Destinos das Próximas Gerações -
13 Kapitel 13
Notas iniciais
Oiiiii gente!!!
Olha o presentinho de Natal...Kapitel 13!
Bom, eu vou demorar um puquinho agora para postar o próximo, mas em breve estou de volta.
sabem como é? Natal, ano Novo...festas no geral e é uma correria.
Era isso, Bjsss e um Feliz Natal para todos e continuaem lendo a minha fic.
Olha o presentinho de Natal...Kapitel 13!
Bom, eu vou demorar um puquinho agora para postar o próximo, mas em breve estou de volta.
sabem como é? Natal, ano Novo...festas no geral e é uma correria.
Era isso, Bjsss e um Feliz Natal para todos e continuaem lendo a minha fic.
Depois de tanto Richard insistir Violet acabou dormindo na casa dos Mustang, tomou banho e colocou uma camisola de Riza, depois foi para o quarto de Richard que estava deitado na cama apenas a esperando.
— Você demora muito para tomar um banho sabia? — Eu não sou gato e muito menos alquimista das chamas para temer a água. — Isso foi uma indireta? — Não, foi bem direta mesmo. – ela ria. — Besta, mas bem que você gosta quando eu te faço pegar fogo. — Shiiiii – ela pulou em cima dele e colocou a mão sobre sua boca – quer que os seus pais escutem, ou pior que sua irmã ou filho escutem essas coisas? Ele tirava a mão dela de sua boca — Minha irmã não, mas para o meu filho não tem problema, mais cedo ou mais tarde ele vai ter que aprender esse tipo de coisas. — Machista. — Por quê? — Direitos iguais, se vocês homens tem o direito de fazer quando quiserem nós mulheres também temos esse direito. — Até parece. — E por que não? Ou você queria perder a sua virgindade com uma velha? — Não é isso, é que a Rachel é muito nova e é a minha irmã. — E eu sou irmã do Gregori e ele não ta nem aí para mim. — Ele sabe que você está em ótimas mãos quando está comigo. — E quando a sua mãe ficou com o seu pai? Também não podia? — É claro que não, por isso meu avô brigou com o meu pai. — E como você sabe disso? — Meu pai me contou. — Teve briga? – ela estava animada. — Teve, e ele separou os dois. — Que bom que não foi para sempre, se não você não existiria. — Concordo. — Convencido! – ela pega um travesseiro e bate nele. — Eu tenho que agradecer a sua mãe uma coisa. — O que? — Por ela ter feito você sob medida para mim. — Bobo. – ela o beijou. O beijo foi se estendendo a carícias, e logo quando se deram conta já estavam se despindo, eles tinham um desejo impossível de ser controlado, mas subitamente pararam ao ouvirem as batidas na porta. — Estou interrompendo algo? – Dizia Riza com Nich nos braços. Richard e Violet a essa altura já estavam escondendo os seus corpos nus de baixo do lençol. — Que nada mãe. – ele falava envergonhado e se vestindo. — É Riza, não interrompeu nada, não se preocupe. – Violet estava mais vermelha que um pimentão. — Sei bem... – ela falava desconfiada – Eu vim deixar o Nich aqui, hoje ele vai dormir junto com vocês. — Por quê? — Primeiro: Você é o pai e Segundo: Sabia que eu também tenho uma vida? Terceiro: Ele vai impedir que vocês façam outro neto para mim esta noite. – Ela entrega o menino nos braços de Richard. — Entendi. — Cuidem-se e boa noite. — Boa noite mãe – ele falava um pouco bravo. — Calma Rich, não pode ser tão ruim cuidar de um menininho tão fofo, e também a sua mãe tem razão. — Razão em que? — Se ficarmos sozinhos nós vamos arranjar outro neto para ela. Eles riram. — Não se preocupe minha linda, eu me previno muito bem e caso isso falhe, você esta tomando remédio não é? — Er... Quanto a isso... — Não me diz que você não toma nada? — Desculpa. – ela estava arrependida. — E se uma das vezes que fizemos a camisinha não tenha dado jeito, o que vamos fazer? — Calma, eu tenho certeza de que não aconteceu nada, e para você parar com esses surtos eu vou ao médico amanhã e peço um anticoncepcional. — Está bem. Ele se sentou na cama com o filho nos braços, este que já estava adormecido ganhava carinhos do pai. Richard o colocou em um Moisés que sua mãe colocou no quarto mais cedo e o cobriu com uma fina coberta. Richard voltou a deitar-se em sua cama, puxou Violet para mais perto, fazendo-a abraçá-lo em quanto estavam deitados. Ele acariciava os sedosos e longos fios de cabelo loiros, ela apenas brincava com os dedos em seu peito. — Será que quando formos mais velhos vamos ter esse fogo todo um pelo outro? — Que fogo? — Esse desejo ardente que nós temos de querer estar um com o outro, essa sensação de estarmos completos quando estamos transando e coisas desse tipo. — Eu não sei, mas por que a pergunta? — Pensei nos meus pais, eles têm bastante atração um pelo outro apesar dos anos que eles têm casados. — Como você sabe? — Eu vi outro dia eles na no quartel se agarrando dentro da sala dele. — E o que você fez? — Sai dali o mais rápido que eu consegui, não queria atrapalhá-los. — Eu também já vi cenas como esta lá em casa. — Sério? — É, e a minha mãe estava com o meu pai na cozinha em plena luz do dia e em dia de semana. — Como você notou? — Eu tinha esquecido uma coisa em casa e voltei para buscar e quando fui avisar a minha mãe que estava em casa, eu a vi com o meu pai no maior agarro na cozinha. — Saiu correndo também? — Mas é claro, ou você queria que eu ficasse assistindo? Ele riu e ela o acompanhou no riso, para eles era realmente hilário ver os seus pais se agarrando depois de tantos anos, e mais hilário foram se lembrar da cara que fizeram quando viram as cenas.
Enquanto riam, Richard vasculhava todo o corpo da amada com as mãos, essas que foram logo percebidas por ela. — Nem em horas como esta você deixa de querer tirar uma casquinha? — Fazer o que? Você é irresistível. — Bobo. — Eu te faço um elogio e não ganho nem um beijinho? — Seu filho está aqui esqueceu? — E daí? Ele está dormindo e é pequeno demais para entender isso. Ele se virou um pouco e prendeu Violet em seus braços, fazendo-a encará-lo e então ele lhe beijou. Richard não queria parar apenas em um beijo, ele queria ter Violet inteira para ele naquele momento. Ele escorregava uma das mãos para a coxa dela e subia com o intuito de levantar a camisola, Violet também não queria apenas beija-lo, ela queria mais, muito mais. Ela tateava o tórax dele até chegar à beira da cueca dele – obs: ele já estava sem camisa – ela empurrava para tentar tirar. — Assanhadinha você Violet! — ele sorria. — Não era isso que você queria? — Correção: Era isso que nós queríamos. – sorrindo e voltando a beijá-la. Enquanto se beijavam, não repararam as batidas que vinham da porta, estas causadas por Roy que ficou extremamente irritado e deu um chute, arrombando a porta. Richard e Violet ficaram sem reação ao verem Roy furioso os observando. — Vocês vão me dizer que merda é essa ou vão continuar a me olhar como dois idiotas? — Pai... O que você está fazendo aqui? — Pelo o que eu vejo... Ganhando uma aposta com a sua mãe. — Aposta? — Apostei com ela que vocês não conseguiriam ficar nem mesmo duas horas sem se agarrarem, e parece que ganhei. — Como você pôde ter tanta certeza de que ganharia? — Conheço você melhor do que ninguém e alem disso... — Alem disso o que? — Você é um Mustang! E com toda a certeza tem muito fogo a oferecer a uma mulher. — ¬¬’ — O que foi? Não falei nenhuma mentira. — Ta certo pai, agora vai embora você está atrapalhando. — Que nada e também eu vim buscar a Violet. — Eu? – ela finalmente entrando na conversa. — Claro e você vai dormir no quarto da Rachel junto com ela, seria burrice deixar vocês dois juntos dentro do mesmo quarto. — Acho que você pode ter razão – baixando o olhar. — Que razão que nada! – Richard se exaltando – ela vai dormir aqui e está resolvido. — Então eu acho melhor chamar a sua mãe para te mostrar a razão dela. – Roy se referia a arma da esposa. — Err... Pensando bem... Acho melhor a Violet passar a noite com a Rachel, vai ser bem mais seguro. — Que bom que concordou – uma voz que vinda da porta e com uma arma entre as mãos – Será melhor para ambos assim. Violet se levantou rapidamente ao perceber que Riza não era uma das pessoas mais calmas do mundo, e se dirigiu até a porta. Ela foi guiada por Riza até a porta do quarto de Rachel, onde cuidadosamente abriu a porta e adentrou no quarto rosa de Rachel. — Com licença... – ela dizia bem baixinho. — Boa noite Violet! Não se preocupe, ainda estou acordada. — Boa noite Rachel! Parece que vai ter companhia hoje para dormir. — Mamãe não dá folga para vocês mesmo, não é? — Parece que não – ela sorria – mas eu não tiro o direito dela de querer que a casa dela fique em ordem. Rachel sorria com o comentário – Pode dizer a verdade Violet, a minha mãe às vezes é paranóica. — Rachel?! — O que foi? — Você não pode dizer isso da sua própria mãe. — Mas se a família dela não encarar a verdade, quem vai encarar? Os vizinhos? Amestris? — Mas dizer uma coisa dessas para alguém de sua própria mãe... — Violet, você não é nenhuma estranha e alem do mais, você já conhece o gênio da minha mãe desde que era criança e sabe como Riza H. Mustang fica quando não fica tudo do jeito que ela quer. — Verdade. — Violet, eu posso te perguntar uma coisa? — Claro, pode dizer Rachel. — Promete que não vai se ofender e nem nada do tipo? — Prometo. — Você e o Rich, vão ficar juntos, apesar da Simone... — Não precisa continuar Rachel, eu já entendi aonde você quer chegar. — Não precisa responder se você não quiser. — Não tem problema Rachel, eu sabia que mais cedo ou mais tarde alguém iria me perguntar algo deste tipo.- E você já sabe o que vai fazer? — Eu e o Richard nos amamos, mas eu não sei se devemos ficar juntos ou não. A Simone neste momento precisa do Richard muito mais do que eu algum dia poderia imaginar que eu precisaria dele, os dois também tem um filho para criar... — Mas e a doença da Simone? — Eu não quero ficar a espera de que alguém morra para que eu possa ser feliz, ainda mais já conhecendo tudo o que ela sofreu, eu não acho que seja justo tirar dela quem deveria ser o marido dela por direito. — Mas eles não são casados. — Mas seriam se aquele acidente não tivesse ocorrido e agora estariam muito felizes e com uma bela família formada. Violet começa a chorar, em seguida é acolhida em um abraço da jovem Mustang. — Apesar da situação está como está eu sei muito bem que o Richard te ama e vai fazer de tudo para que vocês dois possam ficar juntos. — Espero que você esteja certa. A noite se passou sem mais novidades, pelo menos até a madrugada daquela noite quando Richard saiu de seu quarto e caminhava pelo corredor, ainda sonolento, a procura do banheiro. Assim que fez o que tinha que fazer no banheiro esbarrou em alguém no corredor. — Ai.- Desculpe, eu não te vi... – ele abre melhor os olhos – Simone? O que você está fazendo fora da cama? — Provavelmente a mesma coisa que você, eu senti vontade de vir ao banheiro e vim. — Você está se sentindo melhor? — Estou bem o suficiente para ir ao banheiro, sozinha – disse ela com um ar zombeteiro. — Parece que está bem melhor, já voltou até a fazer piadinha com a minha cara. — E quando foi que eu não fiz? — Quando estávamos fazendo o nosso filho. Ela corou levemente, nunca imaginaria tal resposta vindo dele. — E quem disse que eu não fiz nenhuma piada naquela hora? — Eu acho que não! Você nunca conseguiria fazer uma piada enquanto gemia. — Você quer morrer, não quer? – disse ela um pouco zangada. — Por quê? — A sua namorada está neste mesmo corredor, e se ela ouvir você falando esse tipo de coisas para mim ela pode ficar brava. — Que nada, a Violet tem o sono mais pesado do que o do meu pai quando ele tem duas pilhas de relatórios para assinar. Ela sorriu com o comentário. — Não ria, é verdade! — Você não tem jeito mesmo. — Quem sabe você possa-me disciplinar? Simone ficou surpresa com as palavras de Richard, mas não pode respondê-lo, pois o mesmo a agarrou pela cintura e lhe depositou um beijo nos lábios. Assim que se afastaram, ela o empurrou e correu em direção ao banheiro, e ele ficou apenas a observando e com um sorriso de satisfação nos lábios. — Mulher nenhuma resiste ao poder de um bom Mustang! – Richard falou para si mesmo e depois foi para o seu quarto voltar a dormir. O resto da noite, agora sim, passou-se sem nenhum acontecimento e fazendo com que a manhã seguinte fosse tranqüila, bom, pelo menos até a hora do café da manhã. — Raymond! Acorda seu vagabundo! – Riza atirava próximo ao filho – eu não criei nenhum filho para ser um desleixado e ficar dormindo até tarde. — Ah Mãe! Me dá só mais uns cinco minutinhos – ele falava manhoso – eu não preguei o olhos essa noite. — E posso saber o motivo? — Primeiro: você e o papai berrando no quarto do Richard, e Segundo: o Richard ficou tagarelando com a Simone no corredor e não me deixou dormir. — Como assim? — O que? — Não se faça de idiota Raymond. — Ata! Ele e a Simone começaram a conversar e aí ficaram em silencio e depois escutei uma batida na porta e o Richard falando uma coisa que eu não pude escutar direito o que era. — “Agora eu pego esse moleque” – Riza fecha os olhos no intuito de se acalmar e os abre lentamente tentando respirar fundo, e logo em seguida ela grita – Richard! Venha aqui agora! — Mãe! — O que foi Raymond? — Você pode conversar com ele em outro lugar? Eu quero dormir um pouco antes de trabalhar. — Tudo bem, daqui a dez minutos eu venho te acordar, eu sei que você não é como o seu pai e o Richard que dormem no quartel.
— Obrigado – ele vira-se e coloca o travesseiro sobre a cabeça. Riza sai do quarto do filho e vai até o quarto de Richard, onde ela encontra o mesmo com o neto nos braços, lhe alimentando com uma mamadeira. — Richard. Precisamos conversar. — Tudo bem mãe, fala enquanto eu termino aqui. — Eu posso saber o que você tanto falava com a Simone em plena madrugada? — Hã? Como você descobriu? — Conversar com ela na porta do quarto do seu irmão não é uma das melhores opções quando se quer esconder isso de alguém. — Calma mãe, foi só uma conversa. — Tem certeza? — Claro. — E por que vocês ficaram em silencio e depois ela bateu uma das portas? — Hum... — Richard! – ela falava nervosa. — Eu beijei ela. — E você fala isso nessa naturalidade? — Queria que eu ficasse como? Foi apenas um beijo, nada que eu já não tenha feito com ela. — Mas quando você fez com ela em outra época, a Violet não estava presente. — E ela não estava agora. — O fato dela não estar no corredor naquele momento, não muda o fato dela não estar na sua vida agora. — Entendi. — Ainda bem que entendeu – ela se movia em direção a porta – e se quiser estar com a Violet por completo, espero que você só veja ela como mulher na sua vida, e não se esqueça do que você fez na vida dela desde que chegou na central, não seria justo mexer com a vida dela e abandona-la em seguida. — Eu não vou me esquecer disso mãe. Richard ficou sozinho com o filho dentro de seu quarto, enquanto colocava a farda, deixou o folho deitado sobre a cama. Violet entrou no quarto sem que ele percebesse, encontrou o pequeno deitado na cama, sorrindo com um brinquedo na mão e começou a brincar com ele. — Onde está seu pai hein bonitinho? — Esperando que você tivesse chegado há cinco minutos – ele a surpreendeu e a abraçou por trás – você iria ter adorado me ver como eu vim ao mundo. — Você diz isso de uma maneira que pareça que eu nunca tenha visto. – sorria para ele. Richard a beijou – Eu estava com saudade da sua boca sabia? — Duvido. — Você não pode duvidar da palavra de um alquimista renomado como eu. — Seu bobo. — Você vai ficar aqui hoje? – Richard disse se afastando e terminando de se vestir. — Não, eu tenho aulas para dar hoje e também... — Também o que? — Tenho que ver a minha família, eu sinto falta dos meus pais. — Eu entendo. — Richard? — O que? — Eu queria te pedir algo. — Diga. — Eu estive pensando a noite inteira e cheguei a uma conclusão. — E qual foi? — Eu acho que devemos dar um tempo, pensarmos melhor no que estamos fazendo e... — Você não está feliz? — Não é isso... — Então o que é? – ele se virou para fita-la. — A minha vida mudou de um dia para o outro e não é tão fácil se adaptar as mudanças assim, do nada, você apareceu, o meu noivado acabou, a gente ficou junto, o seu filho, a Simone... – ela começava a chorar — É muita coisa para que eu possa agüentar de uma vez só Richard. Ele se aproximou e a abraçou. — Fica calma, eu estou aqui e sei que tudo vai se ajeitar, não importa quanto tempo isso leve, eu vou estar aqui para você Violet. — Eu não quero isso Rich. — O que? Que eu esteja ao seu lado? — Quase isso, eu não quero que você me espere, eu quero que você siga a sua vida naturalmente e se por algum acaso você se distanciar de mim, eu vou saber que preciso correr e te alcançar e não te deixar preso a mim. — Violet... — Não quero que me espere eternamente, quem sabe o destino nos tenha feito ficar juntos hoje para poder nos separa amanhã? Quem sabe o nosso coração não precise de um tempo para poder ficar mais forte e encarar os desafios que nos ameaçam no nosso futuro? — Eu entendi Violet, você quer um tempo para poder se acostumar com tudo que está acontecendo, não é mesmo? Ela apenas consentiu com a cabeça em meio aos braços dele.Violet foi para casa, os Mustang foram trabalhar e deixaram Simone em seu quarto descansando, uma das empregadas ficaria encarregada de cuidar do filho dela enquanto ela ficava acompanhada de uma enfermeira que Richard havia contratado.No quartel... (Ligação ON) — Senhor, tem alguém aqui que deseja vê-lo. — Quem é? — Ele não quis se identificar, mas é um homem de aparência familiar. — Qual idade ele aparenta? — Ele parece ter uns 50/60 anos. — E como é a aparência dele? — Por que em vez de ficar me perguntando, o senhor não o atende? — E se for um atentado? A culpa vai ser toda sua se eu morrer. — Não diga uma coisa dessas senhor. — Mas mudando de assunto, o que você vai fazer esta noite? — Eu não posso lhe responder agora senhor? — E por que não? — A senhora primeira dama está apontando uma arma para a minha cabeça, enquanto escuta a nossa conversa. — Ah, então continue o seu trabalho e peça para que o tal senhor entre em minha sala... e mais uma coisa. — O que senhor. — Manda um beijo para a minha mãe e diz para ela que eu a amo muito. — Sim senhor. (Ligação OFF) Então não demorou muito pra que Richard escutasse almas batidas em sua porta, ele levantou-se e foi até esta para abri-la, quando ele finalmente abriu a enorme porta de madeira avistou uma pessoa que jamais imaginaria ver novamente em sua frente depois de tantos anos. Ele olhou atentamente para o homem alto e com semblante de um tanto furioso em seu olhar, olhar este que Richard nunca se esquecera na vida e que finalmente o estava vendo diante de si depois de tudo que ocorreu há quase dez anos atrás. — Vejo que você não mudou nada jovem Richard Mustang. — Eu digo o mesmo...Continua....
Notas finais
Uma reviravolta vai ocorrer e muitas coisas vão se complicar.
O que será que vai acontecer com o amor de Richard e Violet?
Quem é o homem misterioso?
quanto tempo vai levar para eles voltarem?
Tudo isso e muito mais, só acompanhando a fic pra saber!
Bjsss
O que será que vai acontecer com o amor de Richard e Violet?
Quem é o homem misterioso?
quanto tempo vai levar para eles voltarem?
Tudo isso e muito mais, só acompanhando a fic pra saber!
Bjsss
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