Destiny

2 Capítulo 2


Notas iniciais
oi, espero q gostem desse cap.
fiz uma nova one, mais ja vou avisando, ela é Edward/Leah.
quem quiser conferir
https://www.fanfiction.com.br/historia/184670/One-shot_Diferente_Mas_Ainda_E_Amor.
deem uma chance a one, ficou bem fofa.
se tiver erros me avisem, eu corrigo.

Olhei o lugar ao meu redor, não era conhecido. Espera, foi tudo um pesadelo? Mas... Se foi um pesadelo que lugar é esse?

Bom, é um quarto, com cores claras, amplo, haviam três portas, e diria que são a saída obviamente, o closet e o banheiro.

A porta foi aberta, e o mesmo homem do parque passou por ela vindo em direção a cama em que eu estava. Encolhi-me, sem saber o que viria a gora.

- Esta com medo? Não vou fazer nada com você. Prometo. — Ele falou com um sorriso no rosto.

- Onde estou?- Perguntei como uma idiota olhando seu sorriso.

- Na minha casa, mais precisamente no meu quarto. — Ele explicou.

- Porque estou aqui?

- Você dormiu nos meus braços, não achei legal deixar você lá sozinha, e pelo jeito que você falou ontem sua mãe não vai querer você na sua casa, só quis ajudar.

- Mas, eu não sei seu nome, você nem sabe o meu nome.

- Bom eu me chamo Edward Cullen, e bom... Eu sei o seu porque você estava com o seu enxame de sangue e sua identidade. Desculpe. — Balance a cabeça negativamente.

- Já amanheceu?

- Sim, esta com fome? Precisa se alimentar cuidar de seu filho. – Parecia preocupado com o bebe que eu estava carregando.

- Você por um acaso é medico?- Perguntei retoricamente.

- Estou no ultimo ano da faculdade. -ele disse presunçoso. Arregalei os olhos, quantos anos ele tem?

- Quantos anos você tem?

- Vinte e três.

- Acho melhor eu ir embora não é?- Perguntei já me levantando. Ele segurou meu braço.

- Não, você não vai a lugar nenhum.

- Por quê?

- Porque eu quero ajudar você, ajudar você com essa criança que esta por vir. — O que eu poderia fazer? Apenas o abracei fortemente, tendo o abraço retribuído. Chorei em seu ombro enquanto seus braços me rodeavam e suas mãos acariciavam minhas costas.

- Obrigada, nem sei como te agradecer. Meu Deus, obrigada. – Meus olhos estavam marejados, quando dizem que a mulher fica ais sensível quando esta grávida não é mentira.

- Shiii, não precisa agradecer. – Ele afagou meu cabelo.

Estávamos sentados na cama. Seus braços ainda me rodeavam, meu rosto ainda enterrado em seu peito, tentava acalmar minha respiração.

- Seus pais não vão reclamar de eu estar aqui?- Perguntei erguendo meu rosto e o encarando, ele revirou os olhos.

- Eu não moro mais com meus pais Bella.

- Bella?- Perguntei nunca me chamaram por apelidos.

- O que? Não gostou?

- Não é isso, só que nunca tinham me chamado por apelidos antes.

- Nem seus amigos?

- Eu não tenho amigos. — falei triste, acho que ele percebeu já que ficou caldo por alguns segundos.

- Então vou te apresentar a minha irmã Tânia, tenho certeza que se darão bem.

- Você tem quantos irmãos?

- Tenho dois, a Tânia e o Emmett. Você ira adorá-los.

- Se forem como você. — Falei baixinho, acho que ele não ouviu.

Olhei novamente o amplo quarto, dessa vez meu olhar ficou preso em um dos portas-retratos que haviam na mesa de cabeceira.

Nele havia uma foto de uma mulher, ela sorria, era muito bonita, sua pele era clara e seus cabelos pareciam ter a cor de mel, seus olhos eram claros, tinha um sorriso sincero nos lábios.

- Ela é linda não é?- Ele perguntou baixinho.

- Sim. Sua namorada?- Perguntei, minha voz saiu um pouco sufocada, mas eu queria o que? Edward é lindo, o conheço a menos de um dia completo. Como ele ficou em silencio, me virei o encarando, seu rosto tiinha uma expressão triste, seus olhos marejados.

- Era. Ela morreu.

- Sinto muito. Faz muito tempo?

- Quase um ano. A perdi e perdi minha filha também.

- Sua filha?- Perguntei seu rosto que já estava triste, pereceu ficar ainda mais.

- Lauren estava grávida de cinco meses.

- Como foi que ela... Morreu?

- Acidente de carro, foi minha culpa.

- Como assim sua culpa.

- Liguei pra ela, pensei que ela já tivesse chegado em casa, mas ela ainda estava dirigindo, se distraiu e bateu, morreu na hora.

- Eu sinto muito.

-Mas eu fui castigado. — Franzi a testa sem entender o que ele queria dizer com isso.

- Não entendi.

- Fiquei estéril, não posso mais ter filhos. — Lagrimas caiam de seus olhos, o abracei fortemente, meus dedos em seus cabelos, ficamos assim por alguns segundos.

Era estranho o fato de conhecê-lo há tão pouco tempo, mas me sentir tão conectada com ele. Como se eu o conhecesse a minha vida toda, e com ele eu não me importasse com mais nada. Como seu eu precisasse que ele se sentisse confortável para chorar comigo, como estava fazendo agora. Que ele soubesse que pode confiar em mim.

Ele me encontrou, talvez por força do destino, ou talvez só tivesse que acontecer mesmo. Ele e meu filho agora são tudo pra mim.

- Vem vamos pra cozinha, precisa comer e alimentar o bebezinho que cresce dentro de você.

- Tudo bem. Obrigada novamente por me ajudar.

- Não precisa agradecer. Você esta de quantos meses.

- Dois.

Ele já havia preparado o café da manha, comi um pouco de tudo sob o olhar dele.

- Quando terminar iremos comprar roupas e, tudo ais que você precisar ok?

- Mas eu não tenho dinheiro. — ele revirou os olhos.

- Eu vou pagar Bella.

- Mas você já esta me ajudando tanto e...

- Pode parar de falar baboseiras. Termine o seu café e nem adianta falar, eu não darei ouvidos.

Continuei a comer minha mente agora trabalhando sob outro ponto de vista. Será que ele me ajudava para aliviar a dor de ter perdido a filha? Acho que não, nenhuma outra criança que não seja filha dele vai aliviar a dor que ele deve sentir, e saber que não poderá ter filhos de seu sangue deve ser mais doloroso ainda.

- Posso te fazer uma pergunta Bella?- Ele perguntou após alguns segundos de silencio.

- Claro. — sorri, ele retribuiu com um pequeno sorriso.

- Você me disse ontem lá no parque, que é virgem, mas se você é como...

- Eu não sei, posso fazer qualquer exame que você quiser, sou virgem não tenho a mínima idéia de como posso estar grávida.

- Você realmente não quer falar com sua mãe? Você é maior de idade não é?

- Tenho dezoito, e não eu não quero falar com minha mãe.

-Ok.

- Terminei.

- Então vamos, iremos comprar tudo que você precisa

Sorri enquanto saiamos para comprar as coisas, me sentia tão bem, sentia-me bem com ele.

Compramos de tudo, roupas, sapatos e acessórios, fora produtos de higiene que eu precisaria. Foi divertido, eu nunca havia feito um programa assim.

Notas finais
quero reviews em? posto amanhã mesmo.
bjssss