Destinos Entrelaçados.
19 Me beije meu senhor
Notas iniciais
O carro voava, literalmente, dessa vez não era só o meu desejo que estava ardendo. Dom estacionou o carro e me tirou lá de dentro com certa brutalidade.
Aquela proposta havia me pegado de surpresa. Olho para Dom um tanto assustada.
— O que... Disse? — estava atordoada.
— Quero você em minha cama Anna, AGORA! — ele repetiu no tom autoritário.
— Mas Dom Vicky, onde ela esta e porque saiu daquele jeito...- . Não tive tempo de terminar.
Dom agarrara minha cintura com certa brutalidade, colando totalmente nossos corpos fazendo-me sentir seu cheio de champanhe de perto. Inspiro forte aquele aroma que tanto adorava. Correntes elétricas correm pelo meu corpo.
— Não se preocupe, Vicky esta bem Anna. — diz com a voz rouca.
— Mas Dom ela.... — ele me aperta mais uma vez em seu corpo e morde de leve o lóbulo de minha orelha.
Suspiro de prazer.
—Sem perguntas Anna! Agora quero você em minha cama, quero provar mais de seu corpo maravilhoso. Quero você . Aquelas palavras foram como um impacto violento em meu corpo. Dom me queria mais uma vez. Eu sabia que Dom não era o tipo de homem de nutrir algum sentimento amoroso, mas saber que ele me desejava mais uma vez, me dava esperanças, mesmo que fossem poucas. Minhas mãos pairam automaticamente em seus cabelos. Puxo-os com certa força ouvindo um suspiro sair de sua boca. Em questão de segundos, sinto sua boca apossar da minha com força. Nossas línguas dançam em sincronia uma com a outra.
Dom direciona suas mãos abaixo de minhas nádegas e me ergue em seu colo. Enlaço minhas pernas em sua cintura. Ele começa a subir as escadas em direção a seu quarto. Ele me devolve ao chão mais uma vez e abre a porta com pressa. Ele empurra meu corpo contra a parede e o ergue mais uma vez. Ele aperta suas mãos em minhas coxas com força. Solto um suspiro alto, sentindo o quanto ele esta excitado através de seu membro escondido em sua calça. Ele puxa meu pijama fino com força o rasgando por completo. O som do tecido rasgando e deslizando por minha pele me causa uma onda de excitação extremamente forte. Logo me encontro só de calcinha a sua frente. Vejo-o passar a língua por seus lábios antes de se apossar de um de meus seios. Gemo ao senti-lo sugar , morder com habilidade meu mamilo completamente dolorido. Ele caminha ate a cama e me joga sobre aquela superfície confortável. Vejo um brilho diferente em seus olhos. Um mistura selvagem e dominadora. O desejo carnal em seu olhar fez meu corpo entrar em chamas
. Minha calcinha já se encontrava completamente úmida. Eu o queria imediatamente, de todas as formas possíveis. Ele começa a tirar sua roupa apressadamente e não demora muito ele esta totalmente nu a minha frente. Mordo meus lábios ao ver mais uma vez seu corpo de deus nu ali a minha mercê. Ele se aproxima de mim como uma pantera encurralando sua presa, ate não existir qualquer tipo de escapatória. Sinto sua boca subir desde o pé ate a parte de minhas cochas, onde ele chupa aquela carne sensível e para exatamente em meu ponto úmido e excitado. Arfo ao sentir sua língua deslizar sobre minha intimidade, fazendo pequenos círculos com a língua onde se encontra meu ponto mais sensível. Agarro os lençóis com força, deixando um gemido alto escapar de meus lábios. Sinto mais uma vez aquela sensação gostosa se apoderar de meu corpo, sabia que era meu orgasmo vindo, cedo demais Dom para. Solto um gemido frustrado e vejo um sorriso cafajeste brotar de seus lábios. Ele sobe sua boca sobre meu corpo ate chegar a minha boca. Ele me beija com extrema luxuria, fazendo-me sentir meu gosto através de seus lábios. Ele alisa meu corpo sem pudor, friccionando nossos sexos de uma maneira deliciosa.
– quero sentir você – ele sussurra.
Dom me olha com extremo desejo e estoca de uma vez só dentro de mim. Solto um grito de dor e prazer arqueando minhas costas. Dom começa a se movimentar com força dentro de mim. Arranho suas costas com mais força. Garanto que aquilo vai deixar marca. Ele continua com seus movimentos de vai e vem hábeis e fortes. Ele puxa minha nuca em direção a seu rosto e choca nossas bocas mias uma vez, acelerando cada vez mais seus movimentos. Sua boca abafa meus gemidos que não conseguia mais controlar. De repente, Dom muda nossas posições fazendo meu corpo ficar por cima do seu. Ele aperta suas mãos sobre meu quadril e me olha, me fazendo entender exatamente o que ele queria. Logo começo a me movimentar e posso sentir Dom cada vez mais profundamente dentro de mim. Acelero cada vez mais meus movimentos. Jogo minha cabeça para trás e sinto aquela sensação gostosa se apossar de mim mais uma vez. Não demora muito para meu orgasmo vir. Grito o nome de Dom assim que meu ápice me atinge de forma devastadora. Meu corpo esta mole, mas vi que Dom ainda não chegou ao seu orgasmo. Continuo com meus movimentos ate que ouço seu rugido alto. Dom aperta minha cintura assim que seu orgasmo o atinge. Deixo meu corpo desabar sobre o seu completamente cansado. Minha respiração esta pesada. Dom gira nossos corpos mais uma vez deixando nossos rostos de frente para o outro. Ele ergue suas mãos ate meu rosto e acaricia. Fecho meus olhos, sentindo aquele toque sobre minha pele. Ele ajeita meu corpo sobre o seu e acaricia meus cabelos
. — Durma agora Anna! — diz com sua costumeira voz autoritária.
– não quero dormir agora – bocejei.
– não foi um pedido – senti que ele sorriu.
Me sentei ligando a luz, subi em cima da sua barrida desnuda.
– você não manda em mim.
Ele se sentou também, passando as mãos em volta da minha cintura.
– quando você vai entender que não importa para onde você vá, vou sempre encontrar você – ele colocou a cabeça entre meus seios -.
– é claro que vai encontrar – bufei – tenho chips que garantem que você saiba onde estou.
Dom levantou o olhar e ele parecia tão, tão vulnerável que decidi instantaneamente que já passara da hora de implicar com ele, o homem salvara minha vida, merecia um credito.
Puxei seus cabelos com força, levantando sua cabeça.
– me beije meu senhor.
Um sorriso brincou em seus lábios.
– como quiser minha senhora – ele selou nossos lábios.
Então levantou da cama, me segurando pela cintura.
– a onde vamos? – interrompi o beijo.
– Shiii – Dom fez sinal de silencio – não fale alto, vai acordar Vicky.
– onde ela está? – olhei em volta.
– no quarto ao lado – ele mordeu minha boca – e nós vamos tomar um banho, em silencio.
A cara que ele fez me dizia que vamos fazer muita coisa, menos fazer silencio.
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