Deus Mecânico
1 Arma Modificada
Anko brincava no parque do seu condomínio junto a dois garoto, um deles jogou uma bola de tênis com força a mais do que necessário para chegar a Anko do outro lado da quadra, passou raspando por cima da de cabeça dela indo em direção a um garoto que tinha problemas mentais que também morava no prédio, todos o chamavam de grande Ivan, ele era lento, pouco inteligente e geralmente não era agressivo. A bola ia em direção ao rosto dele, mas quando chegou perto de sua pele a bola parou no ar e depois caiu.
— você viu aquilo? Disse um dos garotos
— foi a Anko. Disse o garoto que jogou a bola sem muita surpresa.
— como assim foi Anko. Respondeu o garoto, desconte com a resposta do amigo.
— Ela consegue fazer essas coisas, tipo iguais aos filmes, levanta coisa com a mente. Disse o garoto indo em direção ao grande Ivan
— Sério? Isso não deveria ser um coisa para você fica impressionado, eu fiquei. Disse o segundo garoto correndo atrás do amigo.
— Vem logo César, eu conheço ela desde que me mudei para cá quando era bem pequeninho, e ela já tinha me mostrado isso naquela época, você é que tá atrasado. Disse o garoto chegando perto do grande Ivan e da Anko que já o esperava.
— E aí grandão como você tá?. Disse o garoto
Ivan não respondeu, ele quase não falava, dificilmente precisava ninguém ligava muito para ele, nem mesmo seus pais que o colocavam para fora de casa logo no início da amanhã, todas as crianças do condomínio o conhecia, e a maioria gostava dele, alguns praticava bullying quando claro Anko não estava por perto. Ela tinha a fama de bater em qualquer garoto do bairro, até mesmo os maiores que ela, apesar de seu porte físico ser de um menina de 9 anos e seu rosto simpático mesmo que um pouco carancudo que faziam as outras crianças se perguntem se ela estavam sempre com raiva ou dor de barriga, acabava sempre usando um pouco de seus poderes sem que ninguém percebesse para derrotar os garotos mais valentões, poucos sabiam de seus poderes, alguns suspeitava, outras já não tinham dúvidas já o vira várias vezes sendo usados de modo considerado desnecessário para eles já que se você tem um poder de fazer as coisas explodirem ou voarem no mínimo você deveria usar para ganhar fama e dinheiro derrotado ladrões de banco em vez de usar para pegar bolas em cima do telhado ou tira gatos do rio, a única pessoa que Anko tinha mostrado verdadeiramente seus poderes foi a Kai o garoto que lançará a bola de beisebol em direção ao Ivan, esse também sabia só que para ele toda criança podia mexer coisas com a mente, porém seus pais os proibiam, assim como os seus eles proíbem tudo que é bom, só por mero capicho. César agora sabia também, entretanto ele não queria ter descoberto, ele era o garoto mais medroso do condômino, sabendo que tinha um garota que podia estourar seus miolas a 4 metros de distância dele não era nem um pouco uma informação agradável.
— Acho que vou pra casa. Anunciou Anko para César, Ivan e Kai.
— Eu, eu, eu acho que também vou. Disse César gaguejando e indo rápido para fora da quadra.
— então a gente se ver amanhã. Disse Kai
Ivan apenas olhou por cima dos ombros vendo Anko se afasta ao longe. Kai pegando ele pelo braço o levou para fora da quadra em direção a um dos prédios, passando por dois homens que estavam sentados, um velho asiático e um cara grande e loiro com nariz pontudo que parecia de descendência alemã.
— É a garota, a asiática de cara zangada. Disse o alemão loiro.
— Deixe pra noite, será um trabalho rápido, até lá vou me divertir um pouco. Disse o velho com entusiasmo.
— Sempre que você se divertir são 10 corpos estourados em todo uma área. Disse disse o alemão em tom de reprovação.
— Cale-se garoto, será que um velho não pode aproveitar o resto de sua curta vida se divertido. Retrucou o velho.
— velho psicopata. Pensou o alemão.
Anko se encontrava em seu quarto, tentado dormi mas sem sucesso, os vizinhos pareciam terem combinado de fazerem barulho e aumentarem o som da televisão ao máximo. Depois de alguns minutos a campainha tocou, Anko achou que era seu pai que sempre chegava tarde do trabalho, mas sempre passava na padaria para comprar pães de melão para ela. Empolgada pulou da cama e foi em direção a porta onde sua mãe já atendia a porta, quando olhou na direção dela viu dois homens na porta um velho careca e um homem alto loiro, os dois pareciam tenta força a entrada na casa, sua mãe parecia segura a porta com força, depois de um estante ela só ouviu um estalo e percebeu que os homens já aviam entrado dentro da sala, e olhavam com se procurassem alguma coisa, até seus olhos pararem nela.
— onde está minha mãe? Pergunta Anko com medo.
— Sua mãe? Se fala da fasante, acho que ela está logo ali, ou pelo menos parte dela. Disse o homem alto.
— Não se preocupe garotinha, não vai mas precisa dela, vamos te leva para um lugar bem melhor. Disse o velho com um sorriso malicioso.
— saiam daqui agora, ou eu vou, vou matar vocês. Disse Anko em uma mistura de coragem e medo.
— É mesmo, vamos tente. Disse o velho de maneira debochada.
Anko levantou o abajur em pleno ar e jogou contra o velho, que parou o abajur e lançou contra a parede. Anko se assustou, era a primeira vez que vira alguém com os mesmo poderes que ela. A garota levitou a uns poucos centímetros do chão e foi em direção a porta em linha reta em uma velocidade impressionante, até parar em frente a porta e volta a tocar o chão com os pés, olhando por cima dos ombros viu metade de uma pessoa atirada no chão, não demorou muito para que percebesse que se tratava dos quadris de sua mãe, ela engoliu a seco, perturbada ela abriu o restante da porta em foi para o corredor onde vomitou no chão em desespero, ouviu um som estranho e depois um tremor no chão, quadro levantou foi jogada para trás com um grande explosão, antes que pudesse tocar o chão ela levitou na frente do grande prédio onde viu que o local da explosão foi no que antes era sua casa, ela começou a chora e levitou até em cima do prédio, pousando em cima dele, sem saber o que fazer.
Olhou para trás e viu que alguém atravessava o chão como se fosse um fantasma, até completar a passagem e ficar em pé a poucos metros dela, olhou limpando as lágrimas e viu que se tratava do velho. Se encheu de medo e raiva.
— vamos garotinha, vamos nos divertir, quero que use muito bem seus poderes. Disse o velho com um grande sorriso no rosto.
— você matou minha mãe, destruiu minha casa. Eu não vou te perdoar velho. Disse Anko quase gritando.
— pouco importa, vamos nos divertir, você tá viva, e pode vingar-la não é? O que está esperando, vamos me ataque. Gritou o velho com o sorriso de uma criança.
Anko era inteligente e percebeu que não tiraria nada daquele velho e que ele só queria que lutasse contra ele.
Anko não pensou muito, começou a quebra o chão em baixo do velho e jogar pedras em sua direção, o velho sorriu de orelha a orelha, levitando antes de ser jogado para baixo e criando um tipo de campo de força em sua volta impedindo que as pedras o atingissem, logo depois fez o mesmo que ela só que com quase todo o telhado do condomínio, fazendo a mesma voa para mais longe de seu alcance, seguindo ela jogador-lhe mais pedras.
Naquele mesmo momento em uma rua bem próxima ao local do incidente, aviam dois homens, um coroa alto e um cara ainda mais alto ao lado dele. No meio de todo aquele caos onde avia pessoas correndo para fora o prédio desesperadas e mais pessoas acompanhando o que parecia serem duas pessoas voando e jogando pedras uma na outra, estava os dois homens, com o diferença que ele parecia bem calmo diante aquele fato sobrenatural, e o que mais diferenciava eles do resto das pessoas na rua, eram que os dois estavam com coletes aprovar de bala, com várias granadas presas a ele, uma pistola em seu coldre presa a suas pernas, e cada um portava um arma, o homem mais novo tinha uma metralhadora e o coroa uma 12 melimetro e uma bazuca, o coroa apontou a bazuca em direção ao velho voando e disparou, não parecia uma artilharia comum o som foi como de um pequeno mísseis, em um estante no lugar onde estava o velho agora brilhava um luz laranja de fogo e fumaça, o susto da garota foi de imediato, fazendo ela olhar em todas a direções até vê os dois homens, o coroa ao vê que seus olhos se cruzarem fez um sinal com a mão mandando a mesma pousa no chão, ela percebeu e achando que se tratava da polícia obedeceu o homem, antes de chegar ao chão olhou para cima e viu o velho parado no ar sem nenhum arranhão, ele começou a procura em volta até que viu os dois não demorou muito para que ele começasse a quebra o chão onde os dois estavam, antes que o chão começasse a desmoronar o homem mais novo apontou sua metalhadora e disparou sem pestanejar, na direção do velho, ele parou de quebrar o chão o focou em parar as balas quando o som da arma em fim parou no lugar onde estava os dois homens agora tinha apenas bombas de fumaça azul cobrindo toda a rua.
O velho praguejou enquanto descia até a rua, enquanto caminhava no meio da fumaça viu o que parecia uma luz de um farol de motocicleta, imediatamente ele dispensou toda a fumaça da rua dando visualização a moto que se aproxima, irritado ao perceber que a moto não pertencia aos dois homens e sim de um garoto de provavelmente 17 anos que fazia parte de alguma gangue de motociclistas o que era bem costumeiro naquela cidade, fez a moto parar bem na sua frente e depois o fez explodir jogando o que restava do garoto pelos ares, enquanto olhava com raiva para o fogo e o que até tinha restado da moto percebeu a aproximação de mais quatro motoqueiros com rostos espantados. Um deles parou e desceu da grande e personalizada moto amarela, o garoto parecia ter a mesma idade do que fora morto, usava uma jaqueta cor de pêssego com um Manji budista na estampa, as calças eram marrons e o resto da roupa vermelho e preto, o garoto asiático parecia bem irritado, não demorou para tirar um arma modificada, era preta com pequenas luzes azuis, o cano era bem grosso onde se alargava mais ainda no fim do cano com luzes vermelhas e azuis, coisa incomum para um adolescente motoqueiro ter em mãos, estas armas só eram liberadas para o serviço militar do Shogunato, o garoto aprontou a arma para o velho e começou a falar em voz alta.
— Mas que merda você fez com meu parceiro. Olhando para o restos mortais do que fora seu parceiro.
— Eu juro que vou explodir sua cabeça seu desgraçado, eu não sei como você fez aquilo, mas depois de um tiro não vai fazer nunca mais desgraçado. Disse ele com muita fúria e nenhum medo.
— Muleque irritante, porque você não dá o fora, vai acabar que nem merda igual ao seu amiguinho ali. Disse o velho com desdém.
— come essa velhote. Disse o garoto atirando com a arma modificada.
O velho apenas se virou no momento em que o choque elétrico e a energia vermelha da arma foi despesas em sua volta, rindo baixinho apenas ignorou o tiro e foi embora mergulhando no chão passando direto por ele. O garoto olhou com espanto, ao perceber que o velho fugirá correu para o local olhando para o chão na busca de encontrar alguma entrada escondida no chão, não demorou para perceber que o velho já tinha indo embora, olhou em direção ao parceiro morto e foi ao encontro dele no meio da gritaria e chigamentos de seus outros três companheiros.
— O velho a acabou com Jacob, olhar só não sobrou nada. Disse Risu o garoto mais novo do quatro.
— A gente vai pegar aquele desgraçado não é Kisaki? . Disse Tenchi o mais velho do bando para Kisaki.
— Como a gente vai fazer isso seu burro, o velho tinha umas paradas loucas, nem o Kisaki é tão louco. Disse Marumoto o garoto de usava óculos na direção de Tenchi.
— Cala boca Marumoto, eu juro que vou matar aquele velho desgraçado que fez isso com o Jacob, nem que eu morra eu vou vingar-lo. Falou isso enquanto colocava a arma modificada atrás das calças.
Antes que pudesse falar mais alguma coisa viram os carros da polícia vindo em direção a eles, um carro preto com aspecto futurista mais ao mesmo tempo velho e sujo se aproximou rapidamente, com um alto falante um voz falou:
— fiquem parado seus marginais, um movimento é um de vocês veram seus braços voarem. Disse a voz com tom bem firme e agressivo.
Todo eles ficaram parados, eles sabiam que a polícia não pegava leve nem com crianças, atiravam e depois jogavam o que sobrava na cela.
— Que beleza garotada, omelete de marginal. Disse o polícial Asiático olhando para o corpo morto do motociclista.
— Não foi a gente, foi um velho maluco. Disse Tenchi em alta voz.
— sei, tô sabendo, velho louco. Leva todo mundo pra delegacia Sakamoto, principalmente esse aqui com a arma modificada que eu adoraria ter, assim como a explicação de como um inseto como você conseguiu uma dessa. Falou enquanto tirava a arma modificada das calças de Kisaki e dava para outro polícia ao seu lado.
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