Notas iniciais
Olá unicórnios Queria pedir mil desculpas por ter demorado para postar aqui Mas a fanfic está com poucas visualizações e isso me desmotivou um pouco Porém cá estou com um capítulo nova e cheio de Tretas Apertem os cintos!

Elisa acordou com um péssimo humor essa manhã.
Logo de manhã cedo ela e Dean pegaram a estrada, em direção a o hotel onde sua mãe foi com Sam.
Ela não entendia a urgência de ir atender a um pedido de Crowley.
Muito menos o seu pai estar indo atrás dela.
Parecia que ele não confiava nela como caçadora.
Dean pegou um carro roubado, já que o impala estava com Sarah.
E Castiel não havia dado notícias.
Isso a estava matando.
– Pai. Porque você está indo atrás da mãe ? Você não me disse nada desde que a gente saiu. -- Dean revirou os olhos.
– Quando o assunto é família sua mãe não raciocina direito.
– Ei! — Ela cutucou o braço dele com o cotovelo. — Não fale assim da mamãe. E o Crowley não é da família. — Dean riu pelo nariz.
– Não é disso que eu estou falando.- Elisa franziu o cenho.
– Como assim ? Não foi o Crowley que a mandou ir lá ? — Dean não estava gostando do rumo daquela conversa, mas se Elisa estava indo com ele ela tinha o direito de saber.
– Sarah não foi no hotel porque o Crowley mandou. — Ele suspirou. — Ela foi no hotel, porque foi lá que a sua Avó morreu.
Elisa sentiu um calafrio na espinha.
– A... minha vó Elizabeth. — Elizabeth, era mãe de Sarah.
– Sim. — Elisa ficou tensa. Ela sempre se sentiu muito ligada as avós. Ela nunca conheceu nenhuma das duas, mas carregar o nome de duas mulheres tão doces e guerreiras, de alguma forma a conectava as duas.
Ela sabia que aquele hotel trazia lembranças terríveis a sua mãe.
Ela nem queria imaginar o quanto ela estava mal.
Queria matar Crowley só de pensar.

XXXXX

Quem estava no volante do impala era Sarah. Ela dirigia bem acima da velocidade.
A presa de chegar ao lugar tomava conta dela.
Sam percebeu os inúmeros sinais e câmeras de segurança que ela burlou, mas não disse nada.
Ele sabia quanto ela deveria estar eufórica.
Ainda bem que Dean não deixou ela vir sozinha.
Sarah sempre se culpou muito pela morte da mãe.
Mas, ela tinha apenas 7 anos.
Anne tinha 3.
Ela mal se lembrava da mãe.
Já Sarah, lembrava de cada detalhe da noite em que ela foi assinada bem na sua frente.
– Sarah ? — Ela apertava as mãos cor certa raiva ao redor do volante. — O impala não tem culpa. Se continuar apertando o volante desse jeito, vai arranhar ele inteiro. E Dean vai matar você. — Percebendo o que estava fazendo, ela tirou a pressão do volante. E, droga, estava com a marca de suas unhas.
– Droga!
Sarah estava super irritada e a viajem seria longa.

XXXXX

Ao anoitecer, o impala parava no estacionamento do hotel Maçã Verde.
Crowley e Elizabeth eram donos do hotel e morram lá por muitos anos.
Para Sam era difícil imaginar Crowley vivendo como um humano, com um esposa e duas filhas.
Era absurdo.
Em sua vida na terra a uns 300 anos atrás, como humano, ele não passava de um bêbado fracassado.
O hotel era pequeno e aconchegante.
Ainda era como Sarah se lembrava.
Ela ficou um tempo parada, olhando o letreiro.
As luzes ainda eram brilhantes e verdes.
O cheiro ainda era de dálias.
As flores favoritas de sua mãe, e as suas também.
– Sarah. — A voz de Sam a vez voltar ao real motivo de estar naquele lugar.
– Vamos. — Falou seca.
Aí entrarem na recepção, uma garota de uns 18 anos estava parada atrás da bancada com um enorme sorriso.
– Boa noite. Eu sou Meredith. Em que posso ajuda-los. — Para Sarah, ela estava sendo simpática demais.
– Sarah Margo Miller. — Sam achou a coisa mais extranha do mundo ouvir o nome completo de Sarah.
Depois do casamento ela era apenas Sarah Winchester.
A moça de cabelos pretos, arregalou os olhos e se abaixo para pegar alguma coisa.
– Quarto 22. — Ela pegou uma chave do quarto.
A respiração de Sarah era irregular.
Suas mãos estavam suando.
Ela e Sam andavam por um corredor.
Quarto 3, 8, 12, 16, 19, 20, 21 e... 22.
Sarah parou em frente a porta.
Sam colocou a mão em seu ombro.
– Pode ser uma armadilha. — Ele tirou a arma do cós da calça e pontou para a porta.
Ele acenou para ela.
Sarah girou a chave com cuidado.
A tranca abriu.
Com toda a cautela do mundo ela abriu a porta.
Se Sam não estava preparado para o que estava atrás dela, Sarah muito menos.
Um grito de pânico escapou da garganta dela.
Sam pasmado e não conseguindo tirar os olhos da imagem a sua frente, abaixou a arma e sentiu os olhos marejarem.
Sarah já estava aos prantos.
Lágrimas escorriam descontroladamente diante do cenário a sua frente.
O quaro estava cheio de sangue.
E cabelo.
Havia fios de cabelo ruivos por toda parte.
Mas não era qualquer ruivo.
Era o ruivo avermelhado dos cabelos de Anne...
Na parede a seguinte frase estava escrita com sangue.
Ela está de volta.
No meio do quarto a posseira que Anne ganhou da mãe delas estava caída no chão.
Sam ainda nem havia parado para respirar.
Sarah não sabia como ainda estava de pé.
Ela não sabia o que pensar.
Ela está de volta.
Sua irmãzinha estava viva.
Estava nas mãos de Crowley.
Ela está de volta.
Sua cabeça rodava.
O cheiro de sangue entrava em suas narinas.
Ela está de volta.
A cinco anos atrás ela viu a irmã morrer em seu lugar e não pode fazer nada.
E agora ela estava viva.
Sarah não tinha dúvidas.
ELA ESTAVA VIVA.
Ela não conseguia se mexer.
Apenas chorar.
Ela não chorava desse jeito desde que Anne se foi.
Lágrimas também escorriam pelo rosto de Sam.

Que tipo de pai faz uma brincadeira dessas com a própria filha.
Ou será que não era brincadeira e Anne estava mesmo viva.
Nenhum dos dois se moveu.
Um Dean apresado chegou ao quarto.
Sarah não tinha cabeça para perguntar o que ele fazia ali.
Aliás, ela nem sequer olhou para ele.
O Winchester mais velho ficou tão chocado quanto os dois.
Vendo o estado deles, Dean ficou comovido.
Ele tinha que tirar os dois de lá.
– Sarah. — Nada.
– Vem. Vamos sair daqui. — Ele puxou a ruiva para os seus braços. Ela o agarrou e cedeu em seus braços.
Mas os braços fortes de Dean não a deixaram cair.
Ele sustentava o peso do corpo dela com um braço só.
Sarah colocou a cabeça no ombro do marido, ficando de costas para o quarto.
– Sam. — Dean falou. — Vamos.
Sam não respondeu, ele nem ao menos se moveu.
– Droga Sam! — Dean o puxou pelo braço.
Praticamente arrastou os dois para fora daquela cena.
Ele mesmo ainda tentava raciocinar.
Dean sustentava Sarah com um braço e puxava Sam com o outro.
"Crowley" Dean pensou. "Eu o mato".
Assim que chegaram na recepção Elisa foi ao seu encontro.
Ela guiou seu tio Sam, para uma cadeira, enquanto Dean levava sua mãe para outra.
De uma hora para a outra Sarah colocou a mão na boca e saiu correndo até o banheiro.
Dean a seguiu.
Ela se ajoelhou na frente do vaso e começou a vomitar.
Ela sentia sua garganta arder.
Dean, se aproximou dela e segurou seus cabelos.
Dean pensou que ela estava colocando para fora tudo o que comeu a semana inteira de tanto que ela vomitou.
Quando terminou, ela não tinha forças mais para levantar.
Dean, foi rápido.
Abaixou a tampa do vaso e deu descarga.
Pegou a esposa no colo e a sentou em cima do mesmo.
Quando olhou no rosto dela, encontrou uma Sarah, pálida, com olhos vermelhos e inchados e uma cara de assustada e perdida.
Ele tinha que cuidar dela.
Ele levou a ruiva até a pia e lavou os resquícios de vômito que haviam em sua boca.
Depois a pegou no colo novamente e a sentou na cadeira de recepção.
Elisa ficou assustada com a situação da mãe.
Ela se levantou e deu um copo de água para ela, que pegou sem dizer nenhuma palavra, sem nem mesmo levantar a cabeça para encara-lá.
Dean olhou para Sam, ainda paralisado.
Ele não estava melhor do que Sarah.
O Winchester mais velho se sentou também e passou as mãos pelos cabelos.
Aquilo não estava acontecendo.
– Pai? — Elisa estava sentada do lado dele. — Aquilo no quarto... era da... tia Anne ? — Dean suspirou.
– Eu não sei. Pode ter sido... apenas o Crowley tentando atingir a sua mãe.
Elisa assentiu.
A recepcionista chegou ao local tremendo e se aproximou de Dean.
– Senhor... ee... eu... sinto muito pelo... ocorrido... eu não tinha... ideia.
– Tudo bem. Só peso que não acione a polícia. — A garota ficou ainda mais confusa.
– Mas... — Antes que ela falasse alguma coisa, Dean pegou o distintivo falso do FBI e mostrou para a moça.
– Isso foi pessoal. Eu mesmo dou um jeito no quarto se for preciso. — A mulher assentiu e saiu.
– Ela... esta viva. — A voz da ruiva era trêmula e baixa. Dean e Elisa se aproximaram dela. Era a primeira vez que falava desde o ocorrido.
– Ela esta viva. — Dessa vez ela falou mais alto e bem mais claro.
– Mãe. — Elisa a chamou, fazendo ela levantar a cabeça.
– Ela está viva. A minha irmãzinha.
Dean sentiu a cabeça pesar.
– Sarah...
– Não! — Ela se levantou da cadeira.
– Você não vai me dizer isso. Crowley não ia me trazer aqui se não tivesse certeza. Ela está viva. — Dean segurou as mãos dela, que estão geladas.
– Nós... gremamos o corpo. Crowley não é um anjo... eu sinto muito. — Então ela olhou nos olhos dele.
Elisa pegou a pulseira de sua tia e colocou nas mãos de sua mãe. Sarah não fazia ideia de quando ela havia pegado a pulseira, mas a apertou com força entre seus dedos.
– Dean. Não me pesa para desistir da minha irmã... — O olhar de Sarah quebrava Dean em pedaços.
– Eu prometo que vamos investigar.
Dean deu um beijo na testa dela, em uma tentativa falha de confortá-lá.
Sam continuava paralisado.
Ele não tinha a mínima do que pensar, como agir, foi como levar um soco no estômago.
As palavras tentavam fazer sentido.
Ele tentava formar uma frase.
Mas nada acontecia.
Era tudo tão distante.
Em um fração de segundos ele pensou finalmente em Anne, ela estava viva.
Viva... ou não.
Aquela cena.
Aqueles cabelos ruivos, o sangue, a frase e a pulseira.
Era grotesco até para Crowley.
Mais ele não tinha limites, nem regras, muito menos amor.
Depois de acertar tudo com a gerente, Dean e Elisa pegaram Sarah e Sam e saíram daquele hotel indo em direção a outro.
Ninguém tinha emocional para ficar ali.
Dean conduziu o impala até um hotel a uns trinta minutos dalí.
O céu estava nublado, dando indícios de que uma forte chuva cairia.
Sarah desceu do carro.
Era tanta coisa em sua cabeça.
Ela se sentia impotente.
Ela sentia a adrenalina tomar conta de seu corpo.
Odiava se sentir presa a alguma coisa.
E nesse momento se sentia sufocada.
Precisava aliviar.
Socar alguém.
O que estava fora de cogitação.
Ao redor do estacionamento do hotel havia uma mata.
Uma mata muito convidativa.
Sarah não pensou em mais nada.
Ela simplesmente saiu correndo, não correndo com as pessoas normais correm, mas correndo como em uma maratona.
Ela se deixou levar pelos impulsos.
– Mãe! — Elisa fez mensão em ir atrás da mãe. Mas, Dean colocou a mão em seu ombro.
– A mamãe não pode sair sozinha nesse estado! Faz alguma coisa! — Elisa nem percebera que já estava aos berros com o pai.
– Faça a reserva no hotel. Acho que o grandão ali não está em condições. — Ele disse apontando para um Sam parado, olhando o nada.
– É você ? — Dean encarou a mata.
– Eu vou atrás da minha ruiva.

XXXXX

A chuva gélida e grossa, caia sobre Sarah, molhado seus longos cabelos ruivos.
As roupas estavam completamente coladas em seu corpo.
Os batimentos cardíacos dela estavam lá em cima.
Seu corpo era tomado por uma forte o da de adrenalina.
Ela corria como se não houvesse amanhã.
Toda raiva dentro de si tinha que sair de alguma forma.
Esse era o jeito de Sarah extravasar.
Quando ela morava no orfanato, um jeito de esquecer um pouco as dificuldades era correndo.
Correr a dava sensação de liberdade.
Depois que saiu do orfanato, correr se tornou um hábito.
E uma forma dela poder comer todas as besteiras que quisesse e não perder a boa forma.
Todos os dias antes do sol nascer ela ia correr.
Até mesmo durante a gestação ela corria.
Sarah finalmente percebeu que estava chegando em algum lugar.
Parecia ser um lago.
Gradativamente diminuo os passos, e agora estava apenas andando.
Sua respiração estava ofegante.
Ela fechou os olhos com força e parou em frente ao lado.
Tinha que pensar...
A chuva não dava trégua.
Juntando seus últimos resquícios de fôlego, a ruiva deu um grito tão alto que forçou seus pulmões.
Agora sim ela estava sem fôlego.
– Hey baby. — Dean pousou a mão no ombro dela.
Como podia estar tão destraida a ponto de não notar Dean a seguindo.
Quando ela finalmente se virou para trás encontrou um Dean, ensopado.
Finalmente o raciocínio chegou na sua cabeça.
O loiro estava com os cabelos molhados e escorridos.
Os pingos de chuva em seus cílios dourados deixavam o verde de seus olhos ainda mais destacado.
As gotas de chuva pintavam do rosto dele, que estava um pouco encolhido devido a chuva.
Ela passou a mão pelo rosto do marido.
– Não deveria me seguido. Você vai pegar um resfriado. — Ele riu pelo nariz.
– E você não ? — Ela pressionou os lábios nos dele de um jeito demorado.
Assim que se soltaram, Dean tirou seu casaco militar e entregou a ruiva.
Sarah sorriu e vestiu o casaco que ficava bem maior do que ela.
O Winchester estendeu a mão para ela, que segurou e o acompanhou junto até o caminho de volta ao hotel.

XXXXX

Os cabelos de Sam estavam molhados, indicando que ela havia acabando de sair do banho.
Sarah e Dean também estavam de cabelos molhados.
Assim que chegaram, tomaram um belo banho quente para evitar um resfriado.
Já era a milésima vez que eles tentavam ligar ou invocar Crowley e nada.
Eles não podiam investigar, porque não havia o que investigar.
Crowley apenas passou no hotel, entrou e saiu sem deixar nenhum vestígio.
Eles tinham uma grande pilha de nada...
Sabiam que o melhor a fazer era esperar Crowley entrar em contato.
E ele estava fazendo de propósito.
A demora para entrar em contado.
Ele queria ver todos a beira da loucura.
Sabia que Sarah se segurava para manter a calma.
As aspirinas para dor de cabeça não tinham resolvido nada.
Muito menos o wiskey.
– Talvez... — Quando Elisa levantou a voz, todos na sala deram atenção imediata. — Eu posso usar os poderes para uma localização, ou pelo menos pra saber se a Anne realmente estava viva, talvez ...
– Não! — A voz alta de Sarah fez com que Elisa parasse de falar. — Não vou colocar você em risco. Nada de poderes! — Elisa riu pelo nariz
– Você tem uma ideia melhor ?
– Se Crowley quer jogar, — A mesma quantidade de determinação que tinha em sua voz, havia de receio em seu olhar. — nós vamos jogar.
San estava impaciente.
– Então o que vamos fazer ? Arriscar a vida dela ? Nos nem mesmo sabemos quais vão ser as consequências de Elisa usar os poderes! — Dean não estava gostando do rumo daquela conversa. -Mas sabemos as de deixar a Anne. — A essa altura Sam já gritava. — Então, vamos apenas sentar e perder a Anne de novo ? Vamos deixar ela MORRER.
Sarah se levantou da cama em um sobressalto.
– Você não é o único aqui que se importa com ela. — Sarah estava indo para cima de Sam, que também estava de pé. — Ela é minha irmã! Mas EU NÃO VOU ARRISCAR A VIDA DE NINGUÉM POR ISSO! EU NÃO SOU EGOÍSTA A ESSE PONTO!
– O que você disse?!?! — Dean entrou no meio dos dois.
– Ei! Já chega! — Ele empurrou Sam para longe e puxou Sarah pelo braço, mantendo uma distância segura entre os dois. — Brigar não resolve nada. Nesse momento temos que estar unidos.
Elisa suspirou, e continuou com cara de tédio olhando a cena.
– Então o que vamos fazer Dean ? — A voz de Sam trazia um pouco de arrependimento.
– Vamos chamar o Cass. — Elisa se mexeu meia desconfortável. — Ele pode fazer o trabalho de rastreamento no lugar da Elisa. E você, — Dean disse olhando para Sarah. — Vai para o quarto, descansar um pouco.
O loiro estava pronto para um série de protestos da parte da esposa. Mas, tudo que ouviu foi.
– Você tem razão! -O Winchester mais velho a encarou, confuso e surpreso.
– Você não vai reclamar ? Ou dizer que eu não posso de deixar de fora e etc, etc, etc ?!?! — Tudo que Sarah fez foi olhar para Sam, bem lá no fundo dos olhos dele e responder.
– Eu acho que está na hora de nós mudarmos.
Com isso, as desconfianças de Dean foram por água abaixo e ele soltou Sarah, a deixando ir para o quarto. Do jeito que ela havia imaginado.

Uma vez já dentro do seu quarto, Sarah traçou a porta e prendeu a correntinha da porta na parede.
Ela deu um longo suspiro e por fim, finalmente falou.
– Pronto. Pode aparecer. — E com um passe de mágica lá estava ele.
Sentado na poltrona velha cor de creme que havia no quarto, com um copo de whisky na mão.
– Hello honey. — Disse o rei do inferno, que no momento era apenas... o Pai de Sarah.

Notas finais
E aí? Me contém tudo não me escondam nada! Gostaram da aparição do nosso King? Será que Anne, está viva? Como Sarah vai resgata-la? Está sexta, no globo repórter! Midira kkk Posto na próxima segunda, ou quem sabe antes Depende do retorno Kisses
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.