Destiny - Hiatus

5 Chapter 4 — The world we live in


Notas iniciais
Olá seus lindos como estão? Espero que bem.
Eu não disse que comentários me deixavam feliz e inspirada? Hem?
Pois aqui está a prova meus caros, o número de comentários aumentou com relação aos capítulos anteriores, nada comparado ao prólogo, mas aumentou. Além disso outra coisa que me deixou muito feliz foi a primeira recomendação da fic *---* sério mesmo, fiquei ultra mega power feliz com a recomendação da UH_S2 e como forma de agradecimento dedico esse capítulo a ela ^^

Eu leio todos os comentários e respondo um por um... ;)

Para quem pediu Sting... Ele voltou o/

Com esse capítulo encerro o arco 1, no próximo começaremos o arco 2 e as coisas vão esquentar e muito.

Boa leitura

Chapter 4 — The world we live in

"Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo."



Abri meus olhos lentamente, pisquei algumas vezes até me acostumar com a claridade que adentrava pelas grandes janelas, que eu deduzi serem da enfermaria.



— Mamãe, que bom que você acordou! — ao ouvir a doce voz da minha pequena sentei-me num impulso. Erro! Todo meu corpo latejou, mas a região próxima ao estomago era a que mais doía, elevei minha mão até ela, na tentativa de amparar a dor. — Mamãe... — Layla arregalou os olhos —, vou chamar a tia Wendy.

Ela saiu da enfermaria numa velocidade extraordinária. Perguntei-me o porquê dela estar com tanta pressa, e a resposta não tardou a vim. Assim que retirei minha mão do lugar dolorido, percebi o sangue, que dali saia.

Logo tudo ficou claro em minha mente.

O exame classe S.

A batalha contra o Laxus.

O mestre me nomeando uma maga classe S.

O mestre...

Elevei uma mão à boca ao me lembrar da batalha que perdi para a morte.

As lágrimas foram inevitáveis, porém eu não era digna delas, não quando não fui forte o suficiente para vencer aquela criatura.

Por minha culpa, por causa da minha fraqueza o mestre havia morrido.

Talvez eu nem merecesse mais ser chamada de maga da Fairy Tail.

Eu havia decepcionado a todos, havia deixado todos na mão.

—Lucy-san! — Wendy adentrou na enfermaria acompanhada de Layla, Erza e Natsu, sendo que os dois últimos estavam extremamente abatidos. — Lucy-san fico feliz que tenha acordado, estávamos todos preocupados. — Disse-a já tirando meus curativos, e se preparando para curar o tal machucado.

— A culpa foi minha... — sussurrei entre soluços.

— Hm? — senti o olhar de Natsu pousar sobre mim.

— Se eu tivesse me empenhado mais, se eu tivesse sido mais forte... — as lágrimas voltaram a escorrer por minha face, e estavam cada vez mais amargas.

— Ei Lucee... — Natsu veio até mim e segurou meus ombros. — Escute bem o que vou lhe falar — ele suspirou —, não foi culpa sua! Não foi culpa de ninguém!

Seus olhos demonstravam uma tremenda segurança, mas não escondiam a tristeza e a dor que ele sentia.

— Mas Natsu... — tentei contestar, mas fui interrompida por Erza.

— Você tentou Lucy... Você pelo menos fez algo — ela encostou-se na parede mais próxima. — Você pelo menos teve essa oportunidade... E nós? Nós estávamos todos lá... Todos os magos mais fortes da guilda... E ninguém pode fazer absolutamente nada! — seu corpo escorregou pela parede até chegar ao chão. — Nós vimos o mestre morrer... E não pudemos fazer nada!

Logo ela estava aos prantos.

— Tia Erza... — Layla caminhou até ela. — Tia Erza não chora, não. — Minha filha abraçou-a com seus pequenos bracinhos —, você fica muito mais linda quando sorri. E na verdade, eu acredito que o vovó não iria querer ver seus pirralhos chorando feito bebês... — fitei-a com os olhos arregalados, desde quando ela consolava as pessoas assim? — Na verdade, ele me disse que logo se tornaria uma estrela... Uma estrela que irá brilhar cada vez que eu usar minha magia.

— O velhote disse isso para você? Quando? — Natsu virou-se para ela incrédulo.

— Um dia antes de ir para Tenroujima... — ela sorriu. — Ele me disse que provavelmente não voltaria, mas ressaltou que não queria lágrimas e sim sorrisos, pois ele estaria deixando esse mundo de sofrimentos para encontrar o paraíso.

— Entendo... — Erza disse secando suas próprias lágrimas. —Estamos descumprindo as ultimas ordens do mestre — ela esboçou um fraco sorriso —, mesmo que doa, temos que ser fortes...

— Sim... — Natsu concordou —, apesar de tudo, ainda somos a Fairy Tail, a guilda mais forte e barulhenta de Fiore! — Ele deu seu típico sorriso e foi acompanhado por Layla.

— É isso ai! — a pequena gritou.



(...)



Lá estávamos nós, todos da guilda prestando suas ultimas homenagens ao nosso pai.



Mesmo que muitos tivessem ouvido e acatado as doces palavras de Layla, outros apenas ignoraram como se nunca tivessem as ouvido, um exemplo disso era Laxus. Ele exaltou-se completamente quando ela tentou conversar com ele, o que causou um grande alvoroço em toda Fairy Tail e por pouco não tivemos uma luta séria, já que uma mãe sempre vira uma leoa quando mechem com seus filhotes indefesos. Talvez nem tão indefesos, mas ainda sim, seus filhotes.

— Pobre Makarov... — Mestre Bob e alguns membros da Blue Pegasus também estavam presentes, assim como Jura e outros da Lamia, o pessoal da Sabertooth, as garotas da Mermaid e pessoas de outras guildas que vieram dar apoio.

— Ele nos fará muita falta... — Jura comentou fitando o céu, que aos poucos ia ficando cada vez mais ensolarado e radiante.

— Eu não disse mamãe! — Layla apertou nossas mãos que estavam entrelaçadas e com a que estava solta ela apontou para o céu.

Notei uma nuvem extremamente alva, que formava o desenho de um velhote bigodudo. Era o desenho do mestre e ele sorria. Sorria para os seus pirralhos.

— Eu não acredito... — Mirajane estava tão abobalhada, quanto todos os outros presentes.

— Esse velhote... Cuidando desses pirralhos, mesmo depois de morto! — Polyushka esboçou um leve sorriso.

— Parece que a mini Lucy estava dizendo a verdade. — Cana aproximou-se de Laxus com uma garrafa de rum em mãos.

Ele a fitou por alguns instantes, em seguida direcionou seu olhar para mim, e depois para Layla, que ao menos notou isso. Ele suspirou pesadamente, logo rumou até nós, atraindo muitos olhares para si.

Assim que nos alcançou, ele se abaixou para ficar na autora de Layla e pôs a mão sobre a cabeça da mesma.

— Acredito que minhas desculpas não irão apagar o que eu lhe disse ontem, não é mesmo? — ele esboçou um fraco sorriso, que sumiu ao ver a carranca da loirinha ao meu lado. Porém essa expressão não durou muito, pois logo deu lugar a um enorme sorriso.

— Não há porque se preocupar com isso tio Laxus. — Ele arregalou os olhos, assim como muitos, já Mirajane, sua doce esposa, estava se segurando para não vir até nós e roubar Layla só para si.

— Então você não está zangada? — perguntou-o incrédulo.

— E por que estaria? — Disse-a com indiferença —, nós todos somos uma família. E mesmo que aconteçam brigas até mesmo nas melhores famílias, não podemos ficar zangados uns com os outros. Nós devemos nos manter os nossos laços intactos, porque eles são à base da nossa família. Além disso, se eu ficasse zangada com você a estrela do vovô iria parar de brilhar, e eu não quero isso. Eu quero que ela seja a mais brilhante do mundo todo! — ela deu uma tremenda ênfase na ultima frase, o que acabou arrancando risos de todos.

— Você tem certeza que tem apenas seis anos? — perguntou o Dreyar estupefato, porém não obteve resposta, pois quando deu por si, a senhora Dreyar já aperta Layla contra seus seios.

— Como você pode ser tão fofa? — Mira dizia enquanto tinha a minha pequena consigo.

— Acho que ela relembrou a todos o que é ser um mago da Fairy Tail! — Erza pôs-se ao meu lado.

— Ela me deixou empolgado! — Natsu colocou-se do meu outro lado, e junto com ele veio Gray.

— Se acalma ai, Cérebro de Chamas! — o Fullbuster provocou.

— O que disse Capitão Cueca? — o rosado virou-se para ele irritado.

— Por quê? Vai querer brigar? — o moreno respondeu a altura.

— Cai dentro Gelinho de Merda!

— Vocês estão brigando? — Erza fitou-os com uma aura sombria em torno de si.

—Não! Somos melhores amigos! — Gray respondeu abraçando o Dragneel.

— Aye! — e parece que o Natsu ativou seu modo Happy.

Mesmo tendo problemas, mesmo com as brigas constantes, a Fairy Tail sempre será a Fairy Tail. Por isso nada poderá quebrar nossos laços, pois os nossos sentimentos são a essência do nosso poder, da nossa união. E são esses sentimentos que manterão o velho Makarov vivo em nossos corações.



Atualmente...



Estava sentada sobre uma cadeira qualquer observando o movimento da guilda, que não mudou nada com o tempo. A não ser pelos jovens magos que foram adentrando no decorrer dos anos, mas fora isso? Nada.



Suspirei pesadamente. Eu estava entediada. Muito entediada. Há tempos eu não fazia uma missão emocionante, mas não que eu não quisesse fazê-las, muito pelo contrário, eu adoraria sair por ai relembrando os velhos tempos com o meu ex-time destrutivo. Talvez até não fosse uma boa ideia, já que atualmente, até mesmo eu, possuía um grande poder para destruição, ou seja, poderíamos dizimar o país em questão de segundos. Mas este não era o principal problema, e sim Layla. Afinal que mãe conseguiria sair em uma missão perigosa, que levaria no mínimo uma semana, e deixar sua criança em casa? Nem pensar.

Muitos na guilda dizem que sou uma mãe super coruja e protetora. E sim, sou mesmo! Eu não aguento passar dois dias longe da minha pirralha, quem dirá uma semana! Por isso só escolho missões fáceis para que eu possa leva-la junto comigo, mesmo que ela reclame em boa parte do caminho.

— No que está pensando Lucy? — Mira aproximou-se de mim trazendo consigo uma bandeja com dois copos de suco de morango e sua enorme barriga de oito meses e meio. Acredito que ela irá me destronar, é impossível que ela não seja mais coruja que eu.

Sorri docemente para ela que se sentou a minha frente.

— Estava pensando em quanto tempo faz que não saio em uma missão com Natsu, Erza e Gray. A ultima vez que fizemos isso, foi duas semanas após a morte do terceiro. Logo que Gildarts anunciou que minutos antes do acontecimento fatídico, o mestre havia lhe dado uma lista com os cinco possíveis nomes para a promoção a classe S. — respondi nostálgica.

— Lembro-me daquele dia como se fosse hoje, afinal, nunca vi Natsu e Gray tão felizes! — Mira respondeu entrando no clima.

— E tem mais, quem diria que a Juvia e a Levy ser tornariam classe S antes do Gajeel? — Respondi aos risos, pois a cara do Gajeel ao perceber que seu nome não estava entre o top cinco foi hilária.

— Concordo plenamente. Porém, mais hilário ainda é ver a Levy zombando dele nos dias de hoje! — disse a albina tentando recuperar o folego.

— Bons tempos não? — disse antes de tomar um gole do suco que fora posto para mim

— Mamãe, mamãe! — Layla adentrou correndo na guilda — diz que sim, por favor? — olhei-a confusa.

— Como posso dizer sim, se nem sei do que se trata? — arqueei uma sobrancelha.

— Mamãe a Asuka-chan me convidou para fazer uma missão com ela, é pertinho daqui mamãe! — senti todos os olhares da guilda voltados para nós.

— O que será que a mamãe coruja vai fazer? — Laxus que estava sentado em uma mesa do outro lado da guilda zombou.

— Aposto 50 jeweels que ela não vai deixar! — Macao gritou.

— Eu aposto 70 jeweels que ela vai! — Wakaba contrariou.

— Pois eu aposto 200 jeweels que ela não vai deixar, mas deveria... — Cana se pronuncia assim que termina de fazer a leitura de suas cartas.

— Eu aposto 300 jeweels que ela vai deixar, mas não deveria... — Happy grita ao adentrar na guilda acompanhado de Natsu.

— Cala a boca gato! — gritei irritada.

— Vamos lá Lucee! Deixe-a ir... Ela precisa crescer como maga ser independente! — o rosado veio até nós com um enorme sorriso estampado no rosto.

— Irei concordar com o Homem Tocha, mas que fique claro que ele andou lendo muito dicionário para falar todas essas palavras bonitas em uma única frase! — Gray veio até nós.

— O que você disse Capitão Cueca? — Natsu exaltou-se, porém antes que ele fizesse algo, Erza o socou.

— Acredito que está na hora de ver o quanto ela cresceu! — a ruiva sorriu para mim.

Suspirei pesadamente.

— Onde é a missão? — Perguntei dando-me por vencida.

— É em Alcalypha mamãe. É pertinho de Magnólia! — respondeu-a fazendo cara de pidonha —, por favor, diz que sim!

Suspirei novamente.

— Tudo bem, você venceu! — assim que ouviram minha permissão todos na guilda começaram a comemorar.

— Obrigada mamãe! — ela me abraçou fortemente e saiu correndo guilda a fora, provavelmente indo arrumar suas coisas para a missão.

— Estou orgulhoso de você Lucy... — Happy pousou sobre a mesa. — Nunca pensei que acharia uma estranha legal! — zombou-o.

— Calado gato! — respondi zangada.

— Por que vocês quatro não remontam o time e não saem em uma missão também? — a voz da Dreyar ecoou docemente fazendo com que todos ficassem estáticos.

— Remontarem o time? — Gildarts ficou tenso.

— Por mim tudo bem! — o rosado empolgou-se.

— Se o Cérebro de Chamas vai, eu também irei! — Gray se manifestou.

— Sim, que ótima ideia Mira! — a Scarlet parecia estar empolgada.

— E você Lucy? — indagou o Fullbuster.

— Eu? — eu ainda estava processando o fato de deixar Layla ir a uma missão sem mim.

— É claro que é você, que outra Lucee poderia ser? — Natsu deu o seu melhor sorriso. — Nosso time não é o mesmo sem você!

Suspirei pesadamente. Sinto que eu não deveria ter deixado Layla ir, e também não deveria aceitar, mas como dizer não a esses três que me acolheram tão calorosamente há quatorze anos atrás?

Quatorze se contarmos com os sete anos que ficamos na ilha Tenrou.

— E como negar um pedido desses? — indaguei levantando-me e ficando ao lado deles.

— É isso aí, o time mais forte da Fairy Tail está unido outra vez! — Natsu gritou todo empolgado.



Toda ação tem uma reação. Todas as escolhas tem uma consequência... e no meu caso foi uma das piores possíveis.



Lucy pov’s off



Xocolatyta pov’s on.



— Mando nos chamar mestre? — uma voz ecoou das sombras.



—Pergunto-me por que ainda não trouxeram a pirralha da Heartfilia até mim? — gritou-o exaltado.

— Desculpe-nos mestre, mas nós somente nós não conseguiremos invadir a Fairy Tail... Eles são muito fortes... — algo parecido com uma mão feita de água elevou-se do chão e segurou o ser pelo pescoço.

— Acredito que não precisamos de fracotes como você! — uma voz melodiosa e feminina ecoou naquele grande salão escuro.

— Por que hesitou em nos chamar mestre? — outra voz, também feminina surgiu no local.

— Vocês são minhas armas mais preciosas, não achei que teria que usa-las tão cedo minhas belas damas! — disse-o todo carinhoso. — E pelo o que vejo vocês estão com pressa... —ele abriu um sorriso tão demoníaco, que até seus olhos escarlates ganharam vida.

— O senhor sabe que somos muito uteis no que fazemos... — disse uma terceira voz —, não levaremos mais de três dias para lhe trazer a garota, Lucy.

— Conto com vocês minhas bonecas!



(...)



— Sting-kun eu não aguento mais andar! — reclamou a linda garota de cabelos loiros.



— Calada Luna, apenas ande! — respondeu o Dragon Slayer mal humorado.

— Sting-kun... Por que você está tão mal comigo? O que eu te fiz? — Indagou-a com os olhos cheios de lágrimas.

— Desculpe-me Luna, mas quero chegar o mais cedo possível na guilda e fazer uma surpresa para o pessoal — respondeu-o forçando um sorriso.

— Ahan sei, o pessoal! — Lector pronunciou-se. — O seu pessoal é loiro e possui olhos chocolates.

— Além de ter nome e sobrenome! — Luna completou fazendo-o corar.

— Ei! — protestou o Eucliffe.

— Lucy Heartfilia! — disseram os dois em uníssono.

— Calados! — ele revirou os olhos, mas por dentro perguntava-se como ela estaria. Será que ela ainda esperava por ele? Talvez sim, talvez não.

Se ela não estivesse... Bem, ele não iria culpa-la, afinal o erro fora somente dele.

— Sting-kun olha! Olha! — Luna pulava de alegria ao avistar os portões da Sabertooth.

— Eu não acredito que finalmente chegamos... — Lector disse ofegante.

— Vamos, precisamos nos apressar se quisermos surpreende-los! — o Eucliffe largou toda a sua bagagem e saiu correndo em direção a guilda, deixando para trás um gato e uma garota com um olhar de interrogação.

A felicidade dele aumentava cada vez que via a porta mais e mais próxima de si... Quando chegou a frente da mesma não sabia ao certo o que fazer.

Respirou fundo.

Tomou coragem.

E finalmente a abriu e adentrou na guilda.

Na medida em que o avistavam, as pessoas ficavam estáticas, pareciam não acreditar no que viam.

— Sting... — Orga sussurrou pasmado.

— Não pode ser! — Rufus estava tão boquiaberto quanto o outro.

— Pessoal, eu estou de volta! — ele sentiu um enorme alivio ao dizer isso. Logo passou seu olhar por toda a guilda e se deparou com seu velho a amigo e companheiro de time Rogue Cheney. Ele sorriu, um grande sorriso, nunca pensou que ficaria tão feliz em vê-lo. — É muito bom revê-lo depois de tanto tempo! — disse-o contente.

Porém Rogue não estava nada contente, afinal ele havia sumido por exatos sete anos!

— Por onde você andou por todo esse tempo Sting? —disse o Cheney dando-lhe um soco extremamente forte, que o fez parar do outro lado da guilda. — Me de bons motivos para não lhe matar agora mesmo, Sting Eucliffe!

Notas finais
Então o que acharam? Rogue irritado não? Como será que o querido Sting irá sair dessa?
Os vilões vão entrar em ação o que será que irá acontecer?
Por que a Lucy disse que suas consequências foram as piores possíveis? O que aconteceu?
Essas e muitas outras serão respondidas no próximo capítulo ^^
O que acharam da Mira grávida? Laxus-kun será papai? O que vocês preferem um menino ou uma menina? Abro para votação ^^
Para aqueles que queriam o Sting... ele voltou... Mas não será moleza a vida dele a partir de agora.
Okay chega de spoiler, não se esqueçam, comentários me inspiram, e comigo inspirada os capítulos saem do nada ^^ (rimatosca)
Vejo-os no próximo. Kissus da Xoco-chan :*