Diário de Bordo - TWD Fanfic edition

1 Capítulo 1 - O Navio Cruzeiro


Notas iniciais
edição de teste

TWD — FANFIC EDITION

DIÁRIO DE BORDO

CAPITULO UM — O Navio Cruzeiro

Era o cruzeiro dos sonhos, saímos de Miami a sete dias atrás, ficamos quase cinco dias nas Bahamas curtindo nossas tão esperadas férias, naquelas praias de areias tão brancas e águas tão claras que mal conseguíamos acreditar que realmente estávamos naquele paraíso.

Eu sou o Erick, sou um cara de 23 anos,de pele branca, cabelos castanhos cacheados curtos, Lane tem 22 anos, loira de cabelos lisos artificialmente e Dayane de 24 anos, a qual a chamamos carinhosamente de Dany, ela também é loira e como quase toda garota, também tem cabelos lisos. Eramos melhores amigos da faculdade de Engenharia Física de Kansas City, estávamos nas férias de verão e tínhamos a nossa viagem de férias já programada a alguns meses. Na semana passada saímos de carro do Kansas e vinhemos até Miami para embarcarmos no Caribenha, um navio cruzeiro luxuoso que tinha como rota um passeio de 10 dias pelo litoral das Bahamas, Barbados e outras pequenas ilhotas dessa região, estávamos no meio verão, ia ser as férias de nossos sonhos.

Sete dias depois de embarcarmos no cruzeiro, estávamos deixando a costa das Bahamas ao escurecer daquele dia, o sol já havia se posto e toda aquela linda paisagem de um por do sol caribenho havia infelizmente chego ao fim. Naquele momento em que avistávamos as ultimas luzes da cidade, nos despedíamos da ilha e estávamos em alto mar. Estávamos exausto de termos passado o dia brincando na areia da praia. Jantamos junto com nossos colegas de bordo e fomos para a proa do navio, espairecer um pouco, e Dany aproveitou para matar um pouco a vontade incontrolável pelo cigarro, seu inseparável companheiro. Estava uma linda noite, tinha muitas estrelas no céu, o mar estava calmo, havia muitas pessoas conversando ao nosso redor, às vezes eu até me esquecia que não estava em terra firme, de tão natural que aquele lugar estava para nós, afinal já era nosso sétimo dia naquela viagem, todos os dias íamos para aquele mesmo local naquele mesmo horário. Acabou se tornando nosso ponto de refugio. Mas hoje, alguma coisa um pouco estranha, estava acontecendo ao nosso redor, e nós nem notávamos. Nenhum de nos três éramos aficcionados por tecnologia, nossos celulares só Deus sabe onde estavam, talvez em algum lugar com bateria descarregada em nossas malas. No entanto, nossos amigos ao redor pareciam bem antenados com o mundo lá fora. Víamos pessoas comentando o tempo inteiro sobre acontecimentos bizarros que estavam sendo noticiados na internet. Todos aqueles jovens com seus celulares modernos, de olhos atentos naquelas telinhas brilhantes me deixavam angustiado, queria saber qual era a “grande bomba da vez” que estava rolando na web, que todos pareciam tão interessados. De repente uma garota morena de uns 20 anos de idade, conversava com suas amigas em tom de voz alterado, ela dizia: “Ah meu Deus! Minha mãe está em Dallas, isto está acontecendo lá também!” Eu não fazia idéia de que diabos aquela garota estava falando. Dany que também estava muito curiosa para saber do que todos falavam, se aproximou de um garoto magro de óculos com cara de nerd que estava assistindo alguma coisa em seu celular super moderno e o perguntou por que todos estavam tão agitados. O garoto a disse que alguma coisa inusitada estava acontecendo simultaneamente ao mesmo tempo em varias localidades do mundo. Não fazíamos idéia do que era. Dany perguntou ao menino de óculos em tom de brincadeira o que ele havia descoberto, então o garoto disse: “em um subúrbio de Los Angeles cinco pessoas foram queimadas pelos vizinhos por suspeita de magia negra e canibalismo e em um hospital de Santa Monica sete pacientes que haviam falecido durante o dia, voltaram a vida e seus corpos estavam deformados por alguma doença desconhecida e eles por parecerem agressivos foram trancados em salas especiais do hospital até os médicos decidirem o que fazerem. — Olha isso aqui! Disse o garoto perplexo — Em Nova York centenas de pessoas estão tentando deixar Manhattan por Nova Jersey, está um caos! Em Chicago, Phoenix e Houston também há enormes congestionamento de veículos por toda a área urbana, o estranho é que a cinco minutos atrás a única noticia que estava em manchete na web era a morte da Rainha Elizabeth! Agora todas as noticias são sobre pessoas transtornadas nas ruas, pânicos em hospitais, pessoas deixando cidades, engarrafamentos recordes nas grandes cidades, saqueadores por todos os lados, é como se o fim do mundo tivesse começado a apenas cinco minutos.

Dany se afastou um pouco do garoto e olhou ao redor e viu que todos estavam com a mesma cara de espanto que ela. Ela se aproximou de mim e Lane e disse que precisava ligar para sua casa urgente, precisava saber como estavam seus pais. Eu também fiquei preocupado com minha família, descemos até o convés e andamos em direção a nossas cabines a procura de nossos celulares, pelo caminho duas garotas próximo da escadaria de acesso ao convés interno diziam em alto tom: — A internet caiu! Não tem sinal de celular! Estamos isolados! ... e começaram a entrar em pânico, enquanto um senhor que era funcionário do navio tentava as acalmar. Com certeza aquele noite seria inesquecível para todos. Ao chegar em nossos quartos procuramos nosso celulares e constatamos a mesma coisa que as garotas la na escadaria, não havia nenhum sinal, fomos em direção a cabine da administração do navio, e quando fizemos a curva do corredor, uma fila enorme de passageiros estava a nossa frente, tentando a mesma coisa que queríamos, tentar usar o telefone do navio, o que parecia impossível. Tinha muitas pessoas a nossa frente, eu apenas conseguia ouvir a voz de uma mulher, aparentemente uma funcionaria da administração, pedindo para as pessoas se acalmarem, que estava tudo sobre controle, e que o navio havia perdido a conexão com a base de Miami, e que logo tudo voltaria ao normal, a mulher pedia para que todos os passageiros voltassem a fazer o que estavam fazendo, que tudo voltaria ao normal logo. Infelizmente as palavras daquela pobre mulher deixava a multidão ainda mais alvoroçada e todos conversavam alto e ao mesmo tempo, e não era possível entender mais nada do que conversavam. Eu e as meninas decidimos voltar para a proa do navio e esperar as coisas se acalmarem. Todos os passageiros pareciam estar no convés externo do navio, estava tudo cheio, e por todos os lados, os mesmo comentários. Dany conseguiu encontrar aquele garoto de óculos novamente, e nós nos aproximamos todos juntos dele, então Dany o perguntou: — E ai, alguma coisa nova? O garoto disse: — eu estava atualizando a pagina da CNN e o sinal caiu logo em seguida, meu celular conseguiu carregar parte da pagina em modo offline, lá dizia que o governo dos Estados Unidos já estava no controle da situação, e que havia especulações que estávamos sendo atacados por algum tipo de ameaça terrorista internacional. Havia uma pequena manchete na pagina sobre Nova York, Los Angeles e Houston, todas essas cidades haviam sido postas em estado de alerta vermelha. Isso era tudo o que tinha na pagina. Agora está tudo sem conexão! Estou o tempo inteiro tentando uma nova conexão, mais sem sucesso.

As lagrimas começaram a cair dos olhos de Dany, embora ela tentasse negar o choro e o desespero contido, isso era inevitável. Eu a abracei e disse que tudo ia ficar bem, Lane nos abraçou também, e ficamos ali por um tempo. Era um pouco mais da meia noite e ainda estávamos ali, na proa do navio, olhando para o infinito do horizonte em uma noite cheia de estrelas, sem termos a menor idéia do que estava acontecendo no mundo lá fora.

continua...

Notas finais
edição de teste, historia ainda será editada e corrigida.