Destinos

6 Capítulo 6 - Mais um dia entediante na escola


Notas iniciais
Oi leitores como vocês estão indo?! Comigo vou bem(apesar que estou cheia de sono, mas abafa o caso.). Sem muita demora como prometido estou postado um novo capitulo pra vocês e espero mesmo que goste de verdade. Queria comentar só uma coisinha, gente cadê os meus leitores fies?! Vocês estão sumido um por um. O que esta havendo? Fico até pensado que fic tá ficando rui por causa dos leitores fies sumirem. Se é problemas serio como escola e estudo etc. tudo bem, mas por favor não abandona a fic eu prometo que vou melhorar é só disser o que vocês querem ai eu coloco. Tá, já falei o que eu queria. Boa leitura!

Na manhã do dia seguinte Cebola estava em sua escola dentro do pátio na hora do intervalo ao lado do seu melhor amigo desde da época da infância Cascão conversando. Diferente do Cebola, Cascão era um adolescente normal, não tinha vícios e nem se metia em problemas, ele gostava de filmes e séries de ficção científica (tudo relacionado ao mundo nerd) e também amava esporte. Se tinha uma coisa que o Cascão não suportava em seu melhor amigo era aquele o estilo de vida que o rapaz estava levando, ele só não se afastou do mesmo por devido amizade de anos e porque tinha esperança que o seu amigo largasse as drogas e voltasse há ser como era antes.

—Véi, verdade mesmo que tu deu mole e foi pego pela policia? —O Cascão perguntou sentado no banco do pátio comendo um sanduíche.

—Sim, pior que é tudo a mais pura verdade, que caralho por que aquele cara tinha que esta lá?! Também né o otário aqui foi justamente confiar naquele loiro veado do Toni! —Cebola respondeu lamentando com desdém.

—Por fala no Toni, ouvi dizer que ele já foi solto, os pais dele tem muita grana e conseguiram pagar a fiança do cara. —Cascão comentou querendo saber se os boatos era verdade.

—Por azar dele, devia era continuar na cadeia. —Cebola disse com desprezo.

—Careca, na boa o seu santo só pode ser guerreiro, como tu não foi para atrás das grades também? —O sujinho questionou incrédulo.

—É que existe uma grade diferença pra quem vende e pra quem compra! —Cebola explicou e em seguida soltou um suspiro desanimado. —A merda mesmo é que eu não sai por ileso nessa historia e agora vou ter que banca a babá de uma garota retardada de cadeira de rodas. —Cebola reclamou num tom desprezo e deboche.

—Hã, essa parte eu não estava por dentro?! Você vai mesmo cuidar de uma garota assim? —O Cascão interrogou estando surpreso.

—Vou! —Cebola confirmou desanimado.

—Ham... Até que não dever ser assim tão ruim! —Cascão mencionou sendo sincero sobre o que ele acha.

—O que quer dizer com isso?! Não ver que a parada é péssima! —O ex troca-letras discordou abismado com o que seu amigo disse.

—Ah cara, idealiza comigo, você vai cuidar de uma frágil garota que não pode andar e precisa de cuidados e proteção. Podia ser pior, tipo um velho gaga com os pés já na cova, mas não. É uma mina e algum me diz que ela deve ser tremenda de uma gata, né?! —Cascão deduziu com ar malicioso e bobo.

—Gata, ela?! Humpf! Tá longe de ser isso! —O jovem do cabelo espetado zombou com desdém.

—Ah qualé?! Você não reparou nem um pouco na mina! Pelo menos ela dever ser um pouco bonitinha. —Cascão opinou querendo mexer com o amigo.

—Ham... Tá bom, admito. Até que ela é... Er... Um tanto bonitinha. —Cebola admitiu hesitando com receio e se sentindo sem jeito, ao ponto que as suas bochechas acabou corando.

—Um tanto bonitinha?! —O sujinho exclamou incrédulo e duvidoso.

—Hum... Tá, ela é linda... Não, mentira! A verdade é que ela é muito gata. —Cebola confessou derrotado e ainda mais corado do que antes.

—Ah a então quer dizer que a mina é mesmo muito gata?! Nada mal! Por acaso ficou afim dela? —Cascão perguntou malicioso sem deixar de provocar o amigo na brincadeira.

—O que? Tu pirou o cabeção de vez! Até parece que vou gama por uma garota com cara de coelha retardada, ela pode ser até bonita, só que não é do meu tipo e além do mais... —Cebola resmungou com raiva e indignado, por fim acabou hesitando ao terminar de falar. —Ela nem sabe andar, quem dirá namorar e fazer certas coisas. —Ele concluiu o restante estando receoso, sem graça e corado.

—Hum! Sei! Só que na minha opinião, eu não importaria de pegar uma mina com deficiência desde que seja mesmo uma gata e claro eu esteja afim dela. —Cascão insinuou num tom um tanto malicioso e com um sorriso bobo formado em sua face.

—Cascão, faz um seguinte! Pega a sua opinião e enfia ela no seu *** [CENSURADO] —O ex cinco fios esbraveou mais do que nervoso cerrando os punhos, sem entender porque se sentiu irritado de ouvir o amigo falar essas coisas sobre a Mônica. (*cu)

—Sussa cara! Crede véi, também não precisava taca pedra em cima de mim! —O sujinho protestou espantado tentando acalmar o amigo.

—Aff! —Cebola grunhiu sem paciência, ele estava muito tenso com a conversa então decide pegar uma carteira de cigarro e um esgueiro dentro do bolso da sua calça jeans, depois levou o cigarro ate a boca e por fim acendeu com o esgueiro.

—Cara, qual é?! Já esta fumado de novo? E ainda por cima dentro da escola! —Cascão reprimiu o seu melhor amigos abismado.

—Ah Cascão, cala a boca (pra não dizer "vai tomar no rabo"), deixa eu viver. Não fumo desde ontem, por motivos que os meus pais fizeram uma limpeza no meu quarto, tiraram tudo que havia de drogas lá dentro. Hoje quando estava indo pra escola parei em um bar e comprei cigarro e esse esgueiro. (Eles jogaram fora até o esgueiro ¬¬') —Cebola argumentou explicando de modo que demostrava que ele estava irritado.

Cascão suspirou de tristeza não gostado de ver o seu amigo com essas atitudes erradas. —Coitado dos seus pais, não entendo como levaram tanto tempo pra descobrir as merdas que você anda aprontado. Ah careca, me diz por quanto tempo mais você vai viver assim?! —Ele indagou totalmente desanimado.

—Hum... Não sei! Quem sabe até quando eu morre! —Ex troca-letra respondeu de um jeito frio sem se importar dando nos ombros.

—Eu queria entender o que te levou você a ser assim! O que você quer provar ferrando sua vida? —Cascão interrogou sentido indignado e preocupado com o bem estar do melhor amigo.

—Provar! Hum... —Cebola ficou pensativo lembrado de acontecimentos do passado.

Flashback lembranças on:

Aquela era a final do campeonato ginasial de futebol entre as duas escolas finalista, o colégio Limoeiro e o colégio Laranjeira que pertence ao outro bairro vizinho do bairro Limoeiro, cujo o nome da escola leva o mesmo nome do bairro em homenagem como o próprio Limoeiro era a mesma coisa, essas duas escolas eram rivais ao bom tempo e os alunos sempre se enfrentaram nas quadras de futebol a gerações. Não faltava muito para o jogo terminar, o placar estava de 5x5 era só questão de desempatar com o ultimo gol para um desses dois times ser o vencedor. A bola que rolava pelo campo havia sido passada do Titi para o Cascão em seguida chutou pro Jeremias e por fim a bola havia sido passada para o Cebola que estava em frente pro gol, era só questão de chutar a bola para dentro da trave, Cebola havia se preparado para chutar a bola, mesmo estando concentrado só que devido o calor que fazia naquele dia quente de verão acabou desconcentrado o seu campo de visão da mira e chutou a bola que bateu no ferro da trave e com isso levando o seu time a derrota pois logo depois disso o outro time adversário conseguiu nos últimos minutos chutar a bola no gol e conseguindo a vitória daquele ano.

Após o fim do jogo, os jovens rapazes em torno de 14 e 15 anos haviam retornado pro vestuários pra poderem se arrumar para irem embora pra suas respectivas casas. Ao invés de fazer o mesmo, o Cebola apenas estava sentado no banco de cabeça abaixada olhando pro chão fixamente sem conseguir deixar de se sentir muito culpado por fazer o time e os seus amigos perderem o campeonato daquele ano, não só o time e os seus amigos de equipe, mas toda a escola não havia saído vencedora tudo por ele não ter acertado o chute simples a qual havia se preparado por meses treinando junto com os seus colegas e amigos de time. Enquanto continuava sentado de cabeça baixa fitando o chão não querendo falar com ninguém, Cebola escutava eventualmente os seus amigos de time conversando enquanto se arrumavam.

—Caramba, esse jogo foi dureza. —Titi comentou estando desanimado e exausto após ter jogado uma partida de futebol.

—Bota dureza nisso, véi. —Cascão garantiu concordando com o seu amigo se sentido da mesma forma.

—Nós nos preparamos tanto tempo pra no fim perdemos assim. —Xaveco queixou com desanimo sentido chateado pela derrota.

—Bem que dizem que as vezes se ganha as vezes se perde. —Jeremias mencionou tentando se conformar com a derrota do seu time.

—Mas nós treinamos tanto pra perdemos no fim das contas. —Tikara opinou de modo que demostrava o quanto estava desanimado e inconformado pelo seu time não ter lavado a vitória.

—Fazer o que?! Quem sabe no ano que vem? —Do Contra cogitou tentando ser otimista para conseguir conformar os seus amigos.

—O importante é que nós nos esforçamos e damos o nosso melhor. —Franja declarou tentado animar os seus amigos.

—Isso ai, não vamos nos abalar tanto por causa de uma partida. —Nimbus concordou começando a se sentir menos chateado com a derrota.

—Ei Cebola, esta escutado a gente?! —Jeremias chamou pelo amigo estando preocupado com ele.

—Cara, não precisa ficar assim não, foi só um jogo. —Cascão incentivou querendo confortar o seu melhor amigo.

—É, você não é bem o culpado. —Titi afirmou tentado animar o amigo sentido preocupação pelo mesmo.

—Gente, melhor deixar ele um pouco. Deve ser difícil pro cara nesse momento. —Do Contra sugeriu querendo o bem para o seu amigo.

—É, pode até ser. Só que mesmo assim não gosto de ver meu brother desse jeito. —Cascão negou apreensivo ainda continuando se preocupar com o Cebola.

—Nenhum de nós gosta, isso sim. —Xaveco decretou sem deixar de se preocupar com o amigo troca-letras.

—Cebola, não precisa se sentir mal. Você deu o seu melhor, pode ter certeza. —Nimbus consolou tentado animar o seu amigo.

—É isso mesmo. Acredite, não estamos com raiva de você e nada do tipo, então se anima cara. —Franja encorajou querendo tentar ajudar o amigo que não estava bem naquele momento.

—Jogos são assim mesmo, nem sempre se ganha ou se perde. Não tem que ficar encanado com isso. —Tikara confortou tentado tranquilizar o ressentimento do seu amigo.

—Valeu amigos, eu vou ficar de boas. —Cebola agradeceu com um sorriso falso sublinhado em seu rosto tentando forçar animo para despreocupar os seus amigos. —Podem ir sem mim, vou começar me arruma agora. —Ele avisou fingindo que estava tudo bem, mas a verdade o garoto continuava se sentindo péssimo.

—Falou então! Segunda a gente se fala bron. —Cascão combinou se despedindo após ter trocado de roupa e estando pronto para ir embora.

—Tá bom! —Cebola aceitou de modo seco desanimado.

—Melhor a gente ir falar com o treinador antes de irmos embora. Quem sabe ele pode dar uma força pro Cebola. —Franja propôs tentando encontrar uma solução melhor que pudesse ajudar o amigo naquele momento.

—Concordo, ele vai saber como ajudar o cara mais que a gente. —Titi aprovou a sugestão do amigo achando que essa era melhor forma de poder ajudar o Cebola.

—Bora lá falar com o treinador então. —Cascão concordou querendo muito ajudar de algum jeito o seu melhor amigo.

—Isso ai, vamos nessa! —Jeremias apoiou pensado que esse seria melhor mérito de ajudar o seu amigo.

Ao saíram do vestuário os oito garotos foras atrás do treinador, que se encontrava ali por perto do vestuário da quadra, com o pretexto que o mais velho poderia ir lá ajudar o amigo que demostrava não esta bem emocionalmente, os garotos por acharem como o treinador era um adulto e mais experiente de vida saberia melhor do que eles como animar o amigo naquele momento. Assim que o homem escutou os seus alunos foi de imediato ajudar o adolescente que continuava dentro do vestuário, só que agora o Cebola havia trocado de roupa, tirando o uniforme esportivo e vestiu as suas roupas casuais.

—E ai moleque vê se anima vai, você não teve culpa. Aquele time de bando de cuzões foi dureza. —O treinador tranquilizou o jovem garoto assim que entrou dentro do vestuário masculino.

O treinador era um homem de idade entre 30 até uns 31 anos, era alto e corpo atlético malhado, de personalidade descontraído e ao mesmo tempo ríspido másculo, que sempre treinou seus alunos com rigidez, mas sem deixar de ser amigo pros seus jovens atletas.

—Treinador, se eu tivesse marcado o gol teríamos vencido. —Cebola alegou se sentindo extremamente culpado e triste, em seguida ele olhou para o chão com a cabeça abaixada.

—Só esquece isso e vamos seguir em frente. Ainda podemos dar o troco no ano que vem. —O homem aconselhou sendo otimista para conseguir consolar o adolescente.

—É você esta certo, eu acho. —O garoto de 14 anos confirmou receoso ainda tendo duvidas sobre as palavras do seu professor.

—Ah garoto não precisa ficar assim. Olha, peque aqui umas dessas paradas. —O adulto ofereceu após ter tirado dentro do bolso da calça que estava vestido, um saquinho plástico que tinha dentro substancia química viciosa enrolado num envelope de papel.

—O que é isso treinador? —Cebola perguntou inocentemente sem entender o que era aquilo que seu professor estava lhe oferendo enquanto pegava da mão do homem o pequeno saco plástico.

—É cocaína, se você usar essa parada vai se sentir melhor, eu te garanto. —O treinador assegurou querendo ajudar o seu aluno como podia "acreditando que assim o garoto iria deixar de ficar menos triste". —Só uma coisa, não exagere no uso, pode ter fazer muito mal se usar muitas vezes até mesmo te viciar. —Ele alertou enquanto encarava o jovem bem serio.

—Não sei se devo aceitar. —Cebola recusou indeciso e ao mesmo tempo apreensivo.

—Vai garoto, não se esquenta com isso, se usar uma vez não dar nada, pode confiar. —O treinador insistiu sendo bem amigável.

—Se é assim de boas, tudo bem então. —O garoto aceitou ainda sentido receoso por sua escolha.

Flashback lembranças off:

—Cebola, oiii, terra! Tá ouvido o que eu to falando? —Cascão chamou atenção do amigo que estava distraído sem ouvir o que ele falava.

—Hum... Sim, to sim! —Cebola correspondeu após ter voltando pra realidade dos seus pensamentos.

—Não me parecia! —Cascão afirmou duvidando encarando serio o amigo ao seu lado.

—E ai Cê, será que nós podemos bate um papo?! —Anunciou uma voz feminina bastante melosa que vinha de uma jovem garota bonita de cabelos loiro bem curto até a nuca e olhos verdes, chamada Irene, que havia acabado de chegar no local onde os dois amigos conversavam.

—Ah é você, Irene! E ai gata! —Cebola a cumprimentou com um sorriso torto de safado colocando o cigarro na boca depois de dar uma tragada retira o cigarro e solta uma fumaça cinza no ar, fazendo a Cascão torci e a Irene suspirar pelo jeito sexy de como o Cebola havia feito tudo isso.

—Ah... Er... Foi mal! Não sabia que estava ocupado! —A loira se desculpou sem jeito.

—Ocupado, imagina! Só tava aqui na boa com o meu cigarro. —Cebola esclareceu sendo amistoso. —O que você quer linda? —Ele perguntou de maneira sexy e sorrindo para a garota a sua frente.

—Você ainda pergunta! Eu quero você... Quero dizer... Er... Quero ter um papo contigo, gato! —Irene estava corada de vergonha dizendo totalmente encabulada.

—Ham isso! Já é, vamos nessa linda! A gente se ver amigo sujinho. —O ex troca-letra comunicou se despedindo do amigo indo na direção da Irene e se juntado a ela.

—Belê! Até! —Cascão se despediu do amigo, vendo os dois se afastar dali e começa a pensar com repulsa. —"Lá vai ele pegar mais uma periguete!"

—Oi Cas! O que tá pegando?! —Pronunciou cumprimentando uma voz de uma linda garota de longos cabelos pretos um pouco ondulados nas pontas, magra esbelta e de belos olhos castanhos cor de mel, que havia acabado de ver o Cascão ali pensativo e sozinho, por isso quis saber o que se passava com ele e aproveitar para lhe fazer companhia.

—Hah! E ai Magali! Não tá pegando nada. —O sujinho cumprimentou sorrindo feliz por vê-la de repente, o Cascão a um bom tempo estava nutrindo sentimento amorosos bem mais do que amizade pela sua amiga de infância que adora comida.

—Hum, sei! Só perguntei porque te vi aqui sozinho. —Magali explicou de forma amigável se sentando no mesmo banco de praça onde o Cascão estava sentado.

—Ah entendo! É que eu não estava sozinho a menos de um segundo atrás, estava o com o Cebola até a Irene chegar e levar ele com ela. —O sujinho contou esclarecendo.

—Ah sim, a Irene! Humpf! Essa dai não cansa mesmo de corre atrás do Cebola. —A comilona debochou ironicamente com desprezo.

—Ela e todas as garotas da escola afinzaça pelo careca. —Cascão comentou irônico debochando.

—Pera ai, nem todas! Me tira dessa garoto! —A garota desaprovou protestando sendo sarcástica com desdém. Magali era uma grande amiga do Cebola desde a infância, só que nunca sentiu nada por ele além de uma boa amizade, o que era bem diferente com o Cascão, pois apesar deles dois sempre foram amigos, ela havia se apaixonado pelo amigo que não gosta de agua.

—Hahahaha... Tinha esquecido que tu tem bom gosto! —Cascão constatou debochado brincando com um sorriso travesso contornado em seu rosto.

—Eu!? Bom gosto?! O que quer dizer com isso? —A gulosinha questionou confusa e curiosa.

—Ham! Não se faça de sonsa, sei que a gata tá gamada no Cascãozinho aqui. —Ele provocou sendo malicioso e ao mesmo tempo jogando charme enquanto sorria de um jeito maroto e dando uma piscada pra ela

—O que?! Eu gamada em você!? Hahahaha! Faz me rir! Só pode ser zoeira mesmo. Hahahaha... —Magali retrucou dando altas gargalhadas, querendo omitir seus sentimentos por não ter coragem de assumir o que sente por ele.

—Tá bom, pode dar um tempo Magali, não precisa me avacalha assim. Você sabe que eu gosto muito de você e isso machuca. —Cascão pediu estando totalmente magoado e constrangido.

—Haha! Como eu não soubesse. —Magali murmurou um pouco encabulada e corada, pensado que o Cascão estava falando de gostar apenas na amizade. —Tá, agora falando serio! É verdade que o Cê foi pego usando drogas? —Ela perguntou completamente pasma e apreensiva pelo amigo.

—Sim Maga, por incrível que pareça é tudo verdade. —Cascão confirmou chateado por seu melhor amigo se meter em tanta confusão.

—Puxa! Mas até que foi bem preciso! Sinto em dizer isso, sei que ele é nosso amigo, mas quem sabe assim ele toma jeito. —A comilona revelou o que pensa, ela estava esperançosa que agora o seu amigo troca-letras ia tentar mudar esse estilo de vida completamente errado.

—Dessa vez Cebola vai toma, já que ele tem que cuidar de uma garota de cadeira de rodas. —Cascão contou sentido confiante que o seu amigo poderia mudar para uma pessoa melhor.

—Uma garota de cadeira de roda!? Serio?! —Magali exclamou perplexa.

—Serio! Por que? —Cascão questionou sem entender a surpresa da amiga comilona.

—É que a minha melhor amiga ela é paraplégica e só anda de cadeira de rodas, por um momento achei que podia ser ela. —A morena explicou estando preocupada e desconfiada de serem a mesma pessoa.

—Assim seria muita coincidência, sem falar que existe varias pessoas no mundo com essa deficiência. —O sujinho supôs tentando despreocupar a amiga.

—É pode crer que sim! Mas mesmo assim ainda seria muito bizarro disso acontecer. Não ia gostar nem um pouco ver a minha amiga nas mãos do Cebola. —Magali decretou se sentido preocupação e ao mesmo tempo irrita só de pensar que o seu amigo Cebola que é tão cafajeste fizesse a sua melhor amiga Mônica sofrer de coração partido.

—Por que não? —Cascão indagou estando confuso e intrigado pelo receio da amiga de forte apetite.

—Esqueceu como é o nosso amigo, principalmente se tratando de mulheres. E essa amiga minha é tão ingênua que ia cair no papo dele fácinho e é por isso que me preocupo. —Ela respondeu estando apreensiva por sua melhor amiga.

—Ah Maga desencana, o Cebola falou que não foi com a cara da mina, mesmo se ela for a tal sua amiga não tem motivos pra se esquentar. —O sujinho avisou tentado confortar a preocupação da garota.

—É, acho que você tem razão! Tomara! —Magali concordou ainda tendo duvidas.

Notas finais
Agora é hora de me contarem o que acharam do capitulo. Ficou legal? Ficou rui? O que precisa ser melhorado? Por favor comente, beleza?! To esperando receber comentários de todos. Beijinhos *moe pra vocês meu amores! [*fofo, carinhoso, lindo, romântico, doce, meigo]