Destinos

44 Capítulo 44 - Por favor, você tem que acreditar em mim


Notas iniciais
Oiiii meu amados leitores, eu estou de volta pra alegria de vcs com um novo capitulo. Prepare-se os lencinhos pois esse capitulo vai ser tenso, tomara que vcs gostem dele do mesmo jeito que eu amei fazer ele. Não quero dar spoiler, mesmo assim não consigo me segurar para dizer pra vcs que "algum me diz que vcs vão amar o capitulo" hehehe. O que será que vai acontecer?! Descubram ai lendo o capitulo todinho até o final :D . Boa Leitura!!! ^-^

Mônica junto com o seu amigo Do Contra após saírem do colégio foram os dois rumo em direção para a casa aonde garota dos dentes proeminente mora, enquanto caminhava Do Contra ia guiando a cadeira de rodas aonde estava sentada a sua amiga Mônica. Durante o percurso Mônica iam explicando para o Do Contra o caminho aonde fica a sua casa e o mesmo ia seguindo a direção certa que era orientada por ela. Como aquela era a primeira vez que não era o Cebola que estava ali pressente para locomover sua cadeira de roda e ao invés disso a pessoa com quem estava era o Do Contra, fez com que a Mônica acabasse estranhando o fato que não era o Cebola que estava ali junto dessa vez com ela para guiar sua cadeira de roda na volta para a casa após um duro dia de aula na escola, nisso só servia para faze-la lembrar mais ainda do Cebola e toda magoa que havia formado dentro de si depois de ter visto o garoto a qual estava tão profundamente apaixonada beijar outro alguém, só de vim as lembranças do beijo e pensar que todo esse tempo o Cebola apenas estava querendo engana-la só para quere se aproveitar do seus verdadeiros sentimentos já a fazia ter novamente vontade de chorar. Ao perceber que sua preciosa amiga estava fazendo uma expressão de tristeza formada em seu rosto, Do Contra já ia dando inicio a qualquer assunto para distrai-la e assim a garota não ia ficar sofrendo com as suas lagrimas teimosas que insistia em querer ser derramadas ali mesmo na rua. Mônica podia perceber a atitude do amigo que estava sempre ali ao seu lado querendo puxar qualquer conversa com ela para conseguir distrai-la os seus pensamentos dolorosos, isso a fazia querer ter vontade de agradece-lo por tudo que ele estava fazendo por ela.

Depois de um certo tempo de caminhada pelas ruas, Mônica havia chegado em sua residência junto com a presença do seu amigo Do Contra. Após ter aberto a porta de entrada e saída da casa com a sua copia da chave, Mônica acompanhada do amigo entraram dentro da casa. Como o Do Contra estava dentro numa casa desconhecida por ele até então ficou olhando admirado para todo o cômodo da sala como se quisesse conhecer aquele lugar, ele viu que era uma casa normal de família de classe media baixa, mas mesmo assim achou que era bem bonita toda a decoração, os moves e o restante.

—Você quer que eu fique, Mô? —Do Contra perguntou receoso e sem graça.

—Claro, não vejo problema nenhum, afinal você é um bom amigo. Pode ficar e se sinta a vontade. —Mônica concedeu sua permissão com um sorriso fraco tentando força animo.

—Tá bom! Você tem uma casa bonita, sabia. —O garoto elogiou sendo sincero com suas palavras, em seguida ele se sentou no sofá para descansar um pouco da caminhada que levou até chegar na casa da amiga.

—Obrigada! Espero que não esteja sendo do contra. —A dentucinha agradeceu sem deixar de brincar um pouco suas palavras, com um pequeno sorriso desanimado contornado em seus lábios, mesmo se sentido imensamente infeliz naquele momento a garota queria não pensar nisso e a melhor forma que ela encontrou de não pensar no que causava tanta magoa era se distrair conversando com o amigo que tanto ajudou.

—Hahaha... Não, eu não estou sendo, juro. —Dc garantiu sem deixar de rir um pouco gostando de ver que a Mônica estava se esforçando um pouco para não continuar com sua tristeza.

—É, eu sei! Huhu... —Mônica afirmou querendo entrar no clima de brincadeira com o amigo contrariado, mas logo o seu humor alegre mudou para tristeza de antes e o Do Contra pode perceber isso no estante que olhou a expressão de magoa que havia se formado no rosto dela.

—Mônica, pode se abrir para mim. O que aconteceu exatamente com você e o Cebola? Nem adianta me enrolar dizendo que não foi nada, eu vi muito bem naquela hora que você estava sofrendo e quer saber, você ainda me parece tão triste. —O contrariado questionou encarando serio a garota ao seu lado, sentindo muito apreensivo e chateado por ela.

—Agradeço por sua preocupação e por toda sua ajuda. Mas no momento eu não me sinto bem em contar o que ouve. —Ela respondeu sentindo receosa de dizer o que realmente ocorreu olhando para baixo com a cabeça abaixada.

—Se você não contar só vai me fazer ficar mais ainda preocupado. Não consigo deixar de pensar o que aconteceu, fico aqui imaginando que o Cebola fez foi algum horrível e impiedoso com você, e que ele deveria tomar uma lição por ter feito isso. —Do Contra volta insistir em saber olhando diretamente para ela a fitando com uma expressão que demostrava estar mesmo aflito de preocupação.

—Não vejo motivo para isso tudo. —Mônica opinou reprimindo o amigo a parte de querer da uma lição no Cebola.

—Como não?! Me conta a verdade, o que o Cebola te fez?! Ele te machucou? Te insultou? Te forçou algum que não queria? —O moreno interrogou quase que implorando para obter uma resposta que tanto queria ouvir.

—Não, não! Isso não. De jeito nenhum isso tudo não aconteceu. Nada disso! —A dentuça esclareceu querendo amenizar a preocupação do garoto ao seu lado.

—Então o que é?! —Ele insistiu exclamando enquanto a encarava serio.

—Você esta mesmo preocupado comigo, né?! —Mônica indagou vendo o quanto o seu amigo se preocupava e se importava com ela e isso não parecia ser justo com ele não revelar a verdade.

—Sim, com toda certeza estou. —Do Contra confirmou sendo bem convicto.

—Certo, você venceu! O que o Cebola fez não é nada tão grave, mas mesmo assim não posso perdoa-lo. Não me ache uma boba com o que vou dizer, tá bom?! —Mônica pediu encarando o rapaz bem seria.

—E por que eu ia achar isso?! —O jovem prometeu indagando sem deixar de estranhar o que sua amiga estava querendo dizer.

—Esta bem, é que eu, eu... Er... E-eu vi o Cebola beijar uma garota. É isso! Pronto, falei! —A garota revelou no impulso de coragem e em seguida ela baixou a cabeça se sentindo de certo modo encabulada sem ter coragem de olhar para o seu amigo.

—Hã?! O que?! —Dc exclamou descrente com o que ouviu, logo em seguida sentiu uma raiva pelo seu amigo troca-letras brotar nele.

—Sei que isso pra você não tem importância, mas pra mim tem, eu podia jurar que o Cebola havia mudado e que ele poderia esta gostando de mim, mas depois o que eu vi fica difícil defende-lo. No fim das contas ver ele com outra só serviu para provar quem ele é de verdade, um perfeito cafajeste e mentiroso que não pode ver mulher que quer ficar com todas. Isso me dói muito, por que eu tinha que gostar tanto dele, por que eu tinha que gostar de uma pessoa assim que não presta, eu não entendo. —Mônica queixou-se sentindo toda sua magoa voltar com força total se segurando suas lagrimas para não derramar naquele momento.

—Então é isso! Aquele desgraçado filho de uma... Eu aqui o idiota achando que podia confiar você a ele. —Do Contra reclamou enfurecido tanto com o Cebola quanto por ele mesmo, o garoto estava tão frustrado naquele estante que acabou se levantado do sofá ficando em pé.

—Do que você esta falando? —Mônica perguntou confusa sem entender o que o seu amigo queria dizer com isso tudo.

—Eu estou falando que eu gosto de você. —Do Contra confessou revelando no impulso do calor do momento não conseguindo mais conter o que sentia por aquela garota que sem querer havia conquistado seu coração.

—O que?! —A morena exclamou pasma e ao mesmo tempo constrangida pela confissão repentina do garoto a qual estava conversando.

—Droga! Não pretendia te falar o que eu sinto, não agora tão cedo, mas te vendo sofrer tanto por aquele cretino me deixou fora de mim. —O contrariado resmungou arrependido sentido muita vergonha tampando a metade do rosto com uma mão.

—V-você gosta de mim?! — Mônica exclamou perplexa sem conseguir compreender o que estava acontecendo.

—Sim, eu gosto de você, Mô! Gosto muito, muito mesmo. Quando digo que gosto, me refiro mais do que apenas bons amigos. Sem planejar nada eu me apaixonei por você. Sinto muito por isso. Não precisa nem responder, eu sei bem que a pessoa por qual você gosta infelizmente é o Cebola, mesmo que ele pareça não prestar e você merece coisa melhor, não é de mim que você gosta, então não precisa nem perde o seu tempo me rejeitando dizendo coisas como: "o que você sente não é o mesmo que eu sinto", porque isso é obvio. A única coisa que eu te peço é que esqueça isso e podemos continuar sendo bons amigos que somos. —Do Contra suplicou fitando a sua amiga a qual tinha um interesse romântico com uma expressão apreensivo que demostrava arrependimento na sua confissão.

—Dc, eu sinto muito. Eu vejo o cara legal que você é. Queria mesmo gostar de alguém assim como você. Eu me sinto muito mal por você, de verdade. —A garota dos dentes saliente se desculpou se sentindo magoada por não corresponder os sentimentos do amigo.

—Eu sei que sim, isso eu não tenho duvidas. Olha só você, como sempre é uma pessoa tão gentil e amorosa. —Dc decretou de modo carinhoso fitando a dentucinha com um sorriso meigo destinado somente a ela.

—Você também é uma ótima pessoa. —Mônica elogiou sendo honesta com o que dizia sorrindo de volta para o seu amigo.

—É, só que não esta apaixonada por mim. —O moreno insinuou amargurado sem pensar direito.

—Hah! —A dentucinha exclamou abismada com o que ouviu vindo do seu amigo que sempre aparentou ser tão gentil.

—Desculpe, não foi com essa intenção que eu quis dizer isso. —O garoto se desculpou estando completamente arrependido com o que disse se sentindo muito sem jeito.

—Tudo bem, não se esquenta com isso. Eu entendi! —Mônica consolou sendo compreensiva aceitando a desculpas do garoto que gosta de contrariar.

—Pelo menos agora eu me confessei o que sinto por você, mesmo que sem querer. Isso faz me sentir como se eu tivesse tirado um peso nas minhas costas. Hahaha... —O rapaz mencionou sendo brincalhão com as suas palavras e sorrindo de modo divertido.

—Hahaha... Queria mesmo era poder gostar você. —A jovem dos dentes proeminente admitiu murmurando sem pensar bem o que estava dizendo, o seu real desejo naquele momento era poder desapaixonar pelo Cebola e se apaixonar pelo Do Contra que parecia um garoto tão bom.

—Hã! —Dc exclamou pasmo e encabulado com o que acabou de ouvir, não esperava nem um pouco que a garota que ele estava apaixonado falasse justamente isso.

—Ai me desculpa! Por que eu disse isso?! —Mônica se desculpou sentindo um imenso arrependimento e constrangimento, tampando a boca com uma mão estando incrédula com ela mesma.

—Mônica, você não deveria ter dito isso, sabia!? —O jovem a repreendeu com um jeito meigo e sugestivo se aproximado da dentucinha.

—Eu sei, saiu sem querer. Me perdoa! —A morena pediu o perdão ainda sentindo o seu grande arrependimento, ela não queria dar falsas esperanças para o amigo e por isso se sentia magoada por ele.

—É, mas isso serviu para me dar vontade ao o que eu quero fazer... —Do Contra completamente hipnotizado pelo que estava sentido por sua amiga, se aproxima da Mônica com intensão de roubar um beijo dela, mantendo uma esperança com esse beijo ela poderia acabar se apaixonando por ele.

—Dc... Espe... —Mônica havia entendido as intensões do amigo, só não sabia se tentava fugir desse beijo ou se permitia deixar ele a beijasse, afinal mesmo não estando apaixonada por Do Contra, Mônica não podia negar o fato quanto esse rapaz era lindo e atraente, sem falar a grande magoa que ela estava sentido pelo Cebola ter beijado outra, não conseguindo deixar de acreditar que o garoto a qual estava apaixonada não merecia ter os belos e sinceros sentimentos que ela estava nutrido por ele, por isso uma parte da mente da Mônica pensava que não seria ruim ser beijada por outro garoto, com a esperança de quem sabe poderia tirar o Cebola do seu coração e se apaixonar pelo Do Contra que parecia ser um garoto muito bom e bonito, mas por outro lado ela se sentia mal em fazer isso com o seu amado, mesmo ele perecendo não merecer ter a consideração dela, no fundo Mônica apenas desejava de todo coração o que ela havia visto foi um terrível engano, mas sua razão não deixava ela acreditar fielmente nisso.

—Mônica, me desculpa, estou aqui para poder explica... Hã? —Cebola chega entrando na sala protestando em sua defesa e se espanta ao ver o Do Contra muito perto da Mônica em uma posição que dava para ver claramente ele estava com a real intenção de beija-la.

(N/A: Agora ferro de vez kkk)

Como Mônica havia chegado em sua casa tão atordoada e abalada emocionalmente ao ponto que esqueceu de trancar a porta de sua casa com a chave, ela apenas encostou a porta, com isso o Cebola teve a oportunidade de entrar na casa sem precisar ter que chamar pela Mônica pra poder abrir a porta para ele e assim por fim entrar dentro da residência.

—Cebola!? —Mônica exclamou estupefata muito supressa pelo o Cebola ter aparecido de repete em sua casa.

—"Ai que ódio, Cebola tinha que aparecer justo agora que eu ia beijar a Mônica" —Do Contra pensou se sentido irritado e inconformado por ter perdido sua única oportunidade de conseguir beijar a garota que ele gosta, enquanto se levantava voltando a ficar de pé e em seguida se afastando um pouco da Mônica e olhado diretamente para o Cebola.

—Mas que porra é essa tá acontecendo aqui?! —Cebola resmungou enfurecido de ciúmes.

—Não tenho nada para te explicar e você nem devia esta aqui na minha casa. Só vai embora. —Mônica expulsou num tom de voz que demostrava o quanto que ela estava com raiva e magoada com aquele garoto.

—Eu não vou embora até você me ouvir. —O troca-letras discordou a enfrentando enquanto encarava a dentuça sem paciência com a mesma. —E já você hein Do Contra, se diz ser meu amigo e não perdeu tempo, né seu canalha. —Ele zombou de um jeito ríspido com desprezo e decepção pela "traição" do amigo.

—Não venha me chamar de canalha! Você que é um cretino cara de pau que não vale nada, estava aos beijos com outra enquanto fica só enganando os sentimentos da Mônica. —Do Contra retrucou segurando a sua raiva que sentia do próprio amigo.

—Alto lá como fala comigo. Em nenhum momento eu fiquei enganando a Mônica. Aquilo tudo foi um mal entendido e é por isso que eu estou aqui, para explicar tudo pra ela. Já você na primeira oportunidade vem e quer se aproveitar da minha situação que já estava uma merda e agora esta bem pior. —Cebola justificou tentado segurar a sua fúria que estava sentido naquele momento.

—Seja como for, se você esta dizendo é verdade ou não. Saiba que eu não estava me aproveitado de nada, as coisas simplesmente foram acontecendo sem eu planejar qualquer coisa. —O contrariado argumentou querendo evitar um grande confronto com o amigo, principalmente após ter ouvido o que o próprio disse ser inocente.

—Então isso quer dizer que vocês dois estavam mesmo querendo ficar juntos?! Depois eu que sou o cafajeste mentiroso aqui. —O garoto que tem dislalia constatou esbravejando ao tirar conclusões erradas precipitadas.

—Não Cebola, não é nada disso... Espera, não fica ai tentado inverter o jogo ao seu favor. Você é que estava com aquela garota. Eu vi vocês se beijando. —Mônica o acusou sentindo uma imensa raiva do amigo que troca as letras quando fica ansioso.

—O que você viu foi ela que me beijou, em nenhum momento eu não queria a droga daquele maldito beijo. Custa você tentar me ouvir!? —Cebola protestou irritado com a dentuça encarando ela bem serio.

—Como vou acreditar, você nem tem como provar isso. —A garota dos dentes salientes o desafiou encarando de volta ainda sentido o mesmo sentimento de fúria por ele.

—Então só me escuta, inferno! —O troca-letras enfrentou sentido enraivado pela própria garota que ele tanto ama.

—Vejo que é melhor eu ir embora. Vocês tem muito para conversar. —Dc anuncio no momento que percebeu que o Cebola parecia estar sendo verdadeiro com o que dizia e também viu que os dois precisavam conversar a sós sem sua interferência ficando ali, mesmo que isso resultaria perder a oportunidade de poder namorar a Mônica, mas pra ele isso não era nenhum problema pois preferia ver a felicidade na garota a qual estava apaixonado.

—Não Dc! Não me deixe aqui sozinha com ele. —Mônica protestou aflita estando muito receosa de ficar a sós com o Cebola.

—Foi mal! Se eu ficar aqui só vou atrapalhar. Vocês dois tem mesmo que ter essa conversa. —O moreno contrariado se explica com um pequeno sorriso amistoso tanto para a Mônica quanto para o Cebola, torcendo honestamente que tudo acabasse bem de um jeito ou de outro, em seguida começou andar em direção a porta da casa para ir embora.

—Volta Dc, por favor, não quero ficar a sós com ele. —A dentuça implorou o chamando de volta o amigo contrariado desesperada não querendo de jeito nenhum acabar sozinha naquela casa somente com a companhia do Cebola, sentindo um grande receio dos dois acabarem querendo se matarem de tanta raiva.

—Tchau e boa sorte para vocês dois! —Do Contra se despediu dos seus amigos em frente a porta dando uma piscada de boa sorte para os dois, após isso ele finalmente foi embora daquela casa atravessando a passagem da porta e seguiu seu rumo direção para a sua própria residência.

—Gr! Mas que droga! —Mônica reclamou resmungando estando bastante irritada com a partida do "único que podia salva-la do Cebola" de acordo como ela mesma pensava.

—Agora que o seu namoradinho se foi pode tentar me ouvir?! —Cebola debochou impaciente querendo que a amiga pelo menos o escutasse o que tinha para contar.

—Da para parar Cebola, não estou de bom humor para isso. —A dentucinha reprimiu irritada encarando bem serio.

—Muito menos eu. Vim aqui na melhor intensão para tentar te explicar tudo o que aconteceu e quando chego encontro com você e o Dc pertinho um do outro e não parecia nem um pouco que vocês dois estavam apenas conversando. —Cebola a enfrenta insinuando provocativo cheio de raiva sentido o seu grande ciúme que o fazia fantasiar que a Mônica e o Do Contra estavam juntos.

—Não tenho que dar satisfação para você, mas só para você parar de me infernizar. Dc que queria me beijar e não ao contrario. Entendeu agora?! —Ela indagou retorica de modo debochado sorrindo para o amigo cinicamente sem ter paciência com o mesmo.

—Eu poderia entender sim! Mas e você, me entenderia que eu não queria beijar a Irene? —Cebola interrogou sendo sarcástico debochado devolvendo pra ela o mesmo sorriso cínico.

—Irene?! Então esse é o nome daquelazinha!? Poxa, bom saber que pelo menos o nome dela você sabe. Achei que você ficava com todas e nem ao menos os nomes lembrava. —Mônica o provocou sarcasticamente sentindo um imenso ciúme só de ouvir o garoto que ela ama citar o nome da provável "amante".

—Dar para parar com a palhaçada e me escutar... Espera... Isso tudo é puro ciúmes?! —Cebola insinuou debochado sem conseguir disfarçar o sorriso de satisfação que se formou em seu rosto gostando de ver que a garota a qual nutre fortes sentimentos estava se corroendo de ciúme por causa dele.

—Grrrr! Ciúmes uma pinoia, eu jamais teria ciúmes de você. —Ela revidou furiosa querendo matar o Cebola com todas suas forças e ao mesmo tempo estava cheia de vergonha por ele perceber o seu ciúme.

—Se não é ciúmes é o que todo esse show que esta fazendo?! Que nem ao menos quer saber de me ouvir primeiro antes de qualquer prejulgamento. —O garoto refutou a desafiando encarando serio.

—Vai pro inferno Cebola! Não aguento mais isso! Quero que saia logo daqui! I dai se eu estou com ciúme e o que for, não quero nunca mais te ver. Não te suporto mais. O que você fez não tem perdão. —Mônica esbraveja enfurecida e também magoada segurando suas lagrimas de raiva e decepção.

—Tá certo, eu vou embora, mas saiba se eu for embora irei para sempre e não volto nunca mais. Você não consegue fazer ideia o quanto esta me fazendo sofrer com toda essa desconfiança, vindo logo de você a pessoa que eu gosto tanto, achei que você ia me ouvir e tentar entender todo mal entendido, mas agora vejo que é inútil, você não sabe confiar nem um pouco em mim. Eu realmente não quero esse tipo de relacionamento para minha vida, não mesmo. —Ele esbraveou de volta cheio de magoa, fúria e decepção enquanto encarava com uma expressão de amargurado a garota que estava sentada na cadeira de roda.

—Para de fazer de santo, como se eu fosse uma tonta que vai cair no seu papinho de novo e... —A dentuça replicou se sentido ódio e magoa por aquele garoto, só que a sua fala acabou sendo interrompida pelo mesmo.

—EU NÃO ESTOU ME FAZENDO MERDA DE SANTO PORRA NENHUMA, CARALHO! —Cebola gritou enfurecido perdendo de vez toda sua preciosa paciência que restava com aquela garota.

—PARA DE GRITAR NA MINHA CASA , SEU DOIDO MALUCO, O QUE FOI QUE EU VI EM VOCÊ AFINAL. —Mônica ordenou gritando cheia de raiva sem ter mais nenhuma paciência com o rapaz a qual estava discutido.

—O QUE EU VI EM VOCÊ, ISSO SIM! UMA DROGA DE GAROTA ESTUPIDA QUE NÃO CONSEGUE NEM ESCUTAR O CARA QUE ESTA COMPLETAMENTE APAOIXONADO POR VOCÊ. —Ele confessou gritando ainda sentido muito irritado e magoado com a amiga.

—O que?! Apaixonado por mim?! —A garota exclamou descrente com o que ouviu, não esperava nem um pouco essa confissão repentina vindo do jovem delinquente que primeiro roubou seu coração para parti ele depois.

—Isso mesmo que você ouviu, eu estou apaixonado por você. Como não consegue ver isso, não ver o quanto que eu gosto e me importo com você. Mas que diferença faz, se você não consegue nem ao menos me ouvir o que eu tenho pra te dizer. —O moreno admitiu com melancolia agora estava calmo de novo, ele não conseguia deixar de se sentir indignado pela garota que estava perdidamente apaixonado não acreditar nem um pouco nele.

—Esta certo! Então diga. Mas não pense que isso vai mudar a minha opinião. —Mônica deu sua permissão de forma ríspida, após ter ouvido a confissão do amigo isso mexeu com seus sentimentos mesmo ainda duvidando e estando irritada com próprio.

—Humpf! Haja paciência! —O troca-letras resmungou tentando recuperar sua calma antes de conseguir se explicar. —Mônica por favor, por tudo que for mais sagrado acredite em mim. Em nenhum momento eu quis ter nada com a Irene e nem outra garota nenhuma, pra mim só existe você e ninguém mais. O que aconteceu foi que a Irene junto com a Penha armaram para cima de nós dois, elas arquitetaram um plano para nos separar. Não ver que essa historia é muito estranha, você estava lá justamente na hora do ocorrido, tudo arquitetado de forma certinha, como uma boa armadilha, um plano infalível. —Ele argumentou contando tudo o que sabia, querendo acreditar de verdade que agora a amiga dentuça iria compreender toda situação e ver que ele é inocente.

—Eu estava lá porque você tinha me mandado um recado pelo Cascão para te encontrar por lá. —A garota dos dentes proeminente recapitulou refletindo o ocorrido, começando acreditar um pouco nas palavras do amigo.

—Isso mesmo! Se eu tivesse tendo esse caso secreto eu ia mesmo combinar para você esta justamente onde eu iria estar com a outra garota? Só pense, Mônica?! —Cebola questionou a encarando serio querendo fazer de tudo para que a amada finalmente entendesse a sua inocência.

—Isso faz mesmo sentido, mas... Espera ai, se ela não apareceu lá por acaso?! Isso ainda não faz tanto sentido assim. —A morena supôs duvidosa encarando o amigo serio e desconfiada.

—Mas que droga, como não faz!? —O jovem rapaz reclamou começando a perde a sua paciência.

—Não fazendo, sei lá! —Mônica rebateu voltando a se irritar com o aquele garoto.

—Inferno! Já vi que vai ser difícil. A Penha, ela não estava lá? Você não a viu? —Cebola interrogou encarando de modo serio a garota a sua frente.

—Sim, ela estava e me disse umas coisas sobre você e também... Eu não gostei nada de ter ouvido o que ela falou. —Mônica disse com tristeza ao se lembrar das palavras duras e cruéis da inimiga, instantaneamente o seu coração se envenena com as desconfianças sobre o Cebola, só de pensar no que a Penha falou e também a conversa que teve com as amigas na hora do intervalo.

—Viu, ela ficou por lá para ver o plano acontecer e ainda fazer mais intriga sobre o meu respeito. Não consegue perceber que era tudo uma armadilha?! —O garoto demostrou com esperança agora a Mônica consiga acredita pelo menos um pouco nele.

—Eu... E-eu... Eu não sei! —A jovem pronunciou estando duvidosa e incerta, olhando para baixo com os olhos marejado de tanta tristeza que estava sentido naquele estante.

—Não sabe o que? —Cebola impaciente perguntou estimulando a contar.

—Não sei se devo confiar em você. Tenho medo de acreditar em você e acabar sofrendo mais pra frente. Você disse que era tudo um plano da Penha, mas... Se você fosse qualquer outra pessoa eu poderia acabar acreditando nas suas palavras no fim das contas, mas nesse caso como eu posso confiar em um ex delinquente que não tinha rumo certo na vida e ainda pegava tudo que era mulher que via na frente. Você pode esta muito bem mentindo sobre isso tudo só pra se safar dessa. —Mônica expressou o seu ressentimento encarando o amigo com magoa e fúria, por fim acabou soltando uma lagrima solitária que rolava pelo seu rosto entristecido e amargurado.

—Mas que bela de uma merda que você esta dizendo. Então, pra você eu ainda sou o mesmo de antes?! Que não mudei nada?! Pior ainda, por eu ter sido o que era antes qualquer coisa que aconteça agora eu devo ser culpado, mesmo eu não sendo mais uma pessoa assim. Serio, isso que eu sou para você?! —Cebola justificou com desdém e incrédulo por sua amada desconfiar tanto assim dele. O rapaz se sentia tão magoado com isso tudo ao ponto que os seus olhos começa lagrimejar, o que fez estranhar já que ele não era fácil de chorar, na verdade há muito tempo o mesmo não chorava.

—Juro que eu não pensava assim até antes de te ver nos braços daquela mulherzinha. Você me deu bons motivos para desconfiar, não posso fazer nada. —A dentuça apontou desferindo com desgosto tentando segurar as suas lagrimas que insistia de se libertar dos seus olhos.

—Quer saber foda-se, não me importo mais, cansei dessa merda toda! Cansei de te ama e não te ter comigo, cansei dessas suas desconfiança, cansei do seu julgamento, cansei de tudo vindo de você. Justamente quando pensava em me confessar meus sentimentos ai vem você e faz isso comigo. Tá achando que eu sou o que garota, de ferro para aturar tudo o que você esta me fazendo passa?! Por isso tomei essa decisão, só queria que soubesse a verdade antes de eu ir embora. Seja como for eu não ligo mais, agora acreditar na verdade ou não isso ai é problema de você. Pelo visto é melhor assim para nós dois, nem somos um casal e já é desse jeito, imagina então se fossemos. —O jovem alegou decidido completamente desapontado, cansando de continuar se humilhando por mais que amava aquela garota ele viu que não compensava faze-la enxergar a verdade se ela mesma não queria ver, isso só servia para lhe trazer mais magoa.

—Nem vem com essa, você que estragou tudo. —Ela o culpou com desprezo não conseguindo mais segurar as suas lagrimas que escorria sem parar pela sua face.

—Não, foi você que estragou tudo com as suas malditas desconfianças. A sua falta de capacidade de confiar em mim. —Cebola desferiu esbravejando com raiva e tristeza ao mesmo tempo segurando os dois ombros da Mônica de forma bem firme com sua força que sem querer acabou a machucando.

—Vai pra merda Cebola, eu definitivamente te odeio e não quero nunca mais te ver. Suma da minha vida! —Mônica ordenou em bom tom de raiva, decepção e tristeza em seguida apenas seguindo o seu instinto de ódio do momento deu um tapa bem forte no rosto do Cebola, deixando o lugar vermelho.

—Aiih... Você... Porque fez isso...? Mas que mer... Môni... —Arrasado Cebola com a mão em cima do lugar que recebeu o tapa, não sabia nem o que dizer naquele estante encarava a Mônica com desgosto e magoa, mesmo no seu limite ele queria ser forte e não solta suas lagrimas que continuava persistir de sair dos seus olhos.

—Ham... Ce... Cebo... Esp... —Mônica murmurou sentindo um grande arrependimento e amargurada por ter indo longe de mais com a sua raiva, os seus olhos marejava querendo libertar as lagrimas que ela lutava para prender. —"O que foi que eu fiz?! Eu não devia ter dado esse tapa nele. Eu acabei exagerado. Agora sim ele vai me odiar pra sempre." —Ela pensou apreensiva e completamente arrependida com receio do Cebola iria sentir por ela dali em adiante.

—Se é isso que você quer, então tá. Pode apostar que não vai mais me ver mesmo. Eu não vou voltar nunca mais na sua casa, não vou continuar vindo aqui pra cuidar de você, pode arrumar outra pessoa para poder te ajudar ou o que for como preferir. Meus pais pode reclamar a vontade, mas sei que eles como bons pais vão ter que tentar me entender, não posso cuidar de uma garota que eu tanto amo se ela diz que me odeia, prefiro que eles me der outra punição para compensar essa e o que for, pois essa sem duvidas foi a pior de todas punições que poderia existir. Adeus Mônica, não se preocupa, pois nunca mais vou voltar para te atormentar. Boa sorte na sua vida. —Cebola manifestou tudo o que estava entalado em sua garganta sentindo que realmente chegou ao seu limite enquanto olhava diretamente para a garota a sua frente a encarando com frieza e decepção, quando terminou de dizer sem conseguir mais se segurar uma lagrima rolou pelo seu rosto, não se permitindo chorar ele limpou a lagrima com uma mão e por fim começou andar em direção à porta para ir embora daquela casa o quanto antes, pois não suportava continuar perto daquela garota que ele jurou amar eternamente e no fim apenas trouxe tanta magoas e decepção.

—NÃO! POR FAVOR, NÃO FAÇA ISSO! QUALQUER COISA, MENOS ISSO. NÃO SAIA JAMAIS DA MINHA VIDA, EU PRECISO DE VOCÊ COMIGO PRA SEMPRE. ME PERDOA. NÃO VER QUE EU TE AMO TAMBÉM! —Mônica implorou gritando desesperada de medo em perde pra sempre o garoto que tanto ama, com suas lagrimas que escorria pelo seu rosto entristecido sem se importar mais em ter forças para conseguir segura-las.

—"O que?! A Mônica me ama?! Que diferença faz se ela não acredita em mim." —Cebola pensou não resistido mais continuar lutando contra o suplico da amada e assim parando de continuar andando em direção da saída da casa e se virando em direção da garota que tento o chamava de volta.

—Eu te amo, te amo, te amo tanto! NÃO VÁAAH! —No desespero de perde o seu amado para sempre, Mônica não conseguia mais pensar direito nas consequências apenas seguindo o impulso, em um movimento brusco repentino tenta se levanta da sua cadeira de roda com esperança de conseguir ir atrás do Cebola para para-lo e impedir que fosse ir embora de sua casa. —AAAHHH —Por uma pequena fração de segundo ela ficou de pé, Cebola espantado arregalou os olhos de tanta supressa por ter conseguido ver essa cena, mas só que como ela infelizmente não tinha controle do comando sobre suas pernas, acabou caído no chão com tudo enquanto gritava pelo susto e medo da queda, ao ponto que chegou até rala o joelho. —Ai mais que droga! Não quero que isso acabe desse jeito, não assim... —Estando caída no chão, a garota lamentou chorando em prantos, não pelo tombo da queda, mas sim pelo seu coração estava em pedaços completamente ferido e inconformado, pensando que dessa vez ela perdeu o Cebola para sempre e tudo por culpa dela mesma por não ter acreditado nele.

—Olha a merda que você esta fazendo!? Vai se machucar assim! —O Cebola a repreendeu apreensivo de preocupação enquanto ia até onde estava a Mônica caída, por fim ele sentou no chão pra ajuda-la se levantar e ver se ela estava bem.

—Esse foi o único jeito de te impedir de ir embora. Eu prefiro que você fique bravo comigo quantas vezes for preciso do que ver você desaparecer para sempre da minha vida. Eu ainda estou irritada com você, mas não é por mal, tudo isso é porque eu te amo muito, tenho medo de te perde e me dói muito ver nos braços de outra, fiquei cega de ciúmes, eu quero tanto acreditar em você, mas tenho medo de me machucar com o seu amor depois de me entregar, não é desconfiança ou falta em fá em você, é amor demais que eu sinto. Por mim tudo bem ficamos brigados por um tempo, só não aceito é afastar por completo um do outro pro resto das nossas vidas. —A garota desabafou tudo o que realmente estava sentido sendo verdadeiramente honesta tanto com o garoto que ama como também com ela mesma. Suas lacrimas continuava escorrer pelos seus olhos, só que dessa vez não era de desespero e magoa, mas sim de alivio por conseguir dizer o que realmente pensa.

—Sua dentuça teimosa e turrona. Se me ouvisse não estaríamos brigando desse jeito. —Cebola deu seu sermão de forma carinhoso com um pequeno meigo sorriso enquanto secava as lagrimas da Mônica acariciando o rosto dela com a mão que estava desocupada, a outra segurava as costas da garota dando apoio a ela já que como os dois estavam sentados no chão.

—Eu sei! —Mônica concordou murmurando com um tom de voz meigo misturado com enfezado enquanto o fitava profundamente o castanho dos olhos do garoto, não conseguindo vencer a luta contra as suas emoções e o seu desejo, tendo o Cebola tão perto de si e ainda sendo tão carinhoso com ela, o que a fazia se derreter.

—Não importa mais, eu te amo e nunca vou te deixar, sua boba. —O rapaz confessou seus sentimentos com um tom de voz meigo e apaixonado enquanto matinha uma mão pousada em cima da bochecha da amada olhando intensamente nos olhos dela.

Nesse momento Cebola puxa levemente pelos dois braços da Mônica de um jeito cauteloso sem a intenção de machuca-la, apenas queria traze-la pra mais perto de si fazendo o corpo dela ficar colado ao dele envolvida em seus braços num abraço aconchegadamente, em seguida ele se aproxima o seu rosto ao encontro rosto dela com objetivo dos seus lábios se encontrarem com os lábios volumosos da amada para assim selar o tão desejado beijo, quando suas bocas se cruzaram fazendo finalmente o beijo surgi, Cebola pede passagem com a língua esperando ser correspondido, mas como a Mônica ainda estava um pouco enfezada e magoada com o Cebola e ao mesmo tempo espantada por ele ter roubado um beijo de modo repentino praticamente sem seu consentimento, ela tenta resistir aquele beijo se movimentado e tentado empurrar para fugir dos braços do Cebola e afastar a sua boca da dele, só que Cebola foi insistente apertando mais ainda o abraço não deixando que ela estragasse esse momento dos dois. Vendo que não tinha jeito de tentar resistir, pois era uma luta sem vitória pra ela, Mônica acabou se rendendo fazendo se ceder ao seu desejo por aquele beijo, assim ela finalmente corresponde o beijo do amado, os dois iniciam uma ardente batalha com as suas línguas entrelaçado uma na outra explorando o prazer que um sentia no outro sempre querendo mais e mais, eles continuavam se beijando sentido uma imensa vontade de nunca mais parar aquilo, até que o Cebola tomou coragem de aparta o beijo, pois tinha em mente em dizer algum para a garota a qual estava beijando, com isso ele se afastou a sua boca dos lábios da amada dentuça, mas ainda mantendo o doce abraço compartilhado um com outro.

—P-por que me beijou? —A dentucinha questionou estando espantada pelo o Cebola ter a beijado, ainda tentando lutar contra a força do seu desejo por ele, isso após ter desfeito o abraço, mas apoiando o seu corpo segurando no ombro nele, Cebola apoiava segurando com uma das suas mão nas costa e a outra na cintura da Mônica.

—Porque eu te amo, te amo como nunca senti isso por ninguém, apenas por você. —O troca-letras revelou fitando intensamente os olhos da amada transmitindo sinceridade e ternura em suas palavras, enquanto segurava com uma mão sutilmente o rosco da garota.

Outra vez Cebola beija a Mônica, só que dessa vez em nenhum momento ela tenta resistir aquele beijo e se entrega correspondendo com a língua logo no momento que sentiu a boca do Cebola enroscado na sua, iniciando mais uma vez a doce batalha entre suas línguas que não tinha objetivo de ter um vencedor ou perdedor, apenas de apreciar cada desejo que um transmitia ao outro. Diferente do primeiro que havia durado mais tempo, o segundo beijo não demorou tanto como a Mônica queria que durasse, pois de novo o Cebola desfez do outro beijo.

—Me beijou de novo? —A moça indagou retorica ainda tentando se relutante ao sentimento de paixão e amor que estava sentido por aquele garoto.

—Esse beijo foi para te amostrar que você é única para mim e eu nunca vou te deixar. —Ele declarou a fintando com carinho, suas palavras soava doce e sinceras.

Pela terceira vez Cebola beijou a Mônica novamente, diferente dos outros dois primeiros beijos que pareciam mais urgente, o terceiro foi calmo, suas línguas pareciam que estavam dançando tranquilamente apenas querendo apreciar aquele momento de tanto preze de forma sutil e passiva, como se tivesse uma eternidade inteira esperando pelos dois e a única coisa que eles queriam era sentir o sentimento e desejo que um tinha pelo outro. O beijo chegou ao seu fim no estante que o Cebola mais uma vez afastou a sua boca dos lábios da Mônica, ele bem que queria poder continuar fazendo o beijo durar mais tempo, mas sua real intensão era mesmo falar o que sentia para sua bela amada.

—E-e esse? —Mônica perguntou com meiguice em seu tom de voz estando extremamente mexida emocionalmente ao ponto que nem se lembrava direito que ela e o Cebola estavam brigando uns minutos atrás, a única coisa que sentia era o seu imenso sentimento por aquele garoto.

—Esse foi para te dizer que eu quero que você seja a minha namorada. —Cebola respondeu de jeito amoroso e apaixonado a fitando profundamente com ternura e com um leve sorriso meigo direcionado somente para ela e ninguém mais.

—O que?! —Ela exclamou muito supressa e ao mesmo tempo não conseguia deixar de sentir extremamente feliz e mexida emotivamente, seus olhos marejava dessa vez de imensa felicidade sem conseguir acreditar o que ela ouviu era mesmo real.

—O que me diz? Você aceita? —O troca-letras pediu com um tom de voz doce e carinhoso enquanto fitava amorosamente e sorrindo de forma bem apaixonado.

—Eu aceito, eu aceito ser sua namorada. É tudo que eu mais quero. —A dentuça aceitou o abraçando, logo o abraço foi correspondido, ela sentia imensamente feliz e realizada com uma lagrima de alegria que escapuliu do seu olho acabou descendo em sua face, todo o desentendimento dos dois já não importava mais nem um pouco, pois a única coisa para a Mônica que importava era estar com o seu amado Cebola e não ia deixar mais nenhuma intriga, desconfiança ou pessoa estragasse essa alegria compartilhada pelos dois.

Dessa vez foi a Mônica deu a iniciativa de beijar o Cebola, conseguindo o surpreender completamente, mas mesmo assim supresso o troca-letras corresponde de imediato o beijo da dentucinha, iniciando dessa vez um beijo que parecia mais especial do que todos, pois ambos sabiam o quanto eram amados pelo outro, suas línguas ficavam um misto de urgência com serenidade, alternado em apreciar o desejo com mais velocidade como fosse o fim do mundo para com calmo como se aquele momento fosse durar pra sempre.

(N/A: Agora o pequeno hot vai começar ( ͡° ͜ʖ ͡°) . Já ficam logo avisados caso não queiram ler ;) )

Eles permanecem se beijando por um certo tempo, mas com a intensidade do beijo foi crescendo fez que a Mônica e o Cebola deitasse involuntariamente no chão com ele estando em cima do corpo dela, com isso ajudou fazer aumentar o fervor do desejo que ambos estavam sentido. Parando de beijar a boca da amada, Cebola começa a beijar a bochecha da Mônica seguindo uma trilha formada por rastros de beijos que ia do rosto até chegar no pescoço dela e terminando o beijo ele começa dar pequenos chupões no pescoço da jovem, nisso servia só para aumentar ainda mais o prazer que a Mônica estava sentido em cada toque que o seu amado fazia em seu corpo. Se cansando de distribuir chupões no pescoço da amada, Cebola decidiu ser mais audacioso, ergueu a blusa da Mônica até o tórax deixando os seios da garota amostra tendo apenas o sutiã para cobri-los, assim ele começou distribuir beijos que foi mudando para lambidas e terminando em chupões na barriga dela, depois começou acariciar e logo em seguida apertar de leve um dos seios da garota com uma das suas mãos que estava sobre em cima do sutiã. Cada toque do Cebola ia fazendo na Mônica isso ajudava muito a fazer crescer mais o desejo nela e ao mesmo tempo preocupa-la, pois a Mônica nunca sentiu tamanha sensação de tanto prazer assim tão forte e foi ai que ela se deu conta se não fizer alguma coisa pra conseguir parar o "receite namorado", eles acabariam se entregando completamente a luxúria e o amor um pro outro ali mesmo. Já que não dava para contar com ajuda do Cebola, o garoto estava fora de cogitação de ter qualquer chance de parar, pois esse estava tão alucinado pelo prazer que estava sentido pela garota a qual tanto estava apaixonado que não tinha mais o controle de conseguir parar e já a Mônica ainda tinha alguma noção da realidade, mas o toque do seu amado em seu corpo estava tão prazeroso que dizer "chega ou pare" era praticamente difícil, pois ela sabia que se tentasse falar algumas dessas palavras ao invés de sair como uma ordem de protesto ia sair gemidos de prazer e isso iria confundir mais ainda cabeça do Cebola o fazendo acreditar que ela estava querendo continuar com tudo aquilo e muito mais. Até que a Mônica percebeu que estava no chão da sala de sua casa e foi ai que ela encontrou uma desculpa para fazer o Cebola parar com as provocações sexuais que fazia nela.

(N/A: Fim do pequeno momento hot ( ͡° ͜ʖ ͡°) )

—C-C-Cebola, e-eu, eu ainda estou no chão. —Mônica avisou com uma voz tremula e abafada por conta do prazer que ela estava sentido até então.

—Hã! —Quando o Cebola ouviu as palavras da recém-namorada havia dito entendeu na hora que ela não estava querendo continua compartilhando aquele amasso e assim o fazendo parar de continua com as provocações sexuais e olhar diretamente para ela que ainda continuava deitada no chão com uma expressão de vergonhada, assustada e nervosa.

—Eu queria poder volta para minha cadeira. Por favor, me ajuda. —A garota dos dentes proeminente pediu encarando serio o Cebola, tentado se manter calma e controlar o desejo de querer continuar com tudo aquilo, terminando de falar ela ajeitou a blusa deixando como estava antes do recém-namorado ter a erguido pra cima.

—Ah! É mesmo, foi mal! —O rapaz aprovou o pedido estando constrangido por conta do ocorrido de uns segundos atrás enquanto se levantava do chão finalmente saído de cima da garota.

—Tudo bem, não foi nada! —Mônica assegurou sentido sem graça mesmo assim querendo o tranquilizar.

A seguir o Cebola ajudou a Mônica sair do chão a levantado cuidadosamente ao mesmo tempo a segurando dando apoio para ela não cair e por fim a colocou de volta na cadeira de rodas ajudando a garota se sentar.

—Ah... Peço desculpa, se eu exagerei naquela hora quando a gente estava... —Ele se desculpou ainda se sentido sem graça com o pescoço virado pro lado alisando a bochecha com dedo indicador.

—Deixa isso pra lá. De qualquer forma eu estava gostando mesmo e... Ops... —Querendo conforta-lo a jovem deixou escapar suas palavras sem querer e ficando envergonhada logo em seguida tampando a boca com as duas mãos.

—Eu também estava gostando, não precisa se vergonhar. —Cebola admitiu sendo bem sugestivo malicioso com um sorriso torto desenhado em sua face, a fintando intensamente.

—Ham! —Mônica grunhiu pensativa sem deixar de admirar aquele jeito atrevido dele. —"Como ele consegue ser tão safado?!" —Ela pensou sarcasticamente.

—Quer saber, não vejo mal da gente ser honestos um com outro sobre o que estamos sentido. —O troca-letras opinou se agachando próximo da Mônica com intenção de ficar perto dela e na mesma altura da garota que estava sentada na cadeira.

—Já eu penso ao contrario, não precisamos falar tudo tão na cara dura. —A dentuça discordou estando meio sem jeito.

—Só que agora somos namorados. —O moreno ressaltou a relembrado com um sorriso meigo moldado em seu rosto direcionado pra ela.

—Somos?! —A garota exclamou incerta, por mais que ela tinha ouvido o garoto a qual tanto estava apaixonada havia pedido em namoro não conseguia deixar de ter um pouco de vestígio de duvidas se aquele pedido foi real ou foi só coisa do calor do momento onde o Cebola não conseguiu conter suas emoções na hora.

—Claro que somos, que pergunta coelhinha. —Cebola confirmou sarcástico sem entender a namorada.

Em seguida o Cebola não perde tempo e mais uma vez uni os seus lábios aos lábios da Mônica formando um novo beijo surgisse entre eles, Mônica por sua vez de inicio ficou supressa, pois não esperava que o Cebola a beijasse novamente, mas logo ela correspondeu aquele beijo sem problemas. O jovem casal apaixonado ficam alguns poucos segundos compartilhando aquele doce e prazeroso beijo, até que a Mônica decide finalizar o beijo afastando a sua boca dos lábios do Cebola, por mais que ela estivesse gostando do beijo ainda se sentia incomodada por não saber se os dois estavam mesmo de fato namorando.

—Agora vai ser assim toda vez, vai fica me beijado do nada!? —A morena queixou-se debochando ironicamente, ela não sentia que era certo deixar o Cebola a beijar sem nem ao menos ter certeza que os dois estavam namorando de verdade.

—Bom, em primeiro lugar: você me fez esperar tempo demais e por isso que agora quero compensa o tempo perdido. Em segundo lugar: namorados se beijam, isso é bem normal de acontecer. — O rapaz esclareceu encarando a namorada fintando de modo sugestivo e com sorrido sexy de canto estampado em sua feição.

—Mas o tempo todo!? Espera aí, de novo essa historia de namorados?! —Mônica questionou supressa e admirada chegando à conclusão que talvez o Cebola havia mesmo a pedido em namoro.

—Ué, não te entendi. Vai me dizer agora que esqueceu que estamos namorando!? Que eu te pedi em namoro!? —Cebola zombou incrédulo com a sua namorada disse.

—Hã, então aquilo era verdade, pra valer? Você me pediu mesmo em namoro? —Mônica perguntou se sentido feliz e aliviada.

—Claro que sim. Mas que pergunta, como assim!? —O garoto informou indagando de modo retorico sem entender a menina a sua frente.

—Eu achei que você não estava falando serio, só deixou se levar pelo calor do momento. —Ela explicou começando a ficar sem graça por tirar conclusões erradas.

—Eu estava pedido a serio, e você aceitou. Pera ai, só falta me dizer que aceitou no calor do momento?! —O troca-letras interrogou se sentido decepcionado com aquela garota por não acreditar que o seu pedido de namoro cheio de sentimentos não foi pra valer.

—Er... Bom... Não é bem assim... —A dentucinha fica sem o que responder se sentido sem jeito e preocupada se isso iria chatear "o seu suposto namorado".

—Que droga, hein Mônica! Eu todo feliz aqui achando... Ai que ódio! —Cebola reclamou começando a ficar furioso e magoado com a garota que ele jurava estar namorando.

—Me desculpa, mas era bom de mais para eu acreditar, foi por isso eu duvidei do pedido ser de verdade, não fica zangado comigo, por favor. —Mônica se desculpou argumentando se sentido arrependida e apreensiva de perde o namorado logo bem no início do namoro.

—Depois dessa eu devia era ir embora de vez. —O rapaz resmungou enraivado e ainda se sentido ferido pela sua própria amada.

—Da pra parar com essa historia de toda hora quer ir embora. —A garota dos dentes salientes protestou começando a se irritada com o provável namorado.

—Como você quer que eu não fique magoado, eu fiz o pedido de todo coração, ai você vem e me diz que eu não estava falando serio. —O moreno justificou ainda se sentido inconformado e injustiçado.

—Se é esse o problema, então é só fazer o pedido mais uma vez. —A dentuça sugeriu de forma amável sorrindo docemente pro garoto a qual ela ama.

—Pra você não me levar a serio de novo?! —Ele alfinetou ironicamente com os braços cruzados e sorrindo cinicamente debochado, sem deixar de se sentir magoado.

—Para! Dessa vez não vou mais pensar assim. —A morena do cabelo corte chanel contestou tentando manter a paciência com o seu "doce e rabugento" amado. —Sem falar que eu adoraria se pedida em namoro mais uma vez por você. —Ela argumentou agora de um jeito meigo sorrindo pro seu amor de modo doce o fitando com carinho.

—Esta bem! —Cebola concordou vendo que a sugestão da Mônica não era nem um pouco ruim ao mesmo tempo retribuindo o sorriso meigo pra ela. —Mônica, você aceita namorar comigo? —Ele propôs de modo mais amoroso possível segurando as duas mãos da amada dentuça e sorrindo docemente a fitando com amor.

—Sim, sim, sim! Com certeza sim, eu quero! Opa... —Mônica aceitou adorando receber duas vezes o pedido de namoro do amado, sem conseguir se conter de alegria ela se joga pra cima do Cebola com intensão de abraça-lo e quase acaba caído da cadeira de rodas ficando sentada na beirada da cadeira.

—Cuidado, quase você cai! —O garoto alertou repreendendo preocupado segurando a Mônica num abraço aconchegante sem deixar ter uma chance dela cair no chão.

—Não me importa, só quero te abraçar pra sempre. —Ela decretou ainda abraçando o seu namorado sentindo emersamente feliz.

—Hahaha... Eu também! —Cebola assumiu concordando com a namorada sentido tão feliz e realizado quanto ela.

Sentido o grande envolvimento da atração do momento de estarem tão perto um do outro, não demorou para que o jovem casal de namorados transformasse aquele aconchegante abraço em um beijo apaixonante no estante em que os lábios dos dois se encontraram formando a união das suas bocas. O Cebola e a Mônica ficaram um tempo compartilhando mais um saboroso e intenso beijo de amor e paixão, eles permaneceram se beijando sem terem a menor vontade de parar, o beijo só havia chegado ao seu final quando os dois começaram sentir a falta de folego, com isso o casal de namorados afastaram suas bocas encerrando o beijo enquanto abriam seus olhos recuperando do efeito causado pelo intenso beijo de ambos.

—Eu estou tão feliz, parece mesmo um sonho finalmente poder estar junto com você. —Mônica mencionou o fitando com os olhos cheios de lagrimas de alegria e sorrindo muito.

—Eu digo o mesmo. —Cebola afirmou sem deixar de sorrir encostando a sua testa na testa da namorada e juntando o seu nariz com dela de um jeito amoroso, estando de cabeça abaixada o garoto pode ver o joelho ralado da Mônica e uma onda de preocupação o recai. —Mônica, agora que eu to vendo. —Ele iniciou desfazendo da posição de antes encarando com receio a amada.

—O que foi? —Ela estimulou a contar olhando diretamente pro namorado estando confusa e curiosa.

—O seu joelho! Você se machucou na hora do tombo. —Cebola contou sentido apreensivo com o machucado da namorada.

—Nah! Isso não é nada. Na verdade eu mal sinto qualquer coisa em minhas pernas. —Mônica explicou receosa com um falso sorriso alegre.

—Mesmo assim! Tenho que fazer um curativo no lugar, pode inflamar se deixar assim como esta. —O garoto que tem dislalia esclareceu continuando a se preocupar com amada.

—Isso é mesmo! —A dentucinha concordou com um leve sorriso gostando de ver o quanto o seu namorado estava sendo atencioso e amoroso com ela.

—Você não devia ter feito aquilo, foi arriscado, poderia ter sido pior a queda. —O moreno a repreendeu a encarando serio demostrando apreensão com o bem estar da namorada.

—Não me importo! Pra mim valeu a pena, não podia deixar você parti de jeito nenhum. —Mônica admitiu de modo bem meigo com a mão pousada em cima da bochecha do namorado o cariciando desse jeito fazendo o Cebola ficar todo derretido ao sentir esse toque.

—E se eu te contar que eu só falei aquilo na hora da raiva, no fundo eu realmente não pretendia te deixar para sempre, apenas por um tempo até as coisas se acalmarem entre nós. —Cebola revelou contando de um jeito amoroso a fitando com ternura, enquanto pegava na mão da namorada, a mesma que estava pousada em cima da sua bochecha, logo em seguida interlaçando os seus dedos com os dedos da amada e por fim juntado as duas mãos na outra.

—Hã?! Verdade? —A garota exclamou supressa e ao mesmo tempo feliz.

—Uhum! Sim! —O troca-letras confirmou sorrindo docemente para sua namorada.

—Bom, de qualquer forma não podia deixar de correr o risco de perde você para sempre. —Mônica confessou com um sorriso sapeca modulado em sua face, em seguida ela mordeu o lábio inferior que sem intenção a deixou bem charmosa fazendo o Cebola gostar desse gesto feito por ela.

—É, mas agora esta com esse joelho machucado. —Cebola comentou a reprendendo com um pequeno sorriso meigo a fitando.

—Isso é coisa à toa Cê, não exagera. —A dentuça reprimiu com doçura mantendo um sorriso amoroso sublinhado em seus lábios.

—Mesmo assim não gosto de te ver machucada, nem mesmo com um pequeno arranhãozinho o que for. —Ele proclamou olhando diretamente para a namorada, em seguida o Cebola beija o joelho ralado da Mônica, não em cima da ferida, apenas próximo da li, como quisesse dizer: "é só dar um beijo que a dor passa".

(N/A: Na verdade esse safado só arranjou um pretexto de beijar o aperna da Mônica que eu sei kk.)

—Hammm! —A moça grunhiu meio a gemidos sentindo um pouco do toque do amado em sua perna. —"Queria tanto poder ter sentido a profundidade desse beijo em minhas pernas". —Ela pensou com melancolia ao mesmo tempo sugestiva.

—Aonde fica a maleta de primeiro socorros? —Cebola perguntou se levantando finalmente voltado a ficar de pé.

—No armário do banheiro aqui de baixo. —Mônica orientou enquanto apontava com o dedo.

—Certo, eu vou lá buscar. Ver se não arruma mais encrenca. —O rapaz alertou debochando de modo levado para a brincadeira enquanto sorria de um jeito travesso.

—Hahaha... Bobo! Sempre diz algum assim. —A morena rebateu debochando apenas de brincadeira sem conseguir disfarçar o sorriso divertido que se formou em seu rosto.

—Hahahaha... —O troca-letras riu alegre achando uma graça a sua namorada e também gostando da brincadeira dos dois, após isso ele começou andar em direção ao banheiro.

Assim o Cebola foi até o banheiro do andar de baixo da casa para poder pegar a frasqueira de primeiros socorros, deixando a Mônica sozinha por alguns poucos minutos na sala. Quando o Cebola retorna para a sala segurando com as mãos uma frasqueira de primeiros socorros, ele vai até aonde esta a Mônica sentada em sua cadeira de roda, para fazer o curativo na mesma. Abaixado no chão, Cebola começa a fazer o curativo delicadamente no joelho ralado da Mônica, a mesma apenas fica olhando admirada pela forma de como ele esta sendo tão cuidadoso e carinhoso com ela, e também estava imensamente feliz por finalmente aquele garoto que tinha a missão de cuida-la que estava bem ali diante de sua frente, a qual havia se apaixonado, agora era realmente o seu namorado.

—Prontinho, já terminei! —O jovem anunciou com meiguice em suas palavras a fintando enquanto sorria de forma doce pra aquela garota a sua frente.

—Obrigada, Cê! —Mônica agradeceu retribuído o sorriso colocando sua mão em cima da bochecha do Cebola acariciando com o dedo polegar.

—Não precisa agradecer. —Cebola diz com ternura colocando a sua mão de modo carinhoso por cima da mão da amada.

Devido proximidade de estarem tão perto do outro os dois adolescentes começaram a sentirem completamente envolvidos um pelo outro, tanto o Cebola e quanto a Mônica iam se aproximado os seus rostos com intenção de mais uma vez fazer um beijo entre eles dois surgisse, até que o jovem casal são interrompidos a sua ação de se beijarem pelo barulho do ronco do estomago da Mônica que reclamava pedindo comida.

—Hahaha... Ai que vergonha! —A jovem mencionou sentindo constrangida, em seu rosto havia se criado um sorriso sem graça.

—Hahaha... Não precisa ficar assim, eu também já estou sentindo fome. —O garoto a confortou confessando enquanto sorria alegre.

—Mesmo assim ainda é constrangedor. Hahah... —Mônica disse timidamente encabulada e sorrindo sem jeito.

—Eu vou lá na cozinha preparar algum para nós. —Cebola comunicou se levantado do chão.

—Certo... Cebola espera! —A garota o chamou com urgência.

—O que foi? —O moreno exclamou retorico incentivando a contar ao mesmo tempo se virando para direção da namorada pra dar atenção.

—Não vá, não antes disso... —A dentuça avisou puxando o namorado pelo braço para trazer ele para perto dela e quando conseguiu fazer os seus rostos se encontrarem um de frente pro outro Mônica dar um beijo de selinho no Cebola o surpreendendo completamente. —Agora pode ir! —Mônica concedeu sua permissão sorrindo alegre o fitando de um jeito amoroso.

—Hahaha... —Cebola dar umas risadinhas todo tímido se sentido sem graça e derretido por conta do doce beijinho da sua amada namorada.

Sendo assim Cebola sem perde mais tempo foi para a cozinha da casa com intenção de preparar o almoço que era pra ele e para a sua namorada, Mônica.

Notas finais
E ai galera o que acharam do capitulo? Amaram? Odiaram? Gostaram? Mais ou menos? Diz ai nos comentários, estarei aguardando a avalição de todos vcs e vou ler e responder de todo bom grato. A única coisa que não aceito é leitores que ler e não comentam nadinha, fico bem chateada mesmo quando não recebo suas avaliações, então olhe lá hein. Por favor, motivem a autora continuar com a fanfic deixado seus comentários. *****❤***** Gente que capitulo repleto de emoções e reviravoltas kkkk. Sem duvidas esse ser tonou meu capitulo predileto de todos até agora, dediquei muito para chegar até ai querendo dar melhor resultado querendo juntar esses dois (Ce&Mo) de um jeito bem especial (com os dois quase se matando e termina com os dois se amado intensamente sei kkk), viu como eu não falei pra vcs que seria mais que perfeito a forma que Cebola e a Monica iam ficar juntos hehhe. Espero de verdade que tenham gostado quanto eu gostei. Outra coisa quero disse aqui Nota Final é bem jeito pra aquelas duas vadiazinhas, acharam que conseguiram separar o nosso casalzão e no fim não adiantou nada, a força dos sentimentos da Monica e o Cebola era bem maior que qualquer intrigada e armação. Gosto disso em historia quando o vilão se lasca com seus planos kkkk. *****❤***** Beijos pra todos vcs leites!!! E até em breve!!! ❤