Destiny - Hiatus
7 Chapter 6 — Trinity of discord
Notas iniciais
Primeiramente peço desculpas pela demora, mas semana passada eu realmente não consegui escrever nada, primeiro por causa da ausência de criatividade e segundo por causa das dores que estavam me incomodando muito cada vez que eu tentava escrever. Mas, agora elas não estão mais incomodando tanto. O capítulo não saiu tão grande, mas tem fortes emoções.
Obrigada a todos que comentaram, eu li todos os reviews e estou respondendo na medida que meus pulsos me permitem ;)
Capítulo dedicado a linda da Wakeup que recomendou a fic, muito obrigada sua linda.
Sem mais delongas, boa leitura.
Chapter 6 — Trinity of discord
"Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos."
Layla entediada fitava o horizonte pela janela do trem. As horas pareciam não passar, quanto mais ela rezava para chegar logo em Magnólia, mais distante esta parecia estar.
—O que houve Layla? Você está assim desde que se encontrou com o Rogue-san e aquele loiro, afinal quem é ele? — Asuka tentou quebrar o silencio que pairava entre elas.
— Sting, Sting Eucliffe. — Respondeu-a sem interesse.
—Hm... Eu já ouvi esse nome em algum lugar! —A morena começou a remexer os itens que havia na mediana bolsa caramelo, não tardou muito para que ela retirasse da mesma uma revista com capa estampada e com um letreiro dourado que dizia “Magos e Magos de Fiore”.
— Isso é? — A loira arqueou uma sobrancelha.
— Uma revista — respondeu.
— Não me diga? — Ironizou. — Me referia ao conteúdo.
— Uma revista que fala sobre alguns dos magos mais famosos de Fiore. Vejamos... Sting Eucliffe você disse? — Os orbes negros fitaram-na por cima da revista procurando a confirmação, que veio com um aceno.
Asuka folhou a revista por míseros segundos, pois já havia lido-a e relido inúmeras vezes.
— Achei! Sting Eucliffe, mago da Sabertooth. É um Dragon Slayer da terceira geração, conhecido como White Dragon Slayer. Isso não é muito útil. — Disse-a virando a página. — Interessante, vamos ver... No ano de X792 participou de seu oitavo Dai Mahou Enbu, onde assumiu seu romance de quase um ano com a maga estelar da Fairy Tail, Lucy Heartfilia. Porém, tal estória de amor não durou muito após ser descoberta pelo mundo mágico, pois um dia após a revelação Sting rompeu com a Heartfilia e assumiu um namoro com Minerva Orland, sua companheira de guilda...
— O que? — Layla enfureceu-se e pegou a revista das mãos de Asuka. — Pouco se sabe sobre os motivos que o levaram a romper com a fada, que ficou extremamente abalada com tal ato. Maldito Eucliffe. Eu odeio-o.
— Layla... X792 é um pouco mais do que há sete anos, isso não lhe é estranho? — Questionou Asuka pensativa.
—Depois de conhecer aquele idiota nada mais me é estranho.
Logo a Heartfilia encostou sua cabeça na janela e fechou os olhos para se esquecer de tudo e todos.
Ela havia compreendido o porquê de ainda ser tratada como uma lagarta. Sua mãe tinha razão, sempre teve, afinal, suas asas não estavam prontas, portanto não poderia virar uma borboleta. No momento ela queria voltar para seu casulo, para nunca mais sair.
(...)
— Sting-kun! — Lector chamou-o.
O loiro estava alheio de tudo e todos.
— Sting-kun... — o exceed chamou-o novamente em vão. — Qual é o problema dele? — Virou-se para Rogue e Frosch.
—Sting! — Rogue chamou-o, porém o loiro o ignorou. — Sting Eucliffe! — Gritou.
— Não precisa gritar Rogue... — Suspirou. — O que quer?
— Não precisa gritar! Não precisa gritar... Se não gritar você não escuta! — Lector exaltou-se.
— Hm? — O Eucliffe arqueou uma sobrancelha.
— Sting Eucliffe você é o cara mais burro que eu já conheci! — O gato avermelhado começou a surtar.
— O que? — O Dragon Slayer arregalou os olhos pasmado.
—Isso mesmo! Eu não acredito que você pode pensar que aquela garota era filha da Lucy com o Natsu. — Tais palavras deixaram o Cheney apavorado. Teria Lector descobrido a verdade?
— Fro concorda! Fro acha que a mini Fada-san não tem nada a ver com o Natsu-kun. Na verdade Fro acha que os olhos azuis da mini Fada-san se parecem com os olhos do Sting-kun! — O pequeno disse inocentemente, o que fez com que Rogue enrijecesse seu corpo.
— Agora que você falou... — Lector pôs-se a pensar —, o sorriso dela é parecido com o seu Sting-kun.
— Hã? Do que vocês estão falando? — O Eucliffe estava completamente perdido, para alívio do Cheney. — Aquela pirralha não pode ser minha filha, não pode...
— Vamos avaliar! — Lector parou em frente ao loiro —, ela possui longos cabelos loiros.
— Isso não prova nada, afinal, a Blondie é loira — ele deu de ombros.
—Então o que me diz dos olhos azuis dela? Eles podem possuir o mesmo formato dos olhos da Fada, mas ainda assim são azuis. Azuis como os seus!
— Há vários caras loiros dos olhos azuis espalhados por Fiore, qualquer um deles pode ser o pai da pirralha. — Lector revirou os olhos.
— Isso mesmo, não tem como o Sting ser pai da Layla, ela é inteligente demais para ser filha dele — alegou o Cheney, na tentativa de mudar de assunto.
— Fro acha que a mini Fada-san é inteligente igual a Fada-san, porém, Fro acha que ela é teimosa como o Sting-kun. — Rogue revirou os olhos, realmente este não era seu dia.
— Está vendo Sting-kun, mais um ponto positivo.
— Isso não prova nada Lector — disse-o voltando a caminhar.
— Então o que me diz sobre ela ter o sorriso semelhante ao seu? — O loiro revirou os olhos.
— Lector nós saímos em missão há um pouco mais de sete anos atrás, essa garota deve ter o que... Uns seis anos? — Ele parecia esta se irritando.
— A mini Fada-san disse ao Fro que iria completar sete anos daqui alguns dias. — Dessa vez fora o Cheney que revirou os olhos, em seguida ele caminhou até o exceed e pegou-o no colo.
— Já chega Frosch, não diga mais nada.
— Então o que me diz sobre o fato dela ser uma Dragon Slayer? — Lector encarou Sting.
— Ela não é uma...
“Solem Aureus... Stellae Aurea... Tenryū no hōkō”. — A magia evocada pela loira ecoou em sua mente.
— Droga! Magia do sol de das estrelas... Sete anos... — Ele arregalou os olhos, seus joelhos fraquejaram, uma dor insuportável invadiu seu peito. A dor era tanta que ele tinha uma imensa vontade de chorar, mas as lágrimas não vinham. — Rogue eu sou o pior pai do mundo, não é mesmo?
O moreno fitou-o com compaixão por alguns segundos. Logo soltou um longo suspiro, aquele assunto era delicado demais, complicado demais para ser tratado por si.
— Não diria o pior pai do mundo, já que quando saiu para aquela missão não sabia sobre a gravidez da Lucy. —O Eucliffe fitou-o esperançoso, talvez as coisas não estivessem tão ruins para o seu lado. — Mas, se a Lucy alegar que não quer lhe ver na frente dela nem pintado de ouro, eu a compreenderei. E mais, se ela disse que você é o pior homem do mundo no quesito relacionamentos eu assinarei embaixo.
— Fico mais aliviado ao ouvir isso —, levantou-se esboçando um enorme sorriso.
— Pois não fique! — Lector manifestou-se.
— Não? — Fitou-o com uma sobrancelha arqueada.
— Não. Você já se de esqueceu que aquela pirralha lhe chamou de idiota? — o exceed indagou.
— Acho que isso faz parte do relacionamento entre pais e filhos... — disse-o sorrindo, com uma das mãos na cabeça.
— Não, não faz.
— Não? — o loiro perguntou todo sem jeito.
— Não, os filhos devem respeitar os pais, portanto é inadmissível que os chamem de idiotas. — Lector disse com compostura.
— A menos que seu pai seja o mago mais desprovido de inteligência de toda Fiore —, alegou Rogue.
— O que você quis dizer com isso? — Perguntou o loiro com o cenho franzido.
— Que apesar de tudo, você é um idiota legal, afinal, eu não escolheria alguém chato para ser meu companheiro de time. — Rogue esboçou um tímido sorriso ao notar a irritação presente nos olhos do Eucliffe.
— O dia que eu for burro tropeçarei em meus próprios pés, cairei no chão e rolarei durante grande parte do percurso que estivermos fazendo. — Disse-o com convicção.
Um erro que só um idiota cometeria.
— Se eu fosse você retirava o que disse. — Rogue alertou... Tarde demais.
Quando os três deram por si Sting havia tropeçado em nada mais, nada menos que seus próprios pés e estava rolando a grandiosa descida que havia no caminho.
— Às vezes acredito que ele deveria manter-se calado. — Lector estava envergonhando pelos atos de seu companheiro.
(...)
— Eu não aguento mais ficar dentro deste trem. — Disse a bela garota de longos cabelos loiros, que estavam amarrados em um coque alto, com exceção de algumas mechas que estavam soltas frente à face, seus orbes eram de um azul reluzente.
Sobre seu corpo mediano caia um belo quimono verde jade que possuía apenas uma manga, esta cobria o braço direito. O mesmo era estampado com pétalas de flores bege e ia até a metade da coxa da jovem. Sua cintura era marcada por uma larga faixa negra de cetim. Seu short, também negro, era de cótton e se estendia a um palmo abaixo do quimono, além de cobrir um pequeno pedaço da tatuagem em forma de margarida da perna esquerda, que se avultava até o inicio da meia negra 7/8. Nos pés ela calçava uma sapatilha preta com detalhes em verde.
— Jii-chan poderia reclamar menos, não? — A moça que estava sentada ao seu lado se pronunciou.
Esta tinha lindos cachos dourados que iam até a cintura, seus olhos possuíam a mesma coloração do cabelo, e ambos se harmonizavam perfeitamente com a pele bronzeada da maga. Assim como a companheira, ela trajava um quimono azul índigo estampado com gotas de chuva em tons de azul Alice. O mesmo ia até a metade da coxa da loira e possuía duas mangas que iam até o cotovelo. Para acentuar sua cintura e destacar seu busto ela usava uma larga faixa negra de cetim. Por baixo do quimono a garota usava um short preto, e entre este, e a meia 7/8, também preta, ela possuía uma tatuagem em forma de gota. Nos pés calçava um par de sapatilhas azuis índigo com adornos prateados.
— Falou a garota que reclamou durante todo o percurso até Alcalypha! — respondeu a maga que tinha o cabelo preso em um coque.
— Eu não reclamei! —contestou a cacheada, o que fez com que a companheira lhe fitasse com uma sobrancelha arqueada. — É sério, por que eu reclamaria? A viagem está ocorrendo bem. Além disso, eu adoro andar de trem.
— Não foi isso que você disse há alguns minutos.
— O que eu disse, ou deixei de dizer não importa. O que importa é o presente, e no atual momento é você quem esta me incomodando com tantas reclamações.
— Como é? — Os orbes azuis demonstravam irritação.
— Deiji, Hikari caladas! — uma terceira voz feminina soou irritada.
— Está vendo Hikari, por sua culpa a Kuroi está irritada! — bufou Deiji, também conhecida como Jii-chan.
— Como se eu me importasse com isso! — Hikari deu de ombros.
— Você sabe o que acontecerá se irritá-la. — A loira repreendeu-a.
— Sei que ela não usará todos os seus poderes, portanto não me importo.
— Vocês falam de mim como se eu não estivesse aqui. — Kuroi moveu seus lábios carnudos coloridos por um batom da cor vinho num profundo suspiro.
— Eca! Kuro-chan quantas vezes eu preciso lhe dizer que esse seu piercing nos lábios é nojento? —Deiji pronunciou-se.
— Cuidado para não irritá-la. — Hikari sussurrou pra a maga ao seu lado, que bufou irritadiça.
Logo uma discussão entre as duas se iniciou.
— Quando vocês irão crescer? — Kuroi revirou os olhos e levantou-se rapidamente.
Assim como as outras, Kuroi Chi trajava um quimono vermelho carmesim de mangas longas. O mesmo era estampado com detalhes semelhantes a cortes, num tom acinzentado. Por baixo do mesmo usava um shorts negro. Em sua coxa direita ela tinha tatuado uma adaga negra com um rubi em seu cabo. Nos pés ela calçava uma meia 7/8 e uma sapatilha, também vermelha carmesim, com adornos metálicos pretos. Sua cintura era marcada pela larga faixa negra de cetim.
— Aonde você vai? — Indagou Deiji.
— Magnólia nos aguarda. — Respondeu-a com um sorriso sádico.
— Para ser mais exata, Lucy Heartfilia nos aguarda. — Hikari corrigiu-a e seguiu para a porta de saída.
— Ela é tão irritante! — Reclamou Deiji, enquanto Kuroi apenas deu de ombros.
(...)
— Finalmente chegamos! — Layla descia do trem entusiasmada. — Espero que minha mãe já tenha voltado de missão.
— Acredito que isso é algo impossível, afinal, ela foi a uma missão com o Natsu, a Erza e o Gray, provavelmente eles terão que reconstruir algumas coisas que destruíram.
— Asuka pare de tentar destruir a felicidade alheia! — Pestanejou a loira.
— Não estou tentando destruir nada, apenas estou sendo realista. — Disse-a convicta. — Layla estou indo para casa.
— Que seja, estou indo para a guilda. — A Heartfilia deu de ombros.
— Aproveite e avise ao mestre sobre o sucesso da missão —, gritou a morena, que a essa altura já corria na direção contrária.
— Aproveite e avise ao mostre sobre o sucesso da missão... — Resmungou imitando a voz da amiga —, e se eu fosse para minha casa, hem? Quem iria avisar? Aproveitadora de crianças com mães em missão.
Com passos firmes e irritadiços a pequena loira rumou para a Fairy Tail. Ela só não contava que três magas extremamente habilidosas a seguiam.
— Como tirar doce de criança! — Hikari abriu um sorriso sádico.
(...)
— Rogue até quando ficarei amarrado nessa cadeira? — Reclamou o Eucliffe.
— Até termos certeza de que ao soltarmos, você não irá correndo para a Fairy Tail! — Alegou Rufus.
— E por que eu não faria isso? — questionou.
— Por que você presa a sua vida. — Orga revirou os olhos.
— Escutem aqui, a minha filha está lá naquela guilda é meu direito de vê-la, de conhecê-la e mais um pouco! — Gritou-o tentando se soltar, mas sem sucesso.
— E também é seu direito ficar sentado, amarrado e de boca calada! — Rogue respondeu.
— Eu não vou me calar, irei lutar até o fim, seus traiçoeiros!
Porém antes que ele pudesse fazer algo, Orga eletrocutou-o e o mesmo caiu desacordado no chão.
— O que iremos fazer com ele? — O Lohr fitava-o preocupado.
— Iremos mantê-lo desacordado, até pensarmos no que iremos fazer. — Rogue suspirou —, acredito que ele nos trará muitos problemas.
(...)
O crepúsculo descia trazendo consigo a calmaria. Os magos cansados iam aos poucos se despedindo e rumando para as suas casas, um ou outro ficara no ambiente para mantê-lo animado.
— Tia Mira... — Layla chamou a albina que sorriu docemente.
— Sim minha querida...
— Eu... Eu...
— Você... — Mira encorajou-a a falar.
— Eu conheci meu pai —, disse-a num sussurro, porém não foi baixo o suficiente para evitar que Laxus e Gajeel também ouvissem.
— Você o quê? — Indagou o mago do trovão pasmado.
— Eu conheci meu pai. Sting Eucliffe certo? Dragon Slayer da Sabertooth, que é companheiro de time do tio Rogue? — Disse-a inocentemente.
Mirajane e Levy assentiram um tanto chocadas.
— Mini Bunny entenda se sua mãe souber disso ela vai surtar, e não só ela, mas o Natsu também, portanto não diga nada ainda. — Gajeel manifestou-se.
— Tudo bem. — Forçou um sorriso. — Mas, há algo que preciso perguntar —, todos os quatro concordaram —, como minha mãe pode namorar alguém tão idiota?
Gajeel conteve seu riso, assim como Levy. Laxus por sua vez curvou seus lábios num sorriso torto.
— Layla não diga algo tão cruel sobre seu pai! — A albina repreendeu-a.
— Digo sim. Ele é tão idiota, mas tão idiota que nem se deu conta de que eu era sua filha. — A Heartfilia sentiu um nó na garganta, seus olhos começaram a marejar. Ela não iria chorar, não iria, era forte.
— Oh pequena não chore... — A Dreyar deu-lhe um abraço confortável, no qual a loira sentiu-se confortável o suficiente para deixar que as lágrimas caíssem.
— O que faremos? — Indagou a Mcgarden preocupada.
— Esperaremos a Heartfilia chegar... — Gildarts juntou-se a eles. — Esse é um problema que só ela pode resolver. Por hora cuidaremos da pequena Layla.
— Quem diria que a combinação da Lu-chan com o Sting resultaria em um ser tão doce, meigo e gentil? — Levy esboçou um doce sorriso. — Layla Heartfilia... a fada iluminada.
Do lado de fora da guilda três vultos moviam-se.
Não tardou muito para que o ar começasse a ficar denso e sufocante.
— Quem está ai? — Perguntou o mestre.
— Ora, ora, quem diria que essa bela garotinha é filha da Heartfilia.
Uma voz feminina soou pelo local, logo uma enorme rosa cresceu no meio da guilda, e de dentro dela saiu uma garota loira... Era Deiji.
— Quem é você? —Rosnou Laxus ficando em posição de batalha.
— Calma ai bonitão. — Uma gota d’água caiu do teto e em seguida transformou-se em uma bela moça de cabelos cacheados... Hikari. — Nós diremos quem somos, mas primeiro queremos a garota.
— Terão que passar por cima de nós para tê-la!
Gajeel transformou seu braço em uma espada de metal e correu em direção a maga loira, porém ele só não esperava perder o controle do seu próprio corpo.
— Metal não irá funcionar comigo querido. — Disse Kuroi saindo de dentro do braço do Dragon Slayer —, terá que fazer mais que isso para nos vencer.
— Merda! — grunhiu o moreno ao sentir uma adaga perfurar seu tórax.
— Gajeel! — Levy gritou desesperada.
— Quem são vocês? — Gildarts gritou furioso.
— Mas que honra conhecê-lo —, Hikari sorriu sadicamente —, e será mais honroso vencê-lo.
— Eu vou perguntar só mais uma vez, quem são vocês?
— Acredito que você já ouviu falar da Trindade da Discórdia, não é mesmo? — Num piscar de olhos Deiji apareceu atrás do mestre da Fairy Tail, este por sua vez ficou estático, seu corpo tremia, estariam elas falando sério?
— Laxus cuidado! — Mirajane gritou desesperada.
Uma carnificina estava prestes a acontecer na guilda mais forte de Fiore.
Notas finais
Minhas vilãs finalmente entraram em ação *-* e digo-lhes elas serão muito phodas e darão muito trabalho aos nossos queridos magos. Já descobriam a magia delas?
Hiro Mashima, como assim a bitch da Minerva está de volta? Gente só eu odeio ela? Tipo assim um ódio mortal?
Um especial Rogue x Erza está quase saindo da forma, aguardem.
Não se esqueçam de comentar. Se acharem que a fic merece recomendações sintam-se a vontade.
Quem já viu?
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=z3zdIHDTbg0#at=142
Diva, não?
Bisous da Xoco
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