Destroyer

2 A saga do casos de familia


Notas iniciais
Capítulo esta bem demente. Essa merda ai na capa que estão observando é o Yuki l̶̶e̶̶v̶̶a̶̶n̶̶d̶̶o̶̶ ̶̶u̶̶m̶̶a̶̶ ̶̶b̶̶i̶̶l̶̶a̶̶d̶̶a̶̶ ̶n̶o̶ ̶c̶u̶ sendo segurado pra não ver Casos de Família. Sim, ele é um cara com aparência de mulher. Me mate;

P.O.V. – Yuki safadão que é macho só que não.

Quando eu estava prestes a descobrir quem era aquele loiro sedução, o puta sinal tocou e fui arrastado pela multidão sendo largado como bosta no mar para ir para minha sala, chegando lá, vi um bando de cavalos sentado assistindo a aula do professor gato e delicia. Já gamei. Já quero. Já adoro.

–– Pessoal... Escutem por favor. –– O professor tentou chamar a atenção dos animais da savana, mas ninguém ligou para o mesmo. –– BANDO DE VAGABUNDOS! –– Já adorei esse cara. Já quero ele como marido. –– Esse aqui será seu novo colega de classe turma, e prazer garoto, sou Christian Grey. –– Que lindo, gostoso, vou apelidar de Heleno.

—– Prazer Hele... Christian Grey. –– Fui pegar uma mesa onde estava os Jacksons 3 que era 5 ou sei lá que porra era aquela sentados na mesa, reconhecia um, que era a Izabel e Yukine, que agora era dois.

—– SUAS CACHORRAS ME ABRACEM! –– A cadela e o cachorro louco me abraçaram e eu quase estuprei eles como sempre.

— Yuki-kun! Queremos que você conheça Felipe, ele é o mais novo membro da nossa panela! –– Se eu conhecer mais alguém vou matar esses viados, vou apelida ele de Berg do cabelo duro. Ou simplesmente imitação do Felps.

—– Então você é o famoso Yuki? –– Sabia que essas desgraças falava de mim pelas costas – Você é tão bonito como falam! – Quero estuprar ele aqui e agora.

—– Yuki você chegou meio atrasado... –– É claro né mulher, depois de ser arrastado pela porra de uma multidão que fudeu muito meu cu de broxa, demoro pra eu me recuperar e achar essa sala cheia de góticos suaves, tu acha que eu ia chegar cedinho? –– Tu ta bem? Tentaram te assaltar? A Liza tentou te estuprar? O Jack, Marisa preguiçosa e Leo Stronda pegaram na sua bundinha de atleta pensando que tu era menina? –– Eles me seguravam e balançavam meus ombros com um desespero.

–– Claro que não....Oxente mulher... Tá doida... –– Respondi com minha cara de anjo.

—– Pêra ai cavalo, eu achei a sua espada. –– Não sei como essa bruxa fez isso, mas me senti como se ela fosse minha alma gêmea.

—– Gradicida cachorra. –– Respondi botando minha mão em seu ombro e Berg me olhou estranho, deve ser o satã possuindo o corpo de Berg.

—– Então... Yu... –– Interrompi botando uma maçã – que apareceu macumbamente na minha mão — na boca dele.

—– Yuki super sexy pra você. –– Tava com uma pose sexy para ele me notar.

—– É.. Yuki... –– Ele revirou os olhos, já sei o que ele quer, me comer aqui mesmo. –– O que fazia antes de vir para o internato? –– Perguntou sorrindo forçado.

—– É mesmo, Felipe! –– Yukine estava encorajando Berg, esse safado. Espere, essa desgraça não se lembra que ele é meu irmão?

—– Não quero interromper a conversa de vocês, mentira, eu quero, MAS EU PRECISO DAR AULA! –– Vontade de bater na cabeça do Heleno agora.

A aula passou rápido, mas é claro que sim, eu dormi.

P.O.V. – Rebekah, a interrompida. Nova série de NetFlix.

Aula mais chata do que esse professor não tem, ainda mais se eu tenho que agüentar a Kira falando de seus problemas no meu ouvido, e ter que olhar para a cara dos novos alunos me encarando. Então, decidi puxar um assunto.

—– O-Oi...Meu nome é Rebe... –– Interrompida fortemente por uma batata.

—– Eu sei o seu nome, trouxa. –– Um garoto de cabelos brancos e olhos azuis falaram olhando pra mim, com os braços cruzados, se o Yuki tivesse aqui já teria agarrado ele. Aquele tarado.

—– Uh, prazer Rebe! –– Uma garota de cabelos roxos e lindos olhos azuis falaram a mim, já estou apaixonada.

—– É REBEKAH! Rebekah... –– Fui interrompida de novo, agora pelo professor cabra sem vergonha.

—– REBEKAH A INTERROMPIDA BINERULES GRANDE! –– Mas que cabra sem vergonha.

P.O.V. – Jack, a laranja vermelha que era branca (?).

Tenho certa impressão que esse professor não entende o que é moda.

—– Jack meu querido, quantas vezes tenho que te dizer, não venha para a aula com essas roupas, tu ta quase nu porra! –– Ele falou, só se acha por que tem uma cabeça de cavalo.

–– É moda, eu já te disse.

—– Já te disse e vou repetir: Você não é o Justin Bieber Brasileiro. –– Ele sempre estraga meus sonhos. –– E ainda chega atrasado, vá para seu quarto, ficará em detenção após as aulas.

—– Que saco. –– Revirei os olhos e andei para o meu quarto, cheguei na porta, foi quando bati em alguém que parecia uma jaca mole com cabeça de jiromba.

—– Olha por onde anda, oh troço. –– Respondi levantando e olhei e era um garoto, na verdade era dois, ou não, buguei.

—– Calma ae man, tava indo pro meu quarto –– Ele olhou a porta –– Err... Então vamos dividir o quarto. –– Tava escrito na porta rosa “Quarto daqueles dois viados”

—– Aposto que isso é obra do Yuki. –– Ele fala.

—– Yuki é... To ouvindo falar muito desse cara... Me fale como ele é...

P.O.V. – Yuki safadão que é macho só que não.

Depois de ser acordado pelo professor Heleno, tivemos que ir para os quartos, mas eu não sei onde é, mas vou dividir com o Yukine, aquela desgraça ambulante.

—– Vem cá Yuki. Vou mostrar nosso quarto. –– Ele falou me puxando pelos corredores.

Prevejo que vou ver muita coisa errada hoje com ele.

Ele me levava pelos corredores como se você o povo do tempo das cavernas. Daí, paramos numa porta azul, adoro azul, ninguém precisa saber disso, tava escrito naquela misera “Quarto daquele guri anão que perece uma girl e do amigo dele”.

—– Esse é nosso quarto. –– Ele falou. –– Ah, e o diretor mandou também avisar que nossos pais vão nós visitar nos finais de semana, e ele disse que era pra eu te adotar. –– Virei escravo sexual dele, como meus pais puderam fazer isso? E logo com o Yukine? Podia ser o Yoshiro, mas porra, o Yukine?!

Será que essa desgraça não pensou que eu tenho uma mãe e um pai pra cuidar de mim? Mas, prefiro-o mesmo. Entrei naquele quarto do diabo, era azul claro. Lembra-me o meu cabelo, e meu cabelo me lembra o “Papai Yukine”, decidi tirar um cochilo, essa cama é favorável, to tranqüilo.

Depois de algumas horas, eu acho um bando de ser humanos, ou o que sejam essas desgraças, inventam de virem me acorda como se fosse meu aniversario.

—– FELIZ DIA DO ORGULHO GAY YUKI! –– Acho que foi a filha da mãe da Izabel que gritou.

—– ACORDA MEU INIMIGO MORTAL! –– Agora foi a delicia do Felipe.

—– ACORDA LOGO, PORRA! CÊ NÃO TÁ MORTO PRA DORMI TANTO, NÉ, DISGRAÇA AMBULANTE?! –– Pensando bem, quero minha família de volta.

—– TA CÁ A MULESTA DOS CACHORROS, VIADO! PODE NEM DORMI NUMA MERDA DE CAMA FAVORAVEL MAIS! –– Abri meus lindos olhos de demônio, e vi uma coisa linda, eu estava na ponta da cama favorável, para melhorar, a cama era um beliche, e eu estava em cima. Cai como um padre metendo o microfone no cara.

—– Carai... Viado... Que baque da porra... –– Falei tentando recuperar a consciência.

Levantei-me daquele chão branco, olhei para os lados, e o povo havia sumido, só encontrei um prato de feijão com cuscuz numa mesinha, com um bilhete.

“Tu foste dormir bem na hora de ir pegar o lanche,

Não tinha mais bolo de nutella,

Bateu uma preguiça e peguei feijão mermo,

Coma pa virar macho.”

Que tipo de pessoa bota um feijão com cuscuz e ainda cima de uma mesa? A filha da puta da Izabel podia roubar minha comida. Comi meu feijão, botei o cuscuz na boca, peguei minha faca, e sai andando.

Andei, até encontrar uma escada no corredor, a desci, e estava ninguém lá, até que bato sem querer na minha amiga Marisa.

—– Oh garoto! –– Levanto minha cabeça e ela tava lá me encarando com cara de cu mucho. –– O que você pensa que ta fazendo?

—– To explonaru as porra, viu o Jão... Weslão... Yukinão... YUKINE?

—– Vi não, mas aquela desgraça mandou dizer se tu não achar é pra ir no pátio, ou ele pega o cinto. –– Quando a vagabunda falou, eu já tava correndo pro pátio, não quero apanhar, muito menos do Yukine, ele tava lá no pátio, sentando numa poltrona, com a camisa aberta. Caio no chão de grama, que chão favorável e tranqüilo.

–– Tu comeu o feijão que eu peguei pra você criatura? –– Yukine que eu chamo de Berg e também de Felps perguntou.

—– Eu botei no bolso da calça, depois na cueca pra esquentar.

—– PIRRALHO! Deixa dessa ignorância rebelde comigo, ou tu apanha, me respeite.

—– Sorte sua que eu não conheço meu pai!

Fui para a cantina, queria coxinha, aquele feijão do Berg tinha gosto de produto de cabelo, coxinha é vida. Não tinha bolo, mas tinha um arroz. Arroz também é vida, mas aquele arroz tava muito intimidador, nem queria comer ele.

Voltei a andar pelo lugar, e achei Rebekah mais conhecida como barata peituda lendo um livro pornô.

—– Ah... Tu ta ai... –– Ela falou sorrindo, me lembrei que no meu quarto não tinha TV, e tava na hora dos Casos de Família com a Xuxa e eu.

—– Tem TV aqui não Barata peituda? –– Perguntei. –– Eu quero assistir Casos de Família.

—– Tem TV aqui não, boy, oxe. –– Ela respondeu com sua sagacidade. Credo vou perder Casos de Família!

—– Oxe Barata! E como cê faz pra assistir aquelas novela da Globo? E as mexicana do SBT?

—– Oh caralho de novela da Globo, homi... Prefiro da Record...

Fiquei num silencio. Deitei no chão favorável. E depois levantei e sentei na mesa da cantina.

—– Ei barata! Quando vou pode voltar para minha casinha do nordeste onde tem uma TV? –– Falei.

—– É o que porra? –– Ela me encarou com cara de cu. –– Oxe, tu mora aqui no internato agora, boy.

—– Claro que não barata ta viajando? Eu moro numa casinha bem foda com a TV a cabo da Claro. –– Falei.

—– Aceite Yuki, tu mora nesse caralho assim como eu agora, até o final do ano. –– Ela voltou a ler o livro pornô.

—– Aceitar o meu rabo, barata peituda! Como eu sai desse Acre que vocês chama de internato? –– Ela me encarou.

—– Acho que cê tem que falar com o diretor. –– Continuou me encarando. –– Mas se tu pedir pra ir embora ele te mata, então, sobe lá pra cima ou tu apanha.

Eu fui lá pra cima? Claro que fui, e esperei ela ir embora depois e continuei explorando a escola, comendo minha jujuba. Tava um silencio, decidi cantar uma musica clássica que eu mesmo inventei antes de vir pra cá, afinal, eu era um cantor famoso, todo clipe meu tinha um dinossauro mordendo uma folha num local nada haver.

Nunca achei que fosse uma piranha, nunca achei que fosse um mister Brown... Mas eu percebi que precisava de você, no vale do Guaporé, esperando o anoitecer. Tomei sua cachaça pra ficar Emo gótica... Deixei sua cachaça contar a história... Baixei a guarda... Me senti nua como uma vadia... Agora o seu cu é meu e minha bunda é sua. Tomei sua cachaça pra ficar Emo gótica...

Deixei sua cachaça contar a história... Baixei a guarda, me senti nua como uma vadia... Agora o seu cu é meu e minha bunda é sua...

Terminei de cantar a musica secando minhas lagrimas e continuei andando, e acabo indo para um corredor com neve, acho que é dos cara do gelo, tinha uma câmera no armário, um monte de gente pelada, acho que tem neve no meu cu. E ainda tem um cartaz.

“Vote em Kazuki para presidente. Não deixe Amaya assumir o controle.”

Vou andando de boas, até ouvir um som de algo rasgando, olho para trás, o cartaz do Richard foi assassinado.

—– EU IREI TE VINGAR, CARTAZ! –– Gritei, acho que tenho demência.

Tenho que sair dessa porra, começo a ouvir passos atrás de mim, to me cagando.

Chego em um corredor bem fodido. E Mais passos atrás de mim. Só pode ser o satanás agindo de novo, vou dizer uma coisa, esse satanás age demais nesse internato, digo mais nada.

—– Irritante. –– Viro pra traz e vejo um garoto de cabelos vermelhos bagunçados e olhos amarelos me olhando com um sorriso. –– Olhe nos meus olhos de rei do cabaré, e me cumprimento feito uma pessoa normal, e não fique me encarando como um bicho do mato. Ninguém te deu educação não disgraça?

—– Encoste em mim que eu vou ti bater, e chamo meu pai.

—– Oxente, só to querendo um amigo, meu nome é Marli da cachaça, mas cê pode me chamar de Jack cara de cu.

—– SOLTA ELE JACKINHO! –– Do nada um bando de cavalos selvagens vem correndo e atropelam Jack.

—– Yuki! Tu ta inteiro? –– Rebekah me perguntou.

—– Claro... Oxe... Quer que ta havendo?

—– Me soltem seus idiotas! –– Jack gritou.

—– Calma, não é nada, coloquem ele lá na sala. –– O povo foi colocar ele naquele tal lugar.

—– Eta porra! To perdendo Casos de Família! –– Sai correndo de lá, até achar uma TV, tava bem no quarto do Felipe e da Izabel.

—– OLÁ YUKI!

—– SANTA MÃE DO CÉU, NUM ME LEVE DIABO! Ah, é só tu Izabel sua cachorra do agreste.

—– E Felipe. –– E tava lá Felipe delicia.

—– O que você ta vendo? –– A cachorra pergunta.

—– Casos de família com Xuxa e eu, antes de ir pra cá.

—– CÊ FAZIA CASOS DE FAMÍLIA? BORA VER! –– Assim ela liga a TV, e tava no comercial, até que o programa começa.

Porra, não é TV a cabo, saio daquela porra, sigo no corredor, em busca de um lugar bem fodinha com TV a cabo.