Destructive
2 Conversando alto.
Notas iniciais
Desculpa qualquer tipo de erro.
Boa leitura
Minhas aulas se passaram rápido graças a Deus. Eu odeio o ambiente escolar, é tudo tão escroto e medíocre. Uma vez eu disse a papai que queria estudar em casa, ele negou a hipótese dizendo que estava dizendo aquilo, porque estudo em um colégio e estou cheia de pessoas ao meu redor, que eu odiaria passar horas com um professor sozinha, talvez ele esteja certo, mas ainda sim, o colégio é uma merda, um monte de gente merda aglomerada.
-você já vai, Jasly? — diz Sam é um dos meus amigos.
- eu vou... — digo voltando minha atenção para o grupo de pessoas a minha frente; Aly, Sam, Cody, Kia, Rita.
- tínhamos combinado de ir ao shopping depois dá aula — diz Kia com as sobrancelhas erguidas.
- eu sei, eu não esqueci , mas eu tenho que ir, eu vou almoçar com a minha mãe... eu passei todo o fim de semana fora. Eu vou ao shopping mais tarde — digo lembrando que a minha mãe a Amy fazem aniversário no mesmo dia, eu não sei se isso é sorte ou azar pro papai, o aniversário é na quarta e eu tenho que comprar algo para elas.
- tudo bem, eu estou com fome , se você não vai sinto muito, jasly, mas a fome é o meu nome agora — diz cody esfomeado.
-só agora, cody? Você é a pessoas que mais come no mundo — diz Aly e ele a dá dedo.
- fica bem, ok? — Aly diz só para mim quando me abraça.
-eu vou. — digo baixinho.
-eu também querooooooo !- diz Rita pulando em cima de mim junto com a Kia.
Nos abraçamos , eu rio com a cena que estamos fazendo, mas eu amo as minhas amigas.
Eu me despeço de todos e saio em direção a minha casa.
Kia é a minha japa linda e eu a amo , Rita é um tipo de urso de pelúcia fofo que dá vontade de morder, mas eu não me sinto segura para mim abrir com nenhuma delas, como eu faço com a Aly, Aly é mais que uma amiga para mim, ela é uma irmã. Nos dormimos uma na casa da outra, Aly ama ama ama dormi na casa do meu pai, porque ela pode passar horas aprendendo sobre moda, já que a Amy é um tipo de estilista , quero dizer, ela faz roupas grandes e com um estilo meio próprio, eu amo as blusas que ela faz para mim, porque só eu tenho elas, ela é tão criativa. No final, eu e Aly somos muito grudadas e não há segredos entre nós...
-Jasly- meu nome juntamente com o barulho da buzina me faz notar o Justin dirigindo devagar ao meu lago — você quer uma carona?
-não. Obrigado — digo sem parar de andar.
-Qual é , é só uma carona, você vai ter que andar por mais dois quarteirões — ele diz , mas eu gosto de caminhar, o fato de ter que andar nunca me faria pegar uma carona com ele.
-eu gosto de andar, Justin. Você pode ir para sua casa — digo
-está dizendo que não devo ir para a sua? — eu o encaro com as sobrancelhas erguidas.
-não, eu não disse isso. Mas com toda certeza você tem coisas mais importantes para fazer do que passar todo tempo da sua vida lá — digo
-nossa. Tudo bem. — ele diz e arranca o carro.
Eu não fui grossa. Ele tem um vida, certo ? não precisa passar todo o tempo na minha casa.
Eu caminho pelos dois quarteirões até minha casa, quando chego Dadi está pondo a mesa do almoço.
-pensei que nunca chegaria — diz Dadi, ela é nossa empregada.
-legal Dadi, legal ... Vou tomar banho — digo.
-seja rápida. Sua mãe já está descendo, ela tem que voltar ao trabalho — ela diz com todo o seu jeito rabugenta.
-tudo bem. — digo subindo .
Eu tomo um banho rápido, não quero que mamãe fique me esperando. Eu desço e ela está a minha espera.
-desculpa atrasar. — digo.
-tudo bem. Talvez devesse voltar a auto-escola. — ela diz e eu nego com a cabeça. — seria bom se tivesse seu carro, não acha ?
- acho melhor me manter longe dos carros, assim não mato ninguém — digo a fazendo rir, só.
- ér... Bom... Você que sabe. — ela diz se sentando, eu me junto a ela.
- como foi na escola?
-bem. -respondo me servindo, já que só como se eu mesma fizer meu parto, tenho nojo quando as comidas se tocam de maneira que eu não gosto, esse é um dos motivos por quase nunca ir a restaurantes. Eu sei que isso parece coisa de doente, já que os alimentos vão se misturar na minha boca, mas lá dentro os meus olhos não veem, assim não sentem nojo.
- você está bem? — mamãe pergunta e eu assinto — bem de verdade? Você está distante . — ela diz.
- não estou. Sou estou atolada na escola, isso está me deixando louca. Papai disse que me levaria para a Suíça ver a vovó se eu passe em tudo, isso é muito injusto, ele tem que me levar para ver a vovó de qualquer jeito — digo a fazendo rir de lado.
Meu pai é suíço , toda a minha família paterna obviamente também, minha Nana , como eu chamo minha vó, mesmo não tendo nada a ver com seu nome, é incrível e faz dois anos que não a vejo.
- você nunca vai ver a minha mãe e ela mora aqui do lado — com do lado, ela quis dizer cidade próxima.
-Ela não queria que você me tivesse, ela te jogou na rua, você a perdoou , eu não. — digo deixando pesado o clima.
- Já conversamos sobre isso, querida — ela diz.
-Eu sei, mas é a minha opinião, é o que eu acho... você não pode mudar isso. e tenho certeza que se for lá, ela passará todo o tempo dizendo como você é louca de namorar o Justin e eu já estou farta das pessoas me perguntando sobre isso.
- eu sinto muito. você sabe que eu nunca faria nada para te ferir , certo ? — ela me encara
- eu sei e não estou dizendo que está fazendo. — apesar dela está fazendo — mas a sua mãe não é uma boa agora.
- eu me lembro quando queria conquista-la — ela diz rindo como se tivesse uma lembrança
- eu tinha 14 anos e era tola, eu tenho uma opinião e não quero mais falar sobre isso, tudo bem ? — pergunto
silêncio. ficamos em silêncio.
- Jasly, eu não te falei ,mas... eu vou comemorar meu aniversário. — eu a encaro — eu estou ficando velha, mas... vai ser bom.
- vai comemorar ?- a encaro
- é... em uma casa noturna — ela diz e eu rio
- você está brincando, certo ? mãe, você está brincando , certo ? — ela nega . — você...
- o que há de errado em fazer uma festa para mim ? Jasly, você não é a minha Jasly que pularia se soubesse que eu faria uma festa. — ela diz
- uma festa em uma casa noturna significa que é a noite e eu não vou — digo
- o quê? porque você não iria ? — seu tom de voz é conturbado
-É a Amy ...
-Amy ? desde quando ela é mais importante que eu ?
-ela não é. mas... eu a prometi que iria para o aniversário dela . ela tem toda essa coisa de só comemorar a parti da hora que ela nasceu, que no caso é as 23:00
-tudo bem. você pode ir para o aniversário da Amy — ela diz se levantando
-Mãe! eu sinto muito , ok ?- eu falo alto para que ela ouça.
Ciúme ? é isso o que ela está sentindo ? Talvez eu esteja sendo pouco errada colocando a Amy na frente de tudo, porque estou magoada com a minha mãe, mas não é algo que eu realmente consiga controlar.
...
-Jasly, você tem visitas . — Dadi me grita, ela está sempre gritando .
- visitas ? não estou esperando ninguém , diz que eu não estou. — grito para ela
- ele está te ouvindo , você sabia ?- ela pergunta o que me faz largar a minha tarefa de história e ir ver quem é.
-Justin? minha mãe não esta aqui .-digo voltando a subir os degraus
- não vim falar com a sua mãe, foi com você — ele diz me fazendo dá meia volta e encara-lo
- o que você quer ? — pergunto
- você pode pelo menos descer a escada e vim falar comigo civilizadamente ? — eu o encaro perplexa. eu conheço o Justin a alguns anos e ele não é assim, todo formal
- bom, eu estou aqui, você pode falar — eu digo me sentando no sofá.
- porque você está fazendo isso ? — ele pergunta como se eu soubesse do que ele está falando
- você poderia ser mais específico. — digo impaciente
-porque está a tratando dessa forma , como se ela estivesse fazendo algo de errado para você. você sabe o quanto é importante está nessa droga de aniversário para ela ? — ele diz em um tom surpreendente.
- eu não sei. mas sabe o que eu quero saber ? porque você está gritando comigo. — digo.
-Você sabe quanto tempo ela passou dizendo " não! desse jeito não! a Jasly vai odiar isso, ela odeia amarelo. amanhã ela estará aqui e me ajudará. oh Deus! ela vai amar isso " e algumas horas depois ela está desistindo de tudo. o que há de errado com você, garota? — suas palavras saem como um tapa na minha cara
- eu não sabia... — minha voz sai um fio
- bom, agora você sabe . então , eu acho melhor você levantar esse traseiro do sofá e ir falar com ela que você mudou de idéia. — ee diz como se fosse o meu dono.
- vocês pode até está certo, — eu me levanto e chego bem perto dele, bem perto que posso sentir seu cheiro bom — mas isso não te dá o direito de vim aqui e gritar comigo, como se fosse meu pai ou algo meu... é só uma festa idiota e que se dane você, que se dane a minha mãe, eu não vou nessa droga. EU NÃO VOU. -grito na sua cara e saio o deixando feito uma estátua.
-Egoísta. — ele diz o que me faz parar na escada .
-Egoísta ? você não sabe nada sobre mim para...
- não ? eu não sei ? bom, se eu não sei, você está mostrando muito agora.
- você não tem esse direito, não tem mesmo. você não pode chegar aqui e dizer que sou egoísta quando não sabe o que eu aguento. — digo tentando ser forte e não chorar — eu não sei o que você tem que suportar na sua vida perfeita, mas nunca, nunca mais olhe na minha cara e diga que sou egoísta. nunca diga que sou egoísta em relação a minha mãe, porque você não sabe de dois dos meus muitos e se com ela e se soubesse você teria vontade de cortar a língua por falar isso... eu nunca faria nada para estragar algo que ela gosta, mas as vezes eu também quero pensar em mim.
- está com todo esse papo como se estivesse carregando o mundo em cima das costas . — ele solta um riso
- talvez eu esteja ... mas é óbvio que ninguém nunca irá pensar isso- digo .
A porta se abre e mamãe nos encara.
- O que está havendo ? — ela pergunta um tanto confusa .
- Pede proseu namorado ficar bem longe de mim. se ele voltar a essa casa eu vou embora, vou morar com o papai . — digo subindo os degraus da escada rumo ao meu quarto.
- mas... JASLY?! — ela grita.
Ódio!
Notas finais
Eu posto assim que terminar de escrever.
xx
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