Destiny - Warrior Soul
3 O pequeno príncipe dos saiyajins [parte 1]
Notas iniciais
Agora que vocês já sabem que Vegeta não gosta de falar sobre o passado, vamos ver aqui o porquê. O que deixou ele tão "intocável"?
Essa estorinha será dividia em 3 capítulos. Nesse primeiro capitulo vamos ver um pouco do que aconteceu pra deixar Vegeta tão abalado. No próximo teremos a presença de Freeza e a destruição de Vegetasei, e na última parte será contado como Vegeta se tornou um soldado de Freeza.
Bem, espero que gostem, e boa leitura!
Aquele dia no castelo era um dia muito esperado pela família real e todo o planeta Vegeta.
O castelo encontrava-se mais movimentado do que de costume e as pessoas pareciam muito ansiosas pro que estava prestes a acontecer.
Tudo isso porque seria o nascimento do segundo herdeiro de Rei Vegeta com sua esposa, a rainha.
O príncipe Tarble estava por vir!
A rainha encontrava-se muito ansiosa, porem não se sentia muito bem e passara mal alguns minutos antes. Enquanto agora apenas aguardava a chegada dos médicos e enfermeiros que cuidariam do parto. E eles não tardariam a chegar.
Rei Vegeta estava ao lado da esposa que estava deitada na cama. Ele tentava acalma-la e mantê-la bem. Mas ele temia pelo o que pudesse acontecer. A mulher já estava fraca, cansada, e sua pele estava a cada minuto mais pálido.
Ele olhava serenamente pra ela, enquanto limpava o suor que escorria no belo rosto dela.
Até que a porta foi aberta e finalmente os médicos chegaram.
Rei Vegeta levantou-se da pequena cadeira que estava sentado, visivelmente irritado com a demora dos médicos.
_ Vocês demoraram! – ele reprovou vendo os médicos e enfermeiros fazerem uma breve reverencia antes de começar a preparar tudo.
_ S-sinto muito majestade! Viemos o mais depressa possível assim que recebemos seu comunicado sobre a rainha! Agora se nos permite, precisamos agir!
Rei Vegeta não respondeu, deu espaço para os médicos entrarem e se prepararem para o parto, e assim, dando um último olhar a sua esposa, saiu do quarto para que não atrapalhasse em nada naquele momento. Esperaria em sua sala onde se encontrava Bardock, seu fiel amigo e general.
_ Príncipe Vegeta! – chamou Nappa seguindo o pequeno herdeiro do trono que caminhava ligeiramente na sua frente em direção ao quarto onde sua mãe dava a luz ao seu irmão. – Espere!
_ Cale-se, Nappa! Quero ver minha mãe!! – disse o pequenino imponente, fazendo com que sua capa da armadura dançasse conforme seus movimentos. Ele estava aflito, viu que sua mãe não estava passando bem e estava assustado com aquilo tudo que era muito novo pra ele ainda.
_ Você não pode agora! Seu pai me deu ordens restritas pra cuidar de você nesse momento! Devemos esperar, príncipe!
E o pequeno príncipe Vegeta parou de repente, olhando com raiva pra Nappa que era mais que o dobro de seu tamanho, mas que não intimidava ele.
_ Mas eu quero vê-la, eu sei que ela não está bem!
_ Não é verdade, príncipe! Isso é completamente normal com as mulheres quando vão ter um filho! Não se preocupe tanto! Vai ficar tudo bem!
_ Ela não parecia bem. – respondeu seriamente.
_ Ora, Vegeta, vamos! Vamos esperar por noticias aqui! – tentou convencer Vegeta a mudar de ideia, mas o príncipe bateu o pé negando, ele sentia que tinha algo errado e que sua mãe não estava bem, queria ficar por perto.
_ Eu já disse que não! – e dizendo isso, virou a direita no corredor e deu de cara com seu pai.
_ Vegeta o que está fazendo aqui? Eu disse pra ficar no seu quarto com Nappa! – disse o rei visivelmente nervoso.
_ S-sinto muito majestade! – disse Nappa vindo logo atrás de Vegeta. – Eu não consegui pará-lo!
Rei Vegeta olhou pra Nappa e em seguida voltou a olhar pro seu filho a sua frente, abaixando-se na altura dele e colocando uma mão em seu ombro.
Vegeta parecia muito sério e tentava não expressar sua angustia com tudo isso o que estava acontecendo. Mas seu pai sabia que por trás dessa mascara que ele mantinha, estava muito abalado e com medo. Ele sempre fora assim.
_ Escute, filho! Todos nós estamos ansiosos pela chegada do seu irmão! Mas precisamos esperar! Logo quando você perceber vai estar tudo bem!
_ Mamãe não parecia bem! – voltou a insistir
_ Eu sei... Mas não há com o que se preocupar, filho! Confie em mim! Agora, vamos comigo esperar por noticias! – falou levando Vegeta com ele pra sua sala. – Pode deixa-lo comigo agora Nappa.
_ Sim, majestade!
Mas a verdade era que Rei Vegeta também estava muito preocupado com sua esposa. Ela estava a cada minuto mais fraca e ele estava com medo, talvez pela primeira vez em toda sua vida.
Sabia que estava sendo um parto complicado, e os médicos já haviam dito que Tarble provavelmente nasceria com um poder fraco de luta, e ele estava angustiado.
Todos os saiyajins com baixo poder de luta eram enviados a outro planeta pra ficarem mais fortes e apenas quando alcançassem 5.000 de poder de luta poderiam voltar para o planeta Vegeta.
Mas enviar o próprio filho pra outro planeta não era a mesma coisa.
E os minutos passaram, Rei Vegeta caminhava de um lado para outro dentro da sala, Vegeta estava sentado em uma cadeira no canto de cabeça baixa e braços cruzados, enquanto Bardock olhava para seu Rei que logo iria fazer buraco no chão de tanto caminhar.
_ Vegeta, mantenha calma! – falou Bardock com intimidade para seu amigo. – Isso está me deixando tonto já!
Rei Vegeta suspirou fundo, cansado, e parou.
Até que alguém abriu a porta trazendo noticias.
_ Majestade! – o soldado falou o reverenciando. – Príncipe Tarble acabou de nascer! – informou, fazendo com que Bardock e Vegeta que estavam sentados se levantassem.
_ Ótimo! – exclamou o Rei começando a caminhar para acompanhar o soldado até onde sua esposa, e agora seu filho, estavam, e Vegeta começou a segui-lo querendo ver muito mais sua mãe do que seu mais novo irmão. – Ei, ei! Espere aqui, Vegeta! – disse o Rei.
_Não, papai!! Eu quero ir junto!
_ Eu sei, eu sei, mas você precisa ficar! Assim que eu conversar com sua mãe eu lhe prometo que peço pra te chamarem, ok? Mas agora fique com tio Bardock aqui!
O garoto não respondeu, e Rei Vegeta apenas fez um aceno com a cabeça para Bardock antes de sair até sua esposa.
A rainha estava deitada na cama, quase sem forças pra nada.
Rei Vegeta entrou no quarto e os médicos saíram pra dar mais privacidade ao casal.
Ele se aproximou da cama e sentou-se ao lado de sua amada, pegando sua pequena mão, tão fria. Olhou para ela, tão exausta e cansada. Sentiu um aperto no peito em vê-la assim. Com certeza fora um parto muito complicado. Normalmente nascimentos de saiyajins fracos gastavam muita energia da mãe, e muitas vezes elas não resistiam.
Rei Vegeta olhava ternamente para sua esposa que lhe sorria.
_ Tarble é um menino lindo! – ela falou com sua voz fraca sentindo seu marido acariciar o rosto dela.
_ E onde ele está? – ele perguntou.
_ O levaram... Como você deve imaginar, Tarble não tem muito poder de luta... – comentou com pesar.
Rei Vegeta deu um meio sorriso para sua esposa e abaixou a cabeça logo em seguida.
_ Vegeta, me prometa que não vai manda-lo pra outro planeta! – ela pediu fazendo o marido olhar para seus olhos pretos e suplicantes. – Por favor.
_ Querida, Tarble precisa ficar forte, ele precisa ir... Você sabe que não será um adeus.
_ Não! Você sabe que eu sempre fui contra isso, não pode fazer algo assim com seu próprio filho! Tarble é muito frágil ainda!
_ Eu sei, confie em mim! – o Rei falou com suavidade e viu sua esposa piscar algumas vezes tentando respirar fundo.
_ E onde está Vegeta? Quero vê-lo! – pediu.
_ Ele também quer muito ver você... Vou mandar chama-lo! – disse e quando ia se levantar a rainha o segurou.
_ Querido... – chamou. – Você sabe que eu não tenho mais muito tempo. Estou tão cansada...
_ Não fale assim...
_ Tudo bem, não se preocupe, eu sei que chegou minha hora... – ela disse com um sorriso nos lábios. – Cuide bem dos nossos filhos! Eu te amo muito!
Vegeta prendeu a respiração pra não fraquejar naquele momento. Inclinou-se dando um beijo em sua esposa. Aquele era um momento muito difícil, talvez fosse realmente uma despedida.
_ E-eu também te amo, sempre te amei, você sabe disso...
_ Sim eu sei! – respondeu sorrindo. – Agora, chame Vegeta, quero poder me despedir dele também!
O Rei concordou com a cabeça e mandou chamarem Vegeta. Em poucos minutos Vegeta e Bardock apareceram no fim do corredor.
Vegeta praticamente correu até o quarto, mas seu pai o segurou.
_ Escute, Vegeta! Vá com calma, sua mãe está cansada, ok?
_ Tudo bem! – disse o príncipe e entrou no quarto pra ver sua mãe que ele tanto estava preocupado.
Rei Vegeta passou a mão pelo seu rosto, segurando-se pra não deixar uma lagrima escorrer.
_ Como ela está, Vegeta? – perguntou Bardock tocando no ombro do amigo vendo o quanto ele estava sofrendo por dentro.
_ Nada bem, Bardock... Eu acho que... Ela não vai resistir...
_ E quanto a Tarble?
_ Fraco... Como o previsto...
Vegeta entrou no quarto escuro, iluminado apenas por um abajur ao lado da cama onde sua mãe estava deitada.
_ Vegeta? – sua mãe chamou e o menino correu até ela a abraçando.
_ Mamãe! Você está bem? – o menino perguntou olhando para seus olhos carinhosos que lhe lançavam uma sensação de paz.
_ Estou sim querido! Não se preocupe!
_ M-mas... – Vegeta começou a falar com incerteza, viu sua mãe ruim, sentir dor, e ficou com medo. E apesar de Vegeta, mesmo tendo apenas seis anos, nunca quis demonstrar medo ou fraqueza, era algo dele isso, mas com sua mãe, Vegeta sempre era o menininho de seis anos, era sempre com ela que ele se permitia demonstrar os medos. Ele nunca teve segredos com ela, e sempre que ele tentava esconder algo, ela o desmascarava, pois o conhecia melhor que ninguém.
_ Ei! Não fique assim querido! – falou acariciando o rosto dele, mas a verdade era que seu coração estava apertado em saber que não poderia mais continuar ali, sentia-se muito cansada, o parto de Tarble foi muito difícil e ela sabia que era um milagre estar viva ainda. Mas suas energias pouco a pouco estavam se esgotando e logo dormiria em um sono profundo.
Foi assim que uma lagrima escorreu pelo canto do seu olho enquanto olhava pro seu filho mais velho.
_ Querido... Cuide bem do seu irmão, ok? Não deixe que seu pai o mande pra outro planeta... – ela falou com a voz cada vez mais fraca.
_ P-por que você está falando isso, mamãe? – perguntou Vegeta olhando pra ela, e ela lhe retribuiu com um olhar carinhoso.
_ Apenas me prometa isso... – pediu carinhosamente, enquanto passava a mão pelo cabelo esperado de seu filho.
_ Eu prometo. – disse Vegeta firme olhando nos olhos de sua mãe e ela lhe retribuiu um sorriso doce, que só ela sabia dar e puxou Vegeta pra mais um abraço, talvez o último.
_ Obrigada, querido... Eu te amo muito!
_ Hm... – foi a resposta de Vegeta, ele nunca havia dito tais palavras pra ninguém em toda sua vida. E ficaram assim, talvez por minutos? Ele não sabia dizer exatamente. – Mãe? – perguntou de repente, mas não houve respostas. – Mamãe? – voltou a falar, mas dessa vez se desfazendo dos braços dela, apenas pra vê-la com os olhos fechados, sem respirar mais.
_ O que você vai fazer, Vegeta? – perguntou Bardock seriamente. – Você sabe que precisa enviar Tarble para outro planeta!
_ Eu... – o Rei falou indeciso, sem saber o que fazer. As palavras de sua esposa ainda martelando na sua cabeça, pedindo pra não enviar Tarble pra outro planeta. – Eu não sei...
_ Escute, Vegeta... Eu sei que ela pediu pra não fazer isso com Tarble, mas é lei! Você pode ser o Rei, mas o que os outros irão falar se você manter seu filho com um poder de luta fraco no planeta? Ninguém mais vai obedecer e permitir que você mande os próprios filhos pra outro planeta, porque você não enviou o seu! Seria horrível pra Vegetasei! Todos confiam em você, não pode fazer isso!
_ Eu sei as consequências, Bardock, não preciso que fique repetindo isso pra mim!
_ Pois não parece! Não sei se você se lembra, mas passei pelo mesmo que você há alguns anos! Meu filho mais novo, Kakarotto, nasceu com um poder de luta ainda mais baixo que Tarble, e eu tive que permitir que ele fosse pra outro planeta! Isso é extremamente normal! E veja só quantos desses bebes voltaram anos mais velhos e ainda mais fortes e a salvos? – ele falou. – Você precisa enviar Tarble também, é melhor pra ele!
Rei Vegeta ficou em silencio por alguns segundos, e assentiu com a cabeça.
_ Você está certo... – confirmou, apenas pra logo em seguida, seu filho Vegeta entrar na sala desesperadamente.
_ P-pai! – ele falou tentando manter uma postura na frente de seu pai, mas estava completamente destruído por dentro, com vontade de chorar, de gritar.
_ O que foi Vegeta? – perguntou percebendo que seu filho estava alterado.
_ A mamãe, ela... Ela... – parecia que lhe faltava as palavras certas pra dizer, mas não foi preciso, Rei Vegeta entendeu muito bem o que seu filho queria lhe dizer, e suas expressões mudaram rapidamente, e Rei Vegeta ficou sem saber o que fazer.
_ B-bardock, chame os médicos agora!! – ordenou e em seguida saiu correndo até o quarto onde sua esposa estava.
O Pequeno príncipe ficou parado no mesmo lugar, sem saber o que fazer. Parecia que tinham arrancado algo de dentro dele, e se sentia completamente vazio.
Ele entendia o que estava acontecendo, apesar de ser ainda uma criança de apenas seis anos.
Sua mãe estava morta.
E pela primeira vez, se permitiu deixar que algumas lágrimas escorressem pelo seu rosto.
Era muito difícil pra ele. Ele queria apenas o colo da sua mãe agora nesse momento. Poder chorar nos braços dela, ouvindo ela lhe dizer com sua doce voz que está tudo bem, que ele poderia ficar calmo.
Mas não podia, pois ela não estava mais ali.
Estava desamparado sem saber o que fazer.
Tudo aconteceu tão de repente naquele dia. Viu sua mãe mal, e sabia que aquilo não era assim tão normal quanto todos tentavam fazê-lo entender. E ele temia por isso que aconteceu. Estava vivendo um verdadeiro pesadelo.
E assim, os dias se passaram.
O clima no castelo estava completamente sem vida, monótono e frio.
A ausência da Rainha naquele lugar era percebível.
Vegetasei inteiro estava em luto, mesmo depois de uma semana da morte da rainha. E a noticia que se espalhava pelo planeta era que, o segundo herdeiro havia nascido com um baixo poder de luta, ao contrário do filho mais velho que sempre teve um poder de luta acima do normal desde que nasceu.
Todos se perguntavam o que o Rei iria fazer. Ele iria mandar o próprio filho pra outro planeta?
_ Majestade. – falou Bardock entrando na sala do trono de maneira formal reverenciando ele. – Preciso conversar a sós com você.
Rei Vegeta olhou pra ele com um olhar distante, encontrava-se assim desde que sua esposa morrera, mas concordou, fazendo sinal para os guardas se retirarem.
Assim que todos saíram, Bardock se aproximou seriamente encarando Vegeta com mais intimidade.
_ Vegeta, será que você percebeu que estamos passando por um momento difícil em Vegetasei? Todos esperam alguma atitude, esperam por suas palavras, e [i]seu[/i] filho precisa de você! Nappa não sabe mais o que fazer para o menino melhorar! Acho que você não percebeu que ele não saiu mais do quarto desde que voltou do enterro da Rainha!
_ Escute, Bardock, não estou com cabeça pra isso agora.
_ Mas já faz [i]uma[/i] semana, Vegeta! Você precisa decidir sobre o que vai fazer com Tarble, ajudar Vegeta e, além disso, tem um povo todo pra liderar e uma resposta pra dar pra Freeza! Ou você se esqueceu de que ele quer saiyajins trabalhando pra ele?
Rei Vegeta passou a mão pelo rosto tentando digerir tudo aquilo que Bardock estava lhe falando. Sabia que no fundo era a mais pura verdade. Ele deveria levantar dali e organizar suas coisas, não poderia mais empurrar isso com a barriga, precisava seguir em frente e dar um jeito em toda essa desordem que foi se acumulando durante aqueles dias. Ele tinha que agradecer de ainda ter Bardock cuidando de algumas coisas pra ele, caso contrário, estaria completamente perdido ali sem sua esposa ao seu lado.
_ Você está certo, Bardock... – admitiu. – Freeza entrou em contato novamente? – perguntou ficando interessado no assunto.
_ Sim. Ele quer uma resposta, mas quer ver você dando a resposta a ele. – informou e em seguida respirou fundo. – Freeza está vindo para Vegetasei.
_ O quê? – exclamou atônito. – Como assim, Freeza está vindo pra cá? – perguntou, mas Bardock apenas lhe lançou um olhar que responderia qualquer pergunta. – Droga! Por que você não me avisou antes sobre isso?! Precisamos nos preparar, Freeza não vai aceitar de boa forma que não vamos nos unir a eles! Você sabe que isso significa que vamos entrar em guerra!
_ Eu sei, eu sei. Precisamos ficar preparados pra isso.
_ Se já não bastasse tudo o que está acontecendo por aqui, ainda tenho que me preocupar com Freeza e preparar alguns soldados pra uma possível batalha contra Freeza. Maldição! – falou com raiva.
_ Tente ficar calmo, ok? Vamos ouvir a proposta de Freeza, talvez não seja de todo o mal. Nem sabemos se recusar a proposta dele seja o pior, talvez isso não vá desencadear uma guerra entre nós. Não vamos esperar pelo pior, apenas vamos ficar preparados.
Rei Vegeta riu.
_ Você acha mesmo que há uma possibilidade de negar a proposta de Freeza sem entrar na lista negra dele? – perguntou com ironia. – Pode ter certeza que não, Bardock. – falou com certeza. – Agora, preciso que você prepare alguns soldados e deixe-os a par do que está acontecendo. Enquanto isso, vou falar com Vegeta. Depois eu decido pra onde enviar Tarble.
Bardock deu um meio sorriso ao seu soberano e amigo, estava mais aliviado em ver que Vegeta finalmente percebeu que precisava colocar as coisas em ordem. E assim, cada um seguiu pra um lado do castelo para fazer o que tinha que ser feito. Mas a verdade era que, a partir dali, tudo iria mudar e tempos difíceis estavam por vir.
Notas finais
Será que Vegeta vai conseguir cumprir sua promessa que fez a sua mãe e não permitir que seu pai envie Tarble pra outro planeta?
E como será a chegada de Freeza em solo saiyajin?
Nos vemos nos comentários!
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