Notas iniciais
Oie bitches! Obrigada pelos comentários, uma garota me perguntou se era baseado em fatos reais, a maior parte sim, é baseado em fatos reais, não só meu, mas de várias garotas que aprenderam a dar a volta por cima!!! Por quem começou a acompanhar espero que gostem muito!!! Espero que curtam esse capítulo e preparem-se, pois a Carol vai estar mais bitch do que antes!!!
Beijos!

Chegando na rua de casa, paguei ao taxista quanto devia e desci uns metros antes de casa, queria ir andando um pouco para extravasar.

Parei em uma banca de jornal para comprar um sorvete, estava sedenta por um magnus gold, assim que entrei na banca, havia um homem comprando o mesmo sorvete do qual eu queria e ele era LINDO com todas as letras LINDO! Tinha cabelos negros e desgrenhados, olhos azuis e uma sobrancelha arqueada, nariz reto e boca rosada, seu corpo era esbelto e forte, estava vestido com roupas pretas e um coturno desamarrado.

- Sapato desamarrado! — falei apontando para o sapato.

- Obrigado por avisar. — ele disse erguendo uma sobrancelha para mim — Bolsa aberta.

- Obrigada por avisar. — disse fechando minha bolsa sem nem ao menos olhar para ela.

Ele sorriu e saiu andando, peguei meu magnus na geladeira e paguei ao dono da venda, assim que saí o avistei a uma distância pequena de mim, mas sendo uma verdadeira bitch eu não podia ir atrás dele. Enquanto andávamos ele virava o rosto constantemente para mim e abaixava a cabeça sorrindo.

Finalmente cheguei em casa e para minha surpresa ele era o mais novo vizinho que eu tinha! Não tinha nenhum caminhão, mas nunca havia visto ele por aqui, ele me olhou parado na porta e deu um meio sorriso de lado, retribui o sorriso, erguendo uma sobrancelha.

Abri a porta e entrei em casa, ouvi vozes vindas da cozinha, joguei minha bolsa em cima do sofá e fui até a cozinha. Minha mãe e minha irmã conversavam sobre mim, parei para ficar escutando.

- Não dá mais!!! Ela passou dos limites, desafiar a mim! Se ela continuar assim vou colocá-la para fora de casa.

- Ou manda ela passar algumas temporadas com nossa avó ou nosso tio, afinal eles faltam lamber o chão que ela passa!

- Estou pensando seriamente nisso.

- Então vamos colocar na prática! — eu disse saindo entrando na cozinha. — Mas primeiro temos que ver o que meu querido pai pensa sobre isso e sobre o dinheiro que você deve a ele!

- E quando eu pagar o que você vai fazer? — ela perguntou dando uma longa golada em uma taça de vinho.

- Bom — eu disse pegando uma taça, enchendo-a com vinho — Vou ter que apelar para segredos que você esconde no interior de sua alma.

- Você não sabe nada sobre mim! — ela falou enchendo a taça dela.

- Não mesmo Carol, você perdeu, assim como sempre! — minha irmã disse convencida que sabia tudo sobre os segredos obscuros daquela família podre.

- Carol, desista, você está perdida! — minha mãe disse erguendo uma sobrancelha abrindo os braços, como se fosse um caso perdido.

Me sentei na cadeira com as pernas cruzadas, com a taça de vinho intocada em minhas mãos.

- Com certeza! Estou perdida, afinal foi eu quem trai meu marido com o melhor amigo dele, na minha própria casa, enquanto meu querido maridinho viajava. — falando isso vi o olhar temeroso da minha mãe e tomei um longo gole do meu vinho.

- Mãe!!! Você fez isso?! — minha irmã perguntou.

- Isso minha querida irmã! Julgue nossa mãe, afinal você pode, se bem que me lembro de uma balada em que drogaram você e em um mês depois descobriu que uma criança era formada em seu corpinho e você o abortou, sem nem ao menos pensar no que fazia!

Minha mãe derrubou a xícara que segurava e ficou sem reação, simplesmente olhava para minha irmã indignada, elas sabiam a reação do meu pai se ele descobrisse tudo isso. Minha irmã era maior de idade e teria que procurar uma casa, ele ia embora e levaria tudo, deixando somente a casa e os impostos para minha mãe pagar. Ergui a sobrancelha e dei outra golada no vinho, esvaziando a taça.

- Está tudo bem? — meu pai perguntou entrando na cozinha, vendo a taça quebrada no chão e a cara aflita da minha mãe e da minha irmã.

- Está, não é mamãe? — perguntei sorrindo.

- Melhor impossível! — ela disse se levantando para chamar a empregada.

- Tem certeza? — ele insistiu

- Absoluta! — ela respondeu

Me levantei ergui minha sobrancelha, fui até a geladeira e peguei uma caixinha de cereja, mordisquei uma e fui para sala pegar minha bolsa, depois subindo direto para meu quarto.

Me troquei e coloquei uma roupa mais confortável, uma legging preta e um moletom cinza, prendi meu cabelo e peguei um livro para estudar, me sentei no meu sofazinho de janela. Após algumas longas horas resolvi parar, pois minha cabeça estava latejando. Peguei meu celular e vi umas 20 chamadas não atendidas do Marcos. Tá desesperado! Subi a janela de vidro e observei o movimento da rua, quando vi o carro dele parado em frente a minha casa.

Peguei meu celular e resolvi mandar um sms para ele.

'' Estava me ligando né? Desculpa estava ocupada!''

'' Fazendo o que?'' ele perguntou.

'' Conversando com meus pais sobre mesada e faculdades, afinal eles estão mais do que contentes comigo pelas minhas notas.''

'' E quando eles vão saber sobre nós?''

'' Que nós?'' perguntei confusa

'' Eu e você, namorando''

'' KKKKKKKKK, e quem te disse que a gente está namorando?''

'' ué? Não estamos?''

'' não namoro pessoas que não conheço direito.''

'' Mas você me conhece super bem!''

'' conheci dois lados seu, um que é legal e carinhoso comigo e o outro que te prometi esquecer e para ter certeza dos meus sentimentos preciso de mais tempo, mas se você não quiser me esperar eu vou te entender!'' disse como se fosse uma vítima, como é fácil fazer a cabeça desse otário

'' Espero o quanto for preciso para você e te provo que sou mais do que seus olhos podem ver''

'' Tenho certeza disso'' disse sorrindo sarcástica mente, ele e nem ninguém vai acreditar no meu grã finale desse fim de ano.

'' Eu gosto muito muito de você''

'' Eu gosto muito de você também! Mas nossa tenho que parar de digitar, tem um tarado bem na porta da minha casa com um Vectra preto, acho que vou ligar para a policia porque ele está olhando direto para meu quarto'' que ele pense que sinto alguma coisa por ele além de ódio e nojo.

'' É? Bom então vou te deixar resolver isso e amanhã a gente se fala na escola ok? Beijos''

Após esse sms o carro dele saiu correndo pela rua, raspando a mola na lombada a frente. Comecei a gargalhar de rir, me sentei no sofazinho e mandei um sms para Bia enorme para ela, falando sobre os acontecimentos. Ela retornou o sms comentando sobre tudo, mas que precisava falar comigo depois sobre muitas coisas que não podiam ser retornadas por sms, bufei indignada, tudo pode ser dito por sms! Voltei meu olhar para a janela vizinha e vi que o homem da banca estava malhando e ouvindo música eletrônica, sem perceber coloquei a língua nos meus dentes de cima, ergui a sobrancelha e fiquei olhando para ele com cara de pervertida, fiquei assim por um bom tempo. Meu celular caiu no chão e fui pegá-lo, quando voltei meu olhar para a janela, estava no vidro, escrito em uma cartolina branca.

'' Gosta de ver as pessoas malhar? Faço academia, esse é meu número ........ ''

Dei um meio sorriso marquei o número dele no meu celular e assim que terminei ele tirou e sorriu, colocou um colete e saiu do quarto, troquei minha legging por um short e meu moletom por uma regata mais folgadinha. Desci as escadas rapidamente, saí de casa e fiquei procurando-o em algum lugar da rua.

Passei na frente da casa dele e quando vi ele abriu o portão e me puxou para dentro.

- Assim podem te prender ein? — falei com um meio sorriso

- Porque? Tenho 17 anos. — ele respondeu erguendo uma sobrancelha me levando abraçada para casa dele

- Bom saber!

- Você se troca rápido ein?

- Você ainda não viu nada! Tiro mais rápido que ponho.

- Então me mostra.

Dizendo isso ele me jogou no sofá, enrosquei minhas pernas nas suas costelas e puxei ele até nossas bocas quase se tocarem.

- Vou te mostrar e te ensinar.

Ele ficou furioso e rasgou minha regata, e ao ver minha lingerie beijou meu peito subindo até minha boca, passei as unhas levemente em suas costas e tirei a camiseta dele. Nós levantamos, ele tirou minha calça e eu a dele, o joguei na parede e pulei no colo dele, ele nos virou e caímos no chão um em cima do outro, saímos quebrando alguns moveis de algumas mesinhas e voltamos para o sofá, ele me mordendo e eu retribuindo a tudo. Até que tiramos toda roupa que poderia haver em nossos corpos e o resto vocês sabem!

'' Sexo bom é com perigo, com mordida, quente e sem compromisso!''