Determinação
22 3° Temp. - O decolar da harpia
Antes...
O corpo de Kidoumaru se assemelhava ao queijo Suíço, pois o mesmo jazia cheio de buracos.
— Estou acabado. – A suas vistas embasaram e começou a rodar, ele deu inicio a perda do controle do seu corpo e veio a desmaiar. – Deixo tudo com vocês. – Por fim ele perdeu a consciência.
Agora...
— Estamos alcançando eles! – Neji disse. O grupo seguia em um ritmo acelerado. Neji era o primeiro da fila, em seguida vinha Shikamaru e por fim Hinata.
— Não quero ser precipitado, mas analisando o nosso combate iminente que teremos a frente, a nossa chance de vitória é grande. – Proferira o Nara. – Nós estamos em três e eles em dois, isso nos da uma grande vantagem.
— Concordo. – Neji iniciou. – Se fizermos tudo direito, talvez esse próximo combate seja o ultimo.
— Então vamos mais rápido! – Hinata disse. – O quanto antes nós alcançarmos eles, mais cedo finalizaremos essa missão. – Ela sorria.
— Por que está sorrindo Hinata-sama?
—Por que eu quero testar o meu novo jutsu. – A mesma finalizou. – E para isso preciso de oponentes fortes.
...XXXXXXXXX...
— Estamos atrasados... Orochimaru-sama ficara furioso. – Articulara Sakon.
— A culpa é do Jiroubou, se aquele verme tivesse matado esses infelizes, tudo estaria bem agora. – Tayuya disse.
As horas passaram e a lua havia surgido no céu, mas tão pouco ficou, pois logo o dia amanheceu.
O recipiente contendo o Uchiha começou a se mover e emitir um ruído.
— Ei Sakon espere um pouco! – Ambos pararam sobre um galho.
— Já está começando? – Ele indagou.
— Não... Provavelmente levará mais algum tempo. – Tayuya disse. – Aquele imprestável do Kidoumaru, o que esse infeliz estava fazendo que não matou esse garotos.
— E garota. – Dissera Hinata.
— Não se preocupe Tayuya. – Sakon iniciou. – Eu vou matar todos eles em segundos.
— Vai sonhando. – Hinata revidou.
— Menos Hinata-sama. – Neji disse com uma gota atrás da cabeça. Sakon impaciente saltou em direção aos três, em meio ao ar ele realizou alguns selos.
— Tarenken (Múltiplos Punhos Conectados). – Do braço direito de Sakon mais dois surgiram, com isso o garoto golpeou Neji e Shikamaru, lançando-os para longe.
Aproveitando a sua proximidade com o seu inimigo, Hinata preparou o seu golpe característico do clã Hyuuga.
— Mais nem pensar. – Sakon agarrou o braço direito dela, antes que a mesma pudesse efetuar o Juuken, ele a arremessou contra o solo.
Acima da Tayuya, Neji caia velozmente. Vendo isso Sakon saltou na direção da sua companheira.
— Kagemane no Jutsu.— De pernas abertas e joelhos levemente flexionados, Shikamaru executava a técnica. A sua sombra se ligou a de Tayuya.
— “Esse filho da puta me paralisou”.— Ela fitou o Nara, em seguida ergueu os olhos e viu Neji. – “Ele está chegando”.
Neji caiu em cima do recipiente onde o Uchiha se encontrava e o pegou saindo daquele lugar.
— Tayuya se meche! – Sakon esbravejou. – Saia do caminho eu não posso desviar.
— Não consigo me mexer seu paspalho. – Baseando-se na lei da Inércia, o corpo de Sakon se chocou contra o da Tayuya e por consequência levou os dois a caírem daquele galho (N/A: Todo o corpo em movimento tende a ficar em movimento).
— Vamos sair daqui. – Disse Neji pousando ao lado de Shikamaru e assim fez Hinata. O grupo partiu em direção a vila da folha.
— Filhos da puta voltem aqui! – Esbravejara a Tayuya com os sentimentos feridos.
— Não vou deixar vocês fugirem! – Vociferara Sakon, a sua face transmitia uma fúria imensa. A sua marca da maldição foi ativada para o nível um, em seguida ele saltou na direção do trio, a sua velocidade era monstruosa e ele estava se aproximando rapidamente deles. – Te peguei. – Sakon agarrou a barra da camisa do Nara, com tal ato ambos foram ao chão e rolaram uma colina que havia ali.
— Ah! Seus merdinhas – Tayuya se aproximou em questão de segundos dos outros dois.
— Ela está se aproximando. – Ela se alarmou. — Neji-niisan pegue o Sasuke-san e retorne para a vila, eu cuidarei dela. – Dissera Hinata. Ambos os Hyuugas param em um dos galhos. – Vá logo.
— Hinata-sama. – Neji estava indeciso, uma parte lhe dizia para protegê-la, já a outro aconselhava que ele a deixa-se. – “É chegada a hora de você crescer Hinata-sama”.— Ele sorriu. Pegou o recipiente contendo o Uchiha e na hora em que foi partir, ele parou.
— Por que você está aqui? – Tayuya indagou. Ela parou repentinamente e passou a fitar o dito cujo que havia acabado de chegar.
...XXXXXXXXX...
No clã Hyuuga, Hiashi caminhava pelos corredores da casa principal, em sua mão havia uma bandeja contendo lamen instantâneo e suco de laranja. Ao seu lado um Hyuuga de idade bastante avançada o acompanhava.
Ele entrou no seu escritório e moveu um abajur que ficava em cima de um criado mudo. Com isso uma passagem foi aberta em uma das paredes daquele recinto. Dando acesso a uma escadaria, por onde ele desceu, assim como o homem.
Após muito descer, eles chegaram a um corredor com iluminação precária, e puseram-se a andar por aquele corredor estreito e húmido.
— Você me enoja! – Uma voz feminina fez-se presente naquele ambiente. Hitomiko encontrava-se presa dentro da sela, suas mãos seguravam firme a barra de ferro, tamanha era a sua raiva perante a presença de Hiashi.
— Ora se não é a minha escrava sexual. – Hiashi disse com a voz carregada de escarnio. Ele e o homem que o acompanhava pararam diante de uma das selas daquele lugar. – Você deve estar muito solitária não é? Já que faz dias que eu não venho lhe dar um agrado. – Ele sorriu malicioso e aproximou-se das grades da sela.
— Não ouve se aproximar! – Ela ameaçou.
— Ou oque? Você fazer o que?
— Isso! – Hitomiko cuspiu na face de Hiashi.
— Eu não te culpo. – Ele disse após limpar a sua face. – Uma pessoa desesperada pode fazer tudo, até mesmo uma burrada. – Ambos os homens caminharam para o fim do corredor.
— “Quem será que está preso ali?!”— Hitomiko indagou-se.
Ao final do corredor eles se depararam com á ultima sela, onde havia um kanji escrito “sugar”.
Dentro dessa sela, um homem moreno estava deitado em um pequeno colchonete. Esse individuo jazia magro e tinha a aparência cansada.
— Levante-se. – Dissera Hiashi de maneira passiva. O homem se levantou e fitou ambos.
— O que você quer agora? – O dito cujo disse. Hiashi e o homem que o acompanhava entraram dentro da sela.
— Vim entregar-lhe o seu café da manhã. – Ele estendeu a bandeja e o homem passou a comê-la. (N/A: Com certeza o Naruto iria adorar, já que é lamen).
— Veio pegar o tributo? – Ele indagou após finalizar a sua refeição. – Já que você só vem para isso. E no dia a dia é a Haru quem traz as minhas refeições e limpa este local.
— Isso também, mas tem outra coisa? – Ele sorriu de forma doentia. – Sabe... Eu estava pesquisando e adivinha o que eu descobri? – O outro não respondeu. – Pois bem. Na biblioteca secreta do clã Hyuuga, há um pergaminho de um acordo feito com os Uzumakis. Parece que um Hyuuga da família principal se apaixonou por uma Uzumaki que por sinal também era da família principal. Então nosso líder naquela época entrou em um acordo com o líder Uzumaki. – Suspiro. – Eles decidiram que os dois deveriam deixar ambos os clãs e viverem longe de suas raízes. Para tal consagração do acordo, o líder dos Hyuugas pediu um selamento que protegesse o Byakugan. Em questão de dias o líder Uzumaki entregou o pergaminho contendo o Fuuin, que foi batizado pelo nosso líder, o seu nome veio a ser Hyuuga Souke no Juinjutsu (Selo Amaldiçoado da Família Principal). – Ele passou a caminhar de um lado para o outro, suas mãos encontravam-se entrelaçadas, nas suas costas. – Esse selo foi adaptado com o passar do tempo e adveio a ferir a família secundaria, e sabe o que eu estava pensando?
— Nem imagino. – O dito cujo girou os olhos, procurando alguma maneira de fugir daquele local. – “Meu corpo está muito fraco para poder realizar uma fuga com sucesso, e ainda tem esses selos que sugam chakra de hora em hora”.— Ele constatou.
— Estava pensando em usar esse selo em você! – Hiashi disse, aproximando-se rapidamente dele e o imobilizando. – Faça o selamento Hiroíto. – O líder Hyuuga encontrava-se atrás do dito cujo, imobilizando ambos os braços.
— Certo! – Ele se aproximou de ambos, realizando os selos de mão. – Hyuuga Souke no Juinjutsu.— Com a sequência concluída ele tocou a testa do Hyuuga, tal ação levou ao surgimento de uma forte luz vinda dos olhos dele, que tão breve surgiu logo desapareceu. Com o fim da forte luz, um símbolo de origem hindu e budista veio a surgir na testa do dito cujo.
O homem caiu no solo com ambas as mãos na sua cabeça. A dor era tamanha que aparentava querer explodir a cabeça, suas pálpebras encontravam-se fechadas, exercendo uma enorme pressão sobre os seus olhos perolados.
— Olha como é bom por o selo nos outros. – Ele riu de maneira psicótica.
— Por que você faz isso? – O Hyuuga se levantou do chão, mas ainda com a cabeça latejando. – Por que não me mata logo? Eu já estou aqui há anos! – Seu desconforto persistia.
— Se eu te matar agora a minha vingança não terá graça.
— Você é louco! – Ele esbravejou. – Da onde você tirou essa coisa de vingança?
— Você... – Seus olhos fitaram a alma do homem, retoricamente falando. – Você matou o meu irmão e por isso vai pagar, não só você, mas também todo o clã Hyuuga. – Hiashi estendeu a mão e nela surgiu uma foice. – Konbain: Rengoku o Ketsugou no Jutsu (Konbain: Técnica Ceifeira do Purgatório). – A foice foi envolvida por uma luz de cor roxa. Em seguida Hiashi desferiu um golpe na região abdominal do Hiroíto.
O inesperado aconteceu, a lâmina transpassou o seu corpo, porém a sua carne não foi afetada. O que ocorreu diante deste fato, foi à separação da sua alma em relação ao corpo. A alma do Hiroíto veio a cair no solo de maneira inerte, assim como o seu corpo que se tornou um cadáver instantaneamente.
O vento começou a tomar conta daquele lugar, no corredor que trazia até a sela, um portão feito de ossos humanos surgiu vindo da parede, em seguida se abriu. Dele um homem vestido em um quimono negro saiu, esse individuo tinha uma Katana nas suas costas. O dito cujo caminhou até a alma de Hiroíto e a arrastou para o portão, em seguida o mesmo se fechou.
— Como você fez isso? – O Hyuuga misterioso indagou. A foice na mão de Hiashi desapareceu.
— Segredo... Konbain: Biuingu no Kyuushuu. (N/A: Pra quem não se lembra esse jutsu apareceu no capitulo dez, qualquer coisa voltem lá e leiam). – Ao finalizar os selos, na mão de Hiashi, chamas azuis surgiram, em seguida ele encostou esta mão na testa do Hyuuga e absorveu a sua vitalidade, assim como a maneira de agir, falar, interagir e jutsus. – Não posso sugar muito se não ele morrera. – Ele se afastou do individuo, que foi ao chão já desfalecido pelo Jutsu. – Falta pouco tempo para a destruição deste clã. – A sua pele rejuvenesceu um pouco. Hiashi arrastou o cadáver para fora da sela, em seguida a trancou novamente.
...XXXXXXXXX...
— Por que você está aqui? – Tayuya indagou. Ela parou repentinamente e passou a fitar o dito cujo que havia acabado de chegar. – Kimimaro?! – O individuo que havia acabado de chegar pegou o recipiente e se deslocou rapidamente para outra arvore.
— Você está atrasada Tayuya. – Kimimaru iniciou. – Orochimaru-sama odeia atrasos. Tayuya cuide desses lixos para mim... – Assim ele se afastou daquele local, seguindo em direção à vila do Som
— Neji-niisan vá logo. Eu já te disse, eu cuido dela. – Hinata arremessou algumas tarjas explosivas na direção da sua inimiga, a mesma rapidamente saiu do caminho, em seguida, houve uma sucessão de explosões. Em quanto isso Neji aproveitava a brecha para seguir Kimimaru.
— Sua vadia! – Esbravejara Tayuya. – Você me fez deixar o cabelo escorrido fugir. Eu odeio ser enganada. E como punição eu vou rasgar as suas tripas e depois costura-las na tua testa (N/A: Lembrei-me da Sakura nessa hora kkk). – A garota empunhou a sua flauta, e em seguida realizou cinco séries de selo, para finalizar com a fixação da mão direita sobre a madeira. – Kuchiyose no Jutsu.
Proveniente da invocação, três seres semelhantes a ogros foram invocados. O trio de invocação Doki tinha os olhos e ouvidos cobertos, e por fim a boca costurada.
— “Essa luta não será nada fácil, mas quem disse que eu queria que fosse fácil”.— Os olhos da Hyuuga aparentavam uma determinação crescente.
— “Essa garota será fácil de ser derrotada”.— Tayuya tocou uma nota rápida. O Doki empunhando um bastão atacou a Hyuuga, a mesma esquivou-se de três golpes que vieram em sequencia. Logo os outros dois saltaram na sua direção, o primeiro acertou lhe um soco, que por consequência de sua a força a lançou contra o chão.
O ultimo Doki, em queda livre direcionava um chute, no entanto a garota se pôs de pé e desviou do seu ataque, fixando-se atrás do mesmo.
— Hakke Sanjuuni Shou. — Em posição característica do seu clã, Hinata iniciou os golpes suaves que transferiam chakra para o corpo do inimigo, a fim de fechar os pontos de pressão. Após finalizar a sequencia dos trinta e dois golpes o Doki foi lançado contra a árvore em que Tayuya se encontrava, ocasionando na sua destruição. – É a minha chance. – Hinata escalou a arvore mais próxima que tinha e saltou na direção da sua oponente, a mesma caia em queda livre.
— Onde pensa que vai Hyuuga. – A garota tocou uma breve melodia, o comando fez o Doki de cabelos cumpridos avançar sobre a ninja de Konoha, usando o bastão ele a golpeou fortemente.
O seu corpo foi lançado em um ângulo de vinte cinco graus, chocando-se violentamente contra uma arvore e formando uma deformação na mesma. A Hyuuga cuspiu sangue e envergou o corpo, caiu de joelhos contorcendo-se de dor.
Usando a sua flauta Tayuya tocou uma melodia rápida. Os Doki’s moveram-se ligeiramente, cercando a garota e a golpeando.
— “Levante-se Hinata”.— Ela ordenava a si mesma. A dor era imensa e os golpes continuavam, porém em um breve momento de força ela se levantou e esquivou dos baques, recuando brevemente.
O local atingido teve os seus galhos destruídos, assim como o levantamento de uma espessa poeira.
— Apesar de você ser agiu, o seu corpo não aguentara mais golpes. – Tayuya ativou a sua marcada da maldição, a marca fazia um zig-zag por toda a sua pele, que por consequência criava uma cadeia de listras. – Não há mais escapatória para você. – Com um breve toque em sua flauta, as invocações moveram-se entorno da Hyuuga e fixaram-se formando um triangulo. – Por ser uma Hyuuga, o seu estilo de combate é corpo a corpo, então o que eu devo fazer é manter você distante de mim.
— Você... Baseia-se demais em fatos pré-estabelecidos pelas características do meu clã. – Hinata se pronunciou ofegante, em seguida preparou-se para o ataque.
— Eu vou colocar um pouco de medo na sua cara Hyuuga. – Ela aproximou a flauta até a sua boca. – Eu quero ver se você consegue sobreviver ao nono verso, à tormenta do pandemônio. – A garota voltou a tocar a sua flauta, porém a melodia mudou, tornando-se mais intensa e voraz.
Os três Doki’s saltaram em direção à garota, o ataque do trio atingiu a arvore em que ela se encontrava. A linha que matinha a boca dos Doki’s fechada, foi-se aberta.
— Sua esquiva esta mesmo muito boa. Veja garota, esse é o Makyou no Ran (Revolta do Mundo do Demônio). – Proveniente da técnica, da boca do trio de Doki, espíritos materializados foram libertados.
Os espíritos tinham os seus corpos semelhantes a uma cobra, porém eram translúcidos. No decorrer do seu corpo haviam diversas bocas. Os mesmo seguiram em direção à morena, que não viu alternativa a não ser recuar, por meio de saltos que terminavam com os seus pés sobre os galhos. No quinto salto consecutivo a sua perna foi transparecida pela boca de um dos espíritos.
Tal ação desconcertou o salto da garota, que logo veio a cair no solo.
— “O que são essas coisas?”.— Seus olhos se arregalaram. Novamente os espíritos vieram na sua direção, a Hyuuga lançou uma bomba de fumaça que cobriu aquela localidade, visto a oportunidade de fuga, ela se locomoveu rapidamente em busca de um abrigo. – “Preciso de um plano”.— Ela fitou os fantasmas que se moviam pelo perímetro em sua busca, metros a frente do seu esconderijo. – “Depois que essa coisa passou pela minha perna eu senti um enorme cansaço nela”.— A Hyuuga movia a perna esquerda que fora atingida. – “Parece que a minha energia física foi roubada. Então embasado no modo pelo qual eles atravessam as coisas, acredito que eles sejam feitos de energia mental”.— Tayuya continuava com a sua melodia intensa e voraz. – “Sendo assim nenhum jutsu os destruirá. Então há duas maneiras de parar essa técnica. A Primeira seria atacando aquelas invocações e a segunda liquidando a minha inimiga”.
— Onde você está vadia. – Tayuya esbravejou, a sua melodia não mudava. – Eu vou te encontrar, não adianta tentar se esconder!
— “Seria simples se eu pudesse me aproximar dela e utilizar o meu Juuken, mas isso não é possível, pois eles me pegariam antes que me aproximasse dela. Eu queria que o Naruto-kun estivesse aqui para presenciar a minha nova técnica”.— Ela sorriu, com apenas um simples pensamento sobre o seu amado. – “Ele não está, mas oportunidades não faltaram”.— Ela conferiu o seu equipamento ninja e de lá retirou três Kunais acopladas com papéis bombas e uma kunai contendo bomba de fumaça. – “Está na hora”.— Ela saltou e arremessou duas kunais, a primeira continha a bomba de fumaça que se fixou no solo. E a segunda o papel bomba que se acoplou na árvore onde Tayuya se encontrava.
A ninja do som saltou daquela árvore e logo os espíritos seguiram em direção a Hyuuga. A bomba de fumaça explodiu assim que Hinata tocou os seus pés no solo, logo a fumaça arroxeada camuflou a sua presença.
Em seguida duas kunais contendo papéis bomba foram arremessadas, a primeira atingiu o centro de onde ambos os Doki’s estavam, tal ato culminou no arremessou do trio em direções opostas, porém a segunda Kunai atingiu o galho onde Tayuya se encontrava.
— Maldita piralha! – Ela praguejou enquanto saltava para outra árvore. Tão logo a explosão ocorreu. – Malditos imbecis, peguem-na. – O comando de sua flauta surtiu efeito sobre as suas invocações. O trio de fantasmas seguiu em direção a Hinata, a mesma pôs-se a correr em direção a sua inimiga.
Os espíritos tentavam abocanhar qualquer parte do corpo de Hinata, porém a garota desviava habilmente de todos os ataques. Com um salto a morena pôs-se afrente da sua inimiga, já iniciando a posição clássica da técnica.
— Você já era. – As veias estavam saltadas ao redor dos seus olhos, proveniente da ativação do seu doujutsu. – Hakke Sanjuuni Shou.— Um dos Doki’s postou-se a frente de sua mestra, seus braços em “X”, formavam um escudo.
A sequência de golpes tivera inicio, A Hyuuga percebeu tarde demais, que não estava atingindo a sua oponente. Os trinta e dois golpes acertaram o Doki, lançando-o para trás. O corpo dele atingiu Tayuya nesse processo e ambos foram ao chão.
— Eu não vou deixar você escapar! – Hinata saltou em sua direção, com a mão direita recuada e a esquerda estendida.
— Morra sua infeliz! – Esbravejara Tayuya após levantar e voltar a tocar a sua flauta. O Doki que havia caído sobre si, se levantou e logo um espírito transpassou a barriga da morena.
Hinata se desconcertou e colidiu-se contra o solo. Em seguida ela se levantou com a mão direita apoiada no estômago. Os três espíritos a cercaram rapidamente.
— Adeus Hyuuga! Hora da canção da morte! – Ela esbravejou e logo os três Doki’s atacaram a Hinata.
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Sakon agarrou a barra da camisa do Nara, com tal ato ambos foram ao chão e rolaram uma colina que havia ali.
Os seus corpos pararam no fim daquela colina. Ao se levantarem ambos fitaram o ambiente onde se encontravam.
Havia uma pequena cachoeira que criava um rio estreito e raso. A vegetação era rasteira e poucas árvores existiam ali. O local era dimensionado pelas paredes de pedra que ali havia.
— “Parece que eu vou ter de lutar”.— Ele suspirou. – “Eu sempre tenho o azar de lutar contra caras fortes e estressados”.
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Os espíritos avançaram contra a Hinata, a garota encontrava-se ofegante e cansada, não havia escapatória, ela seria atingida em cheio. O trio de fantasmas devoraram a energia física da Hyuuga, a mesma veio a cair no solo, inerte como uma pedra.
— Hahaha, eu não disse que iria te matar vadia. – Um som de estouro foi-se ouvido, a partir do corpo da Hyuuga. – Kage... Bunshin. – Tayuya murmurou perplexa. O corpo de Hinata havia explodido em fumaça. – AHHHH! FILHA DA PUTA, NINGUÉM ME ENGANA ASSIM E SAI VIVO. – Ela esbravejou histericamente. – “Nunca pensei que essa garota me daria uma luta dessas, eu não tenho outra escolha a não ser usar o nível dois”.
Seu cabelo havia crescido, chegando até o final da sua cintura. Seis chifres surgiram na sua cabeça, e a sua pele adquiriu uma tonalidade de marrom escuro e a sua esclerótica tornou-se amarela. (N/A: Esclerótica é a parte branca do olho).
— Te peguei. – Hinata sussurrou atrás da sua oponente. – Hakke Sanjuuni Shou.— A proximidade entre as duas era grande, Hinata iniciou a sequencia de golpes, em meio aos quatro golpes consecutivos, um dos Doki’s acertou a garota com o seu tacape.
— Achou mesmo que poderia me derrotar? – Apesar de ter uma expressão dolorida na sua face, proveniente dos golpes, ela ria de maneira desenfreada. Após se colidir contra o solo, a Hyuuga se levantou e voltou a subir na árvore. – “Ela utilizou aquela bomba de fumaça como meio de camuflagem, para executar o Kage Bunshin. Bem esperto da sua parte”. — Concluirá a ruiva.
— “Minha perna ainda dói muito e eu tenho pouco chakra”.— Ela constatou, ao mexer na sua coxa esquerda. – “Eu estou muito longe dela para poder lhe acertar algum golpe”.— A morena estipulou cerca de trinta metros entre ela e a sua oponente. — “Está na hora do meu novo jutsu”.
— Vai ficar ai parada procurando uma brecha, ou vai me atacar? – Os três Doki’s explodiram em fumaça. – “Parece que o tempo da invocação acabou, mas eu não precisava deles mesmo”.— Ela levou a flauta até a sua boca.
— Você é muito convencida sabia? – Hinata esticou a mão esquerda à frente do seu corpo. Ela concentrou chakra nessa mão, logo surgiu um arco azulado, com chamas azuis nas extremidades. – Inperiarubou: Kami Haupyi (Arco Imperial: Divindade da Harpia). – Na mão direita de Hinata uma flecha azulada, feita de puro chakra surgiu. Ela acoplou a flecha no arco e em seguida a disparou.
Após ser dispara a flecha se transformou em uma Harpia azulada. Chamas azuis em sua calda, assim como na cabeça e nas extremidades de suas azas. A Harpia voou velozmente, cortando o ar e atingindo Tayuya no peito. O impacto foi tão grande, que deslocou o corpo dela para trás.
O corpo da garota chocou-se contra o solo e formou uma cratera. Os danos causados pela Harpia foram sérios, porém todos internos. O ataque fechou cerca de vinte e sete Tenketsu na região do coração, assim como danificou os órgãos internos daquela área.
— Fazia muito tempo que eu não ganhava uma sura dessas. – Tayuya sussurrou, sangue escoria pela sua boca. – Você tem o meu respeito Hyuuga! – Dito isto ela perdeu a consciência. A marca da maldição regrediu do nível dois para o um e em seguida desapareceu por completo.
— Eu venci... – Hinata murmurou. Seus olhos estavam pesados, assim como o seu corpo. – Eu preciso aperfeiçoar mais essa técnica, ela ainda gasta muito chakra. – A consciência dos seus sentidos foi perdida. O seu corpo despencou da árvore, porém a poucos metros do chão uma mão de areia a segurou.
— Parece que a batalha aqui foi bastante intensa. – Gaara sussurrou, para em seguida, deixar a garota deitada embaixo de uma arvore.
Continua...
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