Destiny

14 Capítulo 14


Notas iniciais
oieee, espero q gostem do cap.
e desculpem qualquer erro.

Pov Emmett.

Eu com certeza não sabia o que fazer, estava dividido em três partes.

Primeira : correr até meu irmão agora caído ao chão.

Segunda: Dar alguns socos até quebrar totalmente a cara do imbecil, que deu um tiro em meu irmão.

Terceira: Ver o que estava acontecendo com Bella.

Por fim desistindo peguei o celular rapidamente. E liguei para a única pessoa que poderia ajudar nesse momento.

- Pai?

- O que foi Emmett? Aconteceu algo?

- Pai o Billy, ele... Ele atirou no Edward. – Só escutei o seu ofegar do outro lado da linha. – Pai eu não sei o que fazer, eu... Eu não sei o que fazer.

- Traga-o para o hospital, o mais rápido que puder, já terei tudo preparado, os médicos o atenderão quando chegar, mais seja rápido.

- Ok.

Ah droga, a Bella esta acorrentada.

Fui até o cara que estava encolhido no canto do quarto.

- Onde esta a chave? – Perguntei com raiva, não obtendo resposta dei um murro em seu rosto, escutei um estralo então provavelmente quebrei o seu nariz.

Ele apontou o bolso, com uma expressão de dor. Peguei rapidamente indo até Bella que chorava tocando o rosto de Edward, abri a corrente que ficava em seu tornozelo.

Peguei no bolso do Edward as chaves do carro.

- Bella, destranque as portas traseiras, o levaremos ao hospital agora. – Ela estava tremendo quando pegou a chave, e saiu do quarto tropegamente.

Apoiei os braços de Edward em meu pescoço, e ergui a maior parte de seu peso, estava saindo do quarto quando me lembrei do infeliz que havia feito isso.

Olhei bem em seus olhos.

- Isso não vai ficar assim, se prepare. – Falei ameaçadoramente sai da cabana carregando Edward, Bella já havia aberto a porta, o deitei nos bancos. Bella deu a volta e sentou-se atrás mesmo, colocou a cabeça dele em seu colo. Corri para o lado o motorista já ligando o carro. E partimos em direção ao hospital.

O caminho inteiro Bella chorou.

- Calma Bella ele vai ficar bem. – Disse sem ter certeza de minhas próprias palavras.

- É minha culpa. – Ela disse gaguejando.

- É claro que não é sua culpa, foi apenas um descuido, não precisa ficar sofrendo. Vaso ruim não quebra. – Falei tentando distrai — lá, mas não deu certo.

Ela não falou mais nada, porque chagamos ao hospital, meu pai já vinha com mais três enfermeiros que estavam com uma maca, e logo se puseram a retirar Edward do carro, o colocaram na maca e entraram as pressas no hospital.

Entrei com Bella devagar, ela chorava.

Mal entramos e logo surgiu uma medica, ela faria exames para saber se estava tudo bem com Bella e com o bebê.

Aproveitei o tempo sozinho e liguei para mamãe, ela ficaria tão preocupada.

- Mãe?

- Não Emm, Tânia.

- Tânia, vou ser direto. Eu estava com o Edward seguindo o Billy para encontrar a Bella, daí quando encontramos o Edward brigou com ele, e depois o Billy atirou no Edward, estamos no hospital que papai trabalha.

- O quê? Eu estou indo para ai, e a mamãe também. Ele ta bem? Corre algum risco?

- Disso eu não sei, só quando o papai vier dar noticias.

- Daqui a pouco chego ai. Tchau.

Desliguei o aparelho e sentei-me em uma das cadeiras, torcendo para que tudo terminasse bem.

Pov Renée.

Eu sabia que estava sendo seguida, na verdade eu não desconfiava, afinal um carro parado perto de minha casa não significa nada, mas quando ele me segue para o mercado e depois de volta para casa, boa coisa não significava.

Liguei para Billy, ele teria que me ajudar, ele também queria nosso bebê.

Isabella realmente era pior do que imaginei, deve ter arrumado um cara rico, dormiu com e ele e deve estar fazendo-o pensar que o filho é dele.

Uma cobra, aquela vagabunda. Por culpa dela eu perdi o meu bebê, por culpa dela eu não posso ter filhos.

Tudo porque Charlie preferiu a outra.

Flashback on:

- Eu já disse Renée, não me procure mais, eu amo Heidi. No que se tratar da criança pode contar comigo, ele não tem culpa de nada, mas agora eu formarei uma família com Heidi, e terei minha filha, e terei esse filho que você carrega.

Ele falou me encarando fixamente, era duro ouvir aquelas palavras, o homem que você ama falando isso então...

- Isso não vai ficar assim Charlie. – Eu jurei quando ele virou as costas.

- Tenho que ir, Isabella nasceu ontem, quero ficar com minha mulher e com minha filha, se precisar de algo me ligue, mas se for sobre nós me esqueça. Ah e antes que eu me esqueça, não tente nada contra Heidi ou Isabella, está me ouvindo? Eu te mato se for preciso.

Saiu me deixando sozinha no meio da rua, quando seu carro saiu de vista, não pude controlar que mais lagrimas viessem. Elas banhavam meu rosto.

- Você me paga. – Sussurrei mais para mim mesma.

Do nada senti uma pontada em minha barriga, muito forte, olhei pra baixo e vi sangue escorrendo em minhas pernas. Não eu não posso perder meu filho, não posso perder meu filho.

A escuridão me tomou.

Parecia que havia se passado muito tempo, eu estava em uma cama, um quarto branco, e alguns fios em mim. Eu estava em um quarto de hospital.

Não demorou e uma enfermeira entrou no quarto e sorriu pra mim.

- Você acordou, isso é bom, irei chamar o medico. – Ela deu as costas, pronta para sair do quarto.

- Espere, e meu filho? Ele está bem? – Perguntei com a voz meio trêmula. Ela virou-se com um pequeno sorriso.

- Chamarei medico, ele poderá responder todas as suas perguntas. – Virou-se novamente saindo do quarto.

Aquilo não podia significar uma coisa boa, passei a mãos por minha barriga.

Meu olhos se encheram de lagrimas, quando eu não senti o volume ali. Eu só tinha cinco meses de gravidez, talvez o meu bebê pudesse ter se salvado não é? Talvez ele esteja bem, em uma incubadora, mas pode se salvar. É isso, meu bebê esta bem, ele só deve estar fraquinho, por isso a enfermeira não quis falar nada.

Sorri limpando as lagrimas, estava tudo bem, talvez ele precisasse ficar um tempo aqui no hospital, eu não me importava de vir visitá-lo. Eu estava louca para amamentá-lo.

Como será que ele era? Parecido comigo ou com Charlie? Eu nem havia decidido seu nome, precisava de um urgente, queria registrá-lo logo. Mas que nome? Ethan ou Enzo? Eu ficaria com um deles.

Deixei esses pensamentos de lado quando o medico entrou no quarto.

- Como vai Renée? – Ele perguntou olhando algo no monitor ao meu lado e anotando em sua prancheta, em seguida me olhou.

- Estou bem, mas e meu filho? Quando poderei vê-lo? Ele esta na incubadora não é?

- Renée, não poderá vê-lo.

- Mas porque ele é meu filho, eu exijo vê-lo, ele está na incubadora, é por isso? Mas eu posso ir até lá, só quero vê-lo.

- Renée, eu sinto muito, mas seu filho não resistiu, ele morreu. E eu me sinto obrigado a lhe falar isso, sei que vai se rum golpe ainda mais difícil pra você mais seja forte, você teve um aborto espontâneo, e por causa dele, você não poderá mais ter filhos. Eu sinto muito.

- Isso é uma brincadeira certo? – Eu sentia inúmeras lagrimas caindo de meu olho, meu sonho estava caindo diante de meus olhos.

- Eu sinto muito, tentamos salvar seu filho, mas foi impossível, quando fizemos a operação e o tiramos, ele já estava morto, e não tivemos escolha. Devido ao aborto você ficou estéril, eu sinto muito, isso não a impede de ter filhos, a senhora pode adotar e...

- Sai daqui. – Gritei descontrolada em meio ao choro.

- Se acalme.

- Sai daqui agora. – gritei novamente, ele se retirou do quarto deixando-me sozinha.

Flashback off:

Limpei algumas lagrimas que insistiam em cair enquanto lembrava da pior época de minha vida.

Naquele mesmo dia eu jurei vingança. E assim fiz, depois de sair daquele hospital matei Charlie e Heidi. Pobrezinhos, não verificaram os freios do carro...

Felizmente não estavam com Isabella.

Depois entrei com um processo pela guarda dela, eu não a queria realmente, só queria um filho, e não era ela, ela me daria um.

Sai de meus pensamentos quando a campainha tocou, a abri me surpreendi a ver Billy, ele estava todo machucado, seu nariz sangrava um pouco. Dei espaço para que ele entrasse. Depois de sentado no sofá ele me olhou.

- O que aconteceu? – Perguntei sentando-me ao seu lado.

- Me seguiram, eram dois caras, eu não tinha percebido, entraram na cabana e um deles me bateu, levaram Isabella.

- Oh droga Billy. – Gemi de desgosto, mas não teria problema, eu a pegaria novamente.

- Não contei a pior parte.

- Então fala.

- Atirei em um dos homens, acho que o matei.

- Você é um idiota completo Billy, e agora? Você pode ser preso. – Falei já me levantando, isso estragaria o meu plano.

- Vamos fugir Renée recomeçar, eles não terão provas contra mim. Vamos fugir. – ele levantou-se também agarrou meu braço.

- Mas e Isabella? E meu sonho Billy? – Reclamei choramingando.

- Ela não é a única que pode te dar um filho Renée, podemos adotar uma criança, podemos pagar uma barriga de aluguel. – Ele falou calmamente.

- Eu não sei. – Falei balançando a cabeça, eu sabia que ele tinha razão, mas depois de tudo que passei seria justo abandonar tudo assim?

- Olhe Renée, você sabe que eu te amo, mas preso eu não vou, quero fugir, e irei com ou sem você.

- Tudo bem Billy, iremos fugir hoje mesmo. – Me decidi, não queria ficar sozinha novamente. Poderia recomeçar minha vida com Billy, e quem sabe um dia eu não voltava e pagava o filho de Isabella?

Notas finais
só eu q fiquei com dó da Renée? puxa gente ela sofreu pra caramba...
povo, volto a dizer q estou decepcionada, 83 pessoa lendo, eu ñ recebo 20 reviews por cap. tsc tsc tsc. ñ si o que fazer com vcs.
comentem, recomendem favoritem, mostre-me q estão ai.
bjsssss