Destiny

12 Capítulo 12


Notas iniciais
gente desculpa o cap.
ignorem os erros.

Olhei em volta, como se quisesse confirmar que tudo não passou de um pesadelo, querendo sentir os braços fortes de Edward em minha volta, querendo sentir seu cheiro, querendo sentir sua respiração em meu pescoço.

Mas ao olhar tudo soube, não havia sido um pesadelo, havia sido real, ou melhor, é real. Continuava no mesmo quarto pequeno, no mesmo quarto sujo.

Suspirei me levantando, ontem Renée havia voltado, havia trazido algumas coisas e improvisou na arrumação, algumas frutas, alguns sucos em caixinha, varias coisas em que não se precisava de um fogão. Descobri um minúsculo banheiro, fiz minhas necessidades.

Peguei uma maça, eu não estava com fome, mas eu sabia que o Edward não iria gostar nada se soubesse que eu me descuidei na alimentação. Suspirei, como ele estaria agora?

- Odeio ficar sozinha. – Falei para mim mesma.

Como que para me provar que aquilo era mentira, senti um cutucão em minha barriga, fiquei paralisada, e senti novamente, como um pequeno e delicado chute.

Algumas lagrimas desceram por meu rosto, tentei imaginar como seria se eu estivesse em casa com Edward.

- Edward? – O chamei minha voz falhando um pouco devido à emoção. Ele virou-se no mesmo instante.

- Sim?

- O bebê, o bebê mexeu. – Seus olhos se arregalaram um pouco e ele logo veio para o meu lado, colocando a mão em minha barriga.

- Mexe de novo bebê, mexe pro papai. – Ele alisava minha barriga enquanto pedia. E como se para provar que ele estava escutando tudo, o bebê mexeu-se novamente, fazendo Edward me olhar com um sorriso bobo no rosto. Depois de alguns chutes, ele ficou quietinho novamente.

- isso foi incrível. – Eu disse o olhando, ele assentiu, erguendo o rosto para encostar nossos lábios, apenas um encostar, mas com certeza cheio de amor.

Balancei a cabeça, meus olhos marajados, foi tão real. Escutei o som de pneus na estrada, suspirei, aquela doida viria aqui todo o dia? Não bastava me deixar aqui? Longe de Edward?

Logo escutei seus passos, e não demorou muito ate ela aparecer no quarto, tinha um sorriso no rosto.

- Como passou a noite querida? – Ela perguntou, a forma como ela perguntava, parecia tão preocupada, mas preocupada com o quê? Com o bebê?

Não respondi, continuei fitando seu rosto. Queria ter coragem o suficiente para dar-lhe um tapa pegar sua bolsa e tentar encontrar a chave que me libertaria, mas eu tinha medo, muito medo, medo pelo meu bebê.

Ela suspirou, ela sentou-se ao meu lado.

- Você sabe como ficou grávida? – Ela perguntou, apenas assenti.

- Você não tinha o direito de fazer o que fez. – Falei, minha voz dura devido a raiva que eu sentia dessa mulher.

- Você me devia isso. – Ela falou me olhando, vi magoa.

- Eu devia? Eu devia o que? – Perguntei sem entender.

- Você... – Ela apontou o dedo para mim, levantando-se, ficou inclinada para mim, de modo que seu rosto ficasse perto do meu. – Você, por sua causa eu não posso ter filhos, e esse bebezinho que cresce ai dentro será meu, unicamente e inteiramente meu. – Ela sorriu, saindo do quarto. Ofeguei.

Pov Carlisle.

Procurei em meus arquivos. Nada. Tudo que eu tinha sobre Bella e Renée haviam desaparecido, como e por quê? Eram as únicas perguntas que passavam em minha cabeça. Nenhuma enfermeira pegaria nada em minha sala sem minha permissão.

Billy. Suspirei, não queria fazer nada com a cabeça quente, não queria discutir com ninguém. Levantei-me da cadeira. O que eu estava pensando, era meu neto, e meu filho estava sofrendo, minha família sempre estará em primeiro lugar.

Sai de minha sala, a sala de Billy, ficava perto da minha, separadas apenas pela do doutor Bruno. Dei algumas batidas, e ouvi um entre. E assim eu fiz.

- Carlisle, amigo. Deseja algo? – Ele perguntou normalmente.

- Sim, eu gostaria de saber, se você tem a ficha de uma de minhas pacientes. – Perguntei calmamente. Ele ficou um pouco mais banco mais logo se recompôs.

- Hum, porque eu teria?

- Você também cuidava dela.

- Ah, e qual é?

- Isabella Swan. – Ele parecia fingir pensar o nome.

- Não me lembro de nenhuma Isabella. – Ele falou naturalmente, mas sem me olhar, suspirei não queria brigar e isso não seria adequado.

- Tudo bem, vou ver na recepção, eles sempre tem alguns arquivos extras. – Falei dando de ombros tentando passar uma imagem mais relaxada, ele assentiu desinteressado. Estranhei isso.

- Ok.

- Então, ate qualquer hora. – Falei me retirando da sala, fui a minha rapidamente quando senti o celular vibrar em meu jaleco.

- Filho? – Atendi quando entrei em meu consultório.

- Conseguiu pai? Conseguiu o endereço daquela mulher? – Sua voz era contida, eu tinha certeza de que ele fazia força para não gritar.

- Desculpe filho, as fichas que eu tinha sumiram, falei com Billy e ele negou ter pego, estava indo a recepção para verificar se eles estão com elas, ou fichas extras.

- Droga, tudo bem pai, por favor vai logo lá e me liga em seguida. – Ele encerrou a ligação em seguida.

Meu filho estava muito preocupado, estava com muito medo que ele terminasse adoecendo, sabia que ele não andava se alimentando muito bem, mesmo toda a família tendo insistido que ele fosse ficar em nossa casa durante o tempo em que Bella ficasse desaparecida. Mas sua resposta fora categórica : eu não posso sair daqui, e se a Bella sair de lá? E se ela vier aqui? Eu preciso ficar aqui.

Sai de minha sala disposto a conseguir o endereço de Renée.

- Doutor Cullen. – Cumprimentou-me uma das recepcionistas.

- Olá Samantha. – Disse com uma voz educada.

- Posso ajuda-lo em algo?

- Preciso da ficha de uma ex paciente. – Ela me olhou de uma forma estranha. – Acho que o caso dela pode haver algumas complicação, preciso rever alguns exames que fiz, para poder avisa – lá. – Inventei uma desculpa rapidamente, ela assentiu sorrindo.

- Qual o nome da paciente?

- Isabela Swan. – Ela digitou rapidamnete no computador, e logo olhou-me franzindo a testa.

- não tem nenhuma Isabela Swan doutor.

- hum, então Renée Swan. – Novamente ela digitou e balançou a cabeça negativamente.

- Sinto muito doutor, mas não tem registros dessas pacientes, tem certeza que os nomes estão certos?

- Tenho, mas está tudo bem. Obrigada. – Caminhei novamente para minha sala. Não estava na recepção, mas agora eu sabia onde estava.

Entrei em meu consultório e o tranquei rapidamente, peguei uma chave que ficava comigo, e abri a ultima gaveta de minha mesa. Nela havia um fundo falso e nele continha um enorme caderno, eu fazia varias anotações, sempre de pacientes que tinham casos estranhos, tudo pessoal, nunca mostrei a ninguém.

Peguei outra chave e abri o cadeado que o fechava, funcionava como um diário, mas era bem mais fortes.

Fui até umas das ultimas paginas, o caso de Isabella, tão estranho que era um dos maiores, anexado a uma das paginas, a ficha dela, incluindo o endereço onde ela residia com a mãe.

Saquei o celular do bolso, e fiz a ligação rapidamente no segundo toque ele atendeu.

- Filho, encontrei o endereço.

Notas finais
hey, sou mt legal né? ia postar amanhã mais adiantei.
espero q vcs deixem reviews. porque dessa vez eu fui legal, mas da proxima... eu juro q passo uma semana sem atualizar a fic.
bjssss