Destinos

35 Capítulo 35 - Passando dos limites com a bebida


Notas iniciais
Oi de novo para todos vcs leitores, como havia prometido aqui estou com mais um capitulo prontinho pra vcs, meus queridos e o melhor de tudo, sem demorar uma eternidade pra atualizar a fanfic, né kkk. Sim, isso mesmo, estou começando a progredir, aos pouco acho que finalizo a fanfic, assim eu espero de verdade :D . Estou torcendo para que vcs que goste desse capitulo, pois eu gostei muitíssimo dele. Olha, não sou de ficar dando spoiler, então só vou dizer que esse capitulo vai ter bastante comendo cômicos e algumas cenas com pequenos dramas que acrescenta na trama sobre o passado dos personagens. Chega de falar, bora pro capitulo que eu sei que vcs estão impacientes para ler (eu acho talvez kkk). ;) Boa Leitura!!! ^-^

Enquanto andava pelos corredores da escola Cebola pensava nas palavras ameaçadoras da Irene e como isso o preocupava um pouco da Irene ou qualquer outra garota a qual ele já havia ficado no passado que ainda tivesse algum tipo de sentimento por ele quisesse prejudicar o relacionamento dele com a Mônica, mesmo que os dois fossem apenas amigos isso era o suficiente para preocupar o jovem moreno, afinal ele tinha medo de perde à amizade com a sua amada dentucinha, por outro lado o Cebola não se preocupava tanto, pois ele ia fazer o que for para sempre proteger a Mônica e nunca ia deixar nada estragar a sua amizade com a mesma, nem mesmo intrigas de ex ficante inconformada e o que for. Assim que o belo rapaz chegou no pátio ele havia ficado um pouco intrigando ao ver que a sua amiga não estava mais sozinha como tinha imaginado encontra-la quando retornasse da cantina, Cebola não entendia porque do Do Contra estava fazendo ali justamente perto da Mônica conversado com ela, mesmo tomado pela curiosidade ao mesmo tempo o jovem havia começado a sentir uma pontada de ciúmes, mesmo que ele e a Mônica eram apenas amigos e o próprio sabia que sua amiga tinha o direto de ficar com quem ela quisesse, era um sentimento que não podia evitar de sentir, afinal ele estava completamente apaixonado por aquela garota. Então Cebola respira fundo e decide chagar perto dos dois jovens que ali conversavam no banco do pátio, tentando parecer mais tranquilo possível sem querer demostrar nenhum pingo de ciúmes.

—Oi Mô, estou de volta e trouxe os nossos lanches. —Cebola anunciou sua chegada entregando o saco de papel com o lanche dentro nas mãos da sua amiga.

—Oi Cê, que bom que veio logo, estava doída de fome. —A dentucinha o cumprimentou pegando o saco com o lanche que estava sendo segurado pela mão do amigo, a qual o mesmo havia comprado em seu lugar utilizado seu dinheiro.

—Espero que eu não tenho demorado muito. —O troca-letras disse se sentado no banco para começar a comer o seu lanche.

—Se demorou eu nem percebi, afinal o Dc apareceu aqui e nós ficamos de papo furado. Né Dc?! —A dentuça interrogou de modo retórico com um sorriso amigável no rosto direcionado para ele.

—É, é sim! —O moreno que gosta de contrariar considerou retribuído o sorriso para a amiga. —E a lias, oi Cebola! Não cumprimenta mais os seus amigos?! —Ele indagou sendo sarcástico encarando o amigo.

—Ah! Oi Dc! Foi mal, não era a intenção ter ignorado. —Cebola o cumprimentou de um jeito um pouco seco misturado com sem graça por parecer que estava o ignorado. Embora o garoto não conseguia falar com o seu amigo de tantos anos por estar enciumado naquele momento.

—Beleza, não ligo muito pra isso. Agora estou indo nessa. —Do Contra proclamou se levantado do banco que estava sentado até então com intensão de ir embora, ele não queria ficar ali tendo que dividir atenção da Mônica com o seu amigo que havia virado rival do amor.

—Espera Dc, não quer ficar?! Podemos nós três conversamos numa boa. —A morena pediu sugerindo, estando sem entender os motivos do amigo contrariado querer ir embora tão rápido.

—Ah, sabe como é Mô, não quero atrapalhar algum importante aqui. —O contrariado esclareceu insinuando de forma um tanto quanto malicioso dando uma piscada no olho para ela, como se quisesse dizer: "sei que é com ele que você quer ficar sozinha, não comigo".

—A-a-algum importante?! Como assim? —A linda dentuça exclamou estando corada sem jeito e ao mesmo tempo confusa, sem entender o que o garoto havia acabado de dizer.

—Deixa pra lá Mônica, sabe como ele é. Além do mais, se o Dc não quer ficar aqui com a gente, isso aí é com ele, não podemos força-lo a ficar. —Cebola opinou advertindo com a intenção de tranquilizar a sua amiga.

—Está certo, então! —A garota aceitou meio desanimada, afinal ela havia gostado de conversar com o Dc e sentia que os dois podiam ser ótimos amigos com toda certeza.

—Fui, a gente se ver! —O moreno de cabelo arrepiado num topete pra cima se despediu com um leve sorriso amigável.

—Tchau Dc, até mais! —Mônica se despediu devolvendo o sorriso enquanto fazia um gesto de "tchau" com a mão.

—Até cara! —O troca-letras se despediu com tom de voz um pouco seco com indiferença não proposital, sem conseguir se controlar o que estava sentido até então naquele estante.

(N/A: Ciúme bravo hein kkk)

Quando o Do Contra terminou de se despedir dos amigos, ele saiu dali indo embora para outro lugar pertencente da escola, por fim deixando somente a Mônica e o Cebola ali naquela parte do pátio.

—Parece que vocês dois não são assim tão amigos? —A dentuça perguntou intrigada pela atitude dos amigos parecem não se falar tanto.

—Na verdade nós dois somos, só que nos afastamos depois que eu... —O belo moreno respondeu, como ele havia ficado receoso de continuar contando por ter vergonha do seu passado acabou hesitando ao terminar e uma expressão de magoa havia formado em sua face.

—Tudo bem, não precisa completar, vejo que você perdeu muita coisa durante esse tempo. —Mônica o confortou com um tom de voz meigo e amigável.

—É, na verdade eu acabei mim perdendo, mas aí eu encontrei você e tudo é diferente. Obrigado por me trazer de volta a minha verdadeira realidade. —Cebola revelou de modo agradecido sorrindo carinhosamente para a garota ao seu lado.

—Que isso Cê, não precisa agradecer. Somos amigos né?! E amigos sempre ajudam o outro. Certo? —A garota interrogou retórico o fitando com um lindo sorriso doce direcionado apenas para o garoto troca-letras.

—Sim, com certeza. —O troca-letras assentiu devolvendo o mesmo doce sorriso.

Depois sua semblante havia mudado para uma expressão receosa apreensiva ao se lembrar da encrenca que ele havia se metido por conta do seu antigo vicio.

—Cê... —Mônica o chama estando preocupada ao perceber a súbita mudança de humor no seu querido amigo.

—Sim! —Ele correspondeu o chamado de modo terno voltando dar atenção para adorada amiga e interrompendo seus pensamentos.

—Você está esquisito, mas que normal. —Ela cogitou preocupada o encarando serio querendo entender o que estava acontecendo com ele.

—Esquisito eu, até parece! E o que você quis dizer mais o que o normal?! —Cebola questionou sendo sarcástico com um sorriso torto desenhado em seu lindo rosto.

—Sei lá, você parece distante, pensativo, como se estive pensado em algum muito sério. —A menina explicou continuando o encarar cada vez desconfiada.

—Deve ser coisa da sua imaginação. Eu não tenho nada pra esconder e está tudo bem comigo. —O garoto contestou com justificativa tentando confortar a amiga, ele só não queria contar o que estava ocorrendo pra Mônica sobre a conversa que teve com o Toni para não preocupa-la.

—Humpf! Que mentira, está só tentando disfarçar. Aposto que tem algum haver com aquele cara loiro, qual era o nome dele mesmo...? Toni né?! —Ela supôs sendo irônica arqueando a sobrancelha convencida que só podia ser isso, afinal Mônica havia percebido que o Cebola só ficou desse jeito depois que conversou com o Toni.

—Não, não tem nada a ver com ele. Mônica, por favor não fica se preocupando comigo, eu estou bem. —O belo garoto tenta tranquilizar a amiga com um sorriso carinhoso enquanto fitava ela.

(N/A: Tem sim, seu mentiroso! Mas tudo bem, já que o Cê é um mentiroso lindo que eu amo muito e só não quer falar a verdade pra não preocupar a Mô kkk)

—O que você tanto está escondendo de mim?! Pensei que era sua amiga, você pode sempre confiar em mim. —A linda garota dos dentes salientes volta insistir se sentido indignada pela atitude do amigo de não contar o que estava se passando com ele.

—Mônica, olha... Eu... —Vendo o quanto estava preocupando a sua preciosa amiga não contado a verdade, Cebola se sentiu abalado com isso e com uma certa vontade de contar tudo de uma vez, só não conseguia por receio dela ficar muito aflita de preocupação com ele está tão enrascado.

Antes que o Cebola pudesse terminar o que pensava em dizer o sinal da aula havia tocado anunciando para todos os alunos retornarem para as suas salas de aula, pois as aulas iam recomeçar, então Cebola — se sentido aliviado por não ter como contar a verdade naquele momento para a sua amiga, — se levantou do banco e ajudou a Mônica com sua cadeira de roda a voltarem para as suas respectivas salas de aulas. Já Mônica por sua vez havia ficado inconformada, pois quando parecia que o Cebola ia contar pra ela o que estava acontecendo com ele, o sinal anunciando o fim do intervalo tinha tocado justo logo naquela hora. Só que a menina não ia aceitar isso tão fácil, ela sentia que precisava saber o que estava se passado com o seu amigo. Então o jeito foi se conformar por enquanto pra poder esperar outro momento para ter uma oportunidade de interrogar o garoto pra em fim descobrir o que ele estava pretendendo esconder dela.

[...]

Já dentro da sala de aula, Cebola sentou-se em sua cadeira, ele parecia aprofundado em seus pensamentos com uma expressão seria formada em seu rosto, o garoto não parava de pensar no que o Toni havia dito logo cedo de manhã quando ele havia chegada da escola, só que o moreno não esperava era que os seus monólogos acabaram sendo interrompido por uma voz masculina bem familiar que o chamava o cumprimentando e assim despertando do seu traze, ao olhar para ver de quem pertencia aquela voz, Cebola se deparou-se com a imagem do seu melhor amigo Cascão que sorria amigavelmente o encarando.

—Ei careca, até que enfim decidiu me dar atenção, hein. —Cascão comunicou com um sorriso brincalhão contornado em seu rosto.

—Foi mal Cascão, eu estava distraído. —Cebola se justificou desculpando com um leve sorriso sem graça.

—É, deu pra perceber. —O sujinho ironizou de brincadeira.

—O que tá pegando, mano? —O troca-letras perguntou querendo ir logo pro assunto, já imaginado que se o seu melhor amigo o chamou para conversar de repente porque só podia ser algum importante.

—Tem uma parada seria que eu quero falar com você. —O garoto que não gostava de tomar banho na infância notificou estando receoso.

—E o que é? —Cebola indagou estimulando o amigo a contar logo.

—Aí eu não sei bem como falar isso, mas... —Cascão hesitou em continuar falando se sentido muito constrangido com o que ele tinha a dizer em mente.

—Cascão desembucha logo, depois o professor entrar na sala a gente só vai poder conversar no final das aulas. —O ex-delinquente rebelde apressou o amigo um pouco impaciente.

—Sei, sei! Não precisa me apressar, sei disso tudo. —O rapaz de cabelo cacheado alegou sem paciência pela impaciência do seu melhor amigo.

—Se sabe por que não fala logo? —Cebola questionou de modo sarcástico estimulando seu amigo do peito contar logo tudo de uma vez.

—É que o que quero falar não é um lance fácil de dizer. Tá, chega de delongas, é sobre a Magali. —Cascão se sentido envergonhado contou logo de uma vez num impulso de coragem, em seguida ele olhou para baixo fitando o chão do que encarar o garoto a sua frente.

—Magali?! O que tem a Magali? —O ex cinco-fios exclamou meio abismado querendo entender até onde o seu amigo queria chegar com essa conversa toda.

—Você sabe que eu to muito afim dela, eu não consigo pensar em uma maneira de pedi-la em namoro de forma correta e tenho medo dela me rejeitar. Sabe como é, ela ultimamente vem me evitando, tento me confessar e ela muda de assusto, estou começado a perde as esperanças de um dia conseguir viramos um casal. —Se sentido constrangido e ao mesmo tempo chateado devido sua situação, Cascão revelou esperando que o seu melhor amigo pudesse dar algum conselho pra ele.

—Cascão, o que você precisa é de coragem para falar com ela, não é tão difícil assim, diz como você realmente se sente por ela, seja sincero, mostra o seu lado todo apaixonado e se ela gosta mesmo de você não vai mais resistir. —Cebola incentivou o amigo aconselhando com um sorriso amigável estampado em seus lábios.

—Falar assim é tão fácil. —O sujinho decretou com um tom de voz chateado e recoso.

—Mas é fácil, quando dois querem dois namoram, é assim que funciona a lógica dos relacionamentos amorosos. —O troca-letras comentou zombando de modo amigável com um sorriso debochado formado em seu rosto.

—E você e a Mônica?! —Cascão provocou insinuando o seu melhor amigo com um sorriso travesso moldado em sua face.

—O que tem nós dois? —Cebola indagou ingenuamente sem o entender bem o que seu amigão queria dizer com isso.

—Ué, por que não estão juntos então já que a lógica é tão simples assim?! —O garoto que sempre teve medo de agua debochou sendo irônico com um sorriso brincalhão modulado em seu rosto.

—A Mônica e eu é um caso à parte. Eu não sirvo pra ela e ela merece coisa melhor. Sem falar que não sei se ela gosta de mim desse jeito.—Cebola argumentou tentado parecer convicto sobre sua decisão, mas sentia no fundo não estar tão certo disso.

—Só pode estar zoando. —Cascão zombou ironizando descrente pela decisão do amigo.

—Não, eu não estou. —O moreno troca-letras assimilou tentado transmitir certeza do que estava dizendo.

—Desse jeito você vai perde ela pra outro cara e quando se der conta será tarde demais. —Vendo a decisão (N/A: burra) do amigo, Cascão apenas aconselhou advertindo o encarando serio para passa mais credibilidade.

—Bom dia turma, todos abrindo o livro na página que paramos na última aula. —A professora anunciou no estante que entrou na sala de classe dando inicio a sua aula, fazendo todos os alunos, inclusive o Cascão, irem de imediato para suas mesas antes de serem chamados atenção pela a adulta que estava ali para lecionar sua matéria escolar.

—"Se esse outro for bem melhor do que eu e souber como fazer a Mônica sempre feliz, não teria motivo pra me arrepende, mas por outro lado sei que uma parte de mim nunca vai se conformar de ter perdido a minha oportunidade com a Mônica, talvez no fim Cascão esteja certo". —Cebola pensou de modo melancólico e indeciso.

[...]

Com o fim de todas as aulas daquele dia todos os alunos foram liberados pelos seus professores para retornarem as suas respectivas casas. A Mônica e a Magali saíram de suas mesas juntando os seus pertencem na mochila fazendo o mesmo que os seus colegas de classe estavam fazendo, enquanto se preparavam para sair da sala de aula as duas melhores amigas conversavam.

—Ei Maga, você hoje vai ir lá em casa? —Mônica perguntou convidado a sua melhor amiga para ir à sua casa nesse dia.

—Ai Mô, eu adoraria, mas tenho que perguntar os meus pais se eu posso ir à sua casa hoje. —A menina gulosa respondeu estando receosa dos seus pais não aceitarem.

—Tomara que eles deixem, eu pensei em a gente fazer os nossos exercícios de casa juntas, vai ser mais legal fazer junto com você do que sozinha. —A gentil ao mesmo tempo enfezada garota sugeriu com um sorriso animado em seu rosto.

—Mas e o Cebola? —Magali questionou estando meio curiosa e confusa pela amiga parecer que esqueceu o belo amigo rabugento responsável por cuidar dela.

—O que tem ele? —A dentuça interrogou sem entender direito a pergunta feita pela sua melhor amiga.

—Esqueceu que ele é praticamente obrigado er... Como eu posso dizer... —Magali estando sem jeito acabou hesitado se devia ou não concluir a sua fala.

—Cuidar de mim?! —Mônica concluiu retórica no lugar da amiga com um bobo sorriso cínico doce a encarando.

—Er... Hehe... Isso! Cuidar de você. —A doce garota de grande apetite confirmou com um sorriso sem graça desenhado em seu rosto.

—Ah é mesmo, tinha esquecido desse detalhe. Bom sobre o Cebola, acredito que ele não vai atrapalhar a gente. Na verdade, nós podíamos até fazer os exercícios junto com ele, melhor ainda podíamos chamar o Cascão também, ia ser como um grupo de estudo de amigos. —A menina dos dentes saliente propôs toda animada pela ideia de se reunir os seus três melhores amigos.

(N/A Três melhores amigos, sendo que um deles ela não ver como tãooo amigo assim, na verdade ver de outra forma kkk)

—Chamar o Cascão?! —Magali exclamou quase parecendo aflita com essa ideia.

—O que tem ele, amiga? Ele é o nosso ami... Ah sim, entendi! Bom, vocês tem que resolver esse lance logo. —Mônica aconselhou com um sorriso um pouco malicioso sem conseguir deixar de torcer para que os seus dois amigos conseguissem virar um casal definitivo.

—Acredite em mim, eu quero resolver essa parada só que... É tão difícil. —Disse à garota que ama comida, com um tom de voz desanimado e apreensivo.

—Eu te entendo, minha amiga, eu te entendo. —A doce e geniosa dentuça assumiu de modo compreensivo com um sorriso atencioso direcionado para a sua melhor amiga.

—Ei Magali, a gente pode conversar um minutinho? —Cascão que havia acabado de entrar na sala de aula pronunciou chamando pela sua melhor amiga de um modo que dava para ver que ele esta receoso.

—Cascão? —Magali exclamou completamente perplexa ao vê-lo ali e ainda querendo falar algum com ela.

—Er... Eu to indo nessa. Vou só com o Cebola mesmo. Tchau pessoal, a gente se ver a amanhã. —Vendo que os amigos precisavam ter "essa conversa" em partícula se despediu dos amigos com um leve sorriso malicioso formado em seu lindo e delicado rosto.

—Tchau Mô, até amanhã! —Cascão se despede da amiga com um sorriso amigável contornado em sua face.

—Ei Mô, e o nosso grupo de estudo como é que fica. —Magali protestou estando bem nervosa com um certo medo de ficar ali apenas com o garoto que mexia tanto com o seu coração.

—Fica de boa Maga, vai dar tudo certo. —Mônica mencionou maliciosa dando uma piscadinha para sua amiga comilona. Depois disso ela saiu da sala em fim deixando os seus amigos sozinhos torcendo para que tudo desse certo entre eles.

—Hei Mônica, volta! Droga! Ela nunca me ouve. —A comilona reclamou resmungando meio irritada pela "traição" de sua melhor amiga, de acordo como ela havia pensado.

—Magali! —Cascão a chama de uma maneira seria ao mesmo tempo terno.

—S-sim! —A menina corresponde o chamado estando ainda apreensiva.

—Algum problema comigo? —O garoto sujinho perguntou com uma expressão em seu rosto que demostrava que estava magoado, por achar que a sua amada Magali não queria falar com ele.

—E-e-er... Não! P-por que dá perguntada? —Magali respondeu indagando se sentindo bem ansiosa e encabulada por sem querer fazer o seu adorado amigo pensar que ela não queria falar com ele.

—É sério, eu estou te incomodado? Pode falar, que eu irei embora. A última coisa que eu não quero ser pra você um incomodo. —O garoto constatou ainda com uma expressão de tristeza.

—Não! Você não é um incomodo pra mim. Olha, só esquece isso, okay. —Magali justificou se sentido magoada por ver que sua atitude estava ferindo sem querer o garoto que tanto ama. —Então, o que você quer falar pra mim? —Ela pergunta finalmente aceitando ouvir o que seu amigo tinha para dizer.

—Não sei como falar isso, principalmente depois dessa "recepção calorosa". —O garoto assinalou insinuando enquanto gesticulava aspas com os dedos no ar, depois ele coça com uma mão atrás da nunca estando sem jeito e ao mesmo tempo magoado.

—Desculpa por isso Cascão. Não quis te ofender. É que... É tão complicado estar perto de você, principalmente quando estamos a sós. Não pense que eu não gosto de estar perto de você, na verdade eu gosto, gosto até demais. Vai ver esse é o problema. —A gulosinha se desculpou argumentando ao mesmo tempo fitava ele sem graça com um sorriso amoroso.

—Magali! —O moreno disse todo alegre com um grande sorriso em sua face, parecia que tinha um brilho nos seus olhos, só por ouvir sua encantadora amada ter dito isso.

—Ham! —Magali grunhiu pensativa querendo saber o que ele iria falar para ela a seguir.

—É sobre isso que quero falar com você. Pra mim é difícil ficar ao seu lado e fingir que nada está acontecendo entre nós. —Ele admitiu com um sorriso apaixonado moldado em seu rosto a fitado sem parar.

—Cascão...! —A garota disse toda emocionada já sabendo o que vinha a seguir, seu coração não parava de bater forte e seus olhos já começavam a marejar.

—O que eu quero te dizer é que eu... Eu... Eu gosto muito de você. Você quer sair comigo? N-não! Não é isso! Você quer namorar comigo? Droga, isso está horrível. Olha, só esquece o que eu acabei de falar, isso ficou uma bela de uma merda. —O garoto estando tão ansioso que tropeçou em suas palavras e se repreendia a si mesmo, por fim ele dar um tapa na metade do seu rosto completamente constrangido.

—Hahaha... Ai Cascão. Hahah... —Magali vendo o seu adorado amigo todo atrapalhado para se confessar acaba achando ele uma graça muito lindo e fofo.

—Tá bom, vou começar de novo. Lá vou eu. Magali, Maga, a um bom tempo que eu sinto algum especial por você, eu sinto que gosto muito de você, na verdade eu, eu, eu amo você, amo você mais do que amigos, mais até o que você imagina, queria muito que a gente focemos mais que apenas bons amigos, o que eu quero dizer que eu, eu quero namorar você. Magali, se você me aceitar prometo que nunca vou te magoar, nunca vou te decepcionar, vou estar com você sempre, tanto nas horas boas e nas ruins também, sempre estarei aqui para cuidar de você, te apoiar, te fazer feliz todos os dias. Eu juro a você que farei de tudo para que nada estrague esse sentimento tão lindo que existe entre nós dois. Então o que você me diz, você aceita namorar comigo? —Ao ter finalmente se declarado com todo o seu amor, Cascão pediu com um amoroso sorriso direcionado para sua doce amada Magali e seus olhos começavam a querer ficarem marejados pela imensa emoção que ele estava sentido.

—Sim! —A garota aprovou com um lindo sorriso de felicidade com os seus olhos lacrimejando de tanta emoção por aquele momento tão aguardado por ela.

—Tudo bem se você não querer namorar, eu vou entender e também quero que saiba que não vou deixar de ser seu amigo e tal, mesmo a resposta for não. —O rapaz estava tão ansioso que não havia ouvido direito a resposta da sua adorada comilona e deduziu que ela ia dizer não pra ele.

—Cascão, eu disse sim! Eu quero namorar você. —Magali concedeu entre sorrisos de emoção e sem conseguir mais se segurar acabou soltando uma lágrima solitária, só que essa lagrima não era de tristeza, mas sim de uma imensa felicidade.

—Hã? E-er sério? Você quer mesmo ser minha namorada? —Cascão exclamou completamente incrédulo, mas ao mesmo tempo emersamente feliz com um enorme sorriso sublinhado em seu rosto.

—Sim, quero muito, muito mesmo. Você não percebeu ainda, eu também te amo seu sujinho bobo. —Ela se declarou confirmando, sem conseguir mais se conter Magali abraçou o garoto, que agora em diante era o seu namorado, num abraço amoroso e aconchegante.

—Hehehe! Minha comilona. —Ele afirmou todo feliz e amoroso correspondendo o abraço da sua namorada Magali.

Não demorou pra que o receite casal de namorados tornasse aquele abraço virasse um doce e ardente beijo no momento que os lábios do Cascão e da Magali se encontraram unindo suas bocas em um só, com as suas línguas que batalhavam entre si com o único objetivo apenas de sentir cada prazer que suas bocas forneciam um para o outro saboreando um imenso desejo que fazia ambos querer que nunca tivesse um fim aquele momento, se pudessem se beijariam para sempre, mas infelizmente para eles o beijo havia chegado ao seu fim com a ausência da falta de ar que ambos sentiram. O casal apaixonado separam as suas bocas ao mesmo tempo abriram os seus olhos que tinham sido fechado quando foram se beijar, mas não desfizeram do aconchegante abraço, eles ficaram alguns poucos segundos abraçados sem emitir nenhum som das suas vozes, apenas sentido as batidas aceleradas dos seus corações que pareciam que estavam batendo do mesmo ritmo sincronizado.

—Cas, estou tão feliz. Nem acredito que finalmente estamos juntos. —Magali revelou com um sorriso meigo misturado com felicidade formulado em sua feição, olhando para o rosto do seu namorado.

—Eu também estou muito feliz e ao mesmo tempo sem poder acredita. Sério isso, a Magali, aquela minha amiga de desde que éramos pirralhos é minha namorada. —Cascão confessou sem conseguir tirar o sorriso de felicidade e amor em sua face enquanto olhava de volta para sua doce amada comilona.

—Hahaha... Néh, quem diria que esse dia chegaria. Hahaha... —Ela insinuou brincando entre os risos.

—Haha! É, quem diria mesmo. Hahaha... —Ele concordou seguindo a brincadeira da namorada rindo juntos.

—Mas, por outro lado, estou assustada. Se isso não der certo, se as coisas entre nós mudar totalmente, se deixamos de ser amigos por causa de um namoro que deu errado? —A gulosinha questionou estando cheia de duvidas e incertezas, sua expressão alegre de um segundo atrás mudou para uma expressão receosa franzindo o cenho.

—Magali, o que eu disse sobre eu farei de tudo para que nada estrague nosso amor. Você não confiar em mim? Não confia em nós? Se acreditamos que tudo vai dar certo não temos que temer, nossos sentimentos é algum real, não é nenhuma fantasia ou ilusão criada por nós dois. Pra esse relacionamento funcionar é preciso de dois pra acreditar que vai dar certo. Se você acha que isso não vai dar certo talvez seja melhor continuamos apenas como amigos. —O sujinho disse colocando a sua mão em cima da bochecha da garota acariciando e ao mesmo tempo fitando profundamente o castanho mel dos olhos da Magali, como se quisesse conforta a insegurança da amada.

—Que?! Não! Não é isso, não quero terminar antes mesmo de começarmos. Cascão, eu acredito, acredito em você, acredito no nosso amor e eu acredito em nós. Você tá certo não temos que nos preocupar com isso. Não vou deixar que uma insegurança boba atrapalhe nosso relacionamento. Eu te amo Cas, nada vai mudar esses sentimentos dentro de mim, nada. —Magali concluiu agora estando confiante sobre os seus sentimentos e também como será a sua relação com o namorado atual, a qual estava tão profundamente apaixonada. Enquanto a linda comilona dizia, as suas duas mãos estavam pousadas uma em cada lado do peitoral do namorado, já ele estava com os braços envolvidos na cintura dela.

—Eu sei, eu acredito em você. Eu te amo Maga. —Cascão expressou os seus sentimentos colocando as suas duas mãos uma em cada lado das bochechas rosadas da namorada a fintado com amor e ternura.

Mais uma vez os lábios do Cascão e da Magali se encontraram novamente um com outro formando mais um saboroso beijo que carregava um imenso desejo, paixão e principalmente amor, com as suas línguas interlaçada na outra desfrutando do intenso prazer que um emergia ao outro, o casal de namorados continuavam a se beijar almejando que aquele momento incrível pros dois nunca terminasse, só que infelizmente para os jovens apaixonados o beijo tinha chegado ao seu fim assim que começaram a sentir falta de fôlegos obrigando eles a separar suas bocas e por fim finalizando aquele beijo que era mais que perfeito pra ambos.

Após o fim do beijo, a Magali e o Cascão finalmente se dão conta que ainda permaneciam dentro daquela sala de aula sozinhos, apenas os dois e mais ninguém lá dentro com eles, o que seria um problema e ao mesmo tempo estranho algum funcionário da escola entrasse lá dentro e os encontrassem os dois juntos dentro da sala de estudo após o fim do horário letivo e pior ainda os encontrassem "de namorinho". Sendo assim os jovens recém-casal de namorados se retiram da sala de aula e vão a caminho da saída da escola, já no lado de fora do portão da grande escola, Cascão se oferece para levar a namorada até a casa dela, Magali acaba aceitado sem cogitar, pois ela queria ficar mais tempo ao lado do seu amado porquinho que tanto tinha fobia de agua na infância, assim os dois foram a caminho da casa da Magali de mãos dadas como um casal de verdade, durante o caminho os dois conversavam sobre diversas coisas e de vem enquanto trocavam caricias. Quando chegaram na casa da Magali, o casal se despediram um do outro com um beijo longo e caloroso, por fim Cascão foi embora rumo em direção a sua casa, enquanto caminhava o moreno do cabelo cacheado ficava pensando em sua amada e o quanto estava feliz por finalmente namorar a garota que ele tanto está apaixonado, já a Magali entrou dentro de sua casa em meios de suspiros e pensado no seu amado namorado, mal ela podia conter a felicidade por estar namorando o garoto dos seus sonhos, o seu melhor amigo, o seu sujinho Cascão.

Notas finais
Se tem alguém acompanho essa fanfic pelo site Nyah POR FVAOR se manifestem de alguma forma deixando qualquer comentário o que for. Realmente estou muito desanimada de continuar postando novos capítulos aqui. *****❤***** O que dizer desse capitulo, foi tiro porrada e bomba kkkkkk Rir muito quando escrevi ele, serio. E esse final super fofo, amostrado o amor dos pais pro seus filhos, não sei pq senti até um quentinho no coração e nem foi proposital, quando vi sentir kkkkkk. Outro a dentro que quero falar é que nesse capitulo quis mostra a evolução do Cebola, vcs devem ter percebido né, antes ele era todo escroto vivendo brigando com o pai e com todos da família, agora um docinho cuidando do pai bêbado e demostrado que se importa com o seu progenitor, se isso não é evolução então não sei o que é hahaha. Acabei me empolgado demais com o que achei desse capitulo, chaga né kkkk. *****❤***** Aviso Importante: Não estou aqui incentivando ngm beber e fazer um monte de cosia errada, isso é só uma historia fictícia de fã com pretexto de entretenimento, não é atoa que classifiquei essa bodega 18+ . Se vc é menor de idade não beba, não faça como o Cebola dessa fanfic. Certo amiguinhos?! ;) kkkkkkkkkkkkk *****❤***** Por hoje é isso, até a próxima queridos leitores!!! Beijos pra todos!!!! ❤