Destinos

15 Capítulo 15 - Hora de começar dar fim as briguinhas


Notas iniciais
Oi minha gente linda, dessa vez eu consegui posta um novo capitulo sem demora né?! Tomara que todos gostem do capitulo e com deixe os seus comentários quando acabar de lerem. Boa Leitura pra todos!!!!!!!!!

Mais tarde naquele mesmo dia Cebola após ter saído da escola depois que todas as suas aulas terminaram teve que ir na casa da Mônica como devido todas as semanas mesmo contra sua vontade, mas dessa vez até que o próprio não se incomodou tanto assim como acontecido na primeira vez, pois ele pensava que não seria tão ruim passar o restante da tarde toda ao lado da jovem dentuça com o objetivo de perturba-la pelo menos um pouquinho, isso era o que ele queria convencer a si mesmo já que no fundo(bem no fundo) tinha uma estranha vontade de reencontra-la de novo, estar com ela pra poder admirar a sua beleza e o seu jeito doce gentil ao mesmo temperamental de ser.

Assim que chega o jovem aperta o botão da campainha e uns três segundos depois a porta foi aberta por dona Luísa que dessa vez não estava com a roupa de trabalho, ela o recebeu o cumprimentado de maneira simpática e educada, em seguida deu o seu consentimento para o Cebola poder entrar na casa, sendo dessa forma o garoto entrou dentro da residência sem problema algum.

—Nossa Cebola to impressionada que dessa vez você veio sedo. Me diz, tava com saudade da minha filha, é? Por isso quis vir mais cedo. —Dona Luísa provocou de brincadeira de forma gentil e descontraída.

—Dona Luísa com todo o respeito com o que vou falar... Até parece que eu tava com saudade da estúpida da sua filha, eu só vim porque sou obrigado. —Cebola discordou sendo mais franco possível. —Também só cheguei mais cedo porque quero acabar logo com isso e imagino que a senhora certamente não quer se atrasar. Então por favor dona Luísa, me poupe de falar merda sem noção pra cima de mim. —Ele restringiu de maneira rígida tentado manter sua paciência.

—Har...! Tá bom! —Luísa assegurou estado meio sem graça e incrédula pelo modo do rapaz.

—E por falar na idio... Quero dizer. Na doce da sua filha, cadê ela? —Cebola interrogou dessa vez sendo menos grosseiro.

—Assim! Ela esta no quarto, aguardado por você. —A mulher respondeu com um pequeno sorriso moldado em sua face. —Mas agora falando um assunto serio. Cebola, tem uma coisa muito importante que eu quero falar sobre a Mônica. —Ela anunciou de um jeito serio o encarando.

—E o que é?! —Cebola estimulou a mais velha a contar estando curioso em saber.

Luísa deu um suspiro antes de começar a contar. —Cebola, será que não seria pedir demais pra você parar de provocar a minha filha. Não, sei que vai dizer, que ela o provoca e te tira do serio e por isso que você não fica quieto e a provoca também. A onde quero chegar é que eu não quero mais que nenhum dos dois discutam, já falei pra Mônica parar e quero que pare também. Estou fazendo tudo isso por bem da saúde da minha filha que teve febre ontem a noite logo após você ter indo embora por causa do estresse da brigas de vocês. —A dona da casa avisou ao jovem de modo serio e autoritária.

—A Mônica esteve doente?! —Cebola exclamou amostrando preocupação.

—Sim, ela esteve! —Luísa confirmou em seu rosto se formou uma expressão triste por conta da frágil saúde da filha. —Não precisa ficar preocupado, pois agora ela esta ótima por enquanto. —Ela explicou com um leve sorriso para despreocupar o rapaz.

—Ah tá! —Cebola afirmou sentindo um certo alivio.

—Huhu... Agora tenho que ir... Ah! Cebola, escuta bem, estou confiando a minha maior joia rara preciosa em suas mãos. Por favor, não me decepcione. —A mulher alertou o encarando de maneira bem serio.

—Belê! Pode ficar de boas dona Luísa que irei cuidar bem da Mônica e prometo que vou fazer o possível pra não discuti mais com ela. —O ex cinco-fios prometeu sendo honesto com as suas palavras.

—Ótimo! Você não sabe o alivio que estar me fazendo. —Luísa decretou sorrindo de modo simpático direcionado para o adolescente a sua frente. —Tchau e juízo! —Ela se despediu em seguida começou caminhar em direção até a porta da sua casa.

—Aham! Tá, tchau! —Cebola também se despediu, logo após viu a mulher atravessar a porta saído daquela residência.

Depois que dona Luísa foi embora a caminho do seu trabalho no hospital, Cebola fecha a porta da casa e vai até a escada imediatamente subindo nela e indo em direção ao quarto da Mônica. Assim que chega, ele abre a porta e encontra a linda dentucinha sentada em sua cadeira de roda lendo um livro de romance. No exato momento que o Cebola havia entrado dentro do quartou logo a Mônica percebeu a sua presença de imediato, com isso ela interrompeu sua leitura parando de continuar lendo e em seguida guardou o livro mantendo em cima da cômoda, deixando com a pagina marcada para saber onde parou de ler, por fim ficou encarando serio o rapaz sem dizer nenhuma palavra. Como o Cebola estava muito confuso com aquela situação, não sabia o quer dizer, ele tinha medo de suas próximas palavras levasse os dois a uma nova discussão que poderia prejudicar a saúde da jovem. Até que o silencio finalmente foi quebrado quando a própria Mônica abriu a boca para se manifestar.

—Humpf! Você veio cedo dessa vez. —A garota comentou parecendo surpresa.

—Pois é! Fazer o que?! Não tive muita escolha! —Cebola insinuou de modo sarcástico zombando inconformado.

—Assim, claro! Não teve muita escolha. —Mônica mencionou sendo irônica demonstrando um pouco desapontamento em suas palavras, pois no fundo ela desejava ter uma boa relação de amizade com aquele garoto que era responsável por cuida-la, mesmo com todas as brigas e discussões dos dois.

—Ora! Você queria o que?! Que eu viesse por livre espontânea vontade pra poder ver você só porque estava morrendo de saudade! Qualé! —Cebola debochou de jeito cínico com desdém.

—Quem me dera se isso fosse verdade!—A menina dos dentes proeminente murmurou bem baixinho sussurrando só pra si mesma ouvir.

—Hã? O que você disse? —Cebola questionou estado intrigado querendo entender o que aquela garota havia dito.

—Nada! Esquece! Não é da sua conta. —Mônica negou rígida e com raiva enquanto cruzava os braços e em segunda virou o rosto pro lado.

—Ótimo! Não queria saber mesmo! —O ex cinco-fios retrucou debochando.

—Ótimo! —Ela revidou se sentido irritada.

—Ótimo! —Ele rebateu com frieza.

—Argh! —A dentucinha grunhiu de ódio tentando recuperar a sua preciosa paciência.

—Olha Mônica é um seguinte, vou ser bem franco contido. Eu não vou com a sua cara e nem você vai com a minha, te acho uma garotinha mimada que se faz de coitadinha só porque tá entrevada nessa cadeira e sem duvida você acha que eu sou algum marginal, drogado sem nenhum escrúpulo. Não somos obrigados a gostar um do outro, mas só acho que tá na hora de começamos agimos feitos adultos pois crianças nós não somos mais, pro nosso próprio bem de sobrevivência. E também tem sua mãe que disse que você esteve doente por causa das nossas brigas tosca que acabou não te fazendo bem e nos proibiu de brigamos. —Cebola esclareceu sugerindo sendo sensato ao mesmo tempo frio e autoritário com o timbre de voz das suas palavras encarado serio a jovem menina a sua frente.

—Hum... Sabe, acho que essa é a primeira vez que sou obrigada a concordar com você. —Mônica considerou sendo sarcástica e ao mesmo tempo estando supressa pelo o garoto pensar dessa forma.

—Ih?! —O rapaz indagou retorico a encarando.

—Ih que... Tudo bem de começamos a trabalhar juntos sem brigas. —A dentuça aceitou de bom grado pensado da mesma forma que o Cebola

—Ah! Graças a Deus essa cabeça dura decidiu me ouvir! —O ex troca-letras agradeceu aliviado sendo debochado.

—Hei! Qual é! Você disse que não é pra gente brigamos e já começou?! —Mônica repreendeu abismada e ao mesmo tempo enfurecida com o garoto.

—Pra sua informação eu não disse nada que pudesse te ofender. —Cebola protestou de um jeito impaciente.

—Ah, tá! Mas foi o que deu pra entender! —A dentucinha argumentou insinuando desconfiada.

—Aff! Ninguém merece! Não sei como que isso vai dar certo. —Cebola reclamou estado impaciente.

—Francamente nem eu, se você quer saber. —Mônica resmungou também estado sem paciência.

—Ótimo, pelo menos uma coisa nós dois concordamos. —O moreno de cabelo espetado zombou com ironia.

—Hum! Mudando um pouco de assusto. Quando você disse que "as nossas brigas não me fez bem" por acaso você estava... Estava preocupado comigo?! —A garota supôs hesitando com receio se isso poderia sem querer provoca-lo, mas como o seu interesse de saber era maior acabou conseguido tomar coragem.

—Puta que pariu! É só da uma trégua pra você começar! —Cebola se queixou indignado começando a se irritar, ao pensar que a Mônica estava com intenção de querer debochar dele.

—Pera ai, eu não disse nada de mais. Só fiz uma pergunta. Se não quiser responder tudo bem. —Mônica justificou querendo tranquilizar o rapaz a qual conversava.

—Não! tudo bem, eu tenho o prazer de responder. Não to nem um pouco me lixando para você. Era isso que queria ouvir?! —O garoto que tinha dislalia contou de jeito rígido com indiferença.

Só que a verdade era que o Cebola de fato havia ficado preocupado, mas por conta do seu imenso orgulho jamais deixaria admitir naquele momento o que ele realmente estava sentido.

—Pra ser franca, não! —A morena sussurrou murmurando num tom baixo só pra ela ouvir sentido mais decepcionada do que outra vez.

—Hã?! O que você murmurou agora? —Cebola perguntou muito intrigado estando sem paciência por aquela menina ficar falando baixo sem deixar ele saber o que era.

—NADA! Seu idiota tapado! —A dentuça insultou de forma fria e seca com raiva do moreno.

—Idiota é! Cadê aquele papo de que não quer brigar comigo?! —O rapaz contestou incrédulo começando a sentir a sua raiva aparecer.

—Que saber! Dani-se! Não sei por que quer evitar de brigar se não estar nem um pouco se lixando com minha saúde e quer saber... —A garota dos dentes salientes esbravejou irritada, só que antes de terminar sua fala acabou sendo interrompida pelo Cebola.

—Chega! Não tenho que aturar isso calado. —Ele a reprimiu com tom de voz enraivada já sem nenhuma paciência.

—O que você vai fazer? —Mônica exclamou começando a ficar preocupada.

—Isso! —O antigo troca-letras ameaçou com um sorriso insano desenhado em seu rosto.

Após Cebola ter terminado de falar segura com as suas duas mãos em cadê lado do assento de mão da cadeira da Mônica e a empina a mesma pra cima.

—AHHHHHH! CEBOLA SEU LOUCO PARA JÁ COM ISSO! —A dentucinha ordenou gritando apreensiva com um certo medo de acabar caindo e ao mesmo tempo sentia raiva do jovem delinquente.

—Isso é pra você aprender a ficar calada! —Cebola declarou com uma voz alterado pro tom autoritário e em sua face havia se formado um sorriso cínico travesso.

—Cebola é serio, por favor PARA JÁ com isso, tá me dando nervoso fica assim. Por favor coloca minha cadeira no chão. —Mônica suplicou desesperada de medo.

—Só se você ficar calada e não me perturba mais! —Cebola propôs de jeito cínico com um sorriso maldoso contornado em sua feição.

—Tá bom, tá bom! Eu paro, agora conserta a minha cadeira. —Mônica pediu vedo que não tinha jeito mesmo com o seu imenso orgulho teve que aceitar as condições daquele garoto.

—Okay, alteza! —O jovem rebelde concordou enquanto consertava a posição correta da cadeira de rodas no chão e depois solta as suas mãos do ferro do assento de mão com isso finalmente libertando a Mônica.

Estando aliviada Mônica solta um um suspiro se acalmando. —Ainda bem! —Ela pronunciou com alivio colando a mão em cima do peito onde fica o coração que estava batente acelerado pelo susto da adrenalina.

—Humpf! Vou preparar o seu almoço que assim evita de brigamos. Fica ai! —O jovem moreno comunicou com o seu jeito indiferente.

—Como se estivesse outra escolha de sair daqui. —Mônica ironizou com melancolia sendo debochada.

—Hahaha! Alguma preferência de comida?! —O jovem sugeriu com um tom de voz cauteloso apenas interessado em saber qual tipo de cardápio do dia a garota iria querer.

—Não! Me surpreenda. —A dentuça desafiou com um sorriso cínico debochado modulado em seu rosto.

—Beleza! Vou te deixar de queixo caído garota. Só me aguarde. —Cebola garantiu estando convencido se sentido vitorioso enquanto sorria de jeito divertido por gostar de um desfio.

—Hum! Só quero pagar pra ver. —Mônica constatou duvidosa com um sorriso cínico brincalhão sublinhado em sua face, ela estava incerta se a comida que ia se preparada pelo rapaz responsável por cuida-la ia mesmo ficar tão boa como o próprio dizia.

Então o belo moreno sai do quarto deixando a jovem dentucinha ali dentro sozinha e vai para cozinha preparar um delicioso o almoço pra eles dois.

Notas finais
Se gostaram do capitulo então podem comentar a vontade. Se não gostaram comentem também. O importante pra mim é comentar dizendo as suas opiniões sinceras. Eu sei que vocês estão pensando, o Cebola é mesmo doido e tadinha da Mônica, mas gente não vamos odiá-lo só por isso, ele tem os seus motivos pra ser assim (ou não). kkkkk Beijos beijinhos e beijocas!!!!!!!!! ^-^ Até mais!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!