Detetives também amam
1 The kiss
Notas iniciais
boa leitura
plagio é crime e muito feio de se fazer o/
sejam bonzinhos comigo eu me esforcei por isso não por favor não repara se ficar ruim !!
boa leitura!!
Nevava naquela manhã de segunda-feira em Tóquio, L se lembra muito bem de cada detalhe dos eventos que se sucederam naquele dia. Raito Yagami, ou melhor, dizendo Kira foi finalmente capturado em uma armadilha ( sua namorada Misa Amane vendo seu amado ser capturado se matou logo em seguida com um tiro na cabeça) muito bem elaborada por ele e Near, sim o garoto albino que estava na casa dos dezessete anos já era considerado por ele maduro o suficiente para auxiliá-lo no caso Kira, quanto a Mello e Matt, bem eles também ajudaram como puderam e sem duvida serão recompensados por isso embora ambos deixassem bem claro que não seguiriam a carreira de detetive trabalhar ao lado do melhor detetive do mundo com certeza era algo que impulsionaria a carreira de ambos, Matt cuja especialidade era a informática poderia facilmente entrar para o serviço secreto como hacker após dizer como derrubou um complexo sistema de redes (construído pelo próprio Mikami Teru para hackear as redes de televisão e transmitir todos os seus crimes com um único objetivo de amedrontar os malfeitores e atrair seguidores) sem que nenhum dos integrantes do grupo percebesse, Mello poderia dizer para seus novos colegas de trabalho um bando de brutamontes mafiosos (o garoto entrara na máfia há pouco tempo) como elaborara uma emboscada absolutamente perfeita sem dar a mínima possibilidade de Raito e seus cumplices escaparem, ambos o ruivo e o loiro assumiram gostar um do outro e agora pretendem se mudar para um apartamento próximo do QG e finalmente terem a tão sonhada vida de casado. E quanto a Near? O garoto já tem dezessete anos e não se relaciona com ninguém (e aparentemente nem pretende se relacionar) possui uma capacidade de dedução que não é encontrada em nenhuma parte do mundo, ah sim se seguisse carreira com certeza triunfaria, L já o via como sucessor e sempre o chamava caso precisava de ajuda ou auxílio. Um garoto tão solitário, assim como ele ,ficava quieto sempre na sala de jogos com seus brinquedos, sua única distração, L se pegou observando o garoto com outros olhares notava que apesar de ter quase dezoito ainda conservar suas feições de menino, diferente de Mello e Matt que cresceram a ponto de quase ultrapassarem o detetive Near permanecera baixo mal atingindo a altura do seu ombro, seu rosto pálido e branco (como o resto do corpo) quase sempre sério tinha traços levemente andrógenos e certa delicadeza, seus olhos azul-escuros quase negros sempre se voltavam para L em um olhar até simpático quando conversavam sobre os diversos casos que resolveram juntos, como já completaria dezoito na próxima semana o melhor para o albino seria morar sozinho em um apartamento próximo dali pelo menos para o próprio, ideia veemente recusada por L que jamais deixaria o garoto se arriscar por entre as ruas de Tóquio principalmente por causa de nova profissão do garoto que com certeza vai lhe render muitos inimigos e ameaças de morte. Não, o melhor era que morasse em sua casa que era espaçosa o bastante para os dois e Near poderia ficar mais perto do QG, perto do QG ou peto dele?
Realmente o detetive apesar de assustado com a ideia em sua mente admitiu estar “apaixonado” pelo garoto, mas, e se ele não corresponder? O ideal seria chama-lo e revelar a verdade, mas, com casos e mais casos para resolver chegando a cada vez que abre seu e-mail? Não o melhor seria esquecer isso pelo menos por enquanto
--- L? Você ainda esta acordado?—de pijama de robôs e cabelos bagunçados Near parece ter se arrumado para dormir--- sim, sempre tenho de estar acordado, pois um novo caso sempre aparece, e não sinto muito sono umas poucas horas de sono já me bastam--- sorriu simpaticamente para o garoto que se assustou um pouco com tal reação afinal L nunca fora de rir--- posso fazer uma pergunta a você?--- o garoto corando instantaneamente sentia que ia dizer algo e até abria a boca, mas, logo se calava envergonhado levando L a imagina-lo perguntando algo que o deixaria constrangido--- o que tem a dizer Near? Fale logo de uma vez preciso checar mais esses casos e...
---- L você e Raito tinham um caso?--- lembrou-se do estudante que em seu ultimo momento de desespero e tentando se livrar da prisão tentara dar em cima do detetive sem nenhum sucesso é claro--- de onde tirou essa ideia maluca Near? É claro que não! “a única pessoa com quem quero ter um caso é você será que não percebe?” pensou sem ousar colocar isso em palavras, não na frente dele.
--- Desculpe o transtorno, mas, você não tem ninguém que goste assim especificamente?—disse o garoto se aproximando de L deixando sem jeito, a proximidade ambos era assustadoramente agradável para o mais velho --- não precisa se envergonhar, eu sei que até detetives extremamente ocupados em livrar o mundo de malfeitores pode se apaixonar, apesar de isto atrapalhar em muito a vida do individuo faz parte da natureza humana encontrar um parceiro com quem acasalar podendo ou não gerar descendentes—a voz doce e inocente do garoto era um contraste em relação ao assunto de teor adulto que ele falava neste exato momento, L já não prestava atenção no que o garoto dizia, seus olhos se concentravam somente em observar os lábios do garoto que abriam e fechavam falando sem parar, como ele queria provar o gosto daqueles lábios finos e claros, como queria toca-lo, beijar sua pele sentir o gosto de sua tez tão macia. Não se controlando mais e pela primeira vez na via agindo por impulso (ao estilo Mello) L finalmente se declara: --- JÁ CHEGA! EU ESTAVA TENTANDO ME AFASTAR DE VOCÊ, POIS QUERIA ME CONCENTRAR, MAS QUER SABER A VERDADE? EU GOSTO DE ALGUEM SIM: VOCÊ!--- apesar de ter se exaltado e assustado um pouco o garoto finalmente L sentiu um alivio enorme em seu peito, pelo menos agora um grande peso fora livrado de suas costas, apesar de ser estranha e perturbadora ali estava à verdade estampada no naquela sala para todos que passassem e vissem.
Largando o notebook de lado L se encolhe abraçando os joelhos e escondendo o rosto, sentindo que vai chorar se levanta e se afasta do garoto para que este não veja seu estado:
--- L? Sinto muito te incomodar novamente, mas, posso te falar algo? – com um esforço danado para não cair em lagrimas na frente do garoto o detetive apenas assente com a cabeça--- eu também gosto de você, na verdade só me mudei para cá para ficar perto de você, mas, ultimamente temos estado tão ocupados que nenhum de nos pode se declarar para ou outro não é?--- o detetive surpreso se vira e encara o Near, sem acreditar no que o outro dissera se abaixa para poder apreciar melhor as feições belas do garoto a quem se afeiçoava tanto, até que este o puxa e ambos trocam um beijo apaixonado.
Surpreso L apenas corresponde aprofundando o osculo e agarrando a cintura do garoto trazendo para si, à medida que o beijo se intensifica ambos caem no sofá em que L estava há pouco sentado, o corpo do garoto que ficara por cima é acariciado e tocado de tal forma como o detetive sempre quisera e imaginara, mas, nunca tivera oportunidade pelo menos até aquele momento, a falta de ar, porém obriga o casal a se separar enquanto suas mentes ainda processavam o ocorrido:
--- então você sempre gostou de mim? ---L quis saber enquanto enlaçava a cintura do garoto fazendo-o deitar em seu peito--- por que não me disse logo? --- fazia um leve cafuné nos cabelos alvos do garoto que recostando a cabeça no ombro do detetive tocava seu peito com as mãos fazendo pequenos desenhos imaginários na camisa branca de mangas de L --- sempre que eu tentava te dizer algo você vinha com um caso novo para resolvermos, e o modo como você me olhava parecia dizer “não estou interessado em você” por isso permaneceu no anonimato até agora--- L com um sorriso no rosto torna a beijar Near lenta e carinhosamente, logo seu corpo esta sobre o dele, abraçados e com as línguas se tocando ambos continuam as carícias até L sentir uma mordida forte no lábio inferior --- o que aconteceu?--- com a cabeça baixa Near assente com a cabeça, forçando o garoto a levantar o rosto L nota que seus olhos negros estão marejados--- o que houve Nate? Fiz-lhe algum mal?
--- não estou pronto para isso L, sei que parece bobo, mas, dói e eu sei que vai doer, mas, não quero te decepcionar e...
--- não se preocupe com isso quando chegar a hora certa será ok?
--- não se importa nem um pouco por eu te negar sexo?
--- não, não sou um desesperado por sexo não, ok?
--- L seria pedir muito que você dormisse comigo? Quer dizer sem fazer nada apenas dormir juntos?--- com um sorriso no rosto L se levanta fechando o notebook, a investigação ficaria para outro dia, de mãos dadas ambos vão para o quarto de Near. O detetive se deita (pela primeira vez em muito tempo ele dome sem estar em posição de alerta ) abraçando Near, o menor se aconchega entre os braços de L e logo adormece restando para L somente apreciar aquele pequeno ser que escolhera para amar.
O brilho do luar atinge de forma graciosa garoto que dorme graciosamente abraçado a L, seus cachos alvos parecem brilhar assim como sua pele, o garoto que sempre tivera pesadelos pela primeira vez na vida dorme uma noite inteira apenas com doces sonhos mesmo sabendo que L nada dormira e passara a noite em claro velando seu sono.
Notas finais
gostaram??
não tem lemon eu sei!!!
antes de fazer um lemon preciso saber se gostaram!!!
comentem!!!
até o próximo oneshot que não vai demorar!!!
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