Determinação

11 2° Temp. - A verdade surge


Três semanas depois... No País das Ondas, exatamente na casa do Tazuna em um quarto no subterrâneo da casa...

Tazuna: Ouve alguma melhora no estado dela filha? – Indagara o homem, referente à mulher ruiva deitada na cama.

Tsunami: Não, nenhuma melhora até agora. – Ela possuía uma expressão abatida, pelo fato da mulher ainda estar em sono profundo.

Tazuna: Hoje faz exatamente treze anos que nós achamos essa mulher próxima á nossa vila. E desde então ela está em coma. Eu me pergunto se ela vai acordar algum dia? – Ele suspirou e deu um gole na sua garrafa de saquê.

Tsunami: Eu espero que ela acorde logo. Eu estou muito curiosa para saber o nome dela, de onde veio, mas o principal é quem fez aquela perfuração na barriga dela. Aquele ferimento tinha dezenove centímetros de espessura, parecia até uma garra de algum animal.

Tazuna: Bom o melhor foi que conseguimos salva-la.

Tsunami: Sim. – Os dois sorriem e se retiram do porão.

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Em Konoha próximo as termais...

Naruto: “Me disseram que ele estava por aqui”.— O garoto andava pelos arredores das fontes termais, especificamente na ala feminina. – “Por que ele tem que ser tão pervertido”.— O loiro suspirou e virou a esquerda, eis que ele visualizou o seu alvo. – Ei Ero-sennin! – Acenou com a mão direita e pôs-se a correr na direção do velho pervertido.

Jiraiya: “Ai droga eu fui pego... Espera essa voz é do Naruto, então não tem problema”.— Ele se virou para a direita e avistou o Uzumaki. – O que você quer Naruto? Não vê que está atrapalhando o meu trabalho. – Dissera o velho tarado em total irritação.

Naruto: Sei... Esse seu trabalho é muito importante não é? – O velho apenas assentiu positivamente. – Eu vim aqui para lhe desafiar para uma batalha. – Dissera o garoto com seriedade nas suas palavras, mas o velho sennin não acreditou e começou a rir. – Ei... Não tire sarro da minha cara, eu falei sério. Estou aqui para lhe propor uma aposta.

Jiraiya: Eu sou todo ouvidos, pode dizer o que você quer apostar?

Naruto: Siga-me primeiro. – O garoto se põe a caminhar, seguido do seu mestre, eles andaram uns trinta metros aproximadamente e param em uma clareira no meio da floresta. – Ero-sennin eu te desafio para um combate de um contra um sem regras. Quando eu ganhar... Eu vou querer um ano de ramen, pagos com o seu dinheiro. – O Sennin começa a rir compulsivamente.

Jiraiya: Está bem, mas quando eu ganhar, eu vou querer metade do dinheiro das suas missões. – O loiro apenas assentiu. – Naruto eu tenho uma duvida. – O Uzumaki apenas fica parado esperando a pergunta. – Há um limite para os seus Kage Bunshin sem selos que você faz?

Naruto: Sim, eu consigo fazer somente oito clones sem selos, se for fazer mais que isso eu preciso usar o selo de mão especifico para o Kage Bunshin, mas chega de enrolação. – O loiro se posiciona e o sennin fica de braços cruzados. – Prepare-se, pois chegou a hora de você conhecer o meu novo jutsu supremo para derrotar os adultos pervertidos... Oiroke no Jutsu.— Ele se transforma em uma bela mulher vestida com uma roupa de diabo reveladora, enquanto pousa sedutoramente no chão com um olhar de “garota má”. Jiraiya ao presenciar o jutsu não consegue resistir, ele tem uma forte hemorragia nasal e desmaia logo em seguida. Naruto vendo que o seu jutsu teve êxito decide então desfazer a técnica. – “Nossa será que todos os adultos caem nessa técnica? Acho que eu vou testar com o Ojii-san, mas pelo menos agora eu não vou precisar me preocupar com ramen hehe”.

Pouco tempo depois Jiraiya acorda com a mão tampando o nariz.

Jiraiya: Naruto que técnica impressionante... Faz de novo? – Dissera o sennin pulando de ansiedade, tanto quanto uma criança que espera longos meses por um presente desejado.

Naruto: Não. – Simplesmente curto e grosso (N/A: Minha mente de Ero já levou para o lado da sacanagem kkk). — Agora vamos para o Ichiraku, porque você me deve muitos ramens. – Os dois seguem o caminho falando sobre a técnica do Uzumaki.

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Em um quarto de hotel de Konoha estavam os genins da areia, juntamente do seu sensei.

Baki: O Kazekage designou uma missão especial para vocês. A missão consiste em sequestrar a primogênita Hyuuga e leva-la para Suna. Sejam discretos, aproveitem qualquer brecha ou distração dela ou dos demais para porem em pratica o plano

Kankurou e Temari: HAI. – Gaara apenas ficou sério com o seu olhar demoníaco e um sorriso sádico se formou por fim.

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No Ichiraku ramen...

Naruto: Ah... Como eu adoro esse meu precioso ramen. – Dissera o garoto após comer sete pratos de ramen.

Jiraiya: O meu bolço não adora ramen não Naruto! – Proferira o Sennin em total irritação e sarcasmo. – E aquele jutsu foi um golpe baixo, mas bem que você poderia usar ele de novo para me ajudar com as minhas “pesquisas”. – O Sennin tinha um sorriso safado enquanto dizia.

Naruto: Outra hora Ero-sennin. Agora eu vou ir para casa, estou muito cansado. – Dissera o loiro em tom desanimado, já se levantando do seu acento e dirigindo-se para o seu apartamento.

Jiraiya: “Ele nunca fica desanimado desse jeito, ainda mais quando está comendo ramen”.— Ele colocou a mão no queixo e se questionou. – “Sinto a estranha sensação de que eu estou esquecendo de algo muito importante”. Teuchi-san quanto que ficou a conta. – O dono do Ichiraku apresentou o papelzinho com o valor da conta e o sennin quase caiu para traz. – Não pode ser... Esse Ramen Premium composto é tão caro assim... NARUTO VOCÊ ME PAGA! – Esbravejou o velho aos quatro ventos.

Teuchi: NARUTO! VOLTE SEMPRE! – Exclamou o velho esbanjando felicidade e dinheiro, pois aquele ramen era mais caro que os comuns.

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O Uzumaki caminhava por Konoha, visualizando aquele entardecer do sol. Ele estava cabisbaixo e totalmente desvairado nos seus pensamentos. Ele subiu as escadas para chegar ao andar do seu apartamento, parou em frente à porta pegou a chave e abriu o caminho. Andou pelo pequeno corredor e parou enfrente a outra passagem que dava acesso ao seu apartamento.

Naruto: “Sozinho... Mais um ano sozinho e esquecido por todos”.— Ele suspirou pesadamente e adentrou no seu recinto. – “Está muito escuro aqui dentro!”.— Ele colocou a mão ao lado direito da parede e acionou o interruptor de luz. Assim que o brilho da lâmpada foi ativado o local se iluminou, pode ser visto um grande cartaz escrito feliz aniversário e um bolo em cima da mesa da cozinha. – Quem está ai?! – O loiro foi surpreendido por duas pequenas mãos tampando a sua visão. – Quem é você? – O loiro colocou as suas mãos sobre as que estavam obstruindo a sua visão e constatou o tamanho delas. – “Só pode ser uma garota”.— Ele retirou as mãos e virou-se para ver a pessoa que estava na sua residência. – Você!

Hinata: Sim Naruto-kun! Sou eu mesma. – A morena sorriu gentilmente.

Naruto: Mais o que você faz aqui Hinata-chan? – Indagara o Uzumaki em total surpresa por uma presença ilustre neste dia.

Hinata: Ora Naruto-kun eu vim aqui para lhe desejar um feliz aniversário. – O loiro começou a chorar compulsivamente. – Você não gostou? – Perguntara a morena com uma ponta de incerteza.

Naruto: Não é isso... É que nunca ninguém se lembrou da data do meu aniversário. – Ele soluçou embargado nas lagrimas que jaziam pelo seu rosto. – Sabe... Eu sempre fico triste neste dia. – A Hyuuga reuniu ainda mais coragem e abraçou o Uzumaki.

Hinata: Não fique triste Naruto-kun. – O garoto foi acalmando-se ao poucos. – “Respire Hinata... Acalmasse... Você conseguiu ficar calma até agora, então não estrague tudo”.— Ambos se separam com sorrisos radiantes e caminharam para a mesa da cozinha. O loiro pegou uma faca na gaveta e um prato que estava em cima da mesa. Cortou o bolo para si próprio e para a morena. – Hum... Esse bolo está formidável! Foi você mesma quem preparou Hinata-chan?

Hinata: Hai! Você não gostou? – Indagara a morena com um pouco de apreensão no que poderia ser dito pelo Uzumaki.

Naruto: Não! – Ele exclamou rapidamente com as mãos e em seguida o seu rosto corou levemente. – É que bem... Você arrasou, ele é impressionante... Eu nunca comi um bolo tão gostoso quanto esse. As suas mãos são divinas! – Ele sorriu ternamente. Agora foi inevitável ela não consegui manter a calma e corou violentamente pelo elogio.

Hinata: Obrigada. – O seu jeito tímido e o nervosismo acabaram ultrapassando a sua calma e a seriedade que havia em si a momentos antes. – Eu tenho que ir agora Naruto-kun, mais uma vez eu lhe desejo um feliz aniversário. – Um sorriso doce se formou na face da morena.

Naruto: Então eu te acompanho até a porta! – Os dois caminharam até a porta e se despediram com um abraço. – “Esse aniversário com certeza será uma lembrança inesquecível”. — Um suspiro satisfeito veio do loiro.

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Hinata saiu do apartamento com um sorriso iluminador, ela estava tão feliz que nem reparou no trajeto que fez até a sua casa, apenas deu-se conta de que estava em casa quando esbarrou na sua irmã que jazia no corredor do segundo andar, onde ficavam os quartos. A Hyuuga menor foi ao chão. Hinata rapidamente ajudou a sua irmã a se levantar e a abraçou calorosamente.

Hanabi: Que sorriso bobo é esse nee-san! – A morena menor se desgrudou dos braços da irmã mais velha, ela observou o sorriso da Hinata atentamente e constatou o motivo daquela felicidade. – Já sei você estava com o Naruto não é? – Hinata apenas confirmou as suspeitas da irmã. – Então vem e me conta se as dicas que eu te dei surtiram efeito sobre ele. – Ela puxou a sua irmã para o seu quarto e as duas puseram-se a conversar sobre o ocorrido, durante horas.

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Numa prisão clandestina abaixo do clã Hyuuga, encontrava-se Hitomiko acorrentada à parede do recinto.

Hitomiko: “Eu tenho que fugir daqui, as minhas meninas precisam da minha ajuda... O Hiashi está louco, ele não pode matar inocentes e ainda mais aquelas crianças, mas essas correntes, não me deixam produzir nenhum chakra. O que eu posso fazer?”.— A morena tentava novamente escapar daquelas correntes, porém sempre tinha um único resultado... O fracasso.

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Cinco dias se passaram, Naruto estava treinando ao norte de Konoha em uma floresta isolada e distante. O garoto jazia naquele local há três dias em um treinamento intenso para poder melhorar o seu controle de chakra sobre o Fuuton. Ele desferia o seu chakra sobre a madeira de uma árvore, o local onde o chakra atingia já estava bastante desgastado e quase se via do outro lado da árvore. O garoto estava visivelmente cansado, não só no físico, mas também no mental, pois ele treinava há horas a fio sem qualquer descaço. Seus pensamentos o conduziram para o tal reconhecimento que ele tanto almejava perante os habitantes da vila e também o posto mais elevado em uma aldeia ninja, a patente de Kage. A sua determinação foi a mil naquele momento, era como se o seu cansaço desaparece-se, pois a força da juventude estava com ele (N/A: Pessoal eu não resisti e acabei colocando a filosofia do fogo da juventude do Gai). O loiro concentrou-se mais uma vez e imaginou uma lamina atingindo a árvore. Depositou a sua mão em outro ponto da árvore, aonde não havia perfuração. Ele movimentou o chakra através da sua mão direita e perfurou completamente a árvore, um buraco com oito centímetros de espessura se formou no local.

Naruto: “Finalmente eu consegui!”.— Ele suspirou aliviado e olhou pelo buraco que se formara há poucos instantes. – “Não pode ser!”.— O garoto constatou deslumbrado o seu feito. — Eu realmente sou foda!”.— Um sorriso satisfeito se formou, pois ele não havia apenas perfurado somente a árvore em que ele usou o seu chakra, mas também outras árvores. O garoto de maneira curiosa começou a andar e a calcular ás árvores perfuradas. – “Dez árvores ao total”.— Ele se virou para a esquerda e nesse movimento a sua visão avistou um templo destruído, a curiosidade falou mais alto e então ele resolveu se aproximar. Chegando ao templo ele constatou a sua destruição e desgaste devido ao tempo, mas também um símbolo do clã Uzumaki em cima das portas do templo, o brasão possuía aproximadamente um metro de circunferência. – “Esse lugar está caindo aos pedaços... “Com toda a certeza ninguém vem aqui há muito tempo”.— Ele adentrou no local e caminhou por um pequeno corredor a esquerda da porta, virou à direita e se surpreendeu com o que viu. Havia um altar com vinte sete máscaras e acima delas um objeto com três redemoinhos, na parede desse altar jazia chamas negras. – “Esse lugar me dá calafrios... E que diabos de máscaras são essas?”.— Constatou o loiro observando o local, então ele subiu três degraus a sua frente. O garoto pegou uma das máscaras e dela caiu um papel, ele olhou o papel e leu-o. – “Esse é templo de máscara do clã Uzumaki! Essas máscaras são do Shinigami!”.— Averiguou o loiro que ficou aterrorizado com o que descobrirá. – “Shinigami-sama eu não quis lhe incomodar”.— A suplica era nítida naquele momento, tanto que ele até se ajoelhou e ficou de mãos unidas perante aquelas máscaras, no entanto o loiro se lembrou de algo. – “Espera ai... Uzumaki... Quer dizer que isso pertence ao meu clã... Então eu preciso saber mais”.— Naruto seguiu o caminho para o outro corredor, ao adentra-lo ele pode ver mais algumas máscaras e ao seu lado esquerdo uma porta com uma maçaneta estranha e um redemoinho gravado no ferro da porta. Na maçaneta havia vários pregos pontiagudos e enferrujados pelo tempo. – “Ah eu não acredito que eu vou ter de colocar a minha mão aqui... Isso vai doer”.— Dissera o loiro fazendo birra, mas não tendo outra opção colocou a sua mão na maçaneta. Ele tentou girara-la, mas não ouve êxito, então com mais uma tentativa ele afundou a mão na maçaneta e com isso o seu sangue escorreu, o garoto forçou a porta, contudo ela não abriu. Um estranho brilho saiu da maçanete e ela absorveu o sangue, ao identifica-lo o símbolo Uzumaki começou a rodar fazendo um barulho de trilhos de trem, foi então que a porta se abriu, dando passagem para o garoto. Ele caminhou por aquelas escadas que o levaram ao subterrâneo e no fim seguiu o seu caminho pelo único corredor que nela havia. Naruto chegou a uma grande sala iluminada por uma estranha luz branca que brilhava intensamente. Nesse local havia várias estantes e somente um pergaminho sobre uma mesinha central. O Uzumaki caminhou até a mesinha e pegou o pergaminho, ao abri-lo ele constatou que dizia sobre o seu clã. – “Eu não tenho tempo para isso agora, preciso terminar o meu treinamento e somente quando eu estiver em casa é que irei ler isso“.— Averiguou o Uzumaki nos seus pensamentos, porém ele foi convocado rapidamente para a sela da Kyuubi.

No subconsciente do Naruto...

Naruto: Por que me chamastes aqui Kurama? É algo realmente importante. – Dissera o loiro ficando de frente para a sela e a adentrando, parando de frente para a raposa. A Kyuubi suspirou pesadamente, quer o que for que ela diria, seria algo de suma importância e tedioso demais para se explicar.

Kurama: Sim Naruto... É sobre o pergaminho Uzumaki que você achou. – Logo o loiro fixou completamente a sua atenção na Kitsune a sua frente. – Escute bem o que eu irei lhe relatar... O que eu vou lhe dizer pode de modo te chocar bastante e com isso talvez você não queira mais manter o nosso trato! – Havia uma ponta de insegurança na voz da temível raposa demônio, tanto que não passou despercebido pelo Uzumaki.

Naruto: Que isso Kurama... É claro que eu manterei... Afinal um homem de verdade não deve descumprir a sua palavra e esse é o meu jeito ninja. Então prossiga!

Kurama: Muito bem! Essas máscaras que você encontrou são as máscaras de contratos para com o Shinigami especifico nelas, no entanto o contrato não se encontra no templo, como você pode constatar. – O garoto apenas confirmou com a cabeça. – Esse pergaminho é um mapa codificado para poder achar Uzushiogakure no Sato (Vila Oculta do Redemoinho) e também nele á informações de como poder adentrar na vila, visto que nela a uma forte Kekkai com um genjutsu que impede uma pessoa de entrar... A não ser que ele seja um Uzumaki. Preste bastante atenção nessa história Gaki! – O seu tom de voz se tornou firme e verdadeiro, sem a tonalidade de voz macabra e grave que ela tinha. – A minha antiga jinchuuriki era a herdeira da família principal dos Uzumakis. Ela era muito bela de olhos azuis e cabelos vermelhos, uma característica forte nos Uzumakis, mas que por sinal, certo garoto de roupas berrantes laranjas, não possui esse traço físico, contudo o chakra forte você tem. – Proferira a raposa com um sorriso de esnobe. — Voltando à história. A Kushina estava gravida e quando uma jinchuuriki está gravida a o risco do selo se romper, pois o chakra que suprimi o biju é enviado também para a criança que está sendo gerada. No dia do nascimento dessa criança um homem mascarado atacou essa mulher na hora do parto e tentou matar a criança, contudo o Yondaime salvou o bebe, tirando-o do local do ataque. Porém a Kushina foi sequestrado pelo mascarado que a atacou e me extraiu dela, a mesma só não morreu na extração, pois era uma Uzumaki e a sua longevidade e força de vida a salvara. – A Kyuubi suspirou vendo que as reações de surpresas estavam presentes o tempo todo na face do jovem loiro, este que já havia sentado no gramado da sela para poder escutar a história que parecia ser longa, tanto quanto a dos avós quando contam algo sobre quando eram crianças. – O mascarado assim que me retirou dela, me forçou a fazer um contrato com ele, o mesmo usou o Sharingan para me obrigar e controlar-me. Depois de feito o contrato ele me invocou no centro de Konoha, fazendo com que eu atacasse a aldeia, esta que lutou e me retirou de lá com a ajuda do Sandaime. – O loiro deu um olhar de descrença, pois o velho Sarutobi aparentava estar fraco por causa do tempo, mas o Uzumaki acreditou seriamente nas palavras da raposa, porque ele via a verdade e sinceridade nos olhos e o modo como a Kitsune falava. – Enquanto isso o Yondaime lutava numa área afastada da vila contra esse mascarado, o Hokage venceu momentaneamente o Uchiha, este que fugiu depois da derrota quando ele o venceu eu havia me libertado e podia controlar as minhas ações. O Yondaime foi ao meu encontro com o filho recém nascido da minha jinchuuriki. Eu assim que o vi fazendo os selos do Shiki Fuujin (Selo Consumidor do Demônio Morto) percebi que ele queria me parar e eu olhei para essa criança loira que era filho dos dois, Minato e Kushina. Em seguida ele invocou um altar e foi ali que eu tive a certeza de que seria selada novamente e ainda por cima em uma criança recém nascida, que ainda era fraca e inútil. – O loiro já tinha lagrimas nos olhos, pois percebeu de quem a Kyuubi falava no momento, mas nem se importou por ela lhe ofender. – Foi numa decisão rápida que eu golpeei o garoto com a minha garra, no entanto eu não perfurei o moleque e sim os seus pais que se jogaram na frente do garoto. Eles choravam pelo filho, incentivavam o seu filho a ser alguém bom e a seguir o seu sonho. Pediram-lhe desculpas, pois fariam algo que com certeza daria uma vida ruim ao seu filho, tanto amado por eles. O Yondaime usou o Hakke no Fuuin Shiki (Estilo de Selamento de Oito Trigramas), ao finalizar o jutsu eu fui selada no menino e os seus pais morreram em seguida, mas o corpo da mãe desse garoto desapareceu misteriosamente depois. – Naruto chorava compulsivamente ele já havia percebido que ele era esse tal garoto, mas parte de si não queria acreditar em tal hipótese, então ele resolve perguntar. Todavia a Kyuubi vendo a incredulidade dele e adivinhando o que se passava na sua mente, decidiu então revelar o que ele já supôs, somente pelos fatos apresentados até agora. – Gaki olhe para mim! – O Uzumaki obedeceu prontamente ao comando da raposa. – Você é esse garoto... Você é filho de Namikaze Minato e Uzumaki Kushina. – Para total surpresa da Kyuubi o loiro sorriu verdadeiramente com o seu sorriso de pura felicidade... Está que estava maior do que a de costume.

Naruto: Eu fico feliz de ser filhos de heróis... Nunca me senti tão bem em saber algo na minha vida... Com certeza essa foi a melhor noticia que eu já recebi e eu te perdoo-o por tudo Kurama. – A raposa ficou estática de boca e olhos abertos, não acreditando no que seus ouvidos ouviram e seus olhos presenciaram. Ainda mais pelo sorriso constante do loiro que transmitia uma paz para a raposa... Paz está que ela só sentiu em um homem... O Rikudou Sennin.

Kurama: Isso foi tudo o que eu tinha para lhe dizer... Pode ir agora gaki.

Naruto: Tudo bem... Até mais Kurama-chan hehe. – Seu sorriso zombeteiro reinou no seu rosto.

Kurama: NÃO ME CHAME ASSIM MOLEQUE! – Esbravejou a raposa, mas assim que viu o Uzumaki desaparecer de suas vistas, começou a rir compulsivamente, pois lá no fundo gostava do garoto, como uma tia ou um tio.

No mundo Real...

Naruto assim que saiu de seu subconsciente, decidiu que iria para casa, para poder descansar, visto que teve fortes descobertas e emoções para um dia só.