Destiny

17 Separados?


Notas iniciais
Oie povo! ^^ desculpa a demooooooraaaaaaaa, é que eu sou um pouquinho irresponsável mesmo *------------* acostumem-se u.u gente do céu. Tem alguem muito emotivo aí? .... Cri Cri Cri eu não planejava esse desfecho dramático para esse capítulo. Juro! Mas... tá bem legal *--------* se tiver alguem muito emotivo e sensível... vai chorar rios com o final '-' Ei, Ei. To pensando em escrever uma nova fic. É sobre um "intercâmbio" que uma garota brasileira e uma japonesa fazem para a Coréia. Na verdade, elas vão ganhar um sorteio e ir morar com a banda coreana k-pop Super Junior. Alguem conhece? Não? Ela é boa, pesquisem aí. será que fica legal? deixem suas opiniões. quero muuuuuuuuuiiitooooosss comentários, dependendo dos comentários eu vejo se mudo o triste fim desses personagens. u.u boa leitura!

Sophie POV

Aahh o Dylan idiota não quis me dizer o significado daquela frase e agora por culpa dele eu não consigo mais dormir.

–Idiota. Dylan idiota. -murmurei para ele, que aparentemente estava dormindo.

–Sophie vai dormir. -falou e me puxou para mais perto de si, me abraçando desengonçadamente.

–Culpa sua, idiota. -dei um peteleco em sua testa e ele abriu os olhos para me encarar.

Nossa, os olhos dele parecem estar tão brilhantes e eu acho que estou ficando vermelha. Olha que coisa legal.

–Durma. É melhor. -apertou minha cintura e eu fiquei mais vermelha.

–Tá... -sussurrei e acredito que ele riu.

–Boa noite. -beijou minha testa e recebeu um tapa em troca.

–Vá você dormir. -briguei.

–Estou tentando. -riu.

Suspirei derrotada, não vou ganhar nada mesmo então melhor ir dormir.

(...)

Senti cócegas na bochecha, depois no pescoço e depois na barriga. Caramba! Quem é o filho duma mãe que não me deixa dormir?!

–Sai. -chutei alguma coisa.

–Ai. -escutei uma voz terrivelmente familiar.

–Quem? -abri os olhos e me sentei na cama.

–Bom dia ruiva. -o Dylan sorriu.

–Ah, você. -me levantei e fui escovar meus dentes, arrastando o idiota comigo.

–Oh chata. -revirou os olhos.

–Chato é você. -chutei sua canela.

–Acordou violenta assim por quê? -perguntou.

–Não sei. -respondi grossa.

–Eita. Melhor não mexer com a fera. -bagunçou meus cabelos.

Quando eu ia começar a discutir com ele meu celular começa a tocar. Corro para atendê-lo, ou tento né, já que estou presa.

–Alô? -atendi.

Era a Sam, ela disse que viria aqui para nos libertar pois tinha percebido que não daria para irmos ao colégio apenas com roupas de dormir. Burrinha toda.

–Oi? Cheguei. -uma loira com o cão nos coro entrou no quarto.

–É hoje que tu morres desgraça. -corri até ela, quando eu ia pular no pescoço da loiro um ser chato me segurou.

–Calma aí. -o ser loiro falou.

–Sorte sua que eu estou presa a essa coisa. -apontei para o Dylan e ele apenas revirou os olhos.

–Souberam aproveitar? -perguntou.

–Muito. -o Dylan respondeu.

Ahn? Será que sou só eu que estou boiando nesse assunto?

–Não entendi. -falei.

–E nem queira. -a loira se aproximou e tirou as algemas.

–Enfim livre! -comecei a gritar e a pular.

–Nossa. E tão bom assim estar livre de mim? -o Dylan fez bico.

–Sim. -sorri.

–Sophie! -me repreendeu.

–Que foi? -perguntei.

–Você me paga. -começou a correr atrás de mim.

–Socorro! -corri e gritei que nem louca.

–Bom... é melhor se apressarem. -a loira se intrometeu.

–Meu deus. O colégio. -corri para o banheiro.

30 minutos depois já estávamos devidamente vestidos, arrumados, separados e de barriga cheia.

–Ei. -chamou a loira.

–Oi. -respondemos em uníssono.

–Que tipo de namorados são vocês? -perguntou.

Eu e o Dylan nos encaramos.

–Ahn... normais? -perguntei e comecei a rir.

Os dois reviraram os olhos.

–Porque não andam de mãos dadas? -apontou para mim.

–Sei lá. Porque sim. -encarei a loira.

–Ai que garota complicada. -bateu a mão na testa.

–Muito. Você nem imagina o quanto eu sofro com essa aí. -o idiota apontou pra mim.

–Ei! Que complô e esse? -gritei.

–Nada. Vamos. -o Dylan enlaçou sua mão na minha.

–Não. -choraminguei.

–Vamos logo. -beijou minha testa e começou a me puxar até o colégio.

–Tá rindo de que? -perguntei à loira.

–Só que... Parece até que vocês foram feito sob encomenda. -abafou o riso.

–Como assim? -perguntei.

–São, digamos que... perfeitos juntos. -bateu palminhas.

Encarei o Dylan, depois olhei para nossas mãos, encarei ele de novo, olhei para a Sam, olhei para ele de novo e fiquei vermelha.

–Pare de falar besteira. -fui quase que correndo para o colégio.

Dylan POV

Chegamos rapidamente no colégio e fomos para a sala de aula. A ruiva bem que tentou se sentar bem longe de mim, só tentou mesmo, porque eu fazia sempre questão de sentar perto dela. E isso tem piorado nesses últimos meses.

–Sabia que você fica linda quando tá vermelha? -a encarei.

–Calado. -ficou mais vermelha ainda.

–Fofa. -apertei suas bochechas e ela fez bico.

Não agüentando mais apenas olhar para aquela “fofura” dela, selei nossos lábios. Ela parecia surpresa, quando parecia que ela ia corresponder ao beijo, alguém nos interrompe.

–Oi Dylan. -a Charlotte chegou gritando, então eu e a Sophie nos separamos.

–Oi. -respondi irritado.

–Interrompi algo? Desculpa. -ela riu.

–Não, imagina. -a ruiva sorriu meigamente.

–Que bom. Ei Dylan posso passar lá na sua casa hoje? Não to entendendo umas coisinhas. -a loira riu e me encarou.

Olhei para a Sophie, ela fez bico e cruzou os braços.

–Desculpa. Hoje não dá. -vi a ruiva fazer cara de surpresa.

–Ah. Tudo bem, marcamos outro dia então. -falou.

–Pode ser. -respondi.

–Tchau. -me deu um selinho rápido e saiu.

–Vadia. -a Sophie murmurou emburrada.

–O que disse? -perguntei com um sorriso enorme no rosto.

–Nada. -se levantou pronta pra sair.

–Eu entendi perfeitamente o que disse. -me levantei também.

–Eu nunca disse isso. -apontou para mim e saiu emburrada.

–Ei. Espere. -fui atrás dela.

–Não. Vá beijar a Charlotte que você ganha mais. -revirou os olhos.

–Ei. Dá pra parar com esse ciúme besta? -segurei seu braço.

–Não estou com ciúmes. -puxou seu braço.

–Então porque se irritou? -perguntei.

–Sophie? -perguntaram, chamando nossa atenção.

–Oi Saphira. -sorriu, ou forçou um sorriso.

–Vamos ali um instante. -a morena falou e saiu arrastando a irmã.

–Droga Sophie... -passei as mãos nos cabelos, arrepiando-os ainda mais.

(...)

Combinamos que eu iria ensinar a Saphira na hora do intervalo, e aqui estamos. Não sei se esse foi um jeito da Sophie fugir de mim, mas... estava funcionando.

–Dylan? Você está bem? -a morena perguntou preocupada.

–Sim. Por que a pergunta?

–É a 10ª vez que você suspira. Em 15 minutos. -ela riu.

–Sua irmã me deixa doido. -ri debilmente.

–Vejo. -ela riu.

–Voltando... é melhor acabarmos logo. -me espreguicei.

–Ok. -falou.

Era bem fácil lidar com a Saphira, principalmente por a personalidade dela ser bem diferente da irmã. A única diferença era que o jeito chato e mandão da ruiva foi me conquistando aos poucos. No momento, me sinto um bobo por isso.

–Obrigada. Você foi de muita ajuda. -ela sorriu.

–Você fica bem mais bonita quando sorri. -pus as mãos nos bolsos da calça.

–Obrigada... -ela ficou vermelha.

–Tão parecidas e tão diferentes... -sai dali.

Eu estava indo falar com meus amigos quando vejo a Sophie e o Evan conversando, discutindo ou sei lá o que.

De repente, ouço gritos e um baque meio surdo, alguém deve ter caído ou derrubaram alguma carteira. Me virei para olhar e não sabia se ria ou se matava alguém.

–Ah! Sai! Sai! -a ruiva gritou.

Um bolo de gente caiu no chão e isso foi engraçado, o que me incomodava era o fato do Evan ter caído justamente por cima da minha namorada.

O cara de pau não mexe nem um músculo, e se aproximou da ruiva o bastante para beijá-la, mas apenas um selinho BEM demorado, demorado de mais.

–Você não a ouviu? -o puxei de cima dela.

–O que você quer? -ele me encarou.

–Eu te disse. Fique longe dela. -avisei.

–Ei vocês dois. Parem. -a ruiva ficou entre nós.

–Saia Sophie. -a encarei.

–Não quero que se machuque. -o asiático a puxou para si.

–Sem briga, por favor. -se soltou e saiu como se nada tivesse acontecido, comigo logo atrás.

–Me espere ai. -a segurei pelo braço e ela parou.

–Dylan por que você na tenta ser pelo menos um pouco menos idiota? -me encarou.

–Ahn? Como assim? Você que fica caindo por aí, se agarrando com esses inúteis e eu que tenho que tentar ser menos idiota. Por favor né. -eu estava me controlando para não discutir com ela.

–O que você quis dizer? Por acaso tá me chamando de assanhada, insinuando que eu fico me agarrando com qualquer um por aí? -quase gritou.

–Isso. Quero que você pare de ficar flertando com esses caras por aí. -cruzei os braços.

–Que eu saiba, era você que estava flertando com a Charlotte hoje. -falou.

–Não me venha com essa. Você não é a santinha da história.

–Dylan cale a boca antes que eu faça alguma coisa que me arrependa depois. Ou não. -revirou os olhos.

–Não Sophie. Cale a boca você, é melhor me escutar antes que briguemos.

–Você que está começando uma discussão inútil, seu idiota. -gritou.

–Eu não. Só estou falando o que realmente acontece.

–Você sim. E não me venha com desculpas esfarrapadas, já cansei disso. Cansei de você, cansei de toda essa mentira, cansei de mim... -suspirou.

–Sophie... -me aproximei dela.

–Não chegue mais perto. -colocou as mãos em frente ao corpo.

–Mas... -tentei argumentar.

–Está na hora de acabarmos com essa grande farsa e voltarmos a ser os amigos que sempre fomos. -falou.

–Não faça isso.

–Calado! Não suporto mais. Você queria a Charlotte e aí está ela, se arrastando por você. O que mais você quer? Me destruir? -perguntou.

–Para com essas crises de ciúme besta. Vamos parar de brigar agora, ok? -propus.

–Não Dylan. Quero terminar com você. -me encarou séria.

–Sophie não faça isso.

–Eu não agüento mais segurar essa farsa por mais tempo. Me desculpe, mais é isso.

–Se é isso que você quer. Ótimo. Pra mim está perfeito, posso voltar a ser o cara mais desejado e pegador daqui. -falei irritado.

–Você não muda mesmo hein? -tirou o colar que eu havida dado do pescoço.

–Eu mudei, mas parece que você não percebeu. -a encarei.

Eu mudei por você, sua idiota.

–Não sei Dylan, tá cada vez mais difícil confiar. -riu forçadamente.

–Não confia em mim é isso?

–Isso mesmo. -a campa tocou.

–A partir de agora, estamos oficialmente terminados.

–Estamos. -jogou o colar em mim e saiu.

–Sinto como se tivesse cometido o pior erro da minha vida. -sussurrei e suspirei pesadamente.

Sou um idiota, um verdadeiro idiota. Como pude falar aquilo para a Sophie? Justamente para ela, eu nunca vou me perdoar por isso se ela não me desculpar. É isso, quero me desculpar e voltar com ela. Droga de orgulho. Droga!

(...)

Passei o resto do dia em casa, trancado no meu quarto comendo porcaria e assistindo filmes toscos. Pareço até aquelas garotas apaixonadas em um pós-término de namoro.

Como não tinha nada pra fazer além de ficar me lamentando por aí, fui tomar um banho e ir deitar.

Autora POV

O dia estava triste, o céu nublado, as duas casas em silêncio, os corações partidos tentando se acalmar, o medo de perderem a pessoa amada, o orgulho de admitir o que sentem um pelo outro... ambos os lados estão feridos, mas parece que nenhum dos dois vai ceder.

–Idiota. -foi a última palavra que a ruiva disse antes de adormecer.

–Perdi. Parece que o meu medo se concretizou, acho que estou apaixonado, mas fiz a última coisa que eu queria ter feito. Disse coisas horríveis para a garota que certamente me odeia a uma hora dessas. Não posso fazer mais nada além de conquistá-la novamente. Parece que eu te amo... sua ruiva idiota e birrenta. -sussurrou certo moreno de olhos azuis.

A campainha dos Thompson toca, Dylan corre para atender a porta, na esperança que sua ruiva estivesse depois dela.

–Sophie? -é a única palavra que consegue dizer ao abrir a porta.

–Não. -fala uma voz conhecida e intrigante.

–Quem? -pergunta.

–Eu te quero Dylan Thompson. -a pessoa entra no campo de visão do moreno.

–Você? Por que? -fica apreensivo.

–Não se lembra de quando nos conhecemos a 3 anos atrás? -a pessoa pergunta.

–Não.

–Vou te fazer lembrar. Nem que pra isso eu tenha que me livrar da sua namorada, ou melhor, sua ex-namorada. -riu perversamente.

–Mas por que faria isso?

–Simples. Porque eu estou e sempre fui apaixonada por você.

–Mas eu não. -respondeu frio.

–Você será meu. Por bem ou por mal. -riu e foi embora.

–Espere. -chamou.

–Sim, querido? -se virou.

–Não a machuque, se não...

–Se não o que? Você não pode fazer nada, já perdeu sua garota. Por acaso quer que eu a mande para longe de você?

–Não faça isso.

–Veremos como você irá se comportar. -se aproximou do moreno e lhe deu um selinho.

–Você me enoja. -entrou e fechou a porta.

–Você será meu, querendo ou não. -gritou.

Notas finais
Oi denovo! eae o que acharam? não vou nem falar muito, para deixar vocês mais apreensivos (talvez) mwahahahahahahaha comentem viu povo^^ Beijão