Notas iniciais
Gente desculpa por qualquer erro que possa ocorrer (fiz esse capítulo com um pouco de pressa)

Fatos serão revelados e as cenas finais de um casal que está um pouquinho antigo, mas não deixando ser querido.

Boa leitura.

Em uma mesa próxima a da família Mustang estava...

— Tio Hugues! – os filhos do casal diziam sorrindo.

— E aí criançada, parece que vocês cresceram bastante desde a ultima vez que os vi. – ele olha para Roy – o pai preguiçoso de vocês nem faz mais uma visitinha para nós – ele muda seu olhar para Riza – e a sua mãe continua cada vez mais bonita com o passar do tempo.

— Esta me chamando de velha Maes?

— Que nada, para você parece que o tempo parou, em compensação o Roy...

— O que eu tenho?

— O tempo não foi muito generoso com você meu amigo – ele começa a rir.

— E muito menos com você amigão.

— Vamos deixar as discussões de lado, sente-se conosco esta noite.

— Algum problema para você querida?

— Nenhum, parece que a nossa noite passaremos acompanhados de qualquer forma.

Então a família senta-se junto com Hugues, Gracya e Elisya. A noite estava proveitosa, todos estavam se divertindo muito. Por volta de uma hora depois, adentra ao restaurante a família dos Elric.

— Olha pai, o Tio Ed e a Tia Winry.

— Acho que não vou precisar gastar com óculos para você filho – Roy falava para Raymond com sarcasmo.

— Não entendi.

— Nem precisa maninho.

— Ô ANÃO VEM SE SENTAR AQUI COM A GENTE! – Roy gritava em seu lugar, já tinha bebido um pouco mais do que deveria então não se importou de gritar dentro do lugar.

— QUEM VOCÊ PENSA QUE ESTÁ CHAMANDO DE SALVA VIDAS DE AQUÁRIO?

— Ele não disse isso. – todos disseram juntos.

— Calma Ed, você já deveria estar acostumado com as brincadeiras do Roy.

— Tudo bem querida, eu vou tentar me controlar.

Eles se sentaram junto a todos e o clima continuava o mesmo a não ser pelo fato de Richard não conseguir nem olhar para a cara de Violet, que fazia o mesmo, tentaram não puxar assunto um com o outro, ainda estavam sem graça pelo ocorrido daquela tarde, eles não sabiam como deveriam se tratar depois que tudo aquilo aconteceu.

Violet levantou-se da cadeira e foi ao banheiro com a pequena Rachel, ela não esperava que fosse seguida pelos garotos, que foram ao banheiro ao lado.

— Tem certeza Rich que tem um buraco aqui que dá para ver o banheiro feminino?

— Tenho sim, minha avó me ensinou que em todos os lugares tem algo assim, só precisamos encontrar.

— Tem certeza que ela te disse isso? Afinal ela é sua avó.

— Eu posso confirmar que ela disse – Era Raymond – vovó sempre nos ensinou coisas desse tipo, por exemplo, tem um lugar que eu e o Rich descobrimos na escola que tem uma bela visão do vestiário feminino.

— E vocês não me disseram por que?

— Segredo de irmão. – Richard falava enquanto ainda tentava encontrar o tal buraco na parede.

— Eu cresci junto com vocês feito irmão, não conta?

Os dois se entreolharam – Não.

— Por que?

— Vamos dizer que seja um segredo passado de geração em geração entre os Mustang.

— Não é justo.

— Esse mundo não é justo Greg. – Richard falava zombeteiro.

— Achei – Ray falava.

Os dois se aproximaram para olhar também – Agora podemos descobrir o que tanto as mulheres fazem no banheiro juntas.

— Vamos cobrar do papai por essa informação, aposto que ele não descobriu até hoje em todos os seus anos de carreira no exercito.

— Concordo.

Eles espiavam no banheiro o que as mulheres que estavam presentes no banheiro tanto falavam, elas se maquiavam, fofocavam e trocavam segredos dentro daquele banheiro, mas somente uma coisa os interessou, quando escutaram a doce voz de Rachel fazendo uma pergunta tanto que interessante para Violet.

— Violet, você já se apaixonou?

— Eu acho que é muito cedo para uma garotinha como você saber desse tipo de coisa.

— Não é cedo, eu já ganhei um beijo do meu namorado secreto.

Elas escutaram um pequeno barulho nesse momento, mas não deram importância, nem sabiam que o barulho fora feito pelos irmãos da garotinha.

— Você está muito saidinha para a sua idade sabia?

— Pelo menos eu não fico enrolando como você e o Rich.

Violet ficou vermelha – Como assim?

— Eu sei que você gosta dele.

— Quem disse isso para você?

— Mamãe.

— Mas como?

— Ela fala que você fica com uma cara de boba quando olha para ele.

— Eu não fico não, fico?

— Fica bem pior.

— É mentira, eu não sinto nada por ele por que ficaria nervosa na frente dele?

— Ela disse que você fica boba e não nervosa.

— Er... Fica aqui que eu vou lá chama-la para esclarecer isso.

— Ta bom.

Ela saiu do banheiro para chamar Riza, enquanto isso os meninos ficavam com uma cara de tacho após escutarem tal conversa, eles não tiveram tempo suficiente de processar a informação em suas mentes por serem interrompidos por Roy que acabara de entrar no banheiro e pega-los no flagra.

— Bonito hein rapazes?

— Pai – os dois se surpreenderam.

— Tio Roy a gente só estava...

— Colocando em prática o que a minha mãe ensinou para vocês.

— Isso mesmo – disse Richard sem pensar – er... quer dizer...

— Eu já entendi, vocês não acham isso muito feio? Ficar espiando as mulheres em momentos em que estão mais frágeis e desprevenidas, trocando os seus segredos mais íntimos...

— A mamãe está entrando no banheiro.

— Sai da frente moleque, é a minha vez.

— Mas pai...

— Nada de “mas” é a sua mãe, eu tenho direito de saber o que ela faz quando eu não estou por perto sem que ela me ameace com uma arma.

— Ta bom, fazer o que né?

- Shiiiiii, eu to tentando escutar o que elas estão falando.

Eles ficaram em silêncio, afinal também queriam descobrir o que elas falavam e se o que ouviram anteriormente era verdade.

— Riza eu te chamei aqui por causa...

— Eu falei para ela mamãe o que você me disse.

— E o que eu te disse meu anjinho?

— Sobre aquilo, ela gostar do Rich.

— Era só isso?

— Como “era só isso” Riza? Você está me julgando muito mal, eu não...

— Nem adianta você tentar dizer para mim que não gosta do meu filho, eu vejo como você fica quando está perto dele e do que aconteceu hoje a tarde.

— Não aconteceu nada hoje a tarde – ela tentava desviar o assunto.

— Acha que eu sou o que? Já faz muito tempo que eu notei a escada que os meninos fizeram, e que tinha alguém em casa hoje antes que eu e o Roy chegássemos.

— Como você percebeu?

— Acha mesmo que eu iria para casa mais cedo apenas por causa de um jantar?

— Sei lá, acho que sim.

— Errado, a diretora da escola ligou para o quartel avisando que ele faltou novamente e que a senhorita também, então ficamos preocupados, não por ele, por que isso já é normal, mas por ele ter te arrastado junto, aí começamos a pensar besteiras...

— Entendi, mas pode ficar tranqüila que não aconteceu nada.

— Tem certeza?

— Absoluta.

— Ele não tentou nada com você?

— Não – ela tentava disfarçar – eu até vi ele se beijando com uma garota lá na praça.

— Quando você estiver pronta para me falar à verdade eu estarei pronta para te ouvir.

- Está bem.

— Vamos voltar antes que pensem que morremos aqui no banheiro – elas se direcionaram em direção a porta – e antes que eu me esqueça, é melhor vocês também voltarem rapazes, ou acham que eu não os percebi espionando o banheiro feminino.

Eles ficaram espantados, como aquela mulher conseguiu os notar ali, não era a toa que e o seu codinome era “olhos de falcão”. Os rapazes saíram do banheiro com a maior cara deslavada, como se nada ocorrera dentro daquele banheiro e nada fora escutado da conversa daquelas mulheres.

Roy foi o mais falso entre todos, ainda foi capaz da dar um selinho na esposa e lhe perguntar se estava tudo bem, ela o olhou de uma maneira que lhe dizia “vamos ter uma conversinha mais tarde”, mas ele nem se importou.

— Eu acho que já está ficando um pouco tarde, melhor irmos para casa não é querida? – Roy olhava para Riza.

— Claro meu amor, Rachel já está quase dormindo sentada nessa cadeira.

— Então vamos. – ele deixou uma boa quantia em dinheiro em cima da mesa para pagar o que ele e sua família haviam consumido.

Eles se despediram dos presentes e seguiram para casa. Ao chegar em casa, Roy levou Rachel para o quarto dormir, enquanto Riza tinha uma conversinha com os filhos na sala.

— Como vocês tiveram coragem de fazer isso?

— Mãe... – eles falavam com a voz em meio a choramingues.

— Na hora de olhar as mulheres no banheiro nem pensaram em mim, então agora escutem...

— O papai pensou.

— Roy vem aqui agora.

— O que foi querida?

— Você os encontrou no banheiro espionado as garotas e não fez nada a respeito, muito pelo contrário, você ainda se juntou a eles.

— Eu estava os repreendendo, mas você entrou no banheiro...

— E você aproveitou para olhar também.

— É.

— Ainda confirma.

— Você fica brava comigo por ficar te olhando no banheiro, pelo menos eu não fui lá para olhar para outra mulher.

— Disso eu não posso discordar, mas não muda o fato dos dois rapazes aqui olharem.

— Mãe, eu tenho um bom motivo – Richard se pronunciava.

— Qual?

— Escutei falarem de mim.

— Mas isso não te da o direito de olhar a conversa dos outros – ela ficou um pouco em silêncio – vão dormir, amanhã a gente conversa melhor sobre isso e sobre as coisas que vocês aprendem com a sua avó.

— Tudo bem mãe.

Os dois ficaram quietos e estavam indo acatar a ordem da mãe.

— Cadê o meu beijo de boa noite? – Riza falava para os dois.

Então eles o fizeram antes de subir para o seu quarto.

— Eles são garotos Riza deixe que eles curtam um pouco da juventude.

— Vou tentar.

— Até parece que você odiava quando éramos mais jovens e eu ficava olhando você enquanto estava se trocando ou tomando banho.

— Eu me lembro que avisava de propósito para que você fosse me ver.

— Safadinha você hein. – Ele se próxima dela, principalmente os seus rostos.

— E você não era?

— Não antes de te conhecer.

— Me conhecer antes ou depois da nossa primeira vez? – Ela se aproximava cada vez mais perto da boca do marido.

— Acho que vou quere refrescar a minha memória quanto a segunda opção.

— Então vamos para o quarto, te prometo que vai ser uma lembrança muito bem reconstituída em seus mínimos detalhes.

— E eu tenho direito da reconstituição de como nós fizemos esses três maravilhosos filhos?

— Vou pensar no seu caso. – ela estava com um sorriso malicioso entre os lábios. – vamos?

— Não precisa nem me perguntar. – ele pegou Riza em seus braços e subiu as escadas com ela no colo até o seu quarto.

Quando estavam no corredor se depararam com um dos filhos os observando, era Raymond, parado na porta de seu próprio quarto os olhando, nunca o garoto tinha visto tanta intimidade entre os seus pais. Roy colocou Riza no chão e ela caminhou até o quarto, deixando Roy sozinho com o filho.

— Filho...

— Não precisa dizer nada pai, apenas me prometa não fazer muito barulho.

— Isso vai depender da sua mãe.

— Da próxima vez tenta tirar a gente de casa, sabia que isso é constrangedor para um filho?

— O que?

— É isso mesmo, é muito vergonhoso ver vocês se agarrando pela casa, até parece que vocês não têm filhos e são irresponsáveis como o Richard.

— O que vocês estão falando de mim? – ouvia-se uma voz saindo do quarto ao lado.

— Nada, volta para a cama. – Roy dizia ao filho mais velho.

— Ta.

— Filho, deixa eu te explicar o que acontece.

— Acontece com quem? Você e a mamãe?

— É.

— Ata pode falar pai.

— A sua mãe é a mulher da minha vida, não importa quanto tempo se passe ou quantas situações ocorra, o meu amor pela sua mãe sempre será o mesmo, ele pode até aumentar, mais nunca vai diminuir.

— Como você pode ter tanta certeza disso?

— Por que a sua mãe me deu a melhor coisa que um homem, quando ama uma mulher, poderia dar.

— E o que foi?

— Richard, você e a Rachel.

Raymond abraçou o pai.

— Sabia que você pode até não ser o melhor pai do mundo, mas pelo menos é o meu pai.

— Obrigado filho – e abraçou mais forte o filho – mas agora acho melhor você ir para a cama, já está tarde.

— Tudo bem, boa noite pai. – ele se afastou de Roy.

— Boa noite Ray.

Roy virou-se assim que o filho fechou a porta e já conseguia escutar a voz de sua esposa lhe chamar em seu quarto. Ele foi ao encontro de Riza, fechou a porta e se deparou com ela que estava encostada na cabeceira da cama segurando duas taças de champanhe.

— Por que demorou tanto?

— Seu filho. Não pude fazer nada.

— Agora ele é meu filho hein?

— Isso mesmo, e eu pretendo punir a mãe com uma noite inesquecível de prazer.

— Adorei esta punição.

Após pronunciar tais palavras, Riza colocou as taças sobre o criado ao lado da cama e se levantou indo em direção ao marido, começou a beijar o pescoço de Roy ao mesmo tempo em que desabotoava os botões de sua camisa. Roy a empurrou na cama, e logo em seguida subiu sobre ela e começou a depositar-lhe beijos, lambidas e mordidas por toda a extensão do colo de Riza.

Ela começara a gemer de leve, mesmo após tantos anos, não resistia às carícias de Roy assim como ele não resistia as dela. Ele não perdeu tempo em arrancar-lhe o vestido que ela trajava junto com o sutiã, tendo uma ampla visão do busto da loira que não foi contemplada por muito tempo, sendo abocanhada por Roy em um de seus seios e o outro sendo acariciado com a mão do moreno.

Riza puxava o corpo de Roy para mais perto do seu cruzando as pernas pela cintura dele, e ele adorava tal gesto, no momento em que pode conseguiu arrancar a calça de Roy e conseguindo ver claramente que o membro dele já estava pedindo socorro dentro daquela boxer vermelha, ela passava as mãos por cima do membro dele, o deixando cada vez mais louco. Roy queria retribuir o favor à esposa, desviou uma de suas mãos para a sua intimidade, percebendo que ela já estava toda molhada.

— Eu não vou conseguir me agüentar por muito tempo Roy – falava ofegante – seja rápido.

— Estou indo.

Roy arrancou as ultimas peças de roupa que restavam nele e em Riza, se ajeitou entre as pernas dela e a penetrou com urgência, desejo, necessidade. Começaram, sem perder tempo, com movimentos fortes e rápidos, Riza gemia junto de Roy, ela lhe arranhava por completo na região das costas, a cama batia cada vez com mais forte na parede, fazendo assim alguém naquela casa despertar.

Continua...

Notas finais
Talvez demore um pouquinho o proximo capítulo, mas juro que não passa de uma semana.

Bjosss.