Devo, a partir daqui, me transformar, transmutar, alvorecer, renascer. Não dou à mínima pra o que ficou no passado, isso já aconteceu. Agora são só memórias, daquelas ruins, que todos querem esquecer. Não há porque ter medo de se jogar em suas convicções e visões de mundo, elas são o que te fazem, sua mais intima estrutura, o que dita sua personalidade. Por isso abrace o mundo, traga-o para perto de ti e o aceite, conforme-se. A amargura de uma alma restringida é tão... tão ácida e desgostosa.

Um mundo inteiro de ideias, conceitos e cenários se abre agora para você, como uma grande porta dourada e você sente, em seu interior, que lá do outro lado, o caminho à seguir, é a melhor coisa que você podia desejar, ou sonhar.

Há quem diga que o dom de se reinventar é um absoluto esdruxulo, uma suposição duvidosa e variável de si mesmo, afirmam que “a base nunca muda, só se oculta em sentimentos vis e calculados”.

Eu digo a você, e a esse desejo inerente a sua forma de pensar e viver, liberte-se, não para vida, mais para algo além-fronteiras, fora deste mundo que vive a nos ameaçar. Vá para onde tu és de fato bem visto, cortejado. Os sonhos é o seu lugar.