Devagarinho
1 É só chamar que você vem
Notas iniciais
Ciel direcionou seu único olho para a parede coberta pelo papel mórbido de seu quarto. Era meio da noite e ele não parava de se revirar na cama, sem sono e com a cabeça a mil pensando nas coisas que teria que resolver no dia seguinte.
Suspirou tentando bolar algo para se distrair e então dormir. Sabia que se chamasse Sebastian o mordomo apareceria ali mais rápido do que um sopro, mas não queria precisar dele naquela noite.
Entretanto, ao pensar na figura alto e em seu sorriso malicioso, seu corpo acordou ainda mais, desejando a proximidade, a boca quente e os dedos ágeis que desabotoavam suas camisas e o tomavam com volúpia.
— Sebastian – Sussurrou para o quarto escuro, sem querer admitir que estava fazendo aquilo.
Alguns segundos depois, uma batida suave foi ouvida na porta do quarto. Ciel revirou os olhos, o demônio estava apenas fingindo que não sabia o que aquele convite significava.
— Entre – Pediu. Sebastian entrou no quarto, fechando a porta em suas costas.
— Quer que eu acenda uma vela?
— Não.
O simples fato de ter aquele ser no mesmo cômodo que ele fazia com que a pele do jovem mestre se arrepiasse.
— Venha aqui.
— Isso é uma ordem?
Pela luz fraca da lua que entrava no quarto, apenas os olhos brilhantes eram visíveis. Ciel viu que Sebastian estava se divertindo e acenou positivamente com a cabeça. Se era assim que ele queria, era assim que ele teria.
— Hoje você não me escapa – Ciel brincou.
O mordomo subiu na cama e, antes que uma nova ordem fosse dada, tomou os lábios do outro em um beijo faminto. O mortal se arrepiou, sentindo a luxuria correr por suas veias e intoxicar seus pensamentos. Queria confessar que Sebastian o deixava maluco, que só de olhar para ele, o mordomo o deixava suado. Mas entendeu como um sinal do destino pra se calar quando o homem mordeu seu lábio inferior.
— É só chamar que você vem? – Provocou sentindo os lábios molhados mordiscando seu pescoço pálido.
— É só chamar – Sussurrou beijando a pele.
Os dois pegavam fogo, se entregando sem pensar. Sebastian desceu as caricias, abrindo a camisa do pijama de Ciel, fazendo com que ele suspirasse. Sua mão pelo corpo do mortal adorava se perder, deslizando pelas curvas e pela pele macia. Arrancou a peça, jogando-a no outro lado do quarto e voltando a beijá-lo enquanto acariciava suas coxas sobre a bermuda.
— Gosto dessa sua pegada – Ciel falou antes que pudesse controlar sua língua, se odiando logo após a confissão.
— Gosta, é?
Sebastian passou a mão enluvada pelos cabelos, tentando arrumar as madeixas bagunçadas.
— Tire as luvas – Ordenou.
— Tire-as você – Rebateu suavemente estendendo as mãos na direção da boca de Ciel, que puxou o tecido branco com os dentes, sem tirar o olho azul dos olhos vermelhos e famintos do outro.
Sebastian tocou as mãos nuas no rosto do mestre, passando os dedos por baixo do fio preto do tapa-olho, sendo parado com um tapa nos dedos.
— Não se atreva – Advertiu. O demônio sorriu provocante, beijando Ciel.
— Deixe-me ver seus olhos, My Lord – Suplicou maliciosamente, tornando a puxar a peça para fora da face branca, expondo o olho lilás com a sua marca – Você é meu.
— Por mim tudo bem – Brincou sentindo as caricias sendo arrastadas por seu ventre.
— Ah, é? – Divertiu-se antes de retirar o resto das peças que o outro vestia e tocar o membro com seus lábios.
— Ninguém faz mais gostoso que você – Suspirou.
— Ninguém? – Subiu pelo corpo, beijando seus lábios entreabertos. Ciel negou com a cabeça, recebendo um chupão no pescoço que o fez gemer.
— Não – Concluiu antes de Sebastian virar seu corpo de costas, deixando-o de quatro sobre os lençóis caros de sua cama. Sentiu o toque frio do lubrificante em seu corpo, logo em seguida sendo espalhado pelos dedos finos do demônio.
— E o que você quer agora, My Lord? – Se colocou sobre o outro, murmurando em seu ouvido mordendo o lóbulo de sua orelha em seguida.
— Preciso pedir? – Resmungou irritado quando um dedo adentrou seu interior.
— Eu faço o que meu lorde quiser, desde que me peça – Estalou os lábios, abrindo sua calça com a mão livre.
— Sebastian – Engoliu o orgulho, do mesmo modo como era obrigado a fazer todas as vezes que queria aquilo. Aquele maldito demônio sempre o fazia pedir. Pedir para fazer ou pedir por mais – Me coma.
— E como quer isso?
— Devagarinho.
— Yes, My Lord.
Ciel direcionou seu único olho para a parede coberta pelo papel mórbido de seu quarto. Era meio da noite e ele não parava de se revirar na cama, sem sono e com a cabeça a mil pensando nas coisas que teria que resolver no dia seguinte.
Suspirou tentando bolar algo para se distrair e então dormir. Sabia que se chamasse Sebastian o mordomo apareceria ali mais rápido do que um sopro, mas não queria precisar dele naquela noite.
Entretanto, ao pensar na figura alto e em seu sorriso malicioso, seu corpo acordou ainda mais, desejando a proximidade, a boca quente e os dedos ágeis que desabotoavam suas camisas e o tomavam com volúpia.
— Sebastian – Sussurrou para o quarto escuro, sem querer admitir que estava fazendo aquilo.
Alguns segundos depois, uma batida suave foi ouvida na porta do quarto. Ciel revirou os olhos, o demônio estava apenas fingindo que não sabia o que aquele convite significava.
— Entre – Pediu. Sebastian entrou no quarto, fechando a porta em suas costas.
— Quer que eu acenda uma vela?
— Não.
O simples fato de ter aquele ser no mesmo cômodo que ele fazia com que a pele do jovem mestre se arrepiasse.
— Venha aqui.
— Isso é uma ordem?
Pela luz fraca da lua que entrava no quarto, apenas os olhos brilhantes eram visíveis. Ciel viu que Sebastian estava se divertindo e acenou positivamente com a cabeça. Se era assim que ele queria, era assim que ele teria.
— Hoje você não me escapa – Ciel brincou.
O mordomo subiu na cama e, antes que uma nova ordem fosse dada, tomou os lábios do outro em um beijo faminto. O mortal se arrepiou, sentindo a luxuria correr por suas veias e intoxicar seus pensamentos. Queria confessar que Sebastian o deixava maluco, que só de olhar para ele, o mordomo o deixava suado. Mas entendeu como um sinal do destino pra se calar quando o homem mordeu seu lábio inferior.
— É só chamar que você vem? – Provocou sentindo os lábios molhados mordiscando seu pescoço pálido.
— É só chamar – Sussurrou beijando a pele.
Os dois pegavam fogo, se entregando sem pensar. Sebastian desceu as caricias, abrindo a camisa do pijama de Ciel, fazendo com que ele suspirasse. Sua mão pelo corpo do mortal adorava se perder, deslizando pelas curvas e pela pele macia. Arrancou a peça, jogando-a no outro lado do quarto e voltando a beijá-lo enquanto acariciava suas coxas sobre a bermuda.
— Gosto dessa sua pegada – Ciel falou antes que pudesse controlar sua língua, se odiando logo após a confissão.
— Gosta, é?
Sebastian passou a mão enluvada pelos cabelos, tentando arrumar as madeixas bagunçadas.
— Tire as luvas – Ordenou.
— Tire-as você – Rebateu suavemente estendendo as mãos na direção da boca de Ciel, que puxou o tecido branco com os dentes, sem tirar o olho azul dos olhos vermelhos e famintos do outro.
Sebastian tocou as mãos nuas no rosto do mestre, passando os dedos por baixo do fio preto do tapa-olho, sendo parado com um tapa nos dedos.
— Não se atreva – Advertiu. O demônio sorriu provocante, beijando Ciel.
— Deixe-me ver seus olhos, My Lord – Suplicou maliciosamente, tornando a puxar a peça para fora da face branca, expondo o olho lilás com a sua marca – Você é meu.
— Por mim tudo bem – Brincou sentindo as caricias sendo arrastadas por seu ventre.
— Ah, é? – Divertiu-se antes de retirar o resto das peças que o outro vestia e tocar o membro com seus lábios.
— Ninguém faz mais gostoso que você – Suspirou.
— Ninguém? – Subiu pelo corpo, beijando seus lábios entreabertos. Ciel negou com a cabeça, recebendo um chupão no pescoço que o fez gemer.
— Não – Concluiu antes de Sebastian virar seu corpo de costas, deixando-o de quatro sobre os lençóis caros de sua cama. Sentiu o toque frio do lubrificante em seu corpo, logo em seguida sendo espalhado pelos dedos finos do demônio.
— E o que você quer agora, My Lord? – Se colocou sobre o outro, murmurando em seu ouvido mordendo o lóbulo de sua orelha em seguida.
— Preciso pedir? – Resmungou irritado quando um dedo adentrou seu interior.
— Eu faço o que meu lorde quiser, desde que me peça – Estalou os lábios, abrindo sua calça com a mão livre.
— Sebastian – Engoliu o orgulho, do mesmo modo como era obrigado a fazer todas as vezes que queria aquilo. Aquele maldito demônio sempre o fazia pedir. Pedir para fazer ou pedir por mais – Me coma.
— E como quer isso?
— Devagarinho.
— Yes, My Lord.
Notas finais
Comentem ai o que acharam dessa one sem vergonha :0
Até mais ♥
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