Lionel fritou Aikawa com os olhos por um breve momento em seguida o ignorou, andou até onde estava a mais nova forma de arte moderna apelidada de "o homem na parede" e arrancou uma de suas katana do ombro de Yasuo.

— Você ainda tá vivo velho. Perguntou Lionel dando batidinhas com a espada na cabeça de Yasuo.
— Eu tô velho mas não morto. Respondeu o velho que estava mais para morto do que para sua velho.
— Eu já volto, cuido de você depois. Disse Lionel arrancando a segunda katana que perdia Yasuo a parede.

Aikawa já esperava Lionel com ansiedade, o mesmo já estava vibrando de emoção que aumentou ainda mais quando Lionel vinha em sua direção com as duas espadas empunhadas nas mãos. Lionel cruzou os braços segurando as duas katanas que ficaram atrás de sua costa, ouviu-se um som eletricidade que vinha das lâminas das katanas que liberaram um pouco de eletricidade no ar, no momento seguinte em um lampejo de luz ele abriu os dois braços lançando uma grande rajada de energia na direção de Aikawa, ouve uma grande explosão no local atingido, quando a poeira começou a baixa lá estava Aikawa sem camisa mostrado ainda mais ponto de costuras no corpo, não que ele fosse um nudista mas sua camisa fora evaporada pelo ataque anterior de Lionel, o homem começou a rir como um louco com os braços abertos.

— Você é bom Lionel Carter, você é muito bom, me entretenha. Disse Aikawa rindo ainda mais alto.

Lionel sorriu maliciosamente e correu em direção ao seu oponente disparado mais rajadas de energia e golpes com as próprias lâminas, Aikawa se apressou e tirou duas facas de suas coxas, estas tinham capacidade de despeçar as rajadas de energia lançadas por Lionel, a imagem dos dois lutando não se assemelhava a uma luta de seres humanos mas de suas bestas sedentas por sangue e prazer de combate, Lionel começou a ser precionado pelas investidas de Aikawa que parecia ficar mais forte e mais rápido conforme a luta se prolongava, uma emoção que não sentirá a muito tempo correra por todo seu corpo, Lionel não se conteve e começou a gargalhar como louco assim como Aikawa enquanto golpeava sem descanso, porém seu oponente fora mais rápido em sua investida conseguindo atingir um golpe crítico no braço de Lionel atravessando o por um momento até que este largou uma de suas espadas, antes que essa caísse no chão foi pegar por Aikawa que abandonou a faca que cavara no braço de Lionel, deu um giro e chutou fortemente Lionel para longe, largou a outra faca de sua mão e segurou a katana com as duas mãos, Lionel se levantou do chão e repetiu o gesto segurando com as duas mãos a katana, eles se olharam por um breve momento não eram necessário palavras, seus olhos diziam que aquele seria o último ataque deles, e que fosse mais rápido seria o que estaria de pé depois daquela luta, respiraram fundo correram um ao encontro do outro, tudo que se viu ou se ouviu naquele momento foram o choque de duas rajadas de energia se encontrando.

Naquele mesmo instante ao poucos metros da mansão estavam Kisaki e seus Bandwagon vindo a toda velocidade, por um instante Kisaki que montava na moto que estava mais a frente que as demais sumiu por uma fração de segundos, quando reapareceu o garoto parecia tão desnorteado que caiu da moto em movimento que se arrastou por alguns metros permanecendo no chão, sua moto capotou alguns metros até parar no chão da rua, seus colegas pararam suas motos e desceram correndo em direção a Kisaki. Naquele instante na mente de Kisaki fora baixado a memória do que acontecerá naquele ínfimo instante.

Antes daquele momento mais precisamente no momento em que Haki desaparecerá na frente de Lionel depois de seu breve ritual que se resumia a junção de mãos em um triângulo e o proferimento da palavra "Latom" este fora enviado para uma corredor branco cheio de portas cada uma das portas tinha uma aparência diferente da outra e uma palavra em uma língua incompreensível para Haki, no fim do corredor onde tinha uma porta gigante estava um homem sentado em uma cadeira atrás de uma mesinha cheias de cadernos, papéis e uma máquina de escrever vermelha e dourada, ele tinha cabelos brancos, idade de 30 a 40 anos e usava um óculos quadrado, olhou na direção de Haki sem mudar a expressão de tédio em seu rosto. Aquela local era chamado de Aíthousa e aquele homem de O arquiteto, isso pelos mortais que o contatavam pois seu nome era Thémis.

— O que vai perdi, o que vai oferecer? . Perguntou o Arquiteto.
— Ressurreição e regeneração do corpo; local cabeça. Respondeu Haki sem muita demorar pois parecia já está habituado com aquela situação.
— Sua oferenda está marcada? . Perguntou o Arquiteto remexendo a papelada.
— Sim, quantos seriam necessários? . Perguntou Haki.
— Deixa eu ver... Aqui, Daniel Sugg receberá o dano cerebral da garota Anko Mayuri, porém o preço por sua ressurreição vai ser mais alto. Respondeu o Arquiteto lendo um dos livros e digitando na máquina de escrever.
— Como assim, ela é uma garota normal. Retrucou Haki se aproximando da mesinha.
— Ela não é normal a entropia e ordem nela. Retrucou o Arquiteto tentando achar uma outra caderneta.
— O que significa? . Perguntou Haki colocando as mãos na mesinha.
— Tem fios nela, fora isso sua alma tem traços abstratos. Respondeu o Arquiteto achando a caderneta que porcurava.
— Não entedi. Respondeu Haki fritando o olhar no homem.
— Claro que não Hominum, se não podes compreender a resposta não perguntes. Retrucou o Arquiteto.
— Quanto vale então? . Perguntou Haki tentando entender a última resposta do homem.
— 5 é justo, de acordo?. Perguntou o Arquiteto fechando a caderneta.
— Sim, eu já tenho 20 marcados para situações como esta. Respondeu Haki.
— Negado. Disse o Arquiteto abrindo um outro livro vermelho.
— Como assim, eu estou de acordo. Respondeu Haki levantando a voz.
— Hominum, você não achou o acordo justo logo ele não será válido. Retrucou o Arquiteto.
— Merda, não dá, não tem como eu fingir que achei justo, não acredito ser justo cinco pessoas por uma, já que o certo seria o equivalente de uma pessoa por outra pessoa, porém eu não me importo com o número só quero terminar o acordo. Disse Haki já um pouco estressado.
— Não tenho como realizar o acordo se o convidado não achar-lo junto. Porém tenho ciência que você usa o pressuposto que Anko Mayuri é uma pessoa normal e pelo certo o seu preço deveria ser normal. O conhecimento necessário para entender a razão disso e prosseguir com a realização do acordo, ou seja, da sua aceitação como preço justo, está longe do que sua mente de Hominum tridimensional possa entender, porém posso convecer sua mente que esre preço é o justo mostrando parte da informação necessária para isso, mesmo que sua consciência não compreenda a informação seu subconsciente terá ciência que este preço é justo ao ter contato ao axioma que torna a ressurreição de Anko Mayuri o preço de 5 pessoas, para receber essa informação que se constitui de "informação do futuro", visão das "linhas de rota" e "ecos abstrato nas cordas temporais" custará cinco vidas, somando assim cinco almas pelas ressurreição de Anko Mayuri, um dano cerebral e na superfície da cabeça e cinco almas e corpos pela informação implantada na sua mente. Está de acordo com a troca da informação abstrata por cinco almas e cinco corpos? . Perguntou o Arquiteto para Haki que nesse momento parecia atordoado pelo longo comentário do homem.
— Sim, claro. Respondeu Haki que em seguida teve lapsos de visões que não conseguiu compreender coisa alguma ao mesmo tempo que em uma das prisões do império Uruk, cinco prisioneiros que estavam marcados com um símbolo nas costas sumiram repentinamente.
— Acordo realizado, as almas e corpos de Feliper Garcia, Higor Barbeta, Lucky William, Isaac Lemoni, Simon Cowell foram trocados pela informação abstrata implantada na mente de Haki LokiDal. Prosseguindo, concorda em trocar cinco almas pela ressurreição de Anko Mayuri? . Perguntou o Arquiteto enquanto digitava na máquina.
— Sim, estou de acordo e acredito ser justo. Disse Haki em tom sério.
— Acordo realizado, as almas de Tokita Morrow, Elielson Rosbar, Robert Matheson, Hegel Hoppe e Kukoro Mashimaru foram trocadas pela ressurreição de Anko Mayuri e os danos cerebrais e da superfície da cabeça de Anko Mayuri foram trocados para Mark Valdemir. Desejo mais algum acordo Haki LokiDal?. Perguntou o Arquiteto finalizado sua digitação na máquina de escrever, naquele mesmo momento na mesma prisão que os cinco prisioneiros desapareceu, outros cinco caíram mortos sem nenhum ferimento ou razão e outro morreu por traumatismo craniano fruto de um ferimento semelhante a de uma objeto afiado penetrado no meio de sua testa mas sem registro do suposto objetivo.
— Não, espere eu quase esqueci, ofereço dois olhos por um braço, os dois já está marcados. Disse Haki se afastando da mesinha, Haki não precisava falar mais nada Thémis já tinha conhecimento de todos seus pensamentos.
— Acordo realizado, Tomás Agustino oferecerá seus olhos pela construção do braço de Toji Sengoku. Disse o Arquiteto ao instante que um novo braço começou a crescer em Toji que já estava quase morrendo no chão, ao mesmo tempo que um prisioneiro da mesma prisão anterior gritava que seus olhos aviam sumido.
— Obrigado, isso é tudo. Disse Haki se curvando um pouco para o homem na mesinha, Thémis acenou com a cabeça para Haki e este foi levado de volta onde se encontrava anterior antes do ritual.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.