Destinos das Próximas Gerações -
3 Kapitel 3
Notas iniciais
Fatos serão revelados e as cenas finais de um casal que está um pouquinho antigo, mas não deixando ser querido.
Boa leitura.
Em uma mesa próxima a da família Mustang estava...
— Tio Hugues! – os filhos do casal diziam sorrindo.
— E aí criançada, parece que vocês cresceram bastante desde a ultima vez que os vi. – ele olha para Roy – o pai preguiçoso de vocês nem faz mais uma visitinha para nós – ele muda seu olhar para Riza – e a sua mãe continua cada vez mais bonita com o passar do tempo.
— Esta me chamando de velha Maes?
— Que nada, para você parece que o tempo parou, em compensação o Roy...
— O que eu tenho?
— O tempo não foi muito generoso com você meu amigo – ele começa a rir.
— E muito menos com você amigão.
— Vamos deixar as discussões de lado, sente-se conosco esta noite.
— Algum problema para você querida?
— Nenhum, parece que a nossa noite passaremos acompanhados de qualquer forma.
Então a família senta-se junto com Hugues, Gracya e Elisya. A noite estava proveitosa, todos estavam se divertindo muito. Por volta de uma hora depois, adentra ao restaurante a família dos Elric.
— Olha pai, o Tio Ed e a Tia Winry.
— Acho que não vou precisar gastar com óculos para você filho – Roy falava para Raymond com sarcasmo.
— Não entendi.
— Nem precisa maninho.
— Ô ANÃO VEM SE SENTAR AQUI COM A GENTE! – Roy gritava em seu lugar, já tinha bebido um pouco mais do que deveria então não se importou de gritar dentro do lugar.
— QUEM VOCÊ PENSA QUE ESTÁ CHAMANDO DE SALVA VIDAS DE AQUÁRIO?
— Ele não disse isso. – todos disseram juntos.
— Calma Ed, você já deveria estar acostumado com as brincadeiras do Roy.
— Tudo bem querida, eu vou tentar me controlar.
Eles se sentaram junto a todos e o clima continuava o mesmo a não ser pelo fato de Richard não conseguir nem olhar para a cara de Violet, que fazia o mesmo, tentaram não puxar assunto um com o outro, ainda estavam sem graça pelo ocorrido daquela tarde, eles não sabiam como deveriam se tratar depois que tudo aquilo aconteceu.
Violet levantou-se da cadeira e foi ao banheiro com a pequena Rachel, ela não esperava que fosse seguida pelos garotos, que foram ao banheiro ao lado.
— Tem certeza Rich que tem um buraco aqui que dá para ver o banheiro feminino?
— Tenho sim, minha avó me ensinou que em todos os lugares tem algo assim, só precisamos encontrar.
— Tem certeza que ela te disse isso? Afinal ela é sua avó.
— Eu posso confirmar que ela disse – Era Raymond – vovó sempre nos ensinou coisas desse tipo, por exemplo, tem um lugar que eu e o Rich descobrimos na escola que tem uma bela visão do vestiário feminino.
— E vocês não me disseram por que?
— Segredo de irmão. – Richard falava enquanto ainda tentava encontrar o tal buraco na parede.
— Eu cresci junto com vocês feito irmão, não conta?
Os dois se entreolharam – Não.
— Por que?
— Vamos dizer que seja um segredo passado de geração em geração entre os Mustang.
— Não é justo.
— Esse mundo não é justo Greg. – Richard falava zombeteiro.
— Achei – Ray falava.
Os dois se aproximaram para olhar também – Agora podemos descobrir o que tanto as mulheres fazem no banheiro juntas.
— Vamos cobrar do papai por essa informação, aposto que ele não descobriu até hoje em todos os seus anos de carreira no exercito.
— Concordo.
Eles espiavam no banheiro o que as mulheres que estavam presentes no banheiro tanto falavam, elas se maquiavam, fofocavam e trocavam segredos dentro daquele banheiro, mas somente uma coisa os interessou, quando escutaram a doce voz de Rachel fazendo uma pergunta tanto que interessante para Violet.
— Violet, você já se apaixonou?
— Eu acho que é muito cedo para uma garotinha como você saber desse tipo de coisa.
— Não é cedo, eu já ganhei um beijo do meu namorado secreto.
Elas escutaram um pequeno barulho nesse momento, mas não deram importância, nem sabiam que o barulho fora feito pelos irmãos da garotinha.
— Você está muito saidinha para a sua idade sabia?
— Pelo menos eu não fico enrolando como você e o Rich.
Violet ficou vermelha – Como assim?
— Eu sei que você gosta dele.
— Quem disse isso para você?
— Mamãe.
— Mas como?
— Ela fala que você fica com uma cara de boba quando olha para ele.
— Eu não fico não, fico?
— Fica bem pior.
— É mentira, eu não sinto nada por ele por que ficaria nervosa na frente dele?
— Ela disse que você fica boba e não nervosa.
— Er... Fica aqui que eu vou lá chama-la para esclarecer isso.
— Ta bom.
Ela saiu do banheiro para chamar Riza, enquanto isso os meninos ficavam com uma cara de tacho após escutarem tal conversa, eles não tiveram tempo suficiente de processar a informação em suas mentes por serem interrompidos por Roy que acabara de entrar no banheiro e pega-los no flagra.
— Bonito hein rapazes?
— Pai – os dois se surpreenderam.
— Tio Roy a gente só estava...
— Colocando em prática o que a minha mãe ensinou para vocês.
— Isso mesmo – disse Richard sem pensar – er... quer dizer...
— Eu já entendi, vocês não acham isso muito feio? Ficar espiando as mulheres em momentos em que estão mais frágeis e desprevenidas, trocando os seus segredos mais íntimos...
— A mamãe está entrando no banheiro.
— Sai da frente moleque, é a minha vez.
— Mas pai...
— Nada de “mas” é a sua mãe, eu tenho direito de saber o que ela faz quando eu não estou por perto sem que ela me ameace com uma arma.
— Ta bom, fazer o que né?
- Shiiiiii, eu to tentando escutar o que elas estão falando.
Eles ficaram em silêncio, afinal também queriam descobrir o que elas falavam e se o que ouviram anteriormente era verdade.
— Riza eu te chamei aqui por causa...
— Eu falei para ela mamãe o que você me disse.
— E o que eu te disse meu anjinho?
— Sobre aquilo, ela gostar do Rich.
— Era só isso?
— Como “era só isso” Riza? Você está me julgando muito mal, eu não...
— Nem adianta você tentar dizer para mim que não gosta do meu filho, eu vejo como você fica quando está perto dele e do que aconteceu hoje a tarde.
— Não aconteceu nada hoje a tarde – ela tentava desviar o assunto.
— Acha que eu sou o que? Já faz muito tempo que eu notei a escada que os meninos fizeram, e que tinha alguém em casa hoje antes que eu e o Roy chegássemos.
— Como você percebeu?
— Acha mesmo que eu iria para casa mais cedo apenas por causa de um jantar?
— Sei lá, acho que sim.
— Errado, a diretora da escola ligou para o quartel avisando que ele faltou novamente e que a senhorita também, então ficamos preocupados, não por ele, por que isso já é normal, mas por ele ter te arrastado junto, aí começamos a pensar besteiras...
— Entendi, mas pode ficar tranqüila que não aconteceu nada.
— Tem certeza?
— Absoluta.
— Ele não tentou nada com você?
— Não – ela tentava disfarçar – eu até vi ele se beijando com uma garota lá na praça.
— Quando você estiver pronta para me falar à verdade eu estarei pronta para te ouvir.
- Está bem.
— Vamos voltar antes que pensem que morremos aqui no banheiro – elas se direcionaram em direção a porta – e antes que eu me esqueça, é melhor vocês também voltarem rapazes, ou acham que eu não os percebi espionando o banheiro feminino.
Eles ficaram espantados, como aquela mulher conseguiu os notar ali, não era a toa que e o seu codinome era “olhos de falcão”. Os rapazes saíram do banheiro com a maior cara deslavada, como se nada ocorrera dentro daquele banheiro e nada fora escutado da conversa daquelas mulheres.
Roy foi o mais falso entre todos, ainda foi capaz da dar um selinho na esposa e lhe perguntar se estava tudo bem, ela o olhou de uma maneira que lhe dizia “vamos ter uma conversinha mais tarde”, mas ele nem se importou.
— Eu acho que já está ficando um pouco tarde, melhor irmos para casa não é querida? – Roy olhava para Riza.
— Claro meu amor, Rachel já está quase dormindo sentada nessa cadeira.
— Então vamos. – ele deixou uma boa quantia em dinheiro em cima da mesa para pagar o que ele e sua família haviam consumido.
Eles se despediram dos presentes e seguiram para casa. Ao chegar em casa, Roy levou Rachel para o quarto dormir, enquanto Riza tinha uma conversinha com os filhos na sala.
— Como vocês tiveram coragem de fazer isso?
— Mãe... – eles falavam com a voz em meio a choramingues.
— Na hora de olhar as mulheres no banheiro nem pensaram em mim, então agora escutem...
— O papai pensou.
— Roy vem aqui agora.
— O que foi querida?
— Você os encontrou no banheiro espionado as garotas e não fez nada a respeito, muito pelo contrário, você ainda se juntou a eles.
— Eu estava os repreendendo, mas você entrou no banheiro...
— E você aproveitou para olhar também.
— É.
— Ainda confirma.
— Você fica brava comigo por ficar te olhando no banheiro, pelo menos eu não fui lá para olhar para outra mulher.
— Disso eu não posso discordar, mas não muda o fato dos dois rapazes aqui olharem.
— Mãe, eu tenho um bom motivo – Richard se pronunciava.
— Qual?
— Escutei falarem de mim.
— Mas isso não te da o direito de olhar a conversa dos outros – ela ficou um pouco em silêncio – vão dormir, amanhã a gente conversa melhor sobre isso e sobre as coisas que vocês aprendem com a sua avó.
— Tudo bem mãe.
Os dois ficaram quietos e estavam indo acatar a ordem da mãe.
— Cadê o meu beijo de boa noite? – Riza falava para os dois.
Então eles o fizeram antes de subir para o seu quarto.
— Eles são garotos Riza deixe que eles curtam um pouco da juventude.
— Vou tentar.
— Até parece que você odiava quando éramos mais jovens e eu ficava olhando você enquanto estava se trocando ou tomando banho.
— Eu me lembro que avisava de propósito para que você fosse me ver.
— Safadinha você hein. – Ele se próxima dela, principalmente os seus rostos.
— E você não era?
— Não antes de te conhecer.
— Me conhecer antes ou depois da nossa primeira vez? – Ela se aproximava cada vez mais perto da boca do marido.
— Acho que vou quere refrescar a minha memória quanto a segunda opção.
— Então vamos para o quarto, te prometo que vai ser uma lembrança muito bem reconstituída em seus mínimos detalhes.
— E eu tenho direito da reconstituição de como nós fizemos esses três maravilhosos filhos?
— Vou pensar no seu caso. – ela estava com um sorriso malicioso entre os lábios. – vamos?
— Não precisa nem me perguntar. – ele pegou Riza em seus braços e subiu as escadas com ela no colo até o seu quarto.
Quando estavam no corredor se depararam com um dos filhos os observando, era Raymond, parado na porta de seu próprio quarto os olhando, nunca o garoto tinha visto tanta intimidade entre os seus pais. Roy colocou Riza no chão e ela caminhou até o quarto, deixando Roy sozinho com o filho.
— Filho...
— Não precisa dizer nada pai, apenas me prometa não fazer muito barulho.
— Isso vai depender da sua mãe.
— Da próxima vez tenta tirar a gente de casa, sabia que isso é constrangedor para um filho?
— O que?
— É isso mesmo, é muito vergonhoso ver vocês se agarrando pela casa, até parece que vocês não têm filhos e são irresponsáveis como o Richard.
— O que vocês estão falando de mim? – ouvia-se uma voz saindo do quarto ao lado.
— Nada, volta para a cama. – Roy dizia ao filho mais velho.
— Ta.
— Filho, deixa eu te explicar o que acontece.
— Acontece com quem? Você e a mamãe?
— É.
— Ata pode falar pai.
— A sua mãe é a mulher da minha vida, não importa quanto tempo se passe ou quantas situações ocorra, o meu amor pela sua mãe sempre será o mesmo, ele pode até aumentar, mais nunca vai diminuir.
— Como você pode ter tanta certeza disso?
— Por que a sua mãe me deu a melhor coisa que um homem, quando ama uma mulher, poderia dar.
— E o que foi?
— Richard, você e a Rachel.
Raymond abraçou o pai.
— Sabia que você pode até não ser o melhor pai do mundo, mas pelo menos é o meu pai.
— Obrigado filho – e abraçou mais forte o filho – mas agora acho melhor você ir para a cama, já está tarde.
— Tudo bem, boa noite pai. – ele se afastou de Roy.
— Boa noite Ray.
Roy virou-se assim que o filho fechou a porta e já conseguia escutar a voz de sua esposa lhe chamar em seu quarto. Ele foi ao encontro de Riza, fechou a porta e se deparou com ela que estava encostada na cabeceira da cama segurando duas taças de champanhe.
— Por que demorou tanto?
— Seu filho. Não pude fazer nada.
— Agora ele é meu filho hein?
— Isso mesmo, e eu pretendo punir a mãe com uma noite inesquecível de prazer.
— Adorei esta punição.
Após pronunciar tais palavras, Riza colocou as taças sobre o criado ao lado da cama e se levantou indo em direção ao marido, começou a beijar o pescoço de Roy ao mesmo tempo em que desabotoava os botões de sua camisa. Roy a empurrou na cama, e logo em seguida subiu sobre ela e começou a depositar-lhe beijos, lambidas e mordidas por toda a extensão do colo de Riza.
Ela começara a gemer de leve, mesmo após tantos anos, não resistia às carícias de Roy assim como ele não resistia as dela. Ele não perdeu tempo em arrancar-lhe o vestido que ela trajava junto com o sutiã, tendo uma ampla visão do busto da loira que não foi contemplada por muito tempo, sendo abocanhada por Roy em um de seus seios e o outro sendo acariciado com a mão do moreno.
Riza puxava o corpo de Roy para mais perto do seu cruzando as pernas pela cintura dele, e ele adorava tal gesto, no momento em que pode conseguiu arrancar a calça de Roy e conseguindo ver claramente que o membro dele já estava pedindo socorro dentro daquela boxer vermelha, ela passava as mãos por cima do membro dele, o deixando cada vez mais louco. Roy queria retribuir o favor à esposa, desviou uma de suas mãos para a sua intimidade, percebendo que ela já estava toda molhada.
— Eu não vou conseguir me agüentar por muito tempo Roy – falava ofegante – seja rápido.
— Estou indo.
Roy arrancou as ultimas peças de roupa que restavam nele e em Riza, se ajeitou entre as pernas dela e a penetrou com urgência, desejo, necessidade. Começaram, sem perder tempo, com movimentos fortes e rápidos, Riza gemia junto de Roy, ela lhe arranhava por completo na região das costas, a cama batia cada vez com mais forte na parede, fazendo assim alguém naquela casa despertar.
Continua...
Notas finais
Bjosss.
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