Notas iniciais
Boa leitura!!!

o/

24/04/2013

Diário

Nesse dia acordei um tanto que atordoada meu corpo se encontra dolorido e com hematomas pela briga de ontem, novamente tive pesadelos, era 4:30 quando acordei. Costumo vagar pela casa escura observando as sombras e meus pais e irmão dormindo, era uma mania, e acabava por sempre viajar em meus pensamentos, tendo lembranças e imaginando prováveis futuros tanto positivos quanto negativos.

Logo pela manhã antes da escola mais uma discussão não que eu me importasse, nada mais me importava, mas doía ver meus pais tratarem um ao outro com palavras tão rudes e destrutivas. Jake não esta falando com migo e eu faço o mesmo assim evitamos briga pelo menos por hora. No quesito ignorar ele é bem melhor que eu, simplesmente depois de tanto tempo eu sinto necessidade de falar é maior que eu, porem a vida vem me mostrado que é bem mais fácil ignora-la e seguir com minha própria realidade alternativa. Minha musica, meus filmes, meus livros, meus animes, meus mangás, minhas próprias historias.

Um suspiro escapa de meus lábios, aquele dia tinha se tornado algo monótomo, me sentia cansada em todos os sentidos que essa palavra tinha a proporcionar. Mais uma vez optei por algo que a algum tempo não fazia, e que agora era o motivo de uma grande enxaqueca.

Eu bebi, ate ter todos os meus sentidos dopados. A adrenalina, as luzes, a imprudência, o coração a mil, as risadas sem motivo, os gritos e o melhor de tudo naqueles momentos o mundo não existia mais para mim, era apenas eu, não tinha conflitos muito menos preocupações e dores.

Nesse momento escrevo de um local especial para mim, o parque, o parque que quando criança eu sorria inocente e verdadeiramente feliz, o tempo em que eu ainda sabia o que era a felicidade. Um parque esquecido por muitos, praticamente abandonado, em meus momentos vagos cuidava das poucas flores que ainda restava, era uma bom passa tempo.

Espera...

...Parei por um momento pois parecia ter visto um vulto, no fim não era nada apenas um gato, me sinto um tanto que paranoica nos últimos dias como se algo ou alguém me observasse, aquilo me trazia uma sensação de agustia como se tivesse cercada sem saída. Acho que o melhor a ser feito nesse momento é voltar para casa, por mais desagradável que fosse os problemas que cercava o que restava de minha família aquele ainda era meu lá, é o único lugar que no passado tinha me sido tão precioso e meu refugio e agora minha desgraça. Era lá que eu me sentia parcialmente livre, livre daquela sensação de prisão de observação.

Nora Alison

Notas finais
Ate o próximo.

o/