Devaneios de um(A)lma cansada
12 Selva de cimento
Notas iniciais
Um pouco do relato do nosso cotidiano em forma de poema.
Selva de cimento
em que vive nossa sociedade,
Cidade,
desesperada por mudanças,
Alcança,
a luta de valores (in) versos,
Incertos,
ludibriados pela ausência do bem.
Selvagens vivendo de irracionalidade,
Banalidade.
Lutam pela sabedoria,
quanta ironia,
Contida nas informações,
Ações,
que se espalham no exemplo da vida,
Abolida pela partida.
Emoções desmembradas,
Lembranças distorcidas,
Luta,
pela tua liberdade contida
Na gaiola de seu corpo e mente,
Doente,
de amor e prazer,
que aos poucos não pode mais se conter.
Leviandade que tudo leva,
Deixando apenas o luto do vazio
Na nossa selva de cimento,
Esculpida pelo frio do abismo,
De nossos "demônios" sombrios.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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