Notas iniciais
Awnnn gente vocês são perfeitos! Não quero que isso saia clichê nem nada, por isso se não gostarem,me avisem ok?. Eu espero que gostem, pessoas divônicas.

Prólogo.

Olá. Sou eu, Atena. Estou tentando não me sentir deslocada ao contar-lhe essa história. O amor é uma coisa nova pra mim. Um pouco melosa. Mais às vezes me pergunto: Por que não consigo senti-lo?

Por que não?

Bem, creio que está ficando mais fácil de notar meus sentimentos dessa forma não é? Desculpe-me. Vamos logo à história. Não vou interrompê-lo novamente nesse capítulo com minhas introduções. As vezes eu preciso apenas me abrir, segundo Afrodite.

Até logo, caro leitor. Prometo que nos próximos capítulos, tenho uma pequena dose de dor e sentimento para compartilhar com ti.

O senhor das Regras — Parte 1

Durante o caminho até a praça, Thalia ficava cada vez mais eufórica. Luke havia prometido ensiná-la a roubar. Claro, ela não fazia questão. Mais era necessário. Ela precisava de roupas novas. E só de ouvir em falar em comida seu estômago parecia estar dançando mambo.

– Quando vamos começar Luke? – Ela perguntava a cada meio quilômetro.

Luke parecia não prestar muita atenção na pergunta. A cada meio segundo olhava rapidamente para a garota e num movimento microscópio, sorria.

A garota fingia não nota-lo, um ato inevitável. Gostava do modo como ele fazia uma brincadeira a cada final de frase. Do modo como ele colocava a mão nos cabelos loiros quando ficava ligeiramente distante.

– Sabe Grace... – Ele começou sentando na calçada. – Eu acho que preciso desabafar com alguém.

– Claro. – A garota fingiu indignação. – E agora eu sou esse alguém.

Luke deu uma leve risada. O tom tenso em sua voz evaporou por alguns segundos, para novamente retornar.

– Não está nada mal para raios. Mais nunca vai conseguir ganhar do Luke aqui! Eu sou o rei da ironia! – Vangloriou-se ele, arrancando risadas carregadas de ironia da filha de Zeus.

– Sério Luke Castelo? – Ela se ajoelhou, aproximando-se do rosto dele. A proximidade dos dois era grande, coisa que não foi muito notada. – Eu acredito que também seja o rei das trapaças.

Luke riu jovialmente.

– Podes crer Srta. Elétrica. Eu sou tipo, Trapaceiro, só que mais. – Luke apoiou a palma da mão no chão e aproximou o rosto ainda mais de Thalia.

A garota sorriu, tentando não parecer tensa com a proximidade. Empurrou o peito do garoto de leve, rindo. Ele retribuiu a risada. Por um minuto, Luke deduziu que Thalia não sabia aonde ele pretendia levar esse ato.

Um defeito de Luke Castellan*

Definitivamente, ele é horrível em deduzir coisas.

Luke esqueceu-se de desabafar com a garota. Achou melhor assim. Ela não estava preparada para certas informações.

– Muito bem Thalia. A primeira regra da ladroagem é regras.

Thalia bufou, indignada.

–Fala sério Luke. Não acha que eu vou deixar você mandar em mim, né?

– Minha comida, minhas regras. – Ele sorriu cínico.

A garota sacudiu a cabeça negativamente. Mais se deu por vencida.

– Regra número um: Eu mando em você. – Ele sorriu.

Thalia ergueu a faca para ele, fazendo-o recuar.

– Ok ok. Você é livre pra fazer qualquer coisa, desde que tenha ordem pra isso.

Thalia suspirou.

–Ok. Isso eu posso suportar. – E sussurrou para si mesma: — Você é quem pensa Luke. Você é quem pensa.

Notas finais
Gostaram? Como a própria deusa antecipou, o próximo capítulo terá uma pequena ida até o futuro... Uma coisa muito dolorosa que eu chorei imaginando. Espero que gostem. Caso eu esteja saindo do contesto do livro, avisem-me, ok? Reviews?