Destinos das Próximas Gerações -
16 Kapitel 16
Notas iniciais
(obs: Já estou no Kapitel 19)
Bom... é isso! Espero que gostem, grandes surpresas os aguradam! Não vou mais interromper vc's... boa leitura!
Depois de tal notícia, todos ficaram praticamente sem reação. Imediatamente Roy mandou que procurassem um doador compatível com Richard, essa missão que seria uma das mais difíceis que ele enfrentaria.
Sem prestar muita atenção, Violet nota uma pessoa dar entrada no hospital, e não era uma pessoa qualquer era alguém que Violet reconhecia muito bem, era Simone. Aparentemente ela teve uma recaída em sua doença enquanto se dirigia para a Central e imediatamente ela foi levada para lá.
Violet se aproximou de onde ela se encontrava deitada, ela tentava não mostrar a ela que estava no hospital por causa de Richard.
— Simone?
— Violet, que bom que é você.
— O que aconteceu Simone?
— Eu passei mal durante a viagem e me trouxeram para cá, mas o que você está fazendo no hospital Violet?
— Eu... Tive... Uma consulta, isso uma consulta para saber como está o bebê.
— Que bom, e como ele está?
— Está bem e como você está se sentindo?
— Eu acho que desta vez não tem volta, me senti muito mal durante todo o caminho e no curto período em que eu estive no Leste com a minha irmã.
— Simone...
— O que foi Violet? Você me parece triste.
— O Richard...
— Já sei, ele não quer assumir é isso!
— Não, é outra coisa.
— Então o que foi? Você já está me deixando preocupada.
— O Richard está muito mal.
— Cadê ele? – ela disse se desesperando.
— Está neste hospital e não está nada bem.
— Tem cura?
— Ele pode ficar cego ou até mesmo...
— Como? Ele não pode! Eu tenho que sair daqui e fazer alguma coisa, eu não posso – ela quase desmaia – eu não posso ficar aqui parada e inválida, o Rich precisa de ajuda.
— Todos nós estamos do lado dele, agora temos que esperar um doador aparecer e salvar o nosso Rich.
— Do que ele precisa?
— Ele precisa fazer um transplante de córnea o mais rápido possível.
— Se eu for compatível, então ele não precisa mais.
— Como assim?
— Retirem as minhas e coloquem nele, eu já estou morrendo e não vou precisar mesmo, o Richard precisa bem mais que eu nesse momento.
— Simone...
— Não discuta Violet! Eu quero fazer isso.
— Mas...
— Eu nunca permitiria que alguma coisa acontecesse com o Richard, ele é o pai do meu filho e ele tem uma vida inteira pela frente e eu o que tenho? Uma morte certa, eu quero pelo menos fazer algo de útil antes de morrer Violet.
— Eu acho que consigo te compreender.
— Então me deixe ajudar o Richard e faze-lo enxergar.
— Você sabe que esse transplante pode custar a sua vida?
— Eu sempre estive disposta a dar a minha vida pelo Richard e não vai ser agora que eu irei desistir. – ela disse com um sorriso esperançoso nos lábios.
Simone foi levada por um médico para fazer um teste e saber se a córnea dela era compatível com a de Richard, e como que por milagre era. Ela foi induzida para uma sala de cirurgia para fazer o transplante.
Algumas horas depois o médico sai da sala de cirurgia dizendo que o transplante em Richard foi um sucesso, mas que infelizmente Simone não tinha resistido à hemorragia e aos vários danos causados em seu organismo e morreu em cima da mesa de cirurgia.
Richard ainda se encontrava desacordado, mas agora sem muitos riscos. A família Mustang tratou de fazer um velório a altura de Simone, enquanto apenas Violet permanecia no hospital esperando que Richard acordasse, ela foi a única a não ir ao enterro de Simone.
As horas e dias se passavam e nem um sinal de Richard acordar, a família inteira dele e os amigos já voltavam aos seus afazeres rotineiros, pois apesar de Richard ser muito querido por todos, eles ainda tinham muita coisa para fazer e não podiam deixar o país de lado.
A única pessoa que não saiu do lado dele um dia sequer foi Violet, sempre que ela conseguia escapar da escola, ela ia imediatamente vê-lo. Ela ficava sentada ao lado da cama dele apenas o observando até que o horário lhe permitisse.
Um dia sem premeditações Violet foi visitar Richard novamente, sentou-se na cadeira ao lado da cama como ela já o fazia e o ficou observando, mas ela não esperava que naquele dia ele começasse a se mexer.
Violet não sabia se entrava em pânico ou se gritava de tanta alegria por ver que a consciência de Richard voltava depois de um longo mês e meio. Ele mexia fracamente os dedos da mão esquerda.
— Richard... – Violet sussurrava em meio às lágrimas que começavam a se formar.
— Hum...
Richard lentamente começa a abrir os olhos e a ver uma forte luz a sua frente e junto com ela o rosto de Violet. Assim que conseguiu abrir os olhos por completo, começou a analisar onde estava e percebeu logo que se tratava de um hospital.
— O que eu estou fazendo aqui? – dizia em um sussurro.
— Não se esforce você sofreu um acidente, mas agora está tudo bem.
Ele começa a se lembrar da batalha que teve com o assassino e da explosão que causou, depois disso, era um enigma para ele.
— Como eu vim parar aqui?
— Alguns oficiais o trouxeram.
— O assassino, o que aconteceu com ele?
— Você o matou, mas não se importe com isso agora, descanse.
— Quanto tempo eu estou aqui?
Ela ficou um pouco em silêncio – Já faz aproximadamente uns 50 dias.
— Tudo isso?
— É, e você preocupou todo mundo moçinho.
— Se eu preocupei mesmo, por que então só tem você por aqui?
— Por que todo mundo está trabalhando, mas os seus pais e seus irmãos vêm te ver aqui todos os dias.
— E você?
— Eu também.
— Você não queria um tempo?
— Mas esse acidente me fez perceber que esse tempo pode ser muito longo, e eu não agüentaria ficar tanto tempo longe de você.
— Agora você me entende. – ele sorria fraco.
— Rich, eu tenho algo triste para te contar.
— O que foi?
— A Simone...
— O que aconteceu com ela?
— Ela lhe doou uma coisa pela qual você estava precisando e no meio desse procedimento ela não resistiu e...
— Não...
— Isso mesmo, ela está morta.
Richard imediatamente coloca uma das mãos na frente dos olhos, tentando esconder de Violet algumas lágrimas que insistiam em cair. Ela se aproximou ainda mais dele e o abraçou, ficaram ali durante alguns minutos, até que Violet decide sair do quarto.
— Aonde você vai?
— Vou avisar ao médico e a sua família que você acordou.
— Não demore.
— Eu prometo ser rápida. – assim, ela saiu do quarto e foi avisar ao médico e a família de Richard que ele havia finalmente acordado.
Alguns minutos se passaram e um médico foi fazer alguns exames em Richard e descobrir que não ficara nenhuma seqüela. Violet ficou esperando no corredor até que o médico acabasse e não demorou muito para que ela visse Riza adentrar ao hospital correndo.
— Como ele está?
— Fique calma, o médico está lá dentro com ele.
— Quando ele acordou?
— Faz pouco tempo, cerca de uma hora.
— E por que você não me chamou no mesmo instante?
— Calma tia Riza, ele não vai fugir, pelo menos agora não mais.
— Graças a Deus.
— Eu já contei a ele sobre a Simone.
— E como ele reagiu?
— Como qualquer pessoa reagiria, não admitindo, mas chorando.
— Assim como o Roy...
As duas ficaram conversando até o médico permitir que Riza entrasse no quarto, Violet continuou no corredor, ela queria que Riza ficasse a sós com o filho. Não demorou pra que o restante da família chegasse também, Roy na frente quase derrubando quem aparecesse em sua frente e sendo seguido pelos dois filhos.
Assim como Riza, ele também entrou no quarto de Richard, não deixando um minuto sequer de ser seguido por Raymond e Rachel. Eles ficaram durante bastante tempo dentro do quarto dele, nem se lembraram de Violet no corredor, mas assim que Richard se lembrou já era tarde de mais, ela havia ido para casa.
Na manhã seguinte Richard fazia mais uma série de exames, estes que o deixavam muito irritado, ele não queria estar ali, queria estar em qualquer lugar menos em um hospital, até mesmo cogitou que estar assinando uma pilha enorme de relatórios era melhor do que estar ali.
Ele ficava cada vez mais inquieto naquela cama, ele queria sair logo dali, mas ficou bem mais calmo quando avistou Violet entrando no aposento. Imediatamente um sorriso brotou em seus lábios junto com uma leve sensação de bem-estar e calmaria.
— Você demorou Violet.
— Como assim? Eu acabei de chegar.
— Você me disse que voltaria logo ontem e só voltou hoje, demorou muito.
— Mais agora eu estou aqui – ela se aproxima da cama – você também demorou muito.
— Mas eu estava inconsciente e você não, bem que podia ter passado a noite aqui comigo.
— Pra que?
— Era melhor ficar com você a noite toda do que ficar com o meu subordinado, ele é chato quando quer.
— Então o Coronel Richard ficou a noite toda com um subordinado? – ela falava debochada – que cena mais linda, queria ter visto.
— Há ha, muito engraçado. – ele faz um beiçinho.
— Não precisa ficar assim, eu também tenho uma vida sabia? Preciso dormir e me alimentar bem ou você quer que o seu filho nasça como?
— Eu nem perguntei dele não é? Como os dois estão passando?
— Esse pequenino aqui não faz muita bagunça, mas em compensação o mais velho...
— Você ta falando do Nich?
— Ele já está muito esperto e não é mais aquele garotinho quietinho que você conheceu, agora ele está imperativo e não para mais quieto.
— Ele já ta cantando alguma garotinha na rua?
— Não, mas falta pouco.
— Que bom, tomara que os dois sejam assim.
— Você está insinuando que o meu filho vai ser um mulherengo?
— E por que não? Ele vai ser um Mustang.
— Mas não quer dizer que ele tem que ser mulherengo.
— Claro que tem! O sobrenome dele o obriga e ainda mais sendo filho e neto de quem é. Ele vai ter que honrar o nome dos Mustang também.
— E se for menina?
— Aí vai ser complicado, vou ter que arranjar um guarda-costas para ela.
— Pra que?
— Para que nenhum moleque chegue perto da MINHA filha.
— Eu quero que o meu filho também tenha o meu sobrenome.
— Mas é lógico que vai ter o seu sobrenome, você vai se tornar Mustang também.
— Hã?
— Que foi? Que eu saiba já te pedi em casamento, mas se quiser eu peço de novo.
— Richard... – ela estava atônita.
— Para de me olhar com essa cara, até parece que eu te pedi uma coisa de outro mundo.
— Rich eu...
— Você aceita?
— Com uma condição.
— Lá vem, mas fala qual?
— Eu quero que você me respeite e mesmo se não estiver mais afim de mim, eu quero que me fale.
— Era só isso?
Ela o olha com um olhar mortal.
— Ta bem, era só para confirmar – ele se senta – pode ficar tranqüila quanto a isso, eu sei que se eu não for sincero com você eu posso perdê-la e isso é o que eu menos quero nesta vida.
— Rich eu quero que você me diga a verdade sobre uma coisa, e eu quero ouvir de você.
— O que?
— Naquela noite em que eu dormi na sua casa, quando a Simone ainda estava viva e estava hospedada lá.
— O que tem?
— Você ficou com ela?
Richard bufou e revirou os olhos, não entendia por que Violet queria revirar uma história tão antiga, pelo menos para ele.
— Eu apenas a beijei naquela noite, nada mais que isso.
— E o que você sentiu?
— Que eu não sentia a mesma coisa do que quando eu estava com você, era sem sentimento, sem paixão, sem amor.
— E o que você sente quando me beija?
— Provavelmente a mesma coisa que você.
Ele se aproxima ainda mais de Violet e sela a distancia que havia entre eles com um beijo. O beijo deles foi demorado, como se tivessem matando a saudades de todo o tempo que eles estiveram longe um do outro, como se aquele beijo fosse à prova de que nunca mais iriam se separar.
À medida que o beijo ia se prolongando as carícias entre os dois começavam incessantemente, como se precisassem um do outro naquele momento, não se importando onde estavam e quem poderia vê-los ali. Richard foi passando as suas abeis mãos pelo corpo de Violet, tirando aos poucos as roupas que ela vestia.
Violet também não se continha, queria ser de Richard naquele instante, ela não estava nem ligando para o fato de estar grávida ou não, o que ela queria tinha um nome e estava diante dela, chamava-se Richard Mustang e seria dela naquele momento.
Em pouco tempo eles estavam completamente nus naquele quarto de hospital, se agarrando em cima da cama. Richard a beijava por toda a extensão do corpo, e ela por sua vez a cada movimento mais “ardente” o arranhava as costas e gemia o seu nome, Richard sabia muito bem como agrada-la e ao mesmo tempo satisfazer as suas vontades.
Eles estavam no limite de suas carícias e prontos para aumentar o ritmo de seus desejos, Richard sem pensar duas vezes se acomodou entre as pernas de Violet e a penetrou com destreza e rapidez, a fazendo gemer ainda mais pelo seu nome.
Richard a estocava cada vez mais forte, sentia que nada poderia separá-los naquele momento tão intimo e pessoal. Violet o convidava a aumentar a velocidade, cruzando as pernas pela cintura do moreno, que atendia cada uma de suas exigências sem pestanejar.
Depois de tanto se amarem ambos chegaram ao limite, fazendo com que Violet se deitar-se, exausta, sobre o corpo suado de Richard. Eles ficaram por pouco tempo nesta posição, pois notaram que ainda estavam em um hospital e que alguém poderia entrar a qualquer momento.
Violet se vestiu o mais rápido que conseguiu e se sentou na cadeira que havia ao lado da cama, Richard não foi tão rápido assim e logo se deitou confortavelmente na cama. Depois que se ajeitaram começaram um incessante ataque de risos.
— Não acredito que fizemos isso aqui – ele ria mais ainda.
— E eu por acaso acredito nisso? Já pensou se alguém fica sabendo?
— Já e essa pessoa vai ser o meu filho quando ele tiver idade para escutar essas coisas.
— Richard! – ela olha-o indignada.
— Que foi? Sabia que eu fui gerado dentro de um carro?
— O.o
— Não me olhe assim é verdade e foi o meu pai que me contou.
— Mas como ele te disse isso?
— Conversas de pai e filho, ele me disse aonde fez cada um dos meus irmãos e cá entre nós, foram lugares mais esquisitos que um hospital.
— Não acredito que ele falou disso para você.
— O seu pai também falou onde você e o Gregori foram gerados.
— O meu pai?
— É ele também estava nessa conversa.
— Mas você não é filho dele.
— Mas o Gregori estava junto.
— Entendi...
— Quer saber onde você foi gerada?
— Hum...
— Se você não quiser, eu... – ele a provocava.
— Ta bom, fala logo! Eu sei que você está louco para dizer.
— Foi nos fundos de um mercadinho que fica no meio da estrada que dá para a cidade natal dos seus pais.
— Não acredito, e o Greg?
— Ele foi lá em casa.
— Como assim?
— Minha mãe armou para que a sua mãe ficasse sozinha com o seu pai e aí... Eu acho que não preciso falar o resto.
— O Raymond?
— Agora você está curiosa, não é?
— Você que começou com esse assunto, continua logo.
— O Ray foi debaixo da mesa do meu aniversário, bem na hora do parabéns aí todo mundo descobriu.
— E a Rachel?
— Essa aí vai orgulhar o lugar onde foi gerada.
— E que seria?
— No quartel, bem no meio do expediente.
— E por que você diz que ela vai orgulhar o lugar onde ela foi gerada?
— Ela me disse que quer entrar para o exercito, quer ser como a nossa mãe e ter algumas habilidades do nosso pai.
— Ela quer ser atiradora e alquimista das chamas.
— Não.
— Mas você acabou de falar isso.
— Eu disse que ela queria ser um pouco dos dois, mas não disse que ela queria ser os dois.
— Então o que ela quer ser?
— Quer criar armas que soltam chamas imensas e que poderão devastar uma população imensa.
— Caramba – ela estava pasma – ela me parecia tão doce e meiga, nunca imaginei isso dela.
— E quem olha para a minha mãe também não imagina como ela é de verdade.
— Tomara que ela nunca tenha que usar essa tal arma.
— Eu também espero isso, mas por certo lado vai ser muito bom ela criar esse tipo de coisa.
— E posso saber o por quê?
— Lógico! Aí nenhum safado vai tentar se aproximar e se aproveitar dela.
— Você não tem jeito mesmo, vai ser assim até ela se casar.
— Que nada, vou ser pior! Vou ficar assim até ela ficar uma velhinha de uns 90 anos.
— Quanto exagero.
— Por que exagero?
— E se eu tiver uma menina?
— Vai ser pior, aí ela vai ter que receber uma atenção ainda maior, mas é claro que não vai ser por que o meu instinto diz que vai ser um menino.
— Instinto atrasado, o menino já nasceu e agora pode ser uma menina.
— Violet deixa a menina para ser a caçula, eu ainda quero ter mais um menino.
— Espera aí! Deixa-me ver se estou fazendo a conta certa, você quer ter três filhos?
— Não.
— Que alívio.
— Eu quero ter quatro.
— O que? – ela olha-o espantada.
— Qual o problema? Já estamos na metade do caminho mesmo, eu já tenho dois meninos e agora só vai faltar mais dois.
— E você também não vai querer um filho de cada mulher não?
— Não, prefiro ter um filho com a Simone e três com você mesmo.
— E como você pode ter tanta certeza de que eu quero ter mais dois filhos depois deste.
— Nós temos bastante amor e energia, não vai demorar muito para que a camisinha falhe de novo e você se esqueça de tomar os remédios de novo...
— Já entendi.
— E falando em remédios, você já providenciou o seu?
— Ainda não, quando fui fazer isso descobri que estava grávida.
Ele pega na mão dela e a olha intensamente no fundo dos olhos.
— Você é realmente linda.
— E você não perde uma oportunidade.
— Violet, você poderia me fazer um favor?
— Qual?
— Poderia arrumar todos os preparativos para o nosso casamento, já que estou aqui não posso fazer muita coisa e...
Ele foi interrompido por um súbito abraço de Violet, que não fazia a mínima questão de esconder as lágrimas de alegria que escorriam pelo seu rosto. Richard retribuiu o abraço e apenas a observava com um sorriso no rosto, até que a escutou falar.
— Você tem certeza de que quer fazer isso?
— Se eu não tivesse seria um completo asno.
Ela sorriu – Pare de brincadeiras, eu estou falando sério – levanta o rosto para encara-lo – eu não quero que você mude a sua vida e seus hábitos por minha causa, deixe de ser quem você é por um mero detalhe.
— Eu não acho que um filho seja “um mero detalhe” e mesmo que fosse não seria ele o motivo por me fazer estar apaixonado e querer passar o resto dos meus dias ao seu lado.
O momento teria sido perfeito e terminado com um beijo apaixonado de ambos, mas isso não aconteceu e eles foram interrompidos Rachel que entrava em prantos dentro do quarto, como se algo muito ruim tivesse acontecido.
Continua....
Notas finais
Um hentaizinho de vez em quando eh bom neh?
Mas o que será que aconteceu?(N/A: Como se eu não soubesse)
Aposto que muitos de vc's adoraram a morte da Simone, mas ela ainda vai ser uma sombra p/ o jovem casal...não vou dizer mais nada, aguardem e descobram por vc's mesmos!
Küsses e até a próxima!
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