Notas iniciais
Oiiii gentee!!! Saudades? Bom ,sem mais enrolações vamos logo p/ o Kapitel 19 e espero que não me matem ao acabarem de ler... Küsse

Raymond dirigiu até a casa de Isabelle e assim que a buscou, voltaram para a casa dele em silencio. Ela podia notar certa inquietação em Raymond mais não ousara dizer nada, afinal tinha muita coisa para que eles conversassem.

Quando finalmente chegaram, desceram os dois juntos do carro e entraram na grande casa e seguindo diretamente para a sala. Raymond se serviu de um pouco de vinho e se sentou em um dos sofás e Isabelle se sentou no outro à frente dele, a ponto de se encararem.

— Belle eu queria...

— Espera Ray! – ela cortou-o – Tenho que te contar uma coisa muito importante.

— Então fale.

— Você sabe que eu te amo, não é?

— Sei.

— E você também me ama, não é?

— E você ainda tem duvidas disso? É obvio que eu te amo.

— Bom...

— Sem rodeios Belle – disse bebendo um pouco do vinho.

— Ray... Você está preparado para...

— Ser pai?

Ela olha-o espantada – Como você soube?

— Não soube, apenas adivinhei – dando um leve sorriso.

— É isso mesmo, eu estou grávida e...

— Espera que eu, tenho algo para você.

Raymond se levanta e pega algo em cima da estante, uma pequena caixa para ser exato e vai à direção de Isabelle e se ajoelha diante da mesma.

— Isabelle, você gostaria de passar o resto dos seus dias ao lado desse mero atirador de elite? – abrindo a pequena caixa e revelando o anel – Casa comigo?

Os olhos dela encheram-se de lágrimas e a resposta dela foi um longo beijo apaixonado, assim que se distanciaram, ficaram encarando-se por alguns segundos.

— Ray...

— Sim, minha noiva?

— É que eu tenho mais uma coisa para te contar.

— O que? Você não quer casar comigo?

— Não é isso, eu quero e muito me casar com você, mas eu quero falar sobre a gravidez.

— Casaremos antes que sua barriga apareça, será melhor para você.

— Não é esse o problema e eu até gostaria de me casar com o barrigão à mostra.

— Então o que é?

— Eu estou grávida...

— Hum...

— De gêmeos.

Raymond quase caiu para trás ao escutar tais palavras, ser pai de uma criança era uma notícia que poderia matá-lo pelas mãos da própria mãe, mas gêmeos poderia matá-lo duas vezes e com direito a tortura.

Raymond ficou pensativo durante alguns segundos, fazendo Isabelle preocupar-se com a reação dele. Quando ele finalmente voltou a si, Richard e Rachel desciam as escadas com um ar de curiosidade, pois sempre vira Raymond com cara de idiota, mas nem tanto quanto naquele momento.

— Isabelle o que você fez para deixar o Ray desse jeito? – Rachel pergunta se aproximando do irmão – ele está com uma cara de bobão, pior que a tradicional.

— Esse aí realmente não puxou muito bem a linhagem dos Mustang – dizia Richard indo se servir de alguma bebida.

— Calma gente, também não é assim.

— Claro que é, olha a cara que ele está fazendo – Rachel apontava para a cara de Raymond.

— Ele deve estar assim pelo choque de saber que eu estou grávida.

— Sério?!

— Sério, e ainda por cima de gêmeos.

Raymond finalmente desmaia, fazendo todos ali presentes correrem até ele e tentarem acordá-lo. Depois de deitarem Raymond no sofá e encherem a cara dele de tapas para acordá-lo, finalmente conseguiram.

Raymond ficou analisando tudo que acabara de escutar durante algum tempo, como ele poderia dar essa notícia a sua mãe? Ela com certeza o mataria ou faria algo bem pior a respeito.

— Ray você está bem? – Isabelle se aproxima preocupada.

— Estou meu amor... Foi apenas informação demais em um único dia.

— Deixa de ser mole Raymond! Por acaso você não é um Mustang? Eu vou ter o meu segundo filho e não fico desmaiando por aí feito um idiota.

— Mas você não teve os dois de uma vez só.

— Em compensação foi com duas mulheres diferentes.

— Mas o detalhe que você se esquece, é que os pais da Isabelle são atiradores e se bem me lembro à família da Simone não te matou por que não sabiam da gravidez dela e os pais da Violet não fizeram nada com você por pura sorte.

— Azar o seu, quem mandou gostar de uma mulher com pais atiradores e que são amigos da nossa mãe?

— Pronto! Aí mais uma coisa para me matar, se os pais da Isabelle não me matarem a mamãe vai!

— Mamãe não mata ninguém, mas o tio Havoc...

— Querem parar com isso! – Isabelle os interrompe – Ray, nós vamos nos casar, não tem que temer os meus pais por que eu estou grávida! A culpa disso não foi só sua, eu também tenho uma energia muito grande e que por causa disso... Aconteceu.

— Eu não te culpo amor, mas é que quando os seus pais souberem...

— Ray, eles já sabem.

— O.o! E por que não me mataram ainda?

— Se você não me pedisse em casamento, eles te obrigariam a se casar comigo, pois disseram que a filha deles não iria ficar mãe solteira.

— Ainda bem que eu te amo demais para ameaças.

— Concordo – se inclinado no sofá para beijá-lo.

Richard e Rachel saíram da sala de fininho para deixar o casal a sós e subiram as escadas, o mais rápido que conseguiam. Pararam no corredor e começaram a rir de tudo que acabara de ocorrer na sala.

— Rich...

— Fala maninha.

— Se você estiver pensando mesmo em ir para o leste, como a Violet vai ficar?

— Eu não sei e nem pretendo descobrir.

— Como assim? Você vai abandoná-la sem mais e nem menos?

— Não, vou deixá-la aos cuidados dos pais dela e tudo que o meu filho precisar eu vou providenciar.

— Ou seja, você no leste e a Violet com seu filho aqui na central? Não acha que isso é estranho para uma criança recém nascida?

— Eu não me importo com o que meu filho vai achar, eu não quero ser obrigado a ficar com a Violet por causa dele – ele começa a se enfurecer – e se por algum acaso isso vier a acontecer eu farei da vida da Violet um verdadeiro inferno.

Ele sai raivoso de perto da irmã e vai para o quarto. Rachel ficou ali parada no corredor e notando quanta mágoa Richard guardava em seu peito, e que isso não iria acabar nada bem.

Na manhã seguinte, enquanto Riza e Roy tomavam o seu café da manhã, se surpreenderam ao ver Richard descendo as escadas e acordado àquela hora do dia.

— O que houve com você filho caiu da cama? – Riza perguntou irônica.

— Não, apenas preciso resolver alguns assuntos pendentes.

— E você poderia me dizer o que é?

— Vou falar com a Violet sobre a minha transferencia para o leste.

— Tem certeza de que quer mesmo fazer isso? Você se esforçou muito pra vir até a central e agora quer voltar para o leste. – disse Roy sem desviar a atenção do jornal.

— Pai, nós sabemos o quão tranqüilo é o leste e eu tenho saudades do meu trabalho por lá, era bem menos burocrático e já conheço todos por lá...

— Isso não é uma desculpa para fugir da Violet é?

— Também é uma alternativa, unir o útil ao agradável e convenhamos vai ser melhor para o Nicolas crescer em um lugar calmo como o leste do que aqui na central.

— Isso eu não posso discordar, mas como fica o seu outro filho? – Pergunta Riza.

— Eu não acho que a Violet seja alguma doida que vai matar o meu filho, eu vou aparecer aqui na central uma vez por mês para vê-lo e ver vocês.

— Espero que saiba o que está fazendo.

— Pode ficar tranqüila que eu já sou bem grandinho.

Após o rápido café, Richard sai de casa e vai para a residência dos Elric. Chegando lá, ele estaciona o carro e bate na porta, sendo recebido por Winry.

— Oi tia Winry! Posso entrar?

— Oi Richard, pode sim entre, por favor. – abre passagem para ele – tome café conosco.

— Obrigado, mas eu já tomei o meu café hoje.

— E o que te traz tão cedo por aqui?

— Eu vim conversar com a Violet sobre o nosso filho.

— Você vai adorar saber a notícia que ela tem para você, espere um pouco que eu vou chamá-la.

Winry vai a busca da filha, deixando Richard sozinho na sala apenas observando algumas fotos antigas de família. Richard estava distraído observando aquelas fotos e se lembrando de seu passado, mas sua atenção fora desviada para o loiro que o olhava da porta.

— O que faz por aqui rapaz?

— Oi para você também tio Ed.

— Você ainda não respondeu a minha pergunta.

— Eu vim falar coma Violet.

— É sobre a sua transferencia?

— Isso mesmo, eu quero informá-la pessoalmente.

— E o que vai fazer em relação a ela e meu neto?

— Acho que isso é problema meu papai – disse Violet entrando na sala.

— Filha...

— Deixe-nos a sós, pois pela cara do Senhor Mustang parece ser importante.

— Tudo bem querida, mas se esse cara fizer algo para você...

— O que tinha para acontecer já aconteceu, não tem mais que se preocupar com nada.

— Tudo bem, eu confio em você.

Ed saiu da sala e os deixou sozinhos se encarando. Richard se jogou no sofá sem cerimônias e Violet apenas se sentou no sofá à frente dele. Ficaram em silêncio durante alguns instantes se encarando até que Richard decidiu quebrar aquele silêncio.

— Como está a gravidez?

— Indo bem.

— Já sabe se é menino ou menina?

— Já.

— Então?

— Menino.

— Que bom. – ele disse sem muito animo.

— Era só isso?

— Não, eu vim te comunicar algo.

— Então diga.

— Vou me mudar para o leste dentro de um mês.

— E como fica nosso filho?

— Aos seus cuidados.

— Não vai nem querer vê-lo nascer ou acompanhar a sua infância? – ela perguntava um pouco indignada.

— Não vejo muita importância nisso, e virei vê-lo uma vez por mês e antes que eu me esqueça, caso precise de algo não se importe em me pedir.

— Tudo bem, mas e se precisar da sua presença quando eu der a luz, como eu faço?

— Chame aquele idiota com quem você me traiu, eu não tenho estômago para ver um parto.

— Mas vai ser o parto do seu filho.

— E daí? Nem o do Nicolas eu vi, quem dirá deste que vai nascer.

— Você me odeia tanto assim?

— Eu não te odeio...

— Não!

— Não, eu tenho nojo de você.

— Richard...

— Bom, era só isso.

— Você já vai?

— Vou, tenho um compromisso muito importante com duas belas senhoritas.

— E pretende que eu fique aqui? Grávida de um filho seu e tendo que escutar que você vai sair com outras mulheres?

— Pelo menos eu estou dizendo, melhor que você que me escondeu que estava saindo com outro cara. (N/A: Esse aí puxou a Riza no quesito: patada)

Violet não consegue responde-lo, fica parada sem ação em sua frente e Richard por sua vez se levanta e vai à direção da cozinha, ele iria se despedir de Winry antes de sair. Violet ficou sozinha e pasma na sala, não entendendo o porquê Richard fazia tudo aquilo com ela.

Na cozinha, Richard se aproxima da geladeira e a abre, sem qualquer cerimônia e pega um bolo que estava na geladeira e o coloca sobre a mesa, em seguida se dirige a prateleira para buscar um prato. Winry apenas o observava e quando ele se sentou pra comer o pedaço de bolo que havia pegado, e se sentou na frente dele.

— A Violet tem sentido muitos desejos ultimamente.

— Sério? – coloca o bolo na boca – Que tipo de desejos?

— Come tudo que aparece na frente, outro dia ela comeu morangos com cobertura de sorvete dentro de um pão francês.

— Nossa!

-E desde o dia que ela descobriu que o bebê vai ser menino, ela não para de pensar em alguns nomes que combinem.

— Combinem com o que?

— Com o seu sobrenome, ela me disse que você queria que o bebê tivesse Mustang no nome.

— Hum... Lembro-me vagamente disso.

— Você tem preferência por algum nome Richard?

— Nenhum em especial, mas desde que essa criança tenha saúde o nome vai ser o de menos.

— Você tem razão, mas me diga o que tanto você queria conversar com a Violet?

— Ah! Eu vim dizer para ela que eu vou me mudar para o leste no mês que vem depois do casamento do Raymond.

— O QUEEEE???? O RAYMOND VAI SE CASAR E VOCÊ VAI PARA O LESTE???

— É.

— Mas por que você vai voltar para lá?

— Lá é bem mais calmo e eu já conheço todos, e também vai ser um lugar mais calmo para o Nicolas crescer, e nós podemos passar mais tempo juntos.

— Quem diria que você se tornaria um pai tão zeloso... E a Violet com o bebê?

— Eu vou vim à Central uma vez por mês, assim aproveito pra ver meu filho.

— A Violet já sabe que ela não está nos seus planos?

— Não sei, mas deixei a entender isso a ela.

Richard acaba de comer o bolo e se levanta para ir embora, ou pelo menos para o seu compromisso com algumas mulheres. Ele saiu da casa dos Elric e foi se arrumar, enquanto isso Violet observava cada movimento dele ao sair de sua casa pela janela, sem ao menos dizer nada, pois estava muito deprimida para isso.

Richard chegou à sua casa, tomou um banho bem demorado, se perfumou inteiro e saiu porta a fora trajando uma roupa que com toda a certeza faria as mulheres de toda a central morrer quando ele passasse. Ele estacionou o seu carro em frete a um de seus bares favoritos, que era bem próximo à praça da cidade.

Durante meia hora Richard bebeu sozinho, queria pensar um pouco nos problemas que tinha e nos estavam por vir. Não demorou muito para que duas belas damas, com vestidos – diga-se de passagem – na altura de suas coxas, estas reconheceram Richard de imediato e foram cumprimentá-lo.

Richard vira-se para olhar quem falara com ele – Ora, ora! O que temos aqui... As melhores estrategistas de todo o leste, bem aqui na central.

— Para você ver Tenente-Coronel...

— Agora eu já sou Coronel.

— Isso que dá ter pai Führer e mãe Capitã.

— Deixa de besteiras Anna e sentem-se comigo, quero saber como andam as coisas.

— No leste o mesmo inferno de sempre.

— Como sempre, mal humorada hein Debye.

— Você não viu nada Rich, ela ta na seca faz duas semanas.

— E eu estou aqui para o que?

As duas Riram.

— Soubemos que você virou papai, é verdade?

— É sim, tenho um filho de dois anos e um deles ainda está para nascer.

— Então quer dizer que você está comprometido? – Debye olhava-o tristonha.

— Que nada, fiquei viúvo ha pouco tempo.

— E como pode ter um filho para nascer se a sua mulher está morta?

— Eu tive o segundo com uma mulher diferente, mas nada para preocupá-las garotas, eu estou solteiro na praça e vou voltar para o leste.

— Sério Rich?! – as duas disseram juntas com os olhinhos brilhando.

— E eu diria uma coisa dessas à toa?

— Então vamos comemorar! – disse Anna, já sentando no colo de Richard – E eu quero tudo que eu tenho direito nesta comemoração.

- E eu? – disse Debye fazendo bico.

— Calma Debye! Têm Richard Mustang para as duas. – disse puxando Debye pela cintura e fazendo-a se sentar ao seu lado – e podem ter certeza de que eu não irei decepcioná-las.

Eles colocaram o papo em dia sobre as novidades do leste e da central, o que cada um havia feito desde que Richard fora transferido para a central. Papo vai e papo vem bebida vai e bebida vem que em menos de três horas eles já estavam completamente bêbados.

(N/A: uma pequena observação, eles estavam enchendo a cara em plena luz do dia e provavelmente era na hora do almoço)

Richard pagou a conta, como todo bom e educado cavalheiro e levou com sigo para o carro as duas mulheres. Anna era uma loira de 1,70cm, belos olhos verdes e corpo escultural assim como a sua irmã mais nova Debye que era ruiva de 1,65cm e olhos dourados, a diferença de idade de ambas era apenas de um ano.

Quase derrubando todos os postes que se encontravam pela frente ¹, até chegar ao motel ele já tinha derrubado uma dúzia de latas de lixo pelo caminho e atropelado pelo menos um gato na rua, mas chegaram a salvo no bendito motel.

Eles chegaram como um emaranhado, os três enroscados entre pernas e braços em beijos e carícias incessantes. As garotas empurraram Richard para a cama, jogando-o completamente sobre a mesma e subindo em seguida, sem deixar que as carícias entre eles terminassem.

Anna era a mais ousada das duas, ela dançava sensualmente enquanto descia o vestido pelo seu corpo, enquanto Debye fazia questão de tirar as roupas do moreno. Richard não se contentava em apenas olha-las, ele tentava habilmente retirar o bolero de Debye enquanto puxava Anna com o outro braço.

Richard finalmente retirou o bolero de Debye e junto com a peça de roupa, retirou outra, e mais outra e outra... Até que finalmente as duas estavam nuas diante dos olhos atentos do moreno, que só de olhá-las parecia um leão indo devorar a suas presas.

Por causa da bebida, Richard já estava “alegrinho” por assim dizer e começou a fazer um strip tease para as garotas que gritavam a cada peça de roupa dele que era retirada. Assim que as roupas dele se esgotaram e ele estava completamente nu, se jogou de encontro com as mulheres que estavam deitadas na cama a sua espera.

Enquanto Richard abocanhava os seios fartos de Debye, com a outra mão ele tocava a intimidade de Anna, primeiro com leves toques e com o passar do tempo ele enfiada o dedo na cavidade da mulher.

Anna chupava o pescoço de Richard como se fosse uma verdadeira vampira, enquanto sua irmã acariciava o membro rijo do moreno, fazendo movimentos incessantes com as mãos que logo foram ocupadas pela língua de Anna.

Eles estavam em um verdadeiro emaranhado de pernas, braços, corpos no geral. Não se sabia ao certo onde começava um e terminava o outro, a única coisa que se sabia daquilo tudo era do prazer que isso lhes proporcionava. Em meio às carícias, Richard se levantou sem mais e nem menos, deixando as garotas se possuindo na cama.

Ele foi até o banheiro e lá encheu uma enorme hidromassagem e dentro da mesma jogou alguns sais de banho e algumas pétalas de rosas – para alguém bêbado, ele é bem romântico – e em seguida voltou para o quarto, mas parou alguns instantes na porta.

Richard observava que mesmo sem ele naquela cama, aquelas mulheres se satisfaziam muito bem, ele nem notara quando foi que um vibrador entrou na conversa. Via as mulheres com quem estava se masturbando incessantemente enquanto ele não chegava, elas estavam o excitando ainda mais do que já estava.

Quando uma delas notou que Richard apenas as olhava, começou a chamá-lo com uma das mãos e foi correspondida, pois o moreno não esperou nem um segundo para ir de encontro a elas. Ele se jogou no meio delas, abocanhando o seio de uma e apertando o seio de outra.

Depois de mais algumas carícias, Richard as convidou a tomarem um banho junto com ele e elas mais que depressa aceitaram. Ambas saíram correndo na direção do banheiro na frente do moreno, que estava um pouco sem fôlego depois de tantos aquecimentos.

Richard não conseguia mais agüentar continuar apenas com algumas carícias, ele precisava por o seu “amigo” em ação. Ele entrou na banheira junto com as suas adoráveis amigas e ao se aproximar de Anna, já foi logo direto ao ponto.

— Sabia que vocês estão me fazendo latejar de desejo? – dizia com um sorriso malicioso em sua face.

Anna se aproximou ainda mais do moreno e colocou a sua boca bem perto da orelha dele – Então por que você também não me faz latejar de prazer? Se não fosse pela água, você já teria me visto toda molhadinha.

— Se é assim... Aí vou eu!

Continua...

Notas finais
1: BiahTh, sem ofesas oa te chamar de poste, mas pq vc tinha q ficar paradona lá e deixar o Rich bêbado ir atrás de vc?Gente tenhu uma pequena dúvida e queria a ajuda de vc's, o Kapitel 21 que era p/ ser o último está mto comprido e eu nem acabei ele ainda... vc's querem um kapitel 22 ou que o Kapitel 21 tenha duas partes q vão ser postadas no mesmo dia encerrando a fanfic?Esperando anciosa pela resposta de vc's.Küsse, danke!