Deus Mecânico

6 Entropia Social


Kisaki e seus companheiros de gangue estavam sentados em uma sala caído aos pedaços, que pertencia a um dos muitos edifícios abandonados em ruínas presentes na cidade, se recuperavam tratado des seus leves ferimentos depois da luta com Aikawa, se podiam chamar aquilo de luta, mas para manter seus egos vivo eles optaram por acreditar que aquilo foi uma luta como qualquer outra.

— O que a gente vai fazer agora Kisaki? . Perguntou Tenchi arrumando o cabelo que era totalmente raspado dos lados tendo somente um longo cabelo loiro em cima da cabeça amarado por um cordão.
— A gente sabe que estão atrás da filha do Mayuri, eu não conheço a garota, vi apenas algumas vezes mas conheço um pouco o pai dela, o meu velho também trabalhava junto com ele na empresa de informática. Agora sabemos que o velho é um tipo de caçador de recompensas, e está atrás da filha do Mayuri que tem poderes psíquicos, e que por acaso temos como descobri sua localização assim que ela usa seus poderes, é claro que precisarem de um radar pois o único o desgraçado tatuado levou. O Axita nos deu tudo que precisávamos, seguiremos a garota e acharemos o velho, e quando achamos vamos mandar-lo pra cova. Esse é o plano. Disse Kisaki deitado no chão com as mãos atrás da cabeça.
— E se a gente encontra o homem tatuado novamente? Já que ele também está procurando pela filha do Mayuri, então de qualquer jeito vamos nos bater novamente. Disse Marumoto olhando para Kisaki.
— A gente levou um surra daquele cara, não sei como todo mundo saiu sem nenhum osso quebrado. Falou Risu o que todos eles sabiam mas não queriam escarrar o acontecimento.
— Ele pegou leve com a gente, mas também ele não era normal, Kisaki disse que encheu a cabeça dele de porrada com aquele bastão, sem falar do amigo dele que Kisaki disse ter-lo visto fazer uma parada esquisita com uma fumaça. Disse Marumoto se levantando.
— Calem a boca ele nos pegou desprevenidos, garanto que na próxima eu pego ele de jeito. Disse Tenchi tentando levantar o astral.
— É isso mesmo, na próxima vez será diferente, agora sabemos que eles não são normais. Disse Marumoto concordando com Tenchi
— Você vai fazer o quer Maru atravessar a parede de novo. Disse Risu em tom de insulto.
— Como é? Não foi você que foi nocauteado enquanto apontava a arma para direto no cara. Disse Marumoto revoltado.
— A gente não tem escolha, se encontramos eles de novo, teremos que lutar e pronto, você tem opção melhor Risu. Disse Tenchi olhando para ele.
— Corrigindo não vamos lutar, vamos apanhar. No mínimo quebrar um ou dois ossos desta vez. Retrucou Risu em tom humorado.
— É, na próxima a gente dá um pedaço de pau para o Risu já que ele não acerta nem um alvo de quase 2 metros na frente dele. Disse Marumoto se aproximando de Risu.
— Eu com um pau e você com um batom, já que adora beija paredes geladinhas né. Disse Risu claramente provando Marumoto.

Marumoto se adiantou no que já está claro a acontecer, agarrou Risu que era o menor da turma e o levantou pela jaqueta que nem um boneco.

— Repete isso novamente careca, que eu faço você beija o chão. Disse Marumoto com um sorriso maldoso.
— Porque, é só você pode beijar as paredes e eu tenho que fica com o chão?. Disse Risu sem nenhum medo diante da situação que estava.
— Agora você apanhar baixinho. Disse Marumoto enquanto Tenchi dava risadas vendo a situação.
— Chegar, sem brigar, me ouviram. Disse Kisaki se levantando e separando Risu das mãos de Marumoto.
— Não temos tempo para isso, precisamos de um radar e eu conheço a pessoa que pode ter um desses. Então sem brigas me ouviram?. Disse Kisaki esperando uma resposta.
— Ok. Disse Risu ajeitando a jaqueta.
— Onde vamos conseguir essa radar?. Perguntou Tenchi a Kisaki.
— Ouviu, entendeu o que eu disse Marumoto. Disse Kisaki ainda esperando uma resposta do membro mais pavio curto do bando.
— Ouvir, eu ouvir chefe. Disse Marumoto relutante, olhando feio para Risu.
— O único que pode ter um aparelho desses é o Mandrake, sim eu sei Tenchi o chefão não dá nada de graça e dever a ele nunca é uma coisa boa. Disse Kisaki lendo o pensamento de Tenchi.
— Vai dá ruim. Disse Marumoto mais clamo passando a mão no cabelo enquanto olhava para Tenchi.

O Distrito 13 era um lugar onde todas as gangues de motoqueiros se encontravam, brigas eram extremamente proibidas naquela área, isso mantiam os grupos na linha, quem dominava aquela área era o chefão chamado Mandrake, um homem de quase 50 anos que fornecia armas, motos, aparelho, pílulas e drogas para todas as gangues e era respeitado por todas as gangues por isso, ninguém brigava no distrito 13 dele assim como ninguém tinha coragem de desrespeitar-lo pois quem o fizesse concerteza apareceria boiando no rio no dia seguinte sem demora. E ele era a pessoa que possivelmente teria o radar que Kisaki precisava, para conseguir isso ele teria que pagar ou dar algo em troca. Kisaki chegou fazendo muito barulho no distrito 13, ele não era um dos mais famosos da cidade, sua gangue era de apenas 5 membros, agora 4 depois do destino que o quinto tivera ao aparece na lugar errado e na hora errada. Mesmo assim ele era bem conhecido, principalmente pelas gangues menores e mais jovens, então sempre comprimentava muita gente quando chegava, dessa vez não teve tempo para isso, se adiantou e foi para a casa principal, o distrito 13 era uma grande área cercada por muros com várias pequenas casas que consistiam de apenas uma cozinha pequena, um banheiro e uma sala mais espaçosa, apesar do lugar ser muito venho ainda era bem limpo e tratado, uma vez até seu uso era frequente, Kisaki parou na frente da barraca e reportou que precisava de uma audiência com o chefão, um dos subordinados de Mandrake o mandou esperar na barraca enquanto ele consultaria o chefe. Kisaki esperou junto com os três companheiros até que foi chamado a entrar na casa, todos os três bem ansiosos para serem os últimos a entrar. A sala que tinha lá dentro nem parecia pertencer a aquele casa velha que acabaram de entrar era limpar e cheia de quadros e objetos decorativos, não que Mandrake tivesse amor pela arte ou pela cerâmica, mas porque encontrará tudo aquilo em uma das outras casa do distrito, que diga-se era melhor opção do que ter que ficar olhando para um par de buracos nas paredes. Mandrake estava sentado no sofá, os outros ocupantes da sala estavam de pé todos muito bem vestidos eram eles os seus subordinados do chefão. Um deles fez sinal para até apenas Kisaki se aproximasse da mini mesa na frente do sofá. Kisaki disse seu nome e o nome de sua gangue que se chamava Bandwagon em seguida fazendo uma reverência de respeito curvado a cabeça levemente, os três amigos de Kisaki atrás dele fizerem o mesmo.

— O que você quer? . Disse Mandrake com uma imponência digna de um homem que usava terno branco com uma sobre tudo por cima que tinha veludo em todas as extremidades assim como um grupo de homens mal encarados por todo canto da sala.
— Eu preciso de um aparelho RTC, eu iria pegar com o Axita, mas o que ele tinha outro cara pegou primeiro, então ele me disse que você era o único que poderia ter outro do mesmo modelo. Disse Kisaki sério e sem nenhum temor.
— Sim, eu provavelmente tenho um desses, aí Nakaba vai lá no Bmo e pegar um aparelho desse e trás para cá, Bmo sabe qual é, fica frio. Disse Mandrake para um dos seus capangas que foi de imediato cumpri o pedido.
— Mas agora, o que você me dará em troca. Você tem dinheiro, o suficiente por uma aparelho caro desses, ou vai pagar de outra forma. Perguntou Mandrake olhando fixo para Kisaki.
— Eu não tenho dinheiro, mas posso pagar fazendo algum serviço para vossa senhoria. Respondeu Kisaki sem pestanejar.
— Sei, eu não tenho serviço pra você, o que acha Mark, nós temos serviço para crianças. Disse Mandrake para um garoto de pele morena e cabelos negros um pouco grande quase tapando seus olhos, ele era um pouco mais velho que Kisaki e estava sentando no mesmo sofá só que na outra ponta.
— Eu tenho uma idéia, diga garota você corre bem? . Perguntou o garoto moreno para Kisaki.
— Sou o melhor que eu conheço. Respondeu Kisaki com confiança.
— Então vamos colocar essa declaração a prova. Disse Mandrake já sabendo da idéia que Mark tinha pensado.