles haviam sido colocados. Seus olhos já haviam voltado a enxergar, mas ele não reconhecia aquele lugar.— Elena! Eu vou te tirar daqui. — Damon sabia que a menina estava desacordada, mas ele ouvia seu coração batendo o que o tranquilizava. Ele estava perdido na sua cabeça tentando entender o que estava acontecendo. Elena esperava um bebê e isso era estranho demais, já que ela não poderia dar à luz aquela criança sem matar a si e a todos os vampiros incluindo ele.

— Damon?! Damon Cada você?

— Estou aqui amor, estou aqui. — Eles estavam separados por jaulas como animais, porém ele podia sentir sua amada a quilômetros de distância e sabia que ela não estava nem três metros de distância dele e apesar do escuro ele a enxergava perfeitamente.

— Onde estamos, porque minha cabeça doí?

— Klaus te bateu, desculpe não consegui evitar.

— Klaus? Está tudo tão confuso. Damon me tira daqui eu não vejo nada.

—Vou tirar, só preciso de um plano. As portas estão fechadas por magia. Não posso somente usar a força.

— Estou enjoada... acho que vou.... — Elena não termina a frase e começar a vomitar.

— Você está bem?

— Na verdade não. Esse cheiro está me enjoando muito.

— Que cheio? — Damon perguntou curioso já que ele não sentia cheiro nenhum.

— Lavanda, acho que é isso.

— Lavanda? — Damon tenta entender o que sua amada está sentindo. — Elena tenta empurrar a grade.

— Como assim?

— Só chegue até ela e empurre.

— Mais...

— Faça logo antes que alguém apareça.

— Ok.... — Elena se aproxima da grade e a empurra com as mãos como se elas estivessem abertas. —Eu consegui. Como? — A menina fica espantada.

— Isso descobrimos depois que você me ajudar a sair daqui. Empurra a minha. — Elena anda até a grade de Damon e a empurra como se a magia não afetasse. — Isso está cada dia mais estranho. Elena corre até ele.

— Eu vejo você. Seus olhos azuis são tudo que eu desejo ver sempre. — Elena fala olhando para Damon que a toma em seus braços dando um beijo profundo, ele sabia que as coisas poderiam se complicar e cada momento com sua amada passou a se tornar único. — Você está bem? Tá sentindo alguma dor?

— Minha cabeça doí e estou um pouco confusa e enjoada. Mas estou enxergando bem agora.

— O cheio de lavanda passou?

— Não, ele está mais forte. Porque?

— Lavanda é uma magia muito antiga, as primeiras bruxas cultivavam um tipo de lavanda que só os deuses poderiam sentir.

— Como assim só os deuses?

— Eu não sinto cheiro nenhuma Elena, eu sou um vampiro sinto cheiro a quilômetros de distância.

— Porque eu estou sentindo então?

— Não sei... vamos tentar sair daqui, depois descobrimos. — Damon tenta achar uma saída, mas o local parecia um labirinto. — Estamos debaixo da terra, em tuneis profundos.

— Como viemos parar aqui?

— Molly E Emily, você não lembra mesmo?

— As coisas estão se apagando Damon, lembro do Stefan e Klaus, mas não sei bem o que ouve. — Damon olha para a menina, algo estava muito errado. Ele se aproxima dela e olha sua cabeça para ver se tinha ficado ferida, nada aparentemente estava machucado. Ele coloca a mão na barriga dela e seus olhos ficam vermelhos.

— O que foi Damon? — Elena sente algo estranho, como se uma energia saísse de dentro e atingisse seu namorado.

— Eu não sei... — Damon se sentia confuso, aquilo no ventre de Elena era algo que ele nunca tinha visto, sua fome aumentou de repente e seus instintos animais ficaram aflorados. Ele conseguia ouvir ainda mais longe e seu coração parecia bater como de um humano.

— O que houve Damon? Que cara é essa? — Elena perguntou se aproximando e Damon se afastou.

— Fica longe Elena.

— Como assim fica longe?

— Eu não sei o que está acontecendo, estou com fome e só escuto seu coração me chamando.

— Elena — Uma voz surgiu do escuro interrompendo aquele momento.

— Bonnie?! — Ele sorri ao ver a amiga. — O que você está fazendo aqui? — A menina estava presa em uma cela bem parecida com a que eles estavam.

— Emily me prendeu tem semanas, logo depois que vocês saíram da casa da vovó. Ela conseguiu pegar vocês. Sinto muito.

— Damon me ajude tirar ela daqui. — Elena disse, mas Damon estava salivando tentando conter suas forças para não matar sua amada. — Damon!!

— Elena eu não estou bem.

— O que ele tem? — Bonnie perguntou percebendo que algo estava muito errado.

— Damon olha para mim. — Elena se aproxima e Damon se afasta. — Damon eu sei que não vai me machucar.

— Elena, eu não estou no controle, algo está controlando meu corpo. Sai de perto de mim.

— Elena fica longe dele. — Gritou Bonnie.

— Como assim?

— Damon o que está sentindo? — Bonnie perguntou.

— Vontade de morde Elena... na verdade vontade de entrar nela. Eu só consigo sentir ela, na verdade eu sinto tudo, mas eu só quero ela.

— Elena, ele está enfeitiçado.

— Bonnie, impossível! Estávamos bem até a dois minutos atrás.

— Existem feitiços que precisam de algo para ser ativados, o que vocês fizeram quando se soltaram? Ele encostou nas grades?

— Fui eu que abrir as grades. — Elena falou se aproximando da grade onde Bonnie estava.

— Como você fez isso? Eu tentei toda magia, feitiço e nada.

— Ela está gravida. — Damon falou sussurrando abaixando tentando conter seus instintos confuso.

— Meu Deus! Emily conseguiu. — Bonnie sabia dos planos de Emily, ela tinha passado muito tempo presa ouvindo as irmãs conversarem. — Há magia no bebê. Elena canaliza o bebê e faça Damon parar.

— Que bebê? Ficaram loucos?

— Elena me faça parar agora, eu não estou conseguindo resistir. — Damon levantou e começou a andar em direção a Elena.

— Eu não tenho bebê dentro de mim. Pare de Damon! — Elena começava a sentir medo, mas algo dentro dela estava diferente. Damon se aproximava.

— Eu não consigo parar! — Damon se joga no chão tentando não ir para cima de sua amada, mas seu corpo se arrastava. — Bonnie me ajuda eu não posso matá-la.

— Elena você precisa correr! — Bonnie grita percebendo que Damon estava realmente muito enfeitiçado. — Ele não vai resistir mais. Corre!

— Olha que teatro temos por aqui, — Emily apareceu na frente de Elena. — Parece que minha magia não conteve vocês.

— O que você fez com ele? — Elena perguntou sendo parada pela magia de Emily que a proibia de mover as pernas.

— Eu? Dessa vez nada! — A bruxa caminhava sorrindo. — Vamos ver o que temos aqui. — Ela se aproxima de Damon que estava jogado no chão tentando conter sua força e vontade. — Uau! O que fizeram com você? Não vejo isso desde que minha mãe me levou para a primeira convenção de bruxas.

— Eu preciso!!! — Damon levantou e correu em direção a Elena que estava presa no chão por magia.

— Pare! — Emily gritou.

— Damon continuou se movendo

— Pare!

— Ele não vai parar! — Gritou Bonnie. — Elena diga para ele parar!

— Como assim minha magia não estar funcionando? — Emily aperta os olhos e Elena respira focando seus olhos nos de Damon que pulava em cima dela como um animal selvagem.

— Pare eu amo você! — Os olhos vermelhos voltaram a ser azuis e Damon sente um lagrima escorrer pelo seu rosto o medo de matar Elena foi tão forte que ele sabia que preferia morrer ao matar sua amada.

— Elena! Me desculpe! — Ele abraça a menina que sorrir de alivio.

— Vão para cela. — Emily grita tentando separar os dois, mas sua magia é falha novamente. — O que vocês fizeram? — A bruxa solta suas palavras magicas e nada acontece. Damon sorrir.

— Acho que a bruxa ficou sem magia.

— Impossível! — Emily arregala os olhos. — Cães apareçam! — Emily chama e logo três cães negros aparecem. Damon olha para Elena, ainda segurando a mão da menina, tudo parecia muito estranho. — Acho que não seu vampiro idiota! Dispenso seus serviços. Mate-o... — Emily ordena para os cães e Elena grita entrando na frente por instinto.

— Parem!

— Elena! — Damon tenta puxar a menina, mas magicamente os cães pararam e sentaram. Durante alguns segundos todos ficaram procurando respostas.

— O que é isso? — Emily olhou para os olhos de Elena e naqueles olhos ele conseguiu entender a menina não estava mais sozinha a magia do Deus estava dentro dela. — A criança... Ela está te dando magia.

— Que? Não existe... — Antes que Elena pudesse terminar a frase ela percebeu a força que crescia dentro dela.

— Não pode ser, essa criança é minha! — Emily tentou se aproximar, mas seus próprios cães mágicos rosnaram para ela. — O que é isso, animais idiotam. Sumam!

— Não! — Elena grita e os cães permanecem. — Com saímos daqui?

— Que? Vocês não vão sair.

— Matem-na! — Elena gritou para os cães que se moveram em direção a Emily.

— Ficou louca! Eles são minha magia, minha criação. — Ela se afastava andando para trás mantendo o olhar nos cães. Damon assistia aquela cena junto com Bonnie e ambos compartilhavam o espanto e surpresa.

— Eles eram sua criação. Não são mais. — Elena soltou a mão de Damon e se aproximou mais da bruxa que tinha na face o medo e espanto. — Eu lembro de tudo Emily. Lembro de você na minha casa colocando suas ervas em volta dela para que eu ficasse doente, lembro como ficou desapontada ao perceber que a magia pegou em Klaus. — Conforme Elena lembrava Damon sentia seu coração bater forte como se retomasse a vida de um humano, sua cabeça o levava para cada palavra de Elena com uma regressão. — Lembro de como enfeitiçou Stefan para me morde naquela noite que você me invejava por ter o amor de seus dois irmãos queridos.

— Nina? — Emily arregalou os olhos assustada com o que via a sua frente. — Como pode?

— Assustada querida? Vou fazer você lembrar...

— Elena! — Damon caiu sobre seus joelhos sentindo um forte dor de cabeça.

— Depois que Stefan me mordeu eu não estava morta, você sabia disso, sabia que ainda existia vida em mim, mas mesmo assim enganou eles e levou meu corpo para floresta onde partiu meu corpo no meio dividiu minha alma entregou metade de meu corpo para o pântano e a outra metade....

— Como você? — Emily não sabia o que estava acontecendo. Mas a cada palavra de Elena seu corpo enfraquecia.

— Agora já chega! Você vai pagar por tudo que me fez...

— Elena! — Bonnei grita e Elena olha para trás vendo Damon se debater no chão.

— Meu Deus! — Elena correr até ele. — Damon! Damon!!! Bonnie o que eu faço? O que houve?

— Não sei! Não consigo fazer magia aqui dentro.

— O que você fez com ele? — Elena vira para onde estava Emily e para sua surpresa a bruxa não está mais lá nem os cães. — Merda! O que eu faço? Damon me escuta! Fica comigo.

— Seu sangue Elena, tenta dar seu sangue para ele. — Falou a Bonnie. — Elena respira fundo e tenta morde seu próprio pulso com seus dentes, mas não consegue.

— Não consigo me morder.

— Tenta com mais força. — Elena fecha os olhos de quando estava pronta para enfiar seus dentes em seu punho, Damon segura em seu braço.

— Estou bem!

— Graças a Deus! — Elena agarra ele. — O que aconteceu? Não me deixa, tá ouvindo, não me abandone. Eu te amo! — Damon sorrir ao ver os olhos dela e a beija sabendo que nada pode os separar.

— Não vou, pode ter certeza. Não vou te a deixar! Eu sei de tudo, eu vi tudo, conforme você falava tudo ia aparecendo dentro de mim, eu e você sendo a mesma pessoa pedaço de nossa alma se dividindo, foi tudo tão forte, meu corpo não conseguia aguentar o que minha cabeça via. Por isso não posso viver sem você. Nunca pude. Você sou eu e eu sou você. Éramos uma alma apenas, você tinha falado, mas sentir é muito diferente. Eu sinto agora. Emily vai pagar!

Naquele momento Damon e Elena se encontraram como apenas uma alma e tudo passou a fazer sentido. Porque ele amou Katherine e porque ela o amou, porque ele ama Elena e ela o ama, mesmo quando tudo era para ser diferente. As almas caminham para o encontro e quando se juntam se transformam em algo muito mais forte.

— Olha agora está ficando estranho vocês ai fora e eu aqui dentro assistindo. — Bonnie falou.

— Desculpe Bonnie. — Elena levanta de cima de Damon e tenta puxar a grade. — Não consigo.

— Como assim? — Damon se levanta do chão.

— Não sei! Só não consigo!

— Isso está cada minuto mais estranho. — Resmungou Damon.

— Calma ai... Tive uma ideia. — Bonnie sorriu. — Damon encosta na Elena.

— Que? Quer brincar desse tipo de coisa agora? — Damon debochou.

— É sério seu palhaço. — Bonnie reclama. — Encosta.

— Ok, mas o que nisso isso muda? — Damon segura a mão de Elena.

— Elena empurra a grande.

— Bonnie não consigo. — Elena não entendia onde a amiga queria chegar.

— Já entendi. — Bonnie respira fundo e pega uma pedra ponte aguda no chão. — Damon pega na minha mão?

— Oh! bruxinha, você bateu a cabeça foi isso?

— Faz logo.

— Eu nem te conheço. Por mim poderíamos ir embora.

— Damon! — Elena reclama. — Não vamos deixar Bonnie aqui com a Emily.

— Saco! Acabei de passar por uma regressão, descobrir que eu transei com Klaus e o Stefan, e meu corpo foi esquartejado por uma bruxa com problemas de autoestima, eu preciso de tempo para digerir isso.

— Damon para de drama! — Bonnie sorrir e fala palavras que as poucos começam fazer a cabeça do vampiro queimar.

— Para com isso bruxa maldita! — Damon exclama.

— Bonnie o que é isso? Vai machucar ele. — Elena grita.

— Elena me tira daqui agora ou vou fritar o cérebro dele.

— O que é isso Bonnie ficou louca? — Elena se assusta com atitude da amiga.

— Pensei que não pudesse usar magia. — Elena retruca sentindo raiva da amiga.

— Não enquanto Emily tivesse perto. Agora me tira daqui.

— Solta ele, Bonnie, agora.

— Abre essa grade.

— Eu já disse que não consigo.

— Ok, então vou matá-lo, isso vai evitar que ele te machuque de novo, com sua amiga preciso fazer isso. — Bonnie aumentava a frequência da dor e Damon começava a gritar mais sentindo a queimação em todo seu corpo.

— Bonnie não! Ele não vai me machucar e nem você vai machucar ele. Você não faria isso.

— Elena muita coisa mudou. Semanas dentro de uma cela, eu não sou mais a mesma. Emily me usou para muitas magias eu vi ela fazendo milhões usando meus ancestrais, Elena eu não sou mais a mesma. Me tira daqui ou Damon vai morrer...

— Odeio Bruxas! Vou rasgar sua garganta seu filhote de bruxa. — Damon falou e elena empurrou a grade.

— Pare agora!

— Eu disse que você conseguiria. — Bonnie sorriu soltando e Damon que antes que a dor passe por completo pulou em cima a menina com um lobo.

— Se me ameaçar novamente você vai acorda sufocada com seu próprio sangue. — Bonnie respirou fundo tentando fingir que não sentiu medo, mas o olhar compenetrado de Damon era assustador.

— Eu só queria provar que Elena está conectada com você e a magia dela só funciona se você estiver envolvido. Agora sai de cima de mim vampiro nojento. — Damon sai de cima de Bonnie segurando sua vontade de morder a menina.

— Vamos sair daqui Bonnie, chega de magia e bruxas por hoje, — Elena olhou no fundo dos olhos de Bonnie.

— Elena você tá bem? Eu só fiz o que era necessário.

— Não estou bem, você queria ser solta não queria, então está solta....

— Elena eu não mataria o Damon...

— Você ainda tem magia, mas não usou contra Emily quando ela tentou nos matar. Então não sei que tipo de amiga é você

— Ela não pode te matar.

— Chega você duas, vamos sair daqui e depois vocês discutem.

— Não posso, não consigo parar! Tem um ódio muito forte dentro de mim por bruxas. Ele está crescendo toda vez que eu lembro... — Elena começa a ver imagens e junto com ela Damon também.

— Elena! — Bonnie grita percebendo que os olhos da amiga viram. — Damon ! — Ela percebe que o mesmo aconteceu com o vampiro. — Meu Deus! O que eu faço? — Os dois pareciam ter entrado em um mundo de visões. Bonnie tenta um feitiço de bloquear imagens do passado, mas nada funciona era como se eles estivessem atualizados a vidas deles. Imagem que nunca acessaram estava surgindo a eles. — . Onde foi que eu me enfiei. Molly preciso falar com você. — Bonnie começa a chamar pela bruxa que instante aparece em sua cabeça.

— Não posso te atender, estou com Emily.

— Elena e Damon entraram em um mundo paralelo. Estou presa nesse labirinto com duas almas que parecem possuídas. O que eu faço?

— Elena e Damon estão unidos por serem parte um do outro. A crianças é um Deus ele está dando poderes a Elena que só é forte o suficiente para receber porque Damon está perto. A criança está deixando eles mais conectados para pode ter força para nascer, desconcentre o bebê. Preciso ir. — Molly e Bonnie se falavam escondido de Emily em realidades distintas.

— Bebê Deus malvado vamos olhar para titia. — Bonnie tocou na barriga de Elena e solta uma magia que fez a menina ser jogada do outro lado do corredor desmaiada.

Elena e Damon estavam em um mundo paralelo recebendo todo a vida de Nina e seus ancestrais, como um computador fazendo um download nada poderia atrapalhar aquele momento. Pois era isso que aquele Deus que Elena carregava desejava, unir a menina com seu amado os transformando em apenas um, para assim ela ter força de gera-lo.

Notas finais
Não pedir ninguém para corrigi, o que sugere erros que eu espero que não atrapalharem o entendimento. Espero que gostem do capitulo... Pretendo finalizar a historia em breve. Beijos!!! Aguardo comentários.