Devotion
27 Capítulo 27
Notas iniciais
Eu nem vos tinha contado que já recebi as notas! Preparem-se, porque, numa escala de 0 a 20, tive 19 a História, 15 a Inglês e 14 a Português! E olhem que a média a Português foi 8,8! Ah, e também já me candidatei à faculdade! Agora só em setembro é que recebo notícias.
Se vocês quiserem ouvir Devotion da banda Hurts, que é a música principal desta fic, para este capítulo, ela é PERFEITA!
Boa leitura!
Capítulo 27
Parte 1 – Elijah Mikaelson
-Helen Grayson – disse a voz cristalina do outro lado da linha.
-Helen, daqui fala Elijah Mikaelson – falei.
-Oh. Olá, Elijah – ela pareceu surpreendida com a minha chamada. – Em que te posso ajudar?
-Eu e os meus irmãos estamos com um problema de doppelgangers em mãos. Parece que as memórias do que elas nos fizeram estão a desaparecer.
Por alguns momentos, o silêncio instalou-se entre nós, até que ela disse:
-Eu não posso voltar para Mystic Falls. Daniel já desconfiou de mim quando passei três dias fora de casa.
-Helen, é muito importante. Temos a certeza que foi Esther que lhes colocou um feitiço.
-Lamento, Elijah, mas não vos posso ajudar agora.
-Por favor, Helen – pedi.
E mais uma vez, o silêncio prolongou-se entre nós.
-Consegues trazê-las até mim? – perguntou, com um suspiro alto.
-Claro – nem pensei duas vezes. – Eu e os meus irmãos vamos preparar as coisas.
-Ótimo. Espero ver-te em breve, Elijah.
Desliguei o telemóvel e Kol apareceu, encostando-se à ombreira da porta com os braços cruzados.
-Então é isso? Vamos para os Hampton agora?
-Temos escolha? – perguntei, retoricamente.
-Pode ser uma armadilha. Ela é uma bruxa e nós somos vampiros Originais. Helen já mostrou que é muito poderosa.
-Sim, já – confirmei. – E é por causa disso que temos que confiar nela e nos seus poderes.
-E esse Daniel? É suposto ficar alerta em relação a ele? – indagou, enrugando a testa. – Quem é ele?
-Daniel Grayson é o menino que ficou com uma fortuna nas mãos depois de o pai ter decidido dedicar-se à Política. Ele é agora o nosso maior rival nos negócios.
Ele largou um sorriso convencido e percebi que uma ideia tinha acabado de lhe passar com a cabeça.
-O que tens em mente, irmão?
-Ora, Rebekah está a trabalhar na empresa dele, não é verdade? Pode ser que ela nos dê uma ajudinha.
-E Damon Salvatore também – completei e Kol fez um esgar. – Deixa as adversidades de lado, irmão. Ele partiu o teu pescoço uma vez, mas tu podes fazer isso mil vezes depois deste problema das doppelgangers ficar resolvido.
-Podes crer que vou fazer isso, irmão – prometeu Kol, saindo do quarto, ainda com uma ruga na testa.
Parte 2 – Klaus Mikaelson
-Onde vamos?
-Mudar de ares – respondi, sendo propositadamente vago. Não queria que Elena tivesse a mínima noção de para onde íamos.
-E porque é que os teus irmãos vão nos seus próprios carros? Podíamos partilhar o mesmo carro. Eu sou uma vampira, mas os recursos energéticos da Natureza ainda me preocupam.
Revirei os olhos e apertei as mãos no volante, tentando não responder logo, sabendo que poderia comprometer a nossa missão.
-Eu gosto de privacidade – falei.
-Estás a ser muito vago, Klaus. Conheço esse truque. Stefan fazia isso comigo quando algo de mal acontecia e não me queria contar. Para onde vamos?
-Ter com Stefan não é, com certeza – brinquei e ela fez um beicinho chateado.
-Não faças beicinho. Sabes que isso não me vai convencer a abrir a boca.
-Tu és um híbrido maldito, sabias? – ela estava claramente irritada. – Para além disso…
Ela enrugou a testa e colocou os seus dedos finos nas têmporas.
-Hum, outra vez não…
-As dores de cabeça? – indaguei e ela acenou.
-Eu ia dizer-te alguma coisa mas a memória ficou apagada – olhou para mim assustada. – O que está a acontecer comigo?
-É isso mesmo que vamos tentar descobrir, love – falei, sério. A brincadeira tinha acabado, estava na hora de descobrir o que lhes estava a acontecer.
©AnaTheresaC
Notas finais
XOXO
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